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Mudam-se os tempos, mudam-se as traduções? Reflexões sobre os vínculos entre (r)evolução e tradução
This book was born from an idea and should be understood as a political gesture, in the broad sense of the word. At a time when, in academia, globalization often takes place under the aegis and almost exclusive hegemony of English, it was important for us to write a book in a language considered by many to be peripheral, despite its more than 200 million speakers around the world. (...) This volume consists of thirteen essays that reflect, in multiple ways, on the relationship between the impulse to (not) translate and the revolutionary gesture or its muzzling over time. Divided into four parts and a coda, Mudam-se os tempos, mudam-se as traduções? proposes a differentiated reflection on the relationship between translation efforts and impulses of transgression or, conversely, of preservation of the dominant taste.Este livro nasceu de uma ideia e deve entender-se como um gesto político, no sentido amplo da palavra. Num tempo em que, na academia, a globalização acontece frequentemente sob a égide e quase exclusiva hegemonia do inglês, importou-nos fazer um livro numa língua por muitos considerada periférica, apesar dos seus mais de 200 milhões de falantes por todo o mundo. (...) Este volume é constituído por treze ensaios que refletem, de múltiplas formas, sobre a relação entre o impulso para (não) traduzir e o gesto revolucionário ou o seu amordaçamento ao longo dos tempos. Dividido em quatro partes e uma coda, Mudam-se os tempos, mudam-se as traduções? propõe uma reflexão diferenciada em torno da relação dos esforços tradutórios com impulsos de transgressão a ou, inversamente, de preservação do gosto dominante
Mudam-se os tempos, mudam-se as traduções? Reflexões sobre os vínculos entre (r)evolução e tradução
This book was born from an idea and should be understood as a political gesture, in the broad sense of the word. At a time when, in academia, globalization often takes place under the aegis and almost exclusive hegemony of English, it was important for us to write a book in a language considered by many to be peripheral, despite its more than 200 million speakers around the world. (...) This volume consists of thirteen essays that reflect, in multiple ways, on the relationship between the impulse to (not) translate and the revolutionary gesture or its muzzling over time. Divided into four parts and a coda, Mudam-se os tempos, mudam-se as traduções? proposes a differentiated reflection on the relationship between translation efforts and impulses of transgression or, conversely, of preservation of the dominant taste.Este livro nasceu de uma ideia e deve entender-se como um gesto político, no sentido amplo da palavra. Num tempo em que, na academia, a globalização acontece frequentemente sob a égide e quase exclusiva hegemonia do inglês, importou-nos fazer um livro numa língua por muitos considerada periférica, apesar dos seus mais de 200 milhões de falantes por todo o mundo. (...) Este volume é constituído por treze ensaios que refletem, de múltiplas formas, sobre a relação entre o impulso para (não) traduzir e o gesto revolucionário ou o seu amordaçamento ao longo dos tempos. Dividido em quatro partes e uma coda, Mudam-se os tempos, mudam-se as traduções? propõe uma reflexão diferenciada em torno da relação dos esforços tradutórios com impulsos de transgressão a ou, inversamente, de preservação do gosto dominante
Grosses Kino: o cinema mudo alemão em Portugal
The main objective of this book is to document and analyze the reception of German silent films in Portugal from the emergence of the seventh art until the appearance and implementation of sound films in the early 1930s. In addition to aesthetic and theoretical aspects, the historical, political, economic, and technological factors that determined the importation and distribution of the films under consideration are investigated. This first broad-spectrum presentation of Portuguese film criticism of the period provides a basis for further complementary and transdisciplinary studies. The approach focuses on the role of the Portuguese specialized press as an instrument that recorded and influenced selection processes and the reception of German, Austrian and Swiss film production in Portugal.O objetivo principal deste livro é documentar e analisar a receção do cinema mudo de expressão alemã em Portugal desde o surgimento da sétima arte até ao aparecimento e implementação do filme sonoro no início da década dos anos 30. Além de aspetos estéticos e teóricos, investigam-se os fatores históricos, políticos, económicos e tecnológicos que determinaram a importação e distribuição das películas em apreço. Esta primeira apresentação de largo espectro da crítica cinematográfica portuguesa da época fornece uma base para posteriores estudos complementares e transdisciplinares. A abordagem foca o papel da imprensa especializada portuguesa como instrumento que registou e influenciou processos de seleção e a receção da produção cinematográfica alemã, austríaca e suíça em Portugal
Mudam-se os tempos, mudam-se as traduções? Reflexões sobre os vínculos entre (r)evolução e tradução
