Portal dos Periódicos Científicos do CFP – UFCG (Universidade Federal de Campina Grande)
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    O PROFESSOR DE PORTUGUÊS E OS FENÔMENOS LINGUISTICAMENTE COMPLEXOS: PRECONCEITO, INTOLERÂNCIA OU IGNORÂNCIA?

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    O propósito deste trabalho é investigar, por meio de práticas discursivas, as crenças e atitudes de alguns professores de português em relação a determinados fenôme- nos linguísticos frequentemente discriminados dentro e fora da sala de aula. Para tanto, foi realizada uma entrevista estruturada com três professores com o intuito de refutar e contestar algumas crenças e atitudes linguísticas imbuídas e visíveis na maior parte dos professores de língua materna. Os estudos a respeito dos fenômenos linguisticamente complexos realizados por autores como Faraco (2001), Bortoni-Ricardo (2004), Perini (2004) e Crystal (2005) subsidiam a hipótese de que tais fenômenos não são “contami- nações e pragas que contribuem para o caos linguísticos”, mas manifestações inerentes à língua. A pesquisa em questão é de cunho qualitativo/interpretativista e orientou-se no aparato teórico da Linguística Aplicada e da Sociolinguística

    Normas para submissão

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    Normas para submissão de trabalhos para a Revista Leia Escola

    Apresentação

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    Apresentação da Revista Leia Escol

    Expediente

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    Expediente da Revista Leia Escola

    A INFLUÊNCIA DA LÍNGUA MATERNA EM AULAS DE LÍNGUA INGLESA DE UMA ESCOLA DE IDIOMAS: UM ESTUDO DE CASO

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    Considerando as afirmações de Bakhtin (2006), a língua materna (LM) representa para o sujeito familiaridade, de forma que a palavra na língua nativa é vista como um irmão. A relação sujeito-LM está presente no contexto de ensino de língua estrangeira (LE), no entanto, é relevante que esse uso seja discutido. Sendo assim, este trabalho objetiva investigar a frequência do uso de LM por parte da professora de uma turma de língua inglesa de uma escola de idiomas, em Campina Grande-PB e analisar a (in)adequação desse uso. Para tanto, foram observadas e gravadas 9 aulas e utilizadas notas de campo; além de entrevista com a professora da turma. Observou-se que a LM foi utilizada nas aulas de LE, por parte da professora, no início das aulas, durante brincadeiras e durante atividades de leitura e escrita, revelando a influência da LM em sala de LE mesmo que esse uso seja negado pela professora, reforçando a afirmação de Bakhtin sobre a relação do sujeito com sua LM

    A PERMANÊNCIA DE LEANDRO GOMES DE BARROS: ATUALIDADE E RECEPÇÃO DO FOLHETO O DINHEIRO

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    Nos últimos anos, com o advento dos estudos culturais, que passaram a valorizar a literatura produzida por grupos marginais e classes populares, a literatura de cordel passou a ter uma visibilidade maior e começou a ser levada com mais frequência para o espaço escolar. Como qualquer gênero literário, a literatura de folhetos também pode ser um instrumento na formação de leitores. Neste artigo, refletimos sobre um experimento realizado no ensino médio com a literatura de cordel. Analisamos e relatamos o momento de recepção do folheto O dinheiro, de Leandro Gomes de Barros. Um dos objetivos do trabalho é refletir sobre a atualidade e a recepção de cordéis satíricos com leitores em formação. Para o estudo analítico do cordel nos embasamos em Bakhtin (2008), Northrop Frye (1957) que trazem importantes reflexões sobre sátira. Quanto ao trabalho com a literatura em sala de aula nos apoiamos nas contribuições de estudiosos como Lúcio e Pinheiro (2012); Cosson (2009) e Colomer (2007). Os resultados revelam a atualidade do folheto, uma vez que possibilitou uma atualização de temas como a corrupção, a desonestidade e a esperteza

    Algumas notas sobre segurança pública e municípios: uma análise do caso de Minas Gerais

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    Na última década, muito se discutiu a respeito de qual seria o papel do município na segurança pública. Especialistas entendem que, tal como o arranjo constitucional organiza esse tema, a responsabilidade pela gestão dos problemas relacionados à criminalidade seria se não apenas, pelo menos em grande medida, do estado membro. Contudo, como esse fenômeno afeta a qualidade de vida no âmbito local, várias são as pressões colocadas sobre as prefeituras no sentido de atenuar os efeitos deletérios dele decorrente. Nesse sentido, cumpre indagar como o poder local tem gerido essa questão, em termos de quantidade de investimento destinado à segurança pública, considerando (1) as taxas de homicídio doloso e de crimes contra o patrimônio, (2) os recursos institucionais que se fazem presentes na cidade (quantidade de habitantes por policiais) e (3) o tamanho da população do município, já que localidades maiores tendem a ter não apenas uma arrecadação maior, mas também problemas mais complexos. Esse estudo avança nesta discussão problematizando os determinantes do gasto público municipal na seara da segurança pública a partir dos dados do Índice Mineiro de Responsabilidade Social (IMRS), que procura avaliar o desempenho dos municípios de Minas Gerais em distintas searas nos últimos três anos (2009-2011), incluindo-se a segurança pública

    Políticas de segurança no Brasil. Desafios diante das novas agendas

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    A tendência das políticas de segurança pública no país na última década assinala uma mudança de rumo das políticas públicas, que aos poucos deixam de ser pautadas apenas pela estrutura política de interesses das unidades federadas para serem mediadas por outras instâncias do poder público e da sociedade civil. De função essencialmente burocrática de Estado, a segurança, com estes novos influxos, passa ser vista cada vez mais como questão de gestão e de políticas governamentais, sobretudo com a participação mais ativa da esfera federal e municipal. Mas há ainda desafios importantes a serem vencidos para uma efetiva mudança no quadro geral da segurança no país. O artigo explora alguns deles, sem pretensão de ser exaustiv

    A formulação de nova agenda para a segurança pública. As iniciativas federais e sua influência na política pública de segurança paulista.

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    Este artigo objetiva analisar as influências da nova agenda para a segurança pública do governo federal na política pública de segurança paulista. Para tanto, verificou-se o grau de interação entre diretrizes do Pronasci (Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania) e o planejamento estratégico da segurança pública paulista. Constatou-se haver falta de permeabilidade da Secretaria de Segurança Pública (SSP) e do governo paulista às inovações federais, embora o estado e municípios paulistas recebam verbas do Pronasci

    Apresentação - Dossiê Políticas Públicas em Segurança

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