UNIFRAN - Publicações Acadêmicas (Univ. de Franca)
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Osteocondrite dissecante afetando o côndilo umeral medial de um cão – Relato de Caso
A osteocondrite dissecante (OCD) é uma afecção ocasionada por uma degeneração cartilaginosa subsequente de uma disfunção da ossificação endocondral caracterizada pela presença de um fragmento cartilaginoso adjacente ao osso subcondral, ou seja, ela é secundária a osteocondrose. É uma das causas mais comum de claudicação em cães jovens e de rápido crescimento. Pode afetar qualquer superfície articular sendo a cabeça umeral a região mais afetada. Esse tipo de lesão no côndilo umeral medial é incomum. O diagnóstico é feito pelo conjunto de informações do exame clínico com os exames de imagem. O objetivo desse trabalho é descrever o caso de um cão da raça Blue Heeler de 8 meses de idade, fêmea, que foi submetido ao tratamento cirúrgico após ser diagnosticada com OCD no côndilo medial do úmero direito. O animal foi encaminhado para clínica veterinária após o tutor relatar claudicação do membro torácico com piora progressiva. Ao exame ortopédico observou claudicação grave e dor durante manipulação do cotovelo direito. Posteriormente, o animal foi encaminhado para tomografia computadorizada onde foi possível observar a presença do flap cartilaginoso e do defeito subcondral envolvendo a superfície articular da tróclea umeral direita. Após o diagnóstico, foi indicado a intervenção cirúrgica para o tratamento. Após realização da artrotomia medial do cotovelo, foi removido o flap cartilaginoso livre com posterior curetagem da cartilagem adjacente e perfuração do osso subcondral localizado profundamente à área lesionada. Após 30 dias decorrido da intervenção cirúrgica o animal teve retorno gradativo de suas atividades normais. A osteocondrite dissecante (OCD) é uma afecção ocasionada por uma degeneração cartilaginosa subsequente de uma disfunção da ossificação endocondral caracterizada pela presença de um fragmento cartilaginoso adjacente ao osso subcondral, ou seja, ela é secundária a osteocondrose. É uma das causas mais comum de claudicação em cães jovens e de rápido crescimento. Pode afetar qualquer superfície articular sendo a cabeça umeral a região mais afetada. Esse tipo de lesão no côndilo umeral medial é incomum. O diagnóstico é feito pelo conjunto de informações do exame clínico com os exames de imagem. O objetivo desse trabalho é descrever o caso de um cão da raça Blue Heeler de 8 meses de idade, fêmea, que foi submetido ao tratamento cirúrgico após ser diagnosticada com OCD no côndilo medial do úmero direito. O animal foi encaminhado para clínica veterinária após o tutor relatar claudicação do membro torácico com piora progressiva. Ao exame ortopédico observou claudicação grave e dor durante manipulação do cotovelo direito. Posteriormente, o animal foi encaminhado para tomografia computadorizada onde foi possível observar a presença do flap cartilaginoso e do defeito subcondral envolvendo a superfície articular da tróclea umeral direita. Após o diagnóstico, foi indicado a intervenção cirúrgica para o tratamento. Após realização da artrotomia medial do cotovelo, foi removido o flap cartilaginoso livre com posterior curetagem da cartilagem adjacente e perfuração do osso subcondral localizado profundamente à área lesionada. Após 30 dias decorrido da intervenção cirúrgica o animal teve retorno gradativo de suas atividades normais.
USO DO PLANEJAMENTO COMPUTACIONAL CIRÚRGICO E GUIA DE PERFURAÇÃO IMPRESSO EM 3D PARA ESTABILIZAÇÃO DA COLUNA VERTEBRAL DE CÃO – RELATO DE CASO
Estabilizações cirúrgicas da coluna vertebral de pequenos animais requerem expertise do cirurgião referente à angulação das perfurações com broca para que não ocorra danos medulares ou de grande vasos sanguíneos. Softwares atuais permitem o estudo prévio das melhores angulações e confecção de guias cirúrgicos paciente específico, por meio de CAD podem ser impressos em 3D para utilização durante o procedimento operatório.Após obtenção dos dados de tomografia computadorizada da região lombossacral de uma pastora alemã de 6 anos de idade, foi diagnosticado lombarização de S1 e compressão entre L6-L7-S1 (Figura 1), posteriormente foi realizado o planejamento cirúrgico visando o direcionamento ideal das perfurações. A confecção do guia cirurgico foi realizado por meio dos softwares 3D Slicer® e Blender®. O método de impressão utilizado foi FDM para o biomodelo e DLP para o guia autoclavável (Figura 2).O guia cirúrgico permitiu proceder com segurança e agilidade nas perfurações dos corpos vertebrais (Figura 3) demonstrando eficiência na utilização em neurocirurgias da coluna vertebral de pequenos animais, corroborando com publicações na medicina humana.A utilização do guia paciente específico de perfuração vertebral impresso em 3D promoveu segurança e precisão na alocação dos implantes (Figura 4), reduzindo o tempo operatório, anestésico, diminuição do risco de infecção nosocomial, beneficiando a recuperação do paciente
Estudo da estabilidade das conformações similares aos constituintes de fibrilas amilóides em ensembles gerados por dinâmica molecular
O processo tipo “dock-lock” ocorre quando um monômero não estruturado se liga ou acopla a uma extremidade crescente de um protofibrila, ou mesmo a fibrilas maduras, seguido pela fase de bloqueio caracterizada por importantes ajustes conformacionais do monômero para caber na estrutura pré-formada estabilizando a conformação. Esta dinâmica mais complexa é necessária para o processo de alongamento e relaciona-se com a taxa de formação de fibrilas. A ocorrência e estabilidade termodinâmica de estruturas em ensembles de conformações geradas por dinâmica molecular que sejam similares às que constituem fibrilas amilóides são investigadas neste estudo. Para isso, utilizamos alguns modelos de fibrilas amilóides obtidos por NMR e averiguamos a existência e característica das estruturas que mais se aproximam dos constituintes destas fibrilas. Estas estruturas seriam os monômeros precursores que favoreceriam o crescimento destas estruturas amilóides via um processo tipo “dock-lock”.Utilizamos modelos de fibrilas estruturais para os peptídeos β-amilóides (Aβ) que estão associados à doença de Alzheimer contendo 40 (Aβ40) e 42 (Aβ42) resíduos. Estes modelos excluem os primeiros resíduos nos N-terminais por conferirem a estes peptídeos o carácter predominante de estrutura desordenada. Efetuamos simulações de dinâmica molecular em pH neutro incluindo todos os átomos para formar ensembles de conformações com peptídeos Aβ40 e Aβ42 utilizando a técnica troca de réplicas (REMD) e tendo como solvente um modelo de água. A similaridade entre as estruturas nestes modelos de fibrilas amilóides e as encontradas nos nossos ensembles de conformações foi calculada em termos do desvio quadrático médio (rmsd) entre os átomos que compõem as cadeias principais.O processo de formação de fibrilas é obviamente dependente das condições ambientais, pois a alteração da temperatura ou da composição da solução altera o conjunto de interações favoráveis entre as cadeias polipeptídicas formadoras de fibrilas
Obtenção de coordenadas atômicas de ligantes da proteína Albumina do Soro Humano (HSA) na base de dados Protein Data Bank (PDB) utilizando Python.
O trabalho e sobre a implementação de algoritmos para base de dados em python das coordenadas cristaligraficas de albumina de soro Humano complexada com aminoácidos dansilados e fármacos
How Anthracene–Squaramide Conjugated Compounds Recognize Chloride, Bromide and Nitrate Anions?
The chloride anion is better recognized than bromide and nitrate anions regarding to anthracene–squaramide conjugated compounds. The capability of the squaramide derivate structures to recognize the Cl–, Br– and NO3– anions increases from hydrogen atoms substitution by –CF3 or –NO2 groups in the aryl substituent. These tendencies are directed, chiefly, from the changes in the electrostatic energy
Shedding light on the physical nature of the host-guest interactions between polycyclic aromatic hydrocarbons and the tetracationic cyclophane ExBox4+ coordinated with the ion [Ru(NH3)3]2+
In the sense of continuing to explore strategies for capture PAH’s and derivatives, this study seek to understand how the coordination of metallic portions in the molecular box ExBox4+ can affect the magnitude and nature of the host-guest complexes between PAH’s and ExBox4+
O PLASMA RICO EM PLAQUETAS E A CICATRIZAÇÃO
As lesões cutâneas apresentam elevada ocorrência na medicina de equinos. Diversos fatores inerentes à fisiologia e comportamento dessa espécie favorecem a ocorrência de lesões em membros distais, além de dificultar o processo cicatricial. Terapias auxiliares foram estudadas, como forma de melhorar a qualidade e acelerar o processo de cicatrização. Dentre elas, destaca-se o Plasma Rico em Plaquetas (PRP), produto derivado do sangue total com concentrações plaquetárias elevadas e rico em fatores de crescimento. A utilização do PRP foi crescente nos últimos anos, contudo ainda existe muita divergência com relação aos seus efeitos benéficos. Diante do exposto, o presente trabalho tem por objetivo revisar as potenciais propriedades de regeneração tecidual do plasma rico em plaquetas e seus métodos de obtenção, além de ressaltar sua aplicabilidade no tratamento de lesões cutâneas em equinos e suas possíveis contraindicações. Dessa forma, espera-se difundir as informações acerca das vantagens da utilização do mesmo e incentivar a pesquisa, que venha a elucidar as dúvidas, ainda existentes, a seu respeito
RUPTURA TRAUMÁTICA DO TENDÃO TRICIPITAL EM CÃO– RELATO DE CASO
Objetivou-se relatar um caso de ruptura traumática do tendão do tríceps em cão e descrever a técnica cirúrgica utilizada. Um cão macho, sete anos de idade, da raça dálmata, chegou ao Hospital Veterinário com histórico de impotência funcional do membro torácico esquerdo há dois dias e ferimento na face caudal próximo ao cotovelo do mesmo membro. Ao exame físico diagnosticou-se ruptura completa do tendão do tríceps. Procedeu-se radiografia do membro para avaliar alterações ósseas, porém essas não foram encontradas. O paciente foi encaminhado à cirurgia no mesmo dia, onde procedeu-se tenorrafia aplicando o fio no fragmento proximal do tendão, transpassando-o no sentido mediolateral, ato contínuo, utilizando-se duas agulhas em cada extremidade do fio, procedeu-se a passagem desse no interior do tendão, formando no seu ponto mais interno um “X”. Em seguida, as duas extremidades foram inseridas novamente no tendão, porém agora os dois fios saíram paralelos às fibras tendíneas, no local onde havia ocorrido a transecção traumática e entraram no outro segmento, passando por orifício no olecrano confeccionado com perfurador e broca 1,5 mm, por fim confeccionou-se nó de cirurgião caudal ao olecrano, estabilizando a tenorrafia. Após o término da cirurgia o paciente foi mantido com tala Spica por 15 dias, porém foi trocada a cada dois dias, realizando-se fisioterapia passiva nesse momento. Após 60 dias o paciente deambulava normalmente sem nenhum déficit aparente. Pode-se concluir que a sutura trançada com utilização de túneis ósseos através do olécrano foi boa opção para tratamento da ruptura traumática aguda de tendão do tríceps
MICROFILÁRIA EM SEDIMENTO URINÁRIO DE CÃO
Exame de sedimento urinário (EAS) de canino onde observa-se discreta hematúria e presença de microfilárias. Animal apresentava quadro de congestão cardíaca, ascite e dispneia. Foram realizados exames de hemograma, análise de líquido cavitário e urinálise. Todos os exames realizados continham presença de microfilárias. A presença do parasita na urina provavelmente está associada a migração passiva da corrente sanguínea para os rins devido a uma doença renal pré-existente como a glomerolonefrite. A Dirofilariose causa uma expansão mesangial e espessamento da parede dos capilares, proporcionando fragilidade dos mesmos e assim permitindo a saída do parasita da corrente sanguínea para cavidade e órgãos
CRISTAIS DE BIURATO DE AMÔNIO EM URINA DE CÃO
Na imagem podemos observar os cristais de biurato de amônio em um canino, macho, de 11 meses de idade, sem raça definida, diagnosticado com shunt portossistêmico congênito. Os cristais apresentam coloração escura, formato arrededondado com pequenas protusões pontiagudas e são encontrados quando ocorre diminuição da conversão de amônia em ureia e o excesso de amônio propicia a formação desses cristais. Os desvios portossistêmicos congênitos são comunicações vasculares entre o sistema venoso portal e sistêmico, que permitem acesso do sangue portal à circulação sistêmica, sem que primeiro ocorra sua passagem pelo fígado. (ETTINGER & FELDMAN, 2005)