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    Mudam-se os tempos, mudam-se as traduções? Reflexões sobre os vínculos entre (r)evolução e tradução

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    This book was born from an idea and should be understood as a political gesture, in the broad sense of the word. At a time when, in academia, globalization often takes place under the aegis and almost exclusive hegemony of English, it was important for us to write a book in a language considered by many to be peripheral, despite its more than 200 million speakers around the world. (...) This volume consists of thirteen essays that reflect, in multiple ways, on the relationship between the impulse to (not) translate and the revolutionary gesture or its muzzling over time. Divided into four parts and a coda, Mudam-se os tempos, mudam-se as traduções? proposes a differentiated reflection on the relationship between translation efforts and impulses of transgression or, conversely, of preservation of the dominant taste.Este livro nasceu de uma ideia e deve entender-se como um gesto político, no sentido amplo da palavra. Num tempo em que, na academia, a globalização acontece frequentemente sob a égide e quase exclusiva hegemonia do inglês, importou-nos fazer um livro numa língua por muitos considerada periférica, apesar dos seus mais de 200 milhões de falantes por todo o mundo. (...) Este volume é constituído por treze ensaios que refletem, de múltiplas formas, sobre a relação entre o impulso para (não) traduzir e o gesto revolucionário ou o seu amordaçamento ao longo dos tempos. Dividido em quatro partes e uma coda, Mudam-se os tempos, mudam-se as traduções? propõe uma reflexão diferenciada em torno da relação dos esforços tradutórios com impulsos de transgressão a ou, inversamente, de preservação do gosto dominante

    O direito ao conhecimento das origens e a legitimidade das restrições previstas na lei

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    In addition to being a fundamental right, the right to know one\u27s origins is characterized as a true and proper right of personality because it aims at the protection of legal goods intrinsic to the human person and essential to the development of individual personality as a right that concretizes the rights to personal integrity and identity and to the free development of personality, fundamental and personality rights which have as their ultimate foundation the dignity of the human person. In fact, these fundamental rights, in conjunction with their fundamental nature, assume the character of personality rights, constituting absolute subjective rights enforceable erga omnes.A par da natureza de direito fundamental, o direito ao conhecimento das origens caracteriza-se como um verdadeiro e próprio direito de personalidade por visar a tutela de bens jurídicos intrínsecos à pessoa humana e essenciais ao desenvolvimento da personalidade individual enquanto direito concretizador dos direitos à integridade e à identidade pessoais e ao livre desenvolvimento da personalidade, direitos fundamentais e de personalidade que têm como fundamento último a dignidade da pessoa humana. De facto, estes direitos fundamentais assumem,em concomitância com a natureza jusfundamental, o carácter de direitos de personalidade, consubstanciando direitos subjetivos absolutos oponíveis erga omnes

    Três clássicos: Bambi – Heidi – Abelha Maia

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    Existem na literatura infantojuvenil de expressão alemã obras clássicas cuja autoria poucos conhecem, pois o seu carácter universal remeteu para segundo plano a origem do texto, bem como a língua que o veiculou. É o caso de Heidi (1880), da escritora suíça Johanna Spyri, A Abelha Maia (1912), do alemão Waldemar Bonsels, ou ainda Bambi (1923), do austríaco Felix Salten. O presente volume desvenda a identidade dos três textos nas suas diversas facetas e no enquadramento cultural de onde provêm

    Ernie, David, Gal: e outra gente do areal

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    «Os narradores de histórias são todos uns mentideros. Mentirosinhos-ões. Não faças caso – respondeu David.» Folhas volantes eram, em poucas palavras, livros miúdos. Surgiram em Inglaterra no século XVI com o nome de chapbooks, não demorando a adentrarem-se noutras geografias e a serem traduzidas com outros nomes. Estas miudezas variavam de tamanho, eram mais acessíveis ao bolso e exibiam, alguns diriam, beleza simples, despojada e despretensiosa, tornando-as charmosas e encantadoras. Eram também volantes na circulação: as folhas, frequentemente manuseadas, passadas de mão em mão, guardadas e retiradas de bolsos ao longo de gerações, tornavam- se frágeis e efémeras. Textos Volantes é uma coleção que quer resgatar e reavivar em Portugal o género literário das folhas volantes, publicando anualmente um texto original, de preferência de autores(as) ainda não publicados(as) e/ou que pertencem a grupos sub-representados nas literaturas de expressão portuguesa

