Revistas da Unilab (Univ. da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira)
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Mulheres-Calibãs: a propósito do pensamento transatlântico
Este artigo parte da discussão da transformadora presença negra na universidade pública e gratuita como contra-discurso daqueles que assinaram manifestos anticotas, valendo-se da máxima que as “cotas iriam acirrar o racismo”, como reportado à antropóloga amazônida Zélia Amador de Deus (2020, p 100). O principal objetivo deste escrito é compartilhar parte das reflexões tecidas no âmbito da disciplina “História da Antropologia: Autores Clássicos 2”, também conhecida como o instrumento político do epistemicídio em relação à autoria negra, indígena e de origens fora do espectro do Norte Global
Sobre a enunciação de mulheres negras na ciência: uma análise da produção intelectual de Gloria Anzaldúa e bell hooks
O artigo investiga a fala/silêncio de mulheres negras na ciência moderna. Tendo como objetivo estabelecer uma discussão em torno do complexo debate acerca do lócus enunciativo das mulheres neste campo. As mulheres negras, no contemporâneo, são, rapidamente e repetidamente, nomeadas como subalternas. Mas o que acontece, quando as mulheres negras se tornam acadêmicas, teóricas e/ou pesquisadoras, elas continuam sendo reconhecidas como subalternas
Língua e Identidade Cultural: Um estudo Onomástico em Antroponímia do Grupo étnico papel da Guiné-Bissau: Ɔrasa na K´ikran Ɔus ɔşee: Ɔstudu Onomástico şe Ɔntorponimia ɔsi ɔrasa bɔ ium bɔ si Guiné-Bissau
Pefal-falun olado karta (pepel): Ndo dje na kart ke pis itim bo yum bo si Guiné-Bssau. Kursu kai ka studar mi si banha aka şu itim, aka duɔ onomástico. ɔ ɔukonim ɔsensia aika duɔ lexiku, aika studar itim ŋunu. Ɔairɔ şi kədisplina kəpuguş, petoponimia pai ka studar i tim isi ŋəşak i pəantroponímia aka studar i tim banha. Kətim anka şu banha merɔ şi pəşof banha bɔ longhɔ. Uş, kətim aka şu nda me orasa osi nha ɔi ɔ osi ani pə-ɔ. Par unu omişu, ɔ-studu-i djak pədisplina antroponímia. Par pilun pis i tim bo yum bo si Guiné. Bɔk bu yanşorbe par plemp butium-be. Bu leuno şə ŋunu ŋə si bo studar ŋə rasa djakun. suma (Dick, 1990; 1992) amişə dja par pestudar i tim na mtenha, ɔportir şə cunu ŋə si bo studar ŋə rasa djakun, ɔmair na ɔmotibu ɔşui ka ki tim dato nto şu nha. Bu tiu-be şaŋɔ djei: Contextualização teórica. ɔ airo şə 1.1 Nome e sobrenome relação social com a cultura do designado. şɔ seson ɔru-i ndo tiú na ŋə liwri ŋai ka lado ɔstudu ɔsi itim banha i penin ketim na ɔrasa minş ketim. şe ɔpuguşan, ɔ-keduɔi 2. Contextualização da localização do povo papel de Guiné-Bissau. País e regiã: ɔ airɔ şə ŋə puguş 2.1 Guiné-Bissau e 2.2 Os pepéis. Ndo şupe banha şun boi um duknoşi ɔus ɔşee na ŋətuntilan boko. Ɔ adjeşa aka duɔ 3. Descrição dos nomes próprios dos pepéis. Şɔ mparti-i ndo rup me si itim bo ium ai ka pisɔ, na motibu me si ki tim aika dato par par peşu nha, Mbuş, ndo sa şup ɔun kada ketim djei pedja şɔ putuguis par petome ndo petomule na prim pe tome.
Rusumu (guineense): És studu misti diskirbi sistema onomástico di rasa pepel de Guiné-Bissau. Nome, onomástico i parenti di sensia di léxico ki ta studa nomi di kada kusa. I raparti na dus displina, toponímia ki ta studa nomis di kaus i antroponímia ta studa nomi di pekadur. Kusa ki ta djuda pa kunsi kada kim na metadi di outro djitis i i ta djuda tan na sibi kal ki rasa ki alguin sedu ou ki kasedu pa bia di si nomi. Pa bia di kila, ku és studu kudji displina antroponímia pa pudi diskirbi nomis di pepel di Guiné. Kaminha pa fasi és tarbadju i kil di kualidadi i na bas di kil ki utru djintis fala badja, suma (Dick, 1990; 1992) és fala kuma pa studa nomi ku mantenha a partir di kil ku liguistas fala, sé origem i motibu di kudji nomi pa pui alguin. Nó tarbadju sturtura des manera: Contextualização teórica; Es rapati na dus parti, ki sedu: 1.1 Nome e sobrenome relação social com a cultura do designado. Na es purmeru parti nó tarbadja ku librus ki ta fala di studu di nome di djitis i relason di nomi ku rasa di dunu di nomi. Na sugundu parti, ki ta tchomadu 2. Contextualização da localização do povo papel de Guiné-Bissau. País e regiã; i rapati tan na dus: 2.1 Guiné-Bissau e 2.2 Os pepéis. Nó konta skoleru sobri rasa pepel, nundi ki é fika nel, sé us di terá i sé istoria. Teseru parti tchoma 3. Descrição dos nomes próprios dos pepéis. Nes parti no konta kuma ki nomi di pepel ta skirbidu i ke kal motibu ku nomi ta pudu, nó konta, tan, ké ku kada nomi signifika na purtuguis pa kabantada nó kabanta ku palabra di kabantada.
Resumo (português): Pretende-se com esse estudo descrever o sistema onomástico da etnia pepel da Guiné-Bissau. Onomástico pertence a composição das ciências lexicais tendo como foco o estudo dos nomes próprios. Divide-se em duas disciplinas a toponímia que estuda os nomes próprios de lugares e antroponímia estuda os nomes próprios de pessoas, permitindo assim, a distinção dos indivíduos na sociedade facilitando compreensão da sua pertença ou não de um determinado grupo social. Neste sentido, este estudo toma como disciplina de estudo a antroponímia com o objetivo de descrever o sistema de nomeação do grupo étnico “papel” da Guiné-Bissau. A metodologia é qualitativa e baseada no estabelecido por teóricos da área entre eles destaca-se (Dick, 1990,; 1992) que propõem estudar os nomes e sobrenomes a partir do aspecto linguístico, sua etimologia e a motivação social da sua escolha. O artigo está estruturado de seguinte forma: seção 1. Contextualização teórica essa seção conta com uma subseção 1.1 intitulado Nome e sobrenome relação social com a cultura do designado nessa primeira parte fundamentamos nas teorias que tratam do estudo nomes próprios de pessoas e a relação do nome com a cultura do seu portador. A segunda seção 2. Contextualização da localização do povo papel de Guiné-Bissau. País e região, essa divide em duas subseções 2.1 Guiné-Bissau e 2.2 Os papeis. Contextualizamos o leitor sobre o grupo étnico Pepel, sua localização geográfica, suas práticas sociais e história deste povo. Terceira e última seção 3. Descrição dos nomes próprios dos Papeis, nela descrevemos e discutimos as possíveis motivações da nomeação das pessoas com os nomes descritos, também descrevemos o seus significados e por fim concluímos
Exposição fotográfica de quadros
A exposição de quadros de Fabiana Macaluso retrata uma África, em especial o Quênia. O Quênia é um país africano zona oriental limitado ao Norte pelo Sudão do Sul e Etiópia, a leste pela Somália e pelo Oceano Índico.Tem uma população estimada de 49 milhões (2019). Tem duas línguas oficiais: o inglês e o swahili. O swahili é uma das línguas africanas mais falada no continente sendo falado por 10 países: Burundi, Comores, Madagascar, Malaui, Moçambique, República Democrática de Congo, Ruanda, Tanzânia , Uganda e Zâmbia. A artista Fabiana Macaluso busca inspiração nas savanas, na cultura e nos problemas da fome , da seca e das tradições dos povos locais.