This book was born from an idea and should be understood as a political gesture, in the broad sense of the word. At a time when, in academia, globalization often takes place under the aegis and almost exclusive hegemony of English, it was important for us to write a book in a language considered by many to be peripheral, despite its more than 200 million speakers around the world. (...) This volume consists of thirteen essays that reflect, in multiple ways, on the relationship between the impulse to (not) translate and the revolutionary gesture or its muzzling over time. Divided into four parts and a coda, Mudam-se os tempos, mudam-se as traduções? proposes a differentiated reflection on the relationship between translation efforts and impulses of transgression or, conversely, of preservation of the dominant taste.Este livro nasceu de uma ideia e deve entender-se como um gesto político, no sentido amplo da palavra. Num tempo em que, na academia, a globalização acontece frequentemente sob a égide e quase exclusiva hegemonia do inglês, importou-nos fazer um livro numa língua por muitos considerada periférica, apesar dos seus mais de 200 milhões de falantes por todo o mundo. (...) Este volume é constituído por treze ensaios que refletem, de múltiplas formas, sobre a relação entre o impulso para (não) traduzir e o gesto revolucionário ou o seu amordaçamento ao longo dos tempos. Dividido em quatro partes e uma coda, Mudam-se os tempos, mudam-se as traduções? propõe uma reflexão diferenciada em torno da relação dos esforços tradutórios com impulsos de transgressão a ou, inversamente, de preservação do gosto dominante
Mudam-se os tempos, mudam-se as traduções? Reflexões sobre os vínculos entre (r)evolução e tradução
This book was born from an idea and should be understood as a political gesture, in the broad sense of the word. At a time when, in academia, globalization often takes place under the aegis and almost exclusive hegemony of English, it was important for us to write a book in a language considered by many to be peripheral, despite its more than 200 million speakers around the world. (...) This volume consists of thirteen essays that reflect, in multiple ways, on the relationship between the impulse to (not) translate and the revolutionary gesture or its muzzling over time. Divided into four parts and a coda, Mudam-se os tempos, mudam-se as traduções? proposes a differentiated reflection on the relationship between translation efforts and impulses of transgression or, conversely, of preservation of the dominant taste.Este livro nasceu de uma ideia e deve entender-se como um gesto político, no sentido amplo da palavra. Num tempo em que, na academia, a globalização acontece frequentemente sob a égide e quase exclusiva hegemonia do inglês, importou-nos fazer um livro numa língua por muitos considerada periférica, apesar dos seus mais de 200 milhões de falantes por todo o mundo. (...) Este volume é constituído por treze ensaios que refletem, de múltiplas formas, sobre a relação entre o impulso para (não) traduzir e o gesto revolucionário ou o seu amordaçamento ao longo dos tempos. Dividido em quatro partes e uma coda, Mudam-se os tempos, mudam-se as traduções? propõe uma reflexão diferenciada em torno da relação dos esforços tradutórios com impulsos de transgressão a ou, inversamente, de preservação do gosto dominante
Yearbook: mestrado da Faculdade de Direito - Escola do Porto/ Universidade Católica Portuguesa vol.4 (2021)
In order to give visibility to the results of the research, the Oporto School of Law has decided to publish the Master\u27s dissertations that obtained the highest marks. It is our conviction that this initiative contributes to a useful sharing of knowledge and allows the opening of a dialogue with the legal community and civil society. This issue includes twenty-seven dissertations, presented in alphabetical order by author, covering areas as diverse as Criminal Law, International and European Law, Business and Corporate Law, Labor Law, Tax Law, and Private Law.Com o intuito de dar visibilidade ao resultado da investigação, a Escola do Porto da Faculdade de Direito decidiu publicar as dissertações de mestrado que obtiveram as mais elevadas classificações. É nossa convicção que esta iniciativa contribui para uma profícua partilha de conhecimento e que permite a abertura de uma via dialogante com a comunidade jurídica e a sociedade civil. O presente número integra vinte e sete dissertações, apresentadas por ordem alfabética de autor e que abarcam áreas tão diversas como o Direito Criminal, o Direito Internacional e Europeu, o Direito da Empresa e dos Negócios, o Direito do Trabalho, o Direito Fiscal, e o Direito Privado
Mudam-se os tempos, mudam-se as traduções? Reflexões sobre os vínculos entre (r)evolução e tradução
This book was born from an idea and should be understood as a political gesture, in the broad sense of the word. At a time when, in academia, globalization often takes place under the aegis and almost exclusive hegemony of English, it was important for us to write a book in a language considered by many to be peripheral, despite its more than 200 million speakers around the world. (...) This volume consists of thirteen essays that reflect, in multiple ways, on the relationship between the impulse to (not) translate and the revolutionary gesture or its muzzling over time. Divided into four parts and a coda, Mudam-se os tempos, mudam-se as traduções? proposes a differentiated reflection on the relationship between translation efforts and impulses of transgression or, conversely, of preservation of the dominant taste.Este livro nasceu de uma ideia e deve entender-se como um gesto político, no sentido amplo da palavra. Num tempo em que, na academia, a globalização acontece frequentemente sob a égide e quase exclusiva hegemonia do inglês, importou-nos fazer um livro numa língua por muitos considerada periférica, apesar dos seus mais de 200 milhões de falantes por todo o mundo. (...) Este volume é constituído por treze ensaios que refletem, de múltiplas formas, sobre a relação entre o impulso para (não) traduzir e o gesto revolucionário ou o seu amordaçamento ao longo dos tempos. Dividido em quatro partes e uma coda, Mudam-se os tempos, mudam-se as traduções? propõe uma reflexão diferenciada em torno da relação dos esforços tradutórios com impulsos de transgressão a ou, inversamente, de preservação do gosto dominante
Mudam-se os tempos, mudam-se as traduções? Reflexões sobre os vínculos entre (r)evolução e tradução
This book was born from an idea and should be understood as a political gesture, in the broad sense of the word. At a time when, in academia, globalization often takes place under the aegis and almost exclusive hegemony of English, it was important for us to write a book in a language considered by many to be peripheral, despite its more than 200 million speakers around the world. (...) This volume consists of thirteen essays that reflect, in multiple ways, on the relationship between the impulse to (not) translate and the revolutionary gesture or its muzzling over time. Divided into four parts and a coda, Mudam-se os tempos, mudam-se as traduções? proposes a differentiated reflection on the relationship between translation efforts and impulses of transgression or, conversely, of preservation of the dominant taste.Este livro nasceu de uma ideia e deve entender-se como um gesto político, no sentido amplo da palavra. Num tempo em que, na academia, a globalização acontece frequentemente sob a égide e quase exclusiva hegemonia do inglês, importou-nos fazer um livro numa língua por muitos considerada periférica, apesar dos seus mais de 200 milhões de falantes por todo o mundo. (...) Este volume é constituído por treze ensaios que refletem, de múltiplas formas, sobre a relação entre o impulso para (não) traduzir e o gesto revolucionário ou o seu amordaçamento ao longo dos tempos. Dividido em quatro partes e uma coda, Mudam-se os tempos, mudam-se as traduções? propõe uma reflexão diferenciada em torno da relação dos esforços tradutórios com impulsos de transgressão a ou, inversamente, de preservação do gosto dominante
Mudam-se os tempos, mudam-se as traduções? Reflexões sobre os vínculos entre (r)evolução e tradução
This book was born from an idea and should be understood as a political gesture, in the broad sense of the word. At a time when, in academia, globalization often takes place under the aegis and almost exclusive hegemony of English, it was important for us to write a book in a language considered by many to be peripheral, despite its more than 200 million speakers around the world. (...) This volume consists of thirteen essays that reflect, in multiple ways, on the relationship between the impulse to (not) translate and the revolutionary gesture or its muzzling over time. Divided into four parts and a coda, Mudam-se os tempos, mudam-se as traduções? proposes a differentiated reflection on the relationship between translation efforts and impulses of transgression or, conversely, of preservation of the dominant taste.Este livro nasceu de uma ideia e deve entender-se como um gesto político, no sentido amplo da palavra. Num tempo em que, na academia, a globalização acontece frequentemente sob a égide e quase exclusiva hegemonia do inglês, importou-nos fazer um livro numa língua por muitos considerada periférica, apesar dos seus mais de 200 milhões de falantes por todo o mundo. (...) Este volume é constituído por treze ensaios que refletem, de múltiplas formas, sobre a relação entre o impulso para (não) traduzir e o gesto revolucionário ou o seu amordaçamento ao longo dos tempos. Dividido em quatro partes e uma coda, Mudam-se os tempos, mudam-se as traduções? propõe uma reflexão diferenciada em torno da relação dos esforços tradutórios com impulsos de transgressão a ou, inversamente, de preservação do gosto dominante
Mudam-se os tempos, mudam-se as traduções? Reflexões sobre os vínculos entre (r)evolução e tradução
This book was born from an idea and should be understood as a political gesture, in the broad sense of the word. At a time when, in academia, globalization often takes place under the aegis and almost exclusive hegemony of English, it was important for us to write a book in a language considered by many to be peripheral, despite its more than 200 million speakers around the world. (...) This volume consists of thirteen essays that reflect, in multiple ways, on the relationship between the impulse to (not) translate and the revolutionary gesture or its muzzling over time. Divided into four parts and a coda, Mudam-se os tempos, mudam-se as traduções? proposes a differentiated reflection on the relationship between translation efforts and impulses of transgression or, conversely, of preservation of the dominant taste.Este livro nasceu de uma ideia e deve entender-se como um gesto político, no sentido amplo da palavra. Num tempo em que, na academia, a globalização acontece frequentemente sob a égide e quase exclusiva hegemonia do inglês, importou-nos fazer um livro numa língua por muitos considerada periférica, apesar dos seus mais de 200 milhões de falantes por todo o mundo. (...) Este volume é constituído por treze ensaios que refletem, de múltiplas formas, sobre a relação entre o impulso para (não) traduzir e o gesto revolucionário ou o seu amordaçamento ao longo dos tempos. Dividido em quatro partes e uma coda, Mudam-se os tempos, mudam-se as traduções? propõe uma reflexão diferenciada em torno da relação dos esforços tradutórios com impulsos de transgressão a ou, inversamente, de preservação do gosto dominante