    Guia de bolso para a promoção da saúde

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    The Pocket Guide to Health Promotion is a practical guide for students and health professionals to promote health. It includes definitions and practical examples for planning, implementing, and evaluating health promotion programs and projects. Written by Glenn Laverack and translated by Pedro Melo, international references in Health Promotion and Public Health.O Guia de Bolso para a Promoção da Saúde é um guia prático para estudantes e profissionais de saúde para a promoção da saúde. Inclui definições e exemplos práticos para planear, implementar e avaliar programas e projetos de promoção da saúde. Escrito por Glenn Laverack e traduzido por Pedro Melo, referências internacionais em Promoção da Saúde e Saúde Pública

    Mudam-se os tempos, mudam-se as traduções? Reflexões sobre os vínculos entre (r)evolução e tradução

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    This book was born from an idea and should be understood as a political gesture, in the broad sense of the word. At a time when, in academia, globalization often takes place under the aegis and almost exclusive hegemony of English, it was important for us to write a book in a language considered by many to be peripheral, despite its more than 200 million speakers around the world. (...) This volume consists of thirteen essays that reflect, in multiple ways, on the relationship between the impulse to (not) translate and the revolutionary gesture or its muzzling over time. Divided into four parts and a coda, Mudam-se os tempos, mudam-se as traduções? proposes a differentiated reflection on the relationship between translation efforts and impulses of transgression or, conversely, of preservation of the dominant taste.Este livro nasceu de uma ideia e deve entender-se como um gesto político, no sentido amplo da palavra. Num tempo em que, na academia, a globalização acontece frequentemente sob a égide e quase exclusiva hegemonia do inglês, importou-nos fazer um livro numa língua por muitos considerada periférica, apesar dos seus mais de 200 milhões de falantes por todo o mundo. (...) Este volume é constituído por treze ensaios que refletem, de múltiplas formas, sobre a relação entre o impulso para (não) traduzir e o gesto revolucionário ou o seu amordaçamento ao longo dos tempos. Dividido em quatro partes e uma coda, Mudam-se os tempos, mudam-se as traduções? propõe uma reflexão diferenciada em torno da relação dos esforços tradutórios com impulsos de transgressão a ou, inversamente, de preservação do gosto dominante

    Católica Talks: direito e pandemia

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    Tendo em conta os tempos pandémicos que se vivem e os desafios que semelhante situação representa não apenas para os profissionais de saúde, mas também para os juristas – chamados constantemente a analisar a repercussão que a pandemia tem nas relações jurídicas constituídas antes do seu início ou a lidar com toda a legislação que foi publicada especificamente para fazer face às dificuldades criadas ou potenciadas pela presente conjuntura –, as Talks do ano letivo 2020-2021 foram dedicadas, como não poderia deixar de ser, ao tema «Direito e Pandemia». O objetivo foi discutir problemas como a alteração das circunstâncias, o estado de emergência e o estado de calamidade, a força maior, o lay off, a liberdade de expressão nas redes sociais, o risco contratual e as dificuldades de cumprimento, bem como as medidas especiais aprovadas em determinadas áreas jurídicas, designadamente: no arrendamento, no processo de recuperação de empresas, nas relações laborais ou no processo civil