Particularités stylistiques de l’incise et motivations rhétoriques du discours cité chez E. Dongala: Eziphuma zesitayela zokugqugquzela nokuqhubeka kokuziphatha kwenkulumo eboniswe e-E. Dongala
Le présent article examine une particularité stylistique de l’incise pour une approche motivationnelle du discours cité. Il exploite un corpus extrait d’un roman d’Emmanuel Dongala pour les fins illustratives. Il l’analyse avec l’approche de la motivation. Celle-ci permet de montrer que le procédé du discours direct est motivé par la structure phrastique et par la mise en relation avec son utilisateur. Notre étude a conclu que ’incise est une particularité stylistique du discours direct dans le style d’Emmanuel Dongala, du fait qu’elle se construit sur les procédés de l’apposition, du participe présent, de la phrase complexe, du présentatif et sur les modalités interrogatives, exclamatives et injonctives.Résumé (Français): Le présent article examine une particularité stylistique de l’incise pour une approche motivationnelle du discours cité. Il exploite un corpus extrait d’un roman d’Emmanuel Dongala pour les fins illustratives. Il l’analyse avec l’approche de la motivation. Celle-ci permet de montrer que le procédé du discours direct est motivé par la structure phrastique et par la mise en relation avec son utilisateur. Notre étude a conclu que l’incise est une particularité stylistique du discours direct dans le style d’Emmanuel Dongala, du fait qu’elle se construit sur les procédés de l’apposition, du participe présent, de la phrase complexe, du présentatif et sur les modalités interrogatives, exclamatives et injonctives.
Abstract (English): This article examines a stylistic peculiarity of the incise for a motivational approach to direct speech. He uses a corpus from a novel by Emmanuel Dongala for illustrative purposes. It analyzes it with the motivation approach. This shows that the process of direct speech is motivated by the phrasal structure and the connection with its user. Our study concluded that \u27incise is a stylistic peculiarity of direct discourse in Emmanuel Dongala’s style, since it is built on the processes of apposition, present participle, complex sentence, and presentative interrogative, exclamatory and injunctive modalities.
Isifinyezo (Isizulu): Lo mbhalo uhlola isici sesitayela se-incise yendlela yokugqugquzela inkulumo ekhulunyiwe. Usebenzisa i-corpus ethathwe encwadini no-Emmanuel Dongala ngenhloso yokubonisa. Uyihlaziya ngendlela yokugqugquzela. Lokhu kwenza kube lula ukukhombisa ukuthi inqubo yenkulumo eqondile ishukunyiswa ukwakheka kokuphrinta nangokuxhumana nomsebenzisi wayo. Ukutadisha kwethu kuphethe ngokuthi i-incise iyisici esinqunyiwe sokukhuluma okuqondile ngesitayela sika-Emmanuel Dongala, ngoba sakhiwe ezinqubweni zokufaka isicelo, ukubamba iqhaza kwamanje, isigwebo esiyinkimbinkimbi, ukwethula kanye nokubuza imibuzo, izindlela zokubabaza nezokujezisa
A lei contra a violência doméstica em Moçambique: seu alcance, limitação e desafios: Lamulo lolimbikitsa chiwawa cha m\u27nyumba ku Mozambique: Kukula kwake, malire ake ndi zovuta zake
Domestic violence against women is a public health problem that affects all Mozambican cities. Therefore, little is investigated in Mozambique about the importance of the Law against domestic violence (Law No. 29/2009). This article aims to study the scope, prohibitions and challenges of the Law against domestic violence in Mozambique, approved by the Assembly of the Republic of Mozambique in 2009. The results of this research were captured through the perception of the legal operators of the city of Maputo, that welcome and referral to Courts and domestic violence cases. But we also pretend to also understand how legal operators interpret the text of Law No. 29/2009. This is a qualitative research, in which interviews were conducted with 21 operators, who reported a low scope of the law, especially in the peripheries. Limitations on legal knowledge and the disclosure process were highlighted. They highlighted the need to train legal operators, considering the multiplicity of cultural aspects involved in legal practices and in the daily life of domestic violence.A violência doméstica contra as mulheres é um problema de saúde pública que afeta todas as cidades moçambicanas. A Lei contra a violência doméstica em Moçambique, foi aprovada em 2009, pela Assembleia da República de Moçambique. No entanto, em Moçambique pouco se investiga sobre o impacto da Lei contra a violência doméstica (Lei nº29/2009). Este artigo tem como objetivo estudar o impacto da lei, seu alcance, limitações e desafios. Foi realizado um estudo descritivo, exploratório e com abordagem qualitativa, realizado em 2016, na cidade de Maputo, a capital do país. Utilizou-se amostragem não probabilística, por acessibilidade. Para coleta de dados, utilizou-se a entrevista semi-estruturado. Foram entrevistados 21 operadores jurídicos da Delegacia do Combate a Violência Doméstica da cidade de Maputo. Os resultados apontaram para uma visão superficial dos Operadores Jurídicos sobre a lei, a qual está atrelada a visão simplista e reducionista gerada durante a capacitação profissional e limitações no processo de divulgação. As conclusões revelaram uma fragilidade da aplicação da lei em conduzir de forma efetiva a redução dos casos da violência doméstica e destaca-se, como desafio a necessidade de capacitar permanentemente os Operadores Jurídicos, considerando a multiplicidade de aspectos culturais envolvidos nas práticas jurídicas e no cotidiano da violência doméstico.
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Kuphwanya lamulo kwambiri ndikuti vuto lodziwika bwino ndilofanana. Lamulo lotsutsana ndi kuphwanya madera ku Mozambique, lomwe lidakhazikitsidwa mu 2009, ku Republic of Mozambique. Chifukwa chake, ku Mozambique, akufufuzidwa kuti akhazikitse Lamulo lotsutsana ndi kuphwanya malamulo (Law nº 29/2009). Izi zili chomwechi ndi cholinga cha phunziroli kapena tanthauzo la lamulolo, ngati lifika pamlingo, zoperewera ndi zovuta. Idakhazikitsidwa mwanjira yotsimikiza, yofufuzidwa ndi mgwirizano wamakhalidwe, wopangidwa ku 2016, mumzinda wa Maputo, likulu la dzikolo. Zitsanzo zosagwiritsa ntchito ntchito zidagwiritsidwa ntchito, chifukwa chopezeka. Pofuna kusonkhanitsa deta, gwiritsani ntchito kuyankhulana kwapadera. Mabwalo 21 Kugwira Ntchito Mwalamulo kwa Apolisi Olimbana ndi Nkhanza Zam\u27nyumba mumzinda wa Maputo. Zotsatira zakugwiridwa kwa ntchito zantchito zalamulo pankhaniyi, zimathandizanso kuti ntchitoyo ichepetse ndikuwongolera magawidwe ndi magwiridwe antchito ndi zoperewera za magawano. Pamene malingaliro akuganiziranso za kugawanika kwa kagwiritsidwe ntchito ka mawu pazotsatira zankhanza zomwe zikuchitika mnyumba zowononga komanso zowononga, zofunikira pakufunika kokhazikika kwa owerenga zamalamulo, lingalirani za kuchuluka kwachilengedwe ndi zinthu zachilengedwe za chilengedwe. kulamulira kwawo.
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Domestic violence against women is a public health problem that affects all Mozambican cities. Therefore, little is investigated in Mozambique about the importance of the Law against domestic violence (Law No. 29/2009). This article aims to study the scope, prohibitions and challenges of the Law against domestic violence in Mozambique, approved by the Assembly of the Republic of Mozambique in 2009. The results of this research were captured through the perception of the legal operators of the city of Maputo, that welcome and referral to Courts and domestic violence cases. But we also pretend to also understand how legal operators interpret the text of Law No. 29/2009. This is a qualitative research, in which interviews were conducted with 21 operators, who reported a low scope of the law, especially in the peripheries. Limitations on legal knowledge and the disclosure process were highlighted. They highlighted the need to train legal operators, considering the multiplicity of cultural aspects involved in legal practices and in the daily life of domestic violence
Pensar na morfossintaxe de substantivos de prefixos zero (Ø) e do prefixo /KU-/ da classe 15 em cokwe (K10)
Pensar na morfossintaxe de substantivos a prefixo zero e do prefixo 15 em Cokwe é um tema intencional e de grandes propósitos. O Cokwe, língua de Angola, é falado em todo o Leste, nas actuais províncias administrativas da Lunda Norte, Lunda Sul, Moxico e Kwando Kubango. A existência de materiais didácticos sobre o assunto em epígrafe é quase nula. Pensar na existência de documentos escritos sobre o referido assunto é uma tarefa de todos aqueles que investem no domínio da descrição das línguas Bantu de Angola e não só. Com a ajuda da descrição linguística, os substantivos a prefixo zero, a nível morfológico, estão concentrados, em Cokwe, em grande medida, nas classes do singular nomeadamente 1, 3, 5, 9 e 10, este último do plural. Portanto, a dificuldade é de saber quando é que o substantivo está no singular ou no plural fora da construção sintáctica. Desta feita, é possível descobrir e minimizar as dificuldades apoiando-se nas técnicas de comutação e substituição bem como da flexão baseada no esquema de género ou emparelhamento dos prefixos da língua. De igual modo, os nomes de prefixo 15 têm acordos sintácticos deslocados ou irregulares. Aqueles substantivos que designam os concretos e denominativos realizam os acordos na classe do singular regular de onde se providencia o plural, isto é, a classe 6. Portanto, em Cokwe, o prefixo 15 /ku-/ não é operante no eixo sintagmático.
Uhihiso (Cokwe): Kunyonga ha mofolosindase ya majina keshi kateteko (pelefisu Ø) nyi majina akateteko wa ngango 15 mulimi lya Cokwe, ce cishina ca yihanjeka hanji yisoneko yino. Cokwe lili limi ahanjika mu Ngola cihanda ceswe ca civumbuko cacifuci mumathungu aLunda wa kusango, waWutho, Mushiko ndusu kuKwandu nyi Kuvangu. Kuhona cayisoneko yinathwala hamalongeso wano cili cikuma catushinjika kusoneka. Mba majina ahona tuteteko (pelefisu) kanasolokela mungango ja 1, 3, 5, 9 nyi 10. Alyoze ngango yasulako yamajina awunji (phululale) mba ngango jitangu jeswe ja kuwuwika (singulale). Hakuwana kateteko unahono mujina, catamba kwalumuna jina kuwunji (phululale)cipwe kusa jina mumulongo wawuhanjikilo (falaze). Wano malinjekela àli kàli awumwenemwene kusolola kateteko unahono. Kuthwala hakateteko wamajina angango ya 15 kakulumbanganyisa mulongo wakuhanjika (falaze) mumu kateteko kaco keshi kusongwela mulongo ndo kucinyina mukateteko wa ngango 5 mba mulongo ulongoloke nyi ulumbunuke. Nawa majina angango yino kakwalumuna unji mungango ya 6. Ayino ye yitanga ya kateteko wangango 15 nyi yitalingiso yenyi
O pretuguês, o português em/de angola: “é o problema que estamos com ele”: Pheletukezi, phutugezi mu angola: mambu makeyitu
O tema que trazemos para este encontro advém de uma preocupação que se nos foi impondo à medida que aprofundávamos o conhecimento da língua portuguesa, o domínio da estrutura das línguas endógenas de Angola e, particularmente, porque várias foram as situações em que nos defrontámos com comportamentos não consentâneos com o momento que o país atravessa. É que, após vários anos de luta contra a dominação colonial e outros tantos de guerras fratricidas, urge que façamos esforços para criar condições para estarmos juntos e podermos, em tempo útil, promover e materializar acções capazes de fomentar uma evolução harmoniosa e promissora do nosso país
O túmulo errado (partes I & II)
Existe uma ciencia africana. É de fato ciência africana que nos orgulha, mesmo com a ocidentalização que nos cega. Caro leitor, segundo Mataruca (2020), na África temos nossos anjos e nossos demônios, mas os defuntos africanos são poderosos, perfilam na hierarquia de deuses, ocupam o nosso panteão e nunca devem ser desprezados, independentemente de qualquer nível de literacia que tivermos adquirido por sorte do destino. Leiam esta crónica e encontrem traços da cultura e das tradições africanas.