UNIFRAN - Publicações Acadêmicas (Univ. de Franca)
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    ADIÇÃO DE VITAMINA E AO MEIO DE CRIOPRESERVAÇÃO DE SÊMEN DE BOVINOS PANTANEIROS

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    Objetivou-se avaliar neste estudo se a suplementação do meio de criopreservação seminal com Trolox (vitamina E) melhora a qualidade do sêmen criopreservado de bovinos reprodutores do grupamento genético Pantaneiro. Foram utilizado sêmen de 5 touros pantaneiro em idade reprodutiva proveniente de uma mesma propriedade, o ejaculado foi obtido pelo método de eletroejaculação e o meio de criopreservação foi suplementado com 1 nível de vitamina E hidrossolúvel (Trolox): T0 – tratamento controle (meio base sem suplementação com Trolox) e T3 - meio base suplementado com 0,3 mg de Trolox. As avaliações da qualidade seminal no pós-congelamento/descongelamento foram: avaliação do estresse oxidativo espontâneo (TBARS) e avaliação da atividade citoquímica mitocondrial (DAB). Este experimento foi inteiramente casualizado. O efeito de tratamento foi comparado através da ANOVA, com nível de significância de 5%. A adição de vitamina E no diluidor seminal alterou negativamente a atividade mitocondrial (valores, P<0,05), contudo não alterou o estresse oxidativo espontâneo (valores, P>0,05). Com base nos resultados obtidos, pode concluir que a adição de vitamina E no meio diluidor na concentração de 0,3 mg não melhorou a viabilidade in vitro em sêmen criopreservado de bovinos pantaneiros, necessitando de novos estudos para adequação da concentração a ser utilizado buscando melhoria da qualidade seminal

    COMPARAÇÃO DO USO DE PARAFUSO COMPRESSIVO NA ESTABILIZAÇÃO DE OSTEOTOMIA DE NIVELAMENTO BASEADA NO CORA (CBLO) EM CÃES

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    Objetivou-se comparar a evolução clínica e radiográfica de pacientes submetidos à técnica de osteotomia de nivelamento baseada no CORA (CBLO) estabilizada com placa bloqueada dedicada, com ou sem parafuso compressivo. Dezesseis cães, com média de 28,1 kg e 5 anos de idade, de raças variadas com diagnóstico de doença do ligamento cruzado cranial foram submetidos à técnica de  CBLO. Avaliou-se os pacientes clinicamente e radiograficamente aos 15, 30 e 60 dias. Os pacientes foram divididos em dois grupos de 8. No  Grupo 1 foram incluídos casos com uso de placas bloqueada dedicada para estabilização do fragmento ósseo, enquanto que, o Grupo 2 foi composto por pacientes cuja estabilização foi realizada com um parafuso compressivo associado à placa. A avaliação clínica se baseou na presença ou ausência de apoio do membro . Por meio de avaliação radiográfica mensurou-se o ângulo do platô tibial (TPA) no período pós-operatório imediato e aos 90 dias da cirurgia. A comparação entre os grupos foi realizada pela avaliação clínica dos pacientes, ocorrência ou não de complicações e variação do TPA. Dois animais do grupo 1 (uma quebra de parafuso e uma perda de estabilização pela placa) apresentaram rotação do fragmento ósseo como complicação pós-operatória. Quando comparado o TPA do pós-operatório imediato com o da consolidação óssea, houve uma variação média de 7,135° no grupo 1 e de 3,228° no grupo 2. A utilização do parafuso em associação com a placa mostrou-se superior, com menor índice de complicações e menor variação pós-operatória do TPA

    OSTEOTOMIA EM CUNHA CRANIAL DA TÍBIA (TCWO) PARA TRATAMENTO DA INSUFICIÊNCIA DO LIGAMENTO CRUZADO CRANIAL EM CÃES. ESTUDO RETROSPECTIVO (2017-2019)

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    Esta técnica foi a primeira cirurgia a eliminar a translação cranial da tíbia, que ocorre na insuficiência ligamentar do cruzado, através da redução do ângulo do platô tibial (TPA). Ela promove nivelamento do platô por meio da remoção de cunha óssea triangular na tíbia proximal, cujo ângulo é o do platô acrescido de 5 graus, resultando em TPA final de aproximadamente 6 graus. A magnitude da translação cranial é dependente do grau de inclinação caudodistal do platô, assim com redução desta inclinação, a TCWO mitiga a força de cisalhamento femorotibial que é responsável pela translação cranial tibial. Foram operados 18 cães (21 joelhos) de várias raças, peso entre 2,5 e 50kg (média 16,5kg), idades entre 6 meses a 10 anos (média 6,2 anos) e TPA entre 25 e 33 graus (média 30,5 graus). O tempo de evolução da doença variou entre 3 semanas a 1,2 anos (média 5,5 meses). Em todos os cães a altura da cunha foi calculada pela formula: tangente do TPA + 5 graus multiplicada pela largura óssea na região distal da crista tibial. O corte foi realizado com serra oscilante e os fragmentos ósseos fixados com placas bloqueadas. Foram realizados exames radiográficos no pós-operatório imediato e a média do TPA final foi 6,3 graus (4,5 a 10 graus). A consolidação óssea ocorreu em média aos 100 dias e neste período 16 cães estavam livres de claudicação e sem translação cranial tibial. A técnica mostrou-se eficaz no tratamento da insuficiência ligamentar do cruzado em cães

    FRATURA-LUXAÇÃO MONTEGGIA EM CÃO - RELATO DE CASO

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    A fratura de Monteggia é considerada rara e se caracteriza por fratura do terço proximal da ulna com deslocamento da epífise proximal do rádio. Relatada por Giovanni Battista Monteggia em 1814, foi classificada em quatro graus, dentre eles o grau I é o de maior ocorrência, que se caracteriza pela presença de luxação anterior da cabeça do rádio e fratura da ulna em qualquer nível. Objetivou-se relatar a ocorrência de uma fratura Monteggia de grau I em um canino. Foi atendido um canino, macho, de quatro anos, sem raça definida com histórico de queda em sua residência e posterior claudicação de membro torácico esquerdo (MTE). Visando corroborar a suspeita de fratura foi realizado a radiografia em duas projeções, onde além da fratura em ulna, foi também observada luxação da cabeça do radio, caracterizando uma fratura de Monteggia do tipo I. Como tratamento, o paciente foi submetido ao procedimento de osteossíntese para a correção da fratura em ulna e da luxação em rádio, sendo utilizado o pino de Kirschner para estabilização da ulna e parafuso cortical para estabilização da cabeça do radio. Aos 45 dias, uma nova radiografia foi realizada, demonstrando total consolidação óssea, estando o paciente deambulando normalmente e sem a presença de dor à manipulação do membro. O tratamento cirúrgico se mostrou eficaz para a completa consolidação da ulna e reposicionamento do rádio, restabelecendo a função do membro acometido

    Dinâmica molecular de micelas reversas de 1,2-dipalmitoil-sn-glicero-3-fosfocolina/ciclohexano/água em resolução coarse-grained

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    No presente trabalho estudou-se o processo de auto-agregação de micelas reversas de 1,2-dipalmitoil-sn-glicero-3-fosfocolina (DPPC)/ ciclohexano/ água via simulações de dinâmica molecular em resolução coarse-grained. Foi avaliada a capacidade do campo de força coarse-grained ELBA em prever uma série de propriedades geométricas dos agregados, com resultados consistentes com dados experimentais

    The Bonding Mechanism behind the Attractive Building Blocks used to Design Anion Receptors

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    All the complexes investigated have an attractive interaction energy between the anion and the receptor with a nature essentially electrostatic. The increases of the number of –CF3 groups or carbon chain in polyols increases the anion recognition. To boronic acid complexes, the 5–H2PO4 and, mostly, 4–F bonds presents the more stabilizing interaction energies due a large stabilization from electrostatic, and orbital interaction energetic terms

    COLAGENÓLISE E FIBROPLASIA REACIONAL CONSEQUÊNCIA DO MASTOCITOMA

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    O mastocitoma é uma neoplasia maligna com origem nos mastócitos e pode desenvolver-se no tecido cutâneo ou nas vísceras (p. ex. fígado, baço ou linfonodos) sendo a forma visceral mais rara. É mais prevalente em cães do que em gatos, contudo, em ambas as espécies, os indivíduos adultos são mais suscetíveis. Na coloração de Romanowsky, os mastócitos (amarela) apresentam grânulos de cor violeta que ocupam todo citoplasma, os núcleos são redondos a ovais e esbranquiçados devido à afinidade do corante pelos grânulos. Pode ser observado a presença de eosinófilos, contudo, a presença dessas células não é obrigatória. A colagenólise, ruptura das fibras colágenas (vermelho) e a fibroplasia reacional (laranja) são consequências da inflamação aguda mediada pelos mastócitos. Porque quando degranulam liberam histamina e heparina que são convertidos em agentes secundários como leucotrienos e prostaglandinas, que causam edema, eritema, irritação, prurido e úlceras na região tumoral

    Anaplasma platys EM FELINO DOMÉSTICO

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    Presença de inclusão basofílica (mórula) no interior da plaqueta de um felino doméstico, fêmea, sem raça definida, 2 anos, compatível com Anaplasma platys. O hemograma foi realizado através de contador automático PocH-100iV Diff (Sysmex, Roche Diagnóstica), e a contagem de leucócitos totais foi de 11.100 x10³/µL. Na contagem diferencial houve linfopenia com o seguinte diferencial: linfócitos 2% (222/µL), eosinófilos 1% (111/µL), neutrófilos 96% (10.656/µL) e monócitos 1% (111/µL). A série vermelha encontrava-se dentro do intervalo de referência para a espécie (hematócrito: 29%), assim como a contagem de plaquetas (345.000/μL) e dosagem de proteínas plasmáticas totais (6,2 g/dL). No Brasil, os hemoparasitos de gatos são pouco conhecidos, principalmente devido aos sinais clínicos inespecífico e a ausência de alterações relevantes no hemograma, o que reforça a importância da avaliação microscópica do esfregaço sanguíneo

    METARRUBRÍCITOS EM EQUINO COM ANEMIA HEMOLÍTICA

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    Presença de metarrubrícitos em lâmina de esfregaço sanguíneo de equino. Animal macho, de 5 anos, diagnosticado com Babesiose. A Babesiose é uma enfermidade causada pelo protozoário Babesia sp. de grande relevância na rotina equestre pela queda de performance. A presença de metarrubrícitos em sangue periférico de equinos é rara, mesmo em anemias regenerativas O hemograma revelou ascontagem houve o seguinte diferencial: neutrofilia (8.685/µL), desvio a esquerda (386/µL), presença de Metamielócitos (1.351/µL), linfócitose  (7.913/µL). O eritrograma revelou: hemácias diminuídas 1,0x106/µL, hemoglobina 3,0g/dL, hematócrito 9%, VCM 86,5 fL, HCM 28,8 pq, CHCM 33,3g/dL, evidenciando anemia macrocítica normocrômica. As proteínas plasmáticas e fibrinogênio estavam normais (7,9g/dL; 100 mg/dL). Na avaliação morfológica relatou-se anisocitose, presença de metarrubrícitos e estruturas compatíveis com Babesia sp.  Diagnóstico definitivo: anemia hemolítica

    METÁSTASE DE MASTOCITOMA NA MEDULA ÓSSEA

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    O tumor de mastócitos, ou mastocitoma, é uma das neoplasias cutâneas malignas mais frequentes no cão, sendo mais agressiva nesta espécie quando comparada a outras. Ocorre principalmente em animais de meia-idade ou mais velhos, acima de 8 anos. A foto trata-se de uma punção biopsia aspirativa de medula óssea, retirada do esterno, de um cão de 15 anos, SRD, fêmea, sem raça definida. Ao exame físico o animal apresentava linfonodos submandibulares aumentados, firmes e com perda de mobilidade, massa rósea atingindo a região rostral de paleto duro e nódulo firme na terceira mama da cadeia direita de aproximadamente 1 cm de diâmetro

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