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    This book was born from an idea and should be understood as a political gesture, in the broad sense of the word. At a time when, in academia, globalization often takes place under the aegis and almost exclusive hegemony of English, it was important for us to write a book in a language considered by many to be peripheral, despite its more than 200 million speakers around the world. (...) This volume consists of thirteen essays that reflect, in multiple ways, on the relationship between the impulse to (not) translate and the revolutionary gesture or its muzzling over time. Divided into four parts and a coda, Mudam-se os tempos, mudam-se as traduções? proposes a differentiated reflection on the relationship between translation efforts and impulses of transgression or, conversely, of preservation of the dominant taste.Este livro nasceu de uma ideia e deve entender-se como um gesto político, no sentido amplo da palavra. Num tempo em que, na academia, a globalização acontece frequentemente sob a égide e quase exclusiva hegemonia do inglês, importou-nos fazer um livro numa língua por muitos considerada periférica, apesar dos seus mais de 200 milhões de falantes por todo o mundo. (...) Este volume é constituído por treze ensaios que refletem, de múltiplas formas, sobre a relação entre o impulso para (não) traduzir e o gesto revolucionário ou o seu amordaçamento ao longo dos tempos. Dividido em quatro partes e uma coda, Mudam-se os tempos, mudam-se as traduções? propõe uma reflexão diferenciada em torno da relação dos esforços tradutórios com impulsos de transgressão a ou, inversamente, de preservação do gosto dominante

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    This book was born from an idea and should be understood as a political gesture, in the broad sense of the word. At a time when, in academia, globalization often takes place under the aegis and almost exclusive hegemony of English, it was important for us to write a book in a language considered by many to be peripheral, despite its more than 200 million speakers around the world. (...) This volume consists of thirteen essays that reflect, in multiple ways, on the relationship between the impulse to (not) translate and the revolutionary gesture or its muzzling over time. Divided into four parts and a coda, Mudam-se os tempos, mudam-se as traduções? proposes a differentiated reflection on the relationship between translation efforts and impulses of transgression or, conversely, of preservation of the dominant taste.Este livro nasceu de uma ideia e deve entender-se como um gesto político, no sentido amplo da palavra. Num tempo em que, na academia, a globalização acontece frequentemente sob a égide e quase exclusiva hegemonia do inglês, importou-nos fazer um livro numa língua por muitos considerada periférica, apesar dos seus mais de 200 milhões de falantes por todo o mundo. (...) Este volume é constituído por treze ensaios que refletem, de múltiplas formas, sobre a relação entre o impulso para (não) traduzir e o gesto revolucionário ou o seu amordaçamento ao longo dos tempos. Dividido em quatro partes e uma coda, Mudam-se os tempos, mudam-se as traduções? propõe uma reflexão diferenciada em torno da relação dos esforços tradutórios com impulsos de transgressão a ou, inversamente, de preservação do gosto dominante

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    This book was born from an idea and should be understood as a political gesture, in the broad sense of the word. At a time when, in academia, globalization often takes place under the aegis and almost exclusive hegemony of English, it was important for us to write a book in a language considered by many to be peripheral, despite its more than 200 million speakers around the world. (...) This volume consists of thirteen essays that reflect, in multiple ways, on the relationship between the impulse to (not) translate and the revolutionary gesture or its muzzling over time. Divided into four parts and a coda, Mudam-se os tempos, mudam-se as traduções? proposes a differentiated reflection on the relationship between translation efforts and impulses of transgression or, conversely, of preservation of the dominant taste.Este livro nasceu de uma ideia e deve entender-se como um gesto político, no sentido amplo da palavra. Num tempo em que, na academia, a globalização acontece frequentemente sob a égide e quase exclusiva hegemonia do inglês, importou-nos fazer um livro numa língua por muitos considerada periférica, apesar dos seus mais de 200 milhões de falantes por todo o mundo. (...) Este volume é constituído por treze ensaios que refletem, de múltiplas formas, sobre a relação entre o impulso para (não) traduzir e o gesto revolucionário ou o seu amordaçamento ao longo dos tempos. Dividido em quatro partes e uma coda, Mudam-se os tempos, mudam-se as traduções? propõe uma reflexão diferenciada em torno da relação dos esforços tradutórios com impulsos de transgressão a ou, inversamente, de preservação do gosto dominante

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