Revistas da Unilab (Univ. da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira)
Not a member yet
1125 research outputs found
Sort by
O sangue Puri da terra: Axe Krim Puri
Xamum he iñan yamoeni ando takayakama txahena. Day kaya ando ñamankohu agahon axe maxena ando ikamele lay, xamum ando kemun day bokintam prika.Axe ando he metlonma agahon ando pa kandlona
Afinal, o que é Língua Brasileira de Sinais? Aspectos teóricos e introdutórios
La Libras est une langue maternelle naturelle, visuelle et spatiale pour la communauté sourde qui utilise des signes dans sa communication. C\u27est une langue avec sa propre structure grammaticale, autonome, avec sa propre culture parlée au Brésil. Pour cette raison, la Balance est un puissant symbole d\u27identité pour les personnes sourdes, en partie à cause de la lutte pour trouver leur identité dans un monde entendant qui a traditionnellement méprisé leur langue et nié leur culture (PEREIRA, 2011, p.35). L\u27enseignement-apprentissage Libras est récent (Loi fédérale 5626/2005) car la communauté sourde a toujours été exclue, méprisée et empêchée de progresser socialement, économiquement, politiquement et intellectuellement par la société. Cette exclusion des sourds est quasi mondiale, nécessitant le développement de «politiques publiques et linguistiques» (TIMBANE & VICENTE, 2019) qui touchent les sourds. La Balance, étant une langue naturelle, présente un système linguistique cohérent qui permet une communication complète, bien que les locuteurs soient exclus et considérés comme handicapés (QUADROS & KARNOPP, 2004). C\u27est après la loi fédérale nº 10.436/2002 que le Brésil a pris conscience de l\u27enseignement, de la diffusion et de la valorisation de cette langue. Les Brésiliens résistent à la mise en œuvre de la loi fédérale 10 436/2002 de telle sorte qu\u27il était nécessaire pour chaque municipalité de créer une loi locale pour faire pression sur la mise en œuvre de la loi fédérale. La municipalité de São Francisco de Conde a créé la loi municipale n.540/2018 pour se conformer à la loi fédérale. Cette loi vise à renforcer le respect des préceptes de la loi fédérale, car à de nombreux moments, les lois restent sur le papier sans respect ni contrôle du respect.A Libras é uma língua natural, visual-espacial, materna para comunidade surda que utiliza na sua comunicação os sinais. É uma língua com estrutura gramatical própria, autônoma, com uma cultura própria falada no Brasil. Por essa razão, a Libras é um poderoso símbolo de identidade para surdos, em parte por causa da luta para encontrar sua identidade em um mundo ouvinte que tradicionalmente tem desprezado sua língua e negado a sua cultura (PEREIRA, 2011, p.35). O ensino-aprendizagem da Libras é recente (Lei Federal 5.626/2005) porque a comunidade surda foi sempre excluída, desprezada e impedida de progredir social, econômico, político e intelectualmente pela sociedade. Esta exclusão do surdo é quase mundial, havendo necessidade de desenvolvimento de ‘políticas públicas e linguísticas’ (TIMBANE & VICENTE, 2019) que atinjam o surdo. A Libras, sendo uma língua natural apresenta um sistema linguístico coeso que permite a comunicação plena, embora os falantes sejam excluídos e compreendidos como deficientes (QUADROS & KARNOPP, 2004). Foi a partir da Lei Federal nº10.436/2002 que o Brasil tomou consciência do ensino, difusão e valorização desta língua. Os brasileiros resistem na implementação da Lei Federal nº 10.436/2002 de tal forma que foi necessário que cada Município crie uma lei local para pressionar a implementação da Lei Federal. O município de São Francisco de Conde criou a Lei Municipal n.540/2018 para que se cumpra a Lei Federal. Essa lei visa impulsionar o cumprimento dos preceitos da Lei Federal, porque em muitos momentos, as leis ficam no papel sem que haja o cumprimento nem a supervisão do cumprimento.
LINK DO VIDEO - LINGUA BRASILEIRA DE SINAIS (LIBRAS): https://www.youtube.com/watch?v=2Y4c8bl-n9
Gestu ci ni ñuy woowe nit ñi ci yenn gox yi, bu ñu sukkandikoo ci kàllama yu mel ni mànkaañ, wolof, séeréer ak soose: Descripción del gentilicio en las lenguas de Senegal: con ejemplos del mancañá, del wolof, del seereer siin y del mandinga
Ci gàttal: Gestu bi mu ngi màcc jëm ci ni ñuy wowee ñi dëkk ci ab gox. Suma sukandikoo ci lima xam ci español, mooy ni bu ñu bëggee wax fi nit ki bokk ci turu dëkkam lañu koy jëlee, dama leen a bëgga wax nan lañu koy defee ci yeneeni làkk, won leen tamit baxam ci làkk yooyu am na ci ñu koy waxee lu méngoo ak ni ko español di waxee wala déet. Looloo tax, gestu bi ñu def ko ci ñenti làkk yu Senegaal: mànkaañ, wolof, séeréer siin ak soose. Bi ñu càmbaree melokaanu làkk yii daldi leen méngale, danu gis ni danuy faral di tënk kàddu yi bu nu bëggee wax fi nit ki bokk, te loolu amul ci español. Bu dee mànkaañ, dafa am kàddu bu njëkk bu nuy yokk ci ni nu koy waxee. Bu dee wolof ak seereer siin, benn kàddu bi danu koy wax ñaari yoon. Bu dee soose, dafa am lu nuy soppi ci waxin wi. Waayee, nu wone tamit ni ni ko español di waxe bari na, man naa ni de yokk ci turu dëkk bi, walla hijo de yokku ci turu dëkk bi, muy tekki ci español dëkk ca. Naam làkk bu ci ne am na loo xam ni moom rekk a ko am (ci misaal làkk bu mel ni soose day jël turu dëkk bi yokk ci de), bu ñu xoole lepp, man nañu ni làkk yii nu def sunu gëstu bi am na luñu niróok español, ndax fi nit ki bokk man nañ ko wax ci ñaari waxin yu bokkul: man na nu tënk kàddu yi wax ko, waaye tamit man nanu càmbar kàddu wax ko.
***
El presenta estudio versa sobre el gentilicio, es decir, el nombre que reciben los habitantes de una localidad. Partiendo de lo que sabemos en español, a saber que el origen de la persona se expresa mediante la derivación a partir del topónimo o por medio de la construcción de + topónimo, nos hemos propuesto dar cuenta de las formas que se emplean en otras lenguas y señalar cuáles coinciden con las españolas y cuáles no. Para ello, hemos centrado nuestra atención en cuatro lenguas de Senegal: el mancañá, el wolof, el seereer siin y el mandinga. El análisis formal y comparado llevado a cabo permite destacar diversos mecanismos sintéticos para formar el gentilicio, que se desconocen en español. Se trata de la derivación por prefijación (en mancañá), la reduplicación (en wolof y en seereer siin), la alternancia consonántica (en seereer siin). También cabe apuntar distintas formas analíticas como la de de + topónimo, que sí se emplea en español y la de hijo de + topónimo, correspondiente a la construcción española natural de. A pesar de las particularidades aludidas (además de la construcción topónimo + de propia del mandinga y debida a su estructura SOV), de manera general, las lenguas estudiadas coinciden con el español, pues construyen el gentilicio de dos formas principalmente: de forma sintética y de forma analítica.
Análise de estratégias de ensino de alunos surdos com base nas TIC’s Caso da Faculdade de Educação da UEM
Link do video da Língua Moçambicana de Sinais: https://youtu.be/rrGO3g8VPuc
O surdo na perspectiva sócio - cultural é um individuo pertencente a uma comunidade de minoria linguística, que usa a língua de sinais para a sua comunicação e no nosso contexto educacional enfrenta muitas dificuldades desde o ensino primário ao superior causada pelas dificuldades na comunicação com as pessoas da comunidade maioritária ouvinte. O presente trabalho tem por objectivo analisar as estratégias de ensino utilizadas com base nas TIC’s para a melhoria do processo de ensino e aprendizagem de alunos surdos matriculados no ensino superior em Moçambique. Durante a realização optamos por abordagem qualitativa, com os métodos de pesquisa acção e história de vida, na pesquisa descritiva, onde evidenciamos os estudantes surdos no ensino superior. Neste estudo nosso principal foco foi perceber como as TIC podem ajudar no processo educativo e que ferramentas e recursos favorecem os alunos surdos. Apesar dos avanços alcançados com mais de duas décadas de inclusão, o sistema de ensino para surdos continua com certas restrições pela falta de proficiência linguística dos professores na comunicação com alunos surdos e falta de recurso e meios de ensino que facilitem os processo ensino e aprendizagem. Neste estudo, percebemos que a perspectiva sócio cultural é adequando para caracterizar as pessoas surdas sempre que pretendemos intervir no contexto educativo e a educação para estes alunos deve ter em conta as suas especificidades, não abandonando as características das suas comunidades minoritárias linguísticas. Com o avanço tecnológico, aliado a evolução da indústria de telefonia móvel e o desenvolvimento gerações dos sistemas de comunicação, o sistema educativo poderá beneficias de maiores impulsos na elaboração de recursos e meios didácticos para a inclusão e melhoria do ensino dos alunos surdos no ensino superior em Moçambique
Análise do papel da mulher na poesia de Agostinho Neto (1922-1979) à luz de teorias psicanalíticas: Analysis of the role of women in the poetry of Agostinho Neto (1922-1979) in the light of psychoanalytic theories
Neste artigo, pretendo tratar a problemática da presença da figura da mãe, em geral, e da Mãe África, em particular, na poesia de Agostinho Neto. Quanto à metodologia utilizada, esta pesquisa se baseou na análise da obra Trilogia Poética: Sagrada esperança, Renúncia Impossível, Amanhecer, Luanda: União dos Escritores Angolanos, 2009 da autoria de Agostinho Neto, à luz de teorias psicanalíticas respeitantes à relação com o progenitor, nomeadamente o complexo de Édipo. A análise permitiu perceber uma relação muito próxima do sujeito poético com a mãe, metáfora de um continente violado por um pai-outro, o colono. É ao filho, sujeito poético, que cabe a função de salvar a mãe e substituir o pai na liderança da nação. Da pesquisa se conclui que a Grande Mãe África foi libertada pelos seus filhos, heróis e sábios, como António Agostinho Neto tão bem cantou na sua poesia, onde encontramos toda a complexidade da relação mãe/filho, da relação do homem com a terra, da relação do homem com o seu passado, da relação do poeta com o seu legado, da relação do homem com a sua história e com as expectativas e responsabilidades que recaem sobre ele.
***
In this article, I intend to deal with the issue of the presence of the mother figure, in general, and Mother Africa, in particular, in the poetry of Agostinho Neto. As for the methodology used, this research was based on the analysis of the book Poetic Trilogy: Sagrada Esperança, Renunciation Impossível, Dawning, Luanda: União dos Escritores Angolanos, 2009 by Agostinho Neto, in the light of psychoanalytic theories concerning the relationship with the parent, namely the Oedipus complex. The analysis allowed us to perceive a very close relationship between the poetic subject and the mother, a metaphor for a continent violated by a father-other, the colonist. It is the son, a poetic subject, who is responsible for saving the mother and replacing the father in the leadership of the nation. From the research it is concluded that the Great Mother Africa was freed by her children, heroes and sages, as António Agostinho Neto sang so well in his poetry, where we find all the complexity of the mother/son relationship, of the relationship between man and the earth, of the man\u27s relationship with his past, the poet\u27s relationship with his legacy, man\u27s relationship with his history and with the expectations and responsibilities that fall on him
Bindi nodódi pidji ka pular-futa wouletédo Guiné-Bissau: etagôl mondjingol defterê êdendê tati: Léxico da língua futa-fula da Guiné-Bissau: uma proposta de vocabulário trilíngue
Duitugol: Pular futa Ko fedde pular wouletedho Guiné-Bisaau, leidi wondi Ka hello África ocidental. N’gal dengal fulbhe-futaben hutorta, bhê fulbhe non ka Guiné-Bissau, bhê burri héwude Bafatá kanhun ê n’gabu. Si dundhon fidji, se bhê fulbhe yahi ê leidhe godhê, bhê woulai gal dengal. Ko dun wadi ka der dê gollê, men modjinai deutun holirun ko honô bê fulbhe nodirtha pidjidi wondi ka aduna, kanhun hê indhê yimbhêben. Fi famugol dun, men falano wahugol ka sudo mabhê, kono bai ówattu nhau nô wódi ka aduna, men yahani, konô men wadu landê ko honô bhê nodirta pidji djenai fi: culê, nhameté, mussidal, metchê kanhun ê goddi. Bhebê men landi bem fop ko fulbê wonubê Brasil-CE, djguibhê dúbi nogai e djai há tchapandê nai. Fi famugol fi pidji herodirdi ê gollê amanden, men hutor ê gollédji goddi wanô: Nunes (2018), Tambá, Timbane (2020), Hampâté Bá (2013), Pontes (2009) Alves (2001), Fromm (2003) e Welker (2004), kanhun hê wobhê gó. Bai men fámi ko hona bhê fulbhe nodirta di pidji, men mondjini, madhun men holiri ko honô dengal portô kanhun hê dengal bissaugal nodirta di.
***
Futa-fula é uma variedade da língua fula falada na Guiné-Bissau, país localizado na costa ocidental de África. Essa variedade é usada pelos futa-fulas e a maioria desse povo se encontra no leste do país, nomeadamente, em Bafatá e Gabú. Além disso, é possível encontrar, em algumas comunidades da diáspora, guineenses que falam futa-fula. Sendo assim, o presente estudo tem por objetivo organizar um vocabulário a partir dos campos lexicais da língua futa-fula utilizada pelos estudantes guineenses da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab-CE). Para obtenção dos dados, devido ao contexto de pandemia da COVID-19, aplicamos um questionário online a dez estudantes que têm a futa-fula como primeira língua. No questionário, elaboramos nove campos lexicais, a saber: animais, alimentação, família, vestimentas, cores, profissões, sentimentos, escola e artes. Solicitamos que os participantes colocassem o referente a cada lexia na língua futa-fula. Como fundamentação teórica, para falarmos da língua futa-fula, dos futa-fulas e dos seus costumes, trazemos Tambá e Timbane (2020), Hampâté Bá (2013). Para fundamentar os estudos lexicológicos, usamos Pontes (2009) Alves (2001), Fromm (2003) e Welker (2004) e para os campos lexicais, consideramos Nunes (2018). Após as análises, organizamos um vocabulário trilíngue com as lexias e suas correspondentes em português – futa-fula – guineense. 
Poesia na língua Dzubukuá-kariri-kipea declamada por Idiane Crudzá da etnia Kariri Xocó (Alagoas)
Link da poesia em video: https://youtu.be/V_4KxDwp7FM
Idiane Crudzá: indígena do povo Kariri-Xocó originário de Alagoas. Dubo-heri que significa “mestra” na língua Dzubukuá-kariri-kipea é educadora da Escola Espaço Subatekerá Nunú. Ela é mãe, representante no GT das línguas indígenas da região nordeste da Década Internacional das Línguas Indígenas (DILI 2022-2032) instituída pela Assembleia Geral das Nações Unidas proclamado pela UNESCO em 2019. A dubo-heri é guardiã da tradição do povo Kariri-Xocó. Ela faz um trabalho voluntário de revitalização linguística da língua Dzubukuá - Kariri -Kipea com crianças da etnia Kariri-Xocó e com pessoas adultas de diversas etnias Kariris originárias da região nordeste, dispersas em diversas cidades brasileiras. Por meio das ferramentas digitais, faz as distâncias territoriais se tornarem proximidades de reafirmações linguísticas e afetivas e contribuindo para processos de curas. Ynatekié amé cribuné. Gratidão por tudo