Revistas da Unilab (Univ. da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira)
Not a member yet
1125 research outputs found
Sort by
26.Resposta à resenha do livro "A linguagem rural da região de Major Porto, Município de Patos de Minas (MG): Uma visão linguístico-ecossistêmica". Campinas: Editora Pontes, 2021.
Esta resenha é uma resposta academico-científico da resenha do livro "A linguagem rural da região de Major Porto, Município de Patos de Minas (MG): Uma visão linguístico-ecossistêmica". Campinas: Editora Pontes, 2021. A resenha foi publicada na Njinga & Sepé: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras vol. 2, nº 1, 2022, p. 242-249, feita por Alexandre António Timbane
Apresentação do Vol.2, nº Especial (2022): A educação na África lusófona e no Brasil: práticas, metodologias, métodos e gestão da educação
A bioética no atendimento aos doadores de sangue: a relação profissionais de saúde e os doadores em Moçambique: Bioethics in care for blood donors: the relationship of health professionals and donors in mozambique
O sangue é um elemento fundamental para a vida humana e é produzido no corpo humano. A sua transfusão em pessoas saudáveis permite salvar muitas vidas. A transfusão é feita para situações de anemia (que consiste na falta de glóbulos vermelhos), de sangramento (por falta de plaquetas), etc. O sangue doado deve ser testado e não pode ter a hepatite B, hepatite C, doença de Chagas, Sífilis, Síndrome da Imunodeficiência adquirida e HTLV I /II (vírus associado á transmissão de leucemia, linfoma de células T e a paraparesia espástica tropical (doença neurológica). O presente artigo tem como objetivo analisar aspectos da bioética no atendimento aos doadores de sangue, com ênfase para os princípios norteadores da bioética na relação Profissional de Saúde e doadores de sangue voluntários. Desta forma o estudo, cingiu-se na revisão integrada da bibliografia existente virtualmente, uma vez, que a mesma permitiu buscar, avaliar de forma crítica e fazer a síntese das provas existentes acerca do tema em pesquisa. Realizou-se uma busca por descritores usando a base de dados do DeCS, BVS e SciELO que incluíram: bioética, princípios da bioética, dadores de sangue, atendimento aos dadores, estratégias para fidelização dos dadores. Os resultados revelaram que a fraca adesão dos doadores de sangue estão aliados a deficiências nos serviços de atendimento prestado aos utentes e consequentemente a falta de implementação de estratégias para a retenção e fidelização
Integração curricular dos saberes locais: relação escola-comunidade local: Curriculum integration of local knowledge: school-local community relationship
Throughout its history, Mozambique has developed policies that guided educational action and have been accompanied by curricular reforms. In 2003, the third curricular reform of Basic Education took place focused on the local curriculum and the school-community relationship, with the purpose of understanding how community is integrated in the learning and education of children. The topic developed in this article is about Curricular Integration: Relationship between School and Local Community. It aims to analyze curricular integration and the participation of the local community in appreciating the local knowledge teaching strategies, thus answering the question: Is there an integrated curricular and how do schools ensure community participation in local curriculum implementation? It was a qualitative study, using the technique of interviews made to parents and those responsible for the education of the children. The results indicate that there is no integration of local knowledge in the local curriculum, due to the following factors: (i) the lack of definition of local specific contents of each region; (ii) the contents and competencies defined in the curriculum are very comprehensive and with greater focus on patriotic education and national unity; (iii) lack of well defined methodology of community involvement in the implementation of the local curriculum; the suggestion that the insertion of new contents of local interest in the Teaching Program must be articulated by the teacher, lacks an authoritative body to validate the knowledge which has identified by the teacher; (iv) the parents do not know that there is a local curriculum and therefore do not participate in the teaching process.
Key words: Local Curriculum, Integrated Curricular, School, Local CommunityMoçambique desenvolveu ao longo do tempo da sua história políticas que orientaram a ação educativa e que foram acompanhadas pelas reformas curriculares. Em 2003, ocorreu a terceira reforma curricular do Ensino Básico focalizado no Currículo Local (CL) e na relação escola-comunidade, com propósito de compreender como a integração da comunidade no ensino e educação das crianças. O tema desenvolvido neste artigo versa sobre a Integração Curricular: Relação Escola - Comunidade Local e tem o objetivo de analisar a integração curricular e participação da comunidade na gestão de estratégias de ensino dos saberes locais, respondendo a questão: Existe uma integração curricular e como é que as escolas asseguram a participação da comunidade na gestão do Currículo Local? Foi um estudo qualitativo, com recurso a técnica de entrevista aos pais e/ou aos encarregados de educação. Os resultados indicam que não há integração dos saberes locais no Currículo Local, pelos seguintes fatores: (i) a falta da definição dos conteúdos locais específicos de cada região; (ii) os conteúdos e as competências definidos no currículo são abrangentes e com maior focalização para educação patriótica e unidade nacional; (iii) a falta de definição da metodologia de envolvimento da comunidade na implementação do Currículo Local (CL); a indicação de que a inserção de novos conteúdos de interesse local, no Programa de Ensino, deverá ser articulado pelo professor, carece de indicação de órgão, com autoridade, para a validação de saberes identificados pelo professor; (iv) os pais não sabem que existe um Currículo Local e portanto, não participam no processo de ensino.
***
Throughout its history, Mozambique has developed policies that guided educational action and have been accompanied by curricular reforms. In 2003, the third curricular reform of Basic Education took place focused on the local curriculum and the school-community relationship, with the purpose of understanding how community is integrated in the learning and education of children. The topic developed in this article is about Curricular Integration: Relationship between School and Local Community. It aims to analyze curricular integration and the participation of the local community in appreciating the local knowledge teaching strategies, thus answering the question: Is there an integrated curricular and how do schools ensure community participation in local curriculum implementation? It was a qualitative study, using the technique of interviews made to parents and those responsible for the education of the children. The results indicate that there is no integration of local knowledge in the local curriculum, due to the following factors: (i) the lack of definition of local specific contents of each region; (ii) the contents and competencies defined in the curriculum are very comprehensive and with greater focus on patriotic education and national unity; (iii) lack of well defined methodology of community involvement in the implementation of the local curriculum; the suggestion that the insertion of new contents of local interest in the Teaching Program must be articulated by the teacher, lacks an authoritative body to validate the knowledge which has identified by the teacher; (iv) the parents do not know that there is a local curriculum and therefore do not participate in the teaching process
Embebida de Luz
“Isie Watts! Desça d’esse portão e venha já limpar esse jardim!” A pequena figura marrom empoleirada na coluna do portão olhou ansiosamente para a estrada de conchas reluzente que levava à Orlando e para mais adiante da estrada que levava à Sanford e deu de ombros. Isso só atiçou ainda mais a ira já ardente da Vovó Potts.
 
Olunyaneka: Elaka lye bantu lyo Angola lyetukwatefako okupopya omukifi wo COVID-19
Ridigir um artigo numa das Línguas Africanas, tornasse num desafio e numa experiênncia enovadora para a realidade das línguas bantu de Angola que até agora não possuem um estatudo como tal. No presente artigo desejamos desenvolver o tema Olunyaneka: língua bantu de Angola relevante para a informação da COVID-19. O olunyaneka é uma das línguas bantu falada no país acima mencionado, concretamente na parte Sul. Este artigo tornasse pertinente pelo facto do mesmo ser redigido em Olunyaneka com a finalidade de ser submetido na Revista NJINGA&SEPÉ: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras. Os dados que pretendemos traduzir sobre a COVID-19, são as informações obtidas das diversas fontes como canal televisivos nacionais, internacionais, pequenos panfletos e da OMS (Organização Mundial da Saúde) que tem como objectivo orientar os Estados ou os governos na preservação e na erradicação de certas doenças (COVID-19). Trataremos de fazer uma breve resenha sobre a situação geo-linguística de Olunyaneka, da história do aparecimento da COVID-19 no mundo, das formas de transmissão, das medidas de biossegurança, idades de risco, papel das línguas nascinais na divulgação da COVID-19, Por fim, apresentaremos os resultados da pesquisa, as conclusões e a bibliográfica.Ontimbu (Olunyaneka): Okusoneka onondunge mo malaka África, ocipuka cimwe ociwapele ye aceeta ounongo omupe mokati ko malaka ò ANGOLA aa tee pahapa kaeli mo muvalu wa aya aholovolwa. Ovilonga evi tuhanda okuvisoneka mo lunyaneka: Elaka lye bantu lyo Angola lyetukwatefako okupopya omukifi wo COVID-19. Elaka lyo lunyaneka alipopiwa mo Angola, nawa nawa ko munkanjo we lombe. Ovilonga evi yasukifa unene mokonda avisonekwa mo lunyaneka ye vipakwe mo mukanda wo NJINGA&SEPÉ: Omukanda wo vituwa vyo uye use, wo malaka òÀfrica no Brasil. Onondunge endi tuhanda okupitulula ndo mukifi wo COVID-19, twendyuupa monompangu ndelikalaila ngo mo mulyakumo wo televisão yo Angola no vyo ko vilongo vyo konje, movipapeli vyahanjanekwa mouye no mongundu yo mauhaku ouye use (OMS) opo valondole no kupakailako ovilongo opo velicilike no kutamo omukifi wo (COVID-19). Mo vilonga omu atusipulula onkalelo yo vanyaneka, okuti ovolye, vahumininapi, veli ovilongo paci ye veli ovimpambu vingapi; atusipulula naampa camoneka omukifi wo COVID-19 mouye, naampa aulitambulifwa, onampe una yo kulicilikwa, ovantu paci vena epupo lyo kukwata omikifi, ngo COVID-19. Ko kufaanena twatetula ovilonga vyetu ye twalikaifa omuvalu wo mikanda evi twatanga.
Resumo (português): Redigir um artigo numa das Línguas Africanas, tornasse num desafio e numa experiência inovadora para a realidade das línguas bantu de Angola que até agora não possuem um estatuto como tal. No presente artigo desejamos desenvolver o tema Olunyaneka: língua bantu de Angola relevante para a informação da COVID-19. O olunyaneka é uma das línguas bantu falada no país acima mencionado, concretamente na parte Sul. Este artigo tornasse pertinente pelo facto do mesmo ser redigido em Olunyaneka com a finalidade de ser submetido na Revista NJINGA & SEPÉ: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras. Os dados que pretendemos traduzir sobre a COVID-19, são as informações obtidas das diversas fontes como canal televisivos nacionais, internacionais, pequenos panfletos e da OMS (Organização Mundial da Saúde) que tem como objetivo orientar os Estados ou os governos na preservação e na erradicação de certas doenças (COVID-19). Trataremos de fazer uma breve resenha sobre a situação geo-linguística de Olunyaneka, da história do aparecimento da COVID-19 no mundo, das formas de transmissão, das medidas de biossegurança, idades de risco, papel das línguas nacionais na divulgação da COVID-19, Por fim, apresentaremos os resultados da pesquisa, as conclusões e a bibliográfica
Onghoshi yefufu: O leão de juba sobrepujante: Elaka lOshikwanyama novapopi va lo
Oshikwanyama (Cuanhama) (R.21) é uma língua transfronteiriça, falada por cerca de 800 000 falantes, nas Repúblicas de Angola e da Namíbia, a sul/sudoeste do continente africano, pelo povo ovakwanyama (Cuanhama). Oshikwanyama é uma língua da família banto, e integra o também referido como Complexo Linguístico Oshiwambo constituído por 12 línguas, a saber: Oshikwanyama, Oshivale, Oshimbadja, Oshindonga, Oshikafima, Oshidombodola, Kwambi, Kolonghadhi, Ngadjela, Kwaruudhi, Mbalanhu, Kolonkadhi, unidas por uma cadeia de inteligibilidade mútua. O povo Kwanyama possui uma gastronomia diversificada, tendo como pratos típicos: oshifima, odjove, evanda, ombidi, etanga, omakunde, oshuungu e omafuma, e bebidas, tais como oshikundu, omaongo, omalodu, ombike, oshinwa, nomeva okomako.Entre as festas populares deste povo destacam-se ekululo, epasha, efundula. As mulheres kwanyamas distinguem-se pelo uso do traje ODELELA.
***
Oshikwanyama (Cuanhama R21) elaka hali popiwa kovakwanyama, ovanhu taa fekelwa va fika pomayovi omafele a tano na atatu (800 000) koilongo ivali yaAngola na Namibia, kolukadi le nenedu laAfrika. Oshikwanyama elaka lo mongudu yomalaka ovabanhu (banto), na unene tuu, lo moshitai shomalaka (12) ovawambo (ambós) ngaashi taa landula: Oshikwanyama, Oshivale, Oshimbadja, Oshindonga, Oshikafima, Oshidombodola, Kwambi, Kolonghadhi, Ngadjela, Kwaruudhi, Mbalanhu, Kolonkadhi. Ngueenge tashi uya koi(na)kuliwa, moukwanyama oto hangemo odjove, evanda, ombidi, etanga, omakunde, oshuungu e omafuma. Ile koi(na)kunuwa, moukwanyama oto mono mo oshikundu, omaongo, omalodu, ombike, oshinwa, nomeva okomako. Ovakwanyama ohava dana oivilo yafimana ngaashi Ekululo, Epasha, nEfundula. ODELELA oshidjalomwa shafimana hashi djalwa naunene koomeme.
Video disponível aqui: https://www.youtube.com/watch?v=RsGpOpFQiI
Papel di lingu(a) kriol na Guiné-Bissau: O papel da língua crioula na Guiné-Bissau
Este artigo objetivou-se apresentar os valores da língua kriol, valores esses que podem ser vistos no próprio papel(is) que ela representa em Guiné-Bissau. Ainda, este trabalho, por outro lado, demonstra que essa língua pertence a todos os guineenses, independentemente de etnias que esses são, seja balanta, fula, papel ou manjaco, essa língua serve de utilidade a todos os seus falantes (ainda aos que não a fala). Ademais, a pesquisa corrobora que a língua kriol quebra qualquer barreira que possa impossibilitar a comunicação entre as diversas etnias que coabitam naquele território, portanto, por meio da manifestação cultural e identitária guineense exercida em kriol, faz com que toda a população de Guiné-Bissau viva em união. Também, discutiu-se o papel dessa língua no sentido de romper as barreiras que possam existir, bem como ela funciona e, principalmente, a maneira que o povo se orgulha em usufruir dela em sua (con)vivência. O desenvolvimento desse artigo se baseou em leituras de trabalhos como: artigos científicos, dissertações e outros trabalhos, sobretudo, é uma pesquisa bibliográfica, dado que a sua limitação se centra, singularmente, em revisões bibliográficas.Es artigo, tene suma objetivu mostra kal ki balur di lingu kriol na nasson guineense, es balur ku pudi odjadu na própi papel ku lingu kriol ta disimpenha na Guiné-Bissau. Es tarbadju mostra kuma lingu kriol i pertensi tudu fidjus guineenses, indipendentimenti di rassa kê pertensi, i pudi sedu balanta, fula ou pepel, el i pa tudu si papiaduris (ainda pa kilis ku ka pudi papial). Nô pudi fala, el lingu kriol, i kêbra tudu barera ku pudi ba tudji pa i ten kumunikason entri és rassas ou tudu rassas ku ten na kil tchon. Pabia si manifestason kultural i identitáriu ta djunta tudu fidjus di Guiné-Bissau pá é pudi vivi unidadi. Pa kila, és tarbadju diskuti balur di és lingu, nau só na sintidu di kebra bareras, mas, també, kuma ku és lingu ta funciona i manera ku povu di Guiné-Bissau ta orgulha na papial i mostral atravez di sé (kon)vivênsia. Nô axa kuma i pirsis problematiza es assuntu, pabia kriol, enkuantu lingu suma utrus, pabia ki ka pudi studadu pa mostra si balur a si falantis. Pa es, es tarbadju i ruspundi es problematika atravéz di i komprova kuma kriol i lingu di dia a dia i di konvivênsia kultural guineense. I també nô considera propi lingu kriol suma objetu di es tarbadju. Es artigo i disinvolvidu atravez di leituras di utrus tarbadjus suma: artigos sientifikus i dissertações i utrus tarbadjus, prinsipalmenti, i un tarbadju bibliografiku, pabia i limita so na leituras di textos. Metodologia di es tarbadju i sta sentradu na qualitativa. Resultados final di es tarbadju i mostranu kuma, kriol i um lingu, nau dialetu. Ainda i mostra kuma lingu kriol i di dia a dia di povu guineense, i prinsipalmenti i lingu di unidade nacional.
***
Este artigo objetivou-se apresentar os valores da língua kriol, valores esses que podem ser vistos no próprio papel que ela representa em Guiné-Bissau. Ainda, este trabalho, por outro lado, demonstra que essa língua pertence a todos os guineenses, independentemente de etnias a que pertecem, seja balanta, fula, papel ou manjaco, essa língua serve de utilidade a todos os seus falantes (ainda aos que não a fala). Ademais, a pesquisa corrobora que a língua kriol quebra qualquer barreira que possa impossibilitar a comunicação entre as diversas etnias que coabitam naquele território, portanto, por meio da manifestação cultural e identitária guineense exercida em kriol, faz com que toda a população de Guiné-Bissau viva em união. Também, discutiu-se o papel dessa língua no sentido de romper as barreiras que possam existir, bem como ela funciona e, principalmente, a maneira que o povo se orgulha em usufruir dela em sua (con)vivência. Percebeu-se que, é necessário problematizar esse assunto, pois, kriol enquanto língua, como as outras, por que não ser estudada, com vista a apresentar a sua importância aos seus falantes. Ainda assim, esse trabalho respondeu a problemática como meio de comprovar que o kriol é a língua da convivência cultural guineense. Ainda, considerou-se a língua kriol como o próprio objeto desse trabalho. O desenvolvimento desse artigo se baseou em leituras de trabalhos como: artigos científicos, dissertