UNIFRAN - Publicações Acadêmicas (Univ. de Franca)
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    CONTRIBUIÇÕES REFLEXIVAS SOBRE A INSERÇÃO DO ASSISTENTE SOCIAL NA EQUIPE MÍNIMA DO PROGRAMA SAÚDE DA FAMÍLIA

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    Este trabalho focaliza a ausência do assistente social na definição e formação das equipes mínimas do Programa Saúde da Família (PSF) na perspectiva de contribuir para a ampliação e fortalecimento da discussão sobre a ausência desse profissional, mantida até o presente momento neste programa. O PSF tem como proposta alterar o modelo de prestação de serviços de saúde da população, na direção do fortalecimento das ações participativas de promoção e proteção integral à vida, trabalho este que vai de encontro à especificidade do serviço social

    O PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA COMO ALTERNATIVA DE MUDANÇA: UM RELATO DO MUNICÍPIO DE FRANCA (SP)

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    Mediante o predomínio atual do modelo de prestação de serviçode saúde no Brasil onde o saber clínico determina a ação curativa, vendo oindivíduo fragmentado e não como ser integral dentro de um contexto social,tem-se buscado, há décadas, um modelo que coloque a saúde além do “olhar”condicionado pelo modelo biomédico. Como estratégia de reorganização dosistema de atenção à saúde no Sistema Único de Saúde (SUS), o Programa deSaúde da Família (PSF) vem sendo descrito como ferramenta importante nessaconstrução. Essa estratégia vem se difundindo em âmbito nacional desde 1994e a Prefeitura Municipal de Franca, acreditando na possibilidade de mudançade modelo, aderiu a essa nova estratégia em dezembro de 1999, cobrindo 5,95%da população total do município. Esta pesquisa consiste em demonstrar, atravésda análise de alguns indicadores de saúde da atenção básica (taxa de internaçãohospitalar por todas as causas, taxa de internação psiquiátrica, cobertura dealeitamento materno exclusivo em crianças menores de 4 meses e cobertura davacina Hepatite B na faixa etária de 6 a 19 anos), as mudanças produzidas peloPSF em Franca comparativamente ao modelo de saúde atual. O estudo possuicaráter descritivo, com busca de dados em fontes secundárias. Os resultadosapontaram uma expressiva melhoria dos indicadores de saúde nas áreas cobertaspelo PSF, o que reforça as potencialidades dessa estratégia

    A IMPORTÂNCIA DO TRABALHO EM EQUIPE NO PROGRAMA SAÚDE DA FAMÍLIA

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    Investiga-se, através de pesquisa de livros e periódicos, a estrutura do Programa Saúde de Família (PSF) determinada pelo Ministério da Saúde, diante da necessidade de mudança de modelo assistencial. Discute-se a composição da equipe mínima e ampliada e suas atribuições, baseadas no manual de atenção básica. Apesar de cada membro possuir uma especialidade, coloca-se a possibilidade do trabalho multidisciplinar. Propõe-se a reflexão sobre requisitos importantes para que cada participante, com sua especificidade, possa, dentro da sua área de atuação, ter objetivos que não contrariem os objetivos da equipe, aumentando assim a efetividade das ações executadas por seus componentes. Enfoca-se a importância de um projeto coletivo, onde a atenção da equipe deve estar centrada na produção de cuidados e não procedimentos. Conclui-se que o trabalho em equipe é um desafio e que a maioria dos profissionais da saúde da família aparentemente mostra alguma dificuldade para trabalhar em equipe, o que nos leva a pensar que parte dessa dificuldade possa aduzir no tipo de formação acadêmica e mesmo na educação pessoal, onde é enfocado que cada um deve fazer sua parte bem feita e com dedicação

    DESMAME PRECOCE

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    O tema “Aleitamento Materno” é relevante devido à sua complexidadee importância para o desenvolvimento da saúde infantil. A prática daamamentação, principalmente exclusiva até os seis meses de vida, traz benefíciosque envolvem: o efeito protetor contra alergias alimentares, as doenças diarréicase infecções comuns à infância, o adequado desenvolvimento crânio-facial econseqüente prevenção de alterações de fonação, deglutição e respiração, alémde desempenhar papel importante no desenvolvimento intelectual e no relacionamentoafetivo das mães com os seus bebês. Entretanto, apesar da importânciadessa prática, é de amplo conhecimento a existência de fatores que se interpõemao efetivo desenvolvimento da mesma, tais como o apelo da indústria para o usode bicos artificiais e o retorno precoce das nutrizes ao trabalho. Considerando-seque o Ministério da Saúde estimula a promoção, proteção e apoio ao aleitamentomaterno e que a estratégia saúde da família está em processo crescente de expansãoe qualificação, torna-se imprescindível o acompanhamento sistemático daamamentação pelos profissionais da saúde da família. Nesse contexto, o presenteprojeto propõe levantar, em famílias acompanhadas pelo Programa de Saúde daFamília, os motivos agravantes que dificultam o aleitamento materno

    Folha de rosto - Apresentação - Sumário

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    MORTALIDADE INFANTIL NO MUNICÍPIO DE RESTINGA

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    Este trabalho analisa dados de mortalidade infantil no município de Restinga (SP), no período de 1996 a 2004 por idade e causas básicas de óbito. Analisa também dados de óbitos ocorridos em menores de um ano na área adstrita do Programa Saúde da Família (PSF) e compara esses dados com o restante do município e com o Estado de São Paulo. Os dados do trabalho foram obtidos pelo Sistema de Informação Sobre Mortalidade (SIM), pelo Sistema de Informação de Atenção Básica (SIAB), pelo Sistema de Informação Sobre Nascidos Vivos (SINASC) e também pela análise de prontuários da população da cidade em estudo. Aponta-se neste trabalho que a Taxa de Mortalidade Infantil (TMI) vem declinando progressivamente ao longo dos anos em estudo, principalmente por conta do componente pós-neonatal, após a implantação do (PSF). Observase um provável impacto do PSF na melhoria da saúde neste município pela queda do componente pós-neonatal, chegando a zerar por dois anos consecutivos (2003 e 2004) o número de óbitos em menores de um ano na sua área adstrita. A TMI no período neonatal não sofreu grandes reduções, o que se conclui da necessidade de melhorias no cuidado pré-natal, no parto e nos primeiros sete dias de vida, o que não foi ainda atingido pelo PSF local

    LEVANTAMENTO DA CONTRIBUIÇÃO DO ATENDIMENTO ODONTOLÓGICO E PSICOLÓGICO NO PROGRAMA SAÚDE DA FAMÍLIA EM ASSENTAMENTO RURAL

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    Este trabalho aborda o atendimento em saúde, com enfoque na estratégia do Programa Saúde da Família (PSF) no assentamento rural “17 de Abril - Horto Florestal Fazenda Boa Sorte”, no município de Restinga (SP), buscando verificar a atuação do PSF e a inserção dos profissionais de psicologia e odontologia na melhoria das condições e qualidade de vida da população local nos últimos cinco anos bem como subsídios para reorientar o planejamento de ações de políticas públicas para o local. Utilizou-se a técnica de interrogação com questionário contendo 11 (onze) questões de múltipla escolha e uma questão aberta, aplicada aos representantes e lideranças do assentamento no mês de outubro de 2005. Os resultados demonstram que 100% dos pesquisados consideram importante a implantação do PSF no assentamento e 80% preferem usufruir desse atendimento. 92% dos pesquisados afirmam que a parceria dos atendimentos psicológicos com a educação contribuiu para a melhoria da qualidade de vida e 88% afirmam que a parceria do atendimento odontológico com a educação tem suprido as necessidades locais. A avaliação da contribuição da inserção dos profissionais de psicologia e odontologia na equipe do PSF indica boa aceitação dos profissionais inseridos, facilitando a formação de vínculos e melhorando a dinâmica e o fluxo de atendimento em saúde e também a eficácia do modelo de atendimento à saúde local. As sugestões colhidas para reorientar o trabalho no PSF demonstram a necessidade de ampliação dos recursos humanos (outros profissionais e serviços) e recursos materiais (melhoria das instalações, aquisição de linha telefônica e ambulância de plantão)

    IMPACTO NO ÍNDICE DE MORTALIDADE EM MENORES DE 1 ANO COM A IMPLANTAÇÃO DO PROGRAMA SAÚDE DA FAMÍLIA (PSF) NO MUNICÍPIO DE RESTINGA (SP)

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    A inserção do Programa de Saúde da Família (PSF) como proposta de modelo de assistência trouxe uma preocupação não só quanto ao atendimento ofertado pelos serviços de saúde, mas também como transformação da condição de vida das pessoas, em que um dos maiores desafios a ser vencido consiste na mudança da cultura da assistência tradicional, traduzida em ações curativas, em trazer à população uma valorização das ações de promoção da saúde e prevenção da doença fora do consultório médico. A história do sistema de saúde do município de Restinga (SP) não é muito diferente da maioria das cidades do país. Uma história de valorização de tecnologias, especializações e da prática curativa em escala despersonalizada e sem vínculo entre os profissionais e a população. Assim, este artigo busca demonstrar o impacto provocado no índice de mortalidade em menores de 1 (um) ano no município de Restinga (SP) com a implantação do PSF, em virtude das mudanças da assistência prestada à comunidade do município, antes da inserção da nova estratégia e após sua implantação, onde novos atores foram incorporados à equipe de saúde contribuindo para que os profissionais envolvidos na assistência à saúde de uma comunidade reforcem as ações de prevenção de doenças e promoção da saúde

    UMA REFLEXÃO SOBRE A INSERÇÃO DA SAÚDE BUCAL NA SAÚDE DA FAMÍLIA

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    No Brasil a saúde é um setor que vem protagonizando significativoprocesso de reforma de Estado, tendo como autores e atores importantes segmentossociais e políticos, cuja ação fundamental é a continuidade e o avanço domovimento pela reforma sanitária, bem como para a concretização dos princípiosdo SUS. O Programa Saúde da Família (PSF) foi criado pelo Ministério daSaúde, reestruturando a atenção básica no processo saúde/ doença. A metodologiadeste trabalho é uma revisão literária sobre o PSF, discorrendo sobre a suaestrutura e a sua equipe multiprofissional, enfatizando a inserção da equipe desaúde bucal. Foi discutido neste artigo a dicotomia existente entre o que ensinamnas universidades e o que os profissionais encontram quando se formam. Concluímosque esses profissionais de saúde devem trabalhar a intersetorialidade,voltados para a família a partir do seu ambiente físico e social, possibilitando acompreensão ampliada do processo saúde e doença, desenvolvendo estratégias focadasnos determinantes de saúde bucal para o indivíduo como um todo (família,social, psíquico e físico), respeitando suas crenças e seus valores. Nesse sentido éfundamental destacar a importância da inserção da saúde bucal no PSF. Muitojá foi feito, muito ainda está por fazer. O diferencial que nos impulsiona nesteprograma é a educação continuada oferecida para a população adstrita pois, semela, não haverá resultado algum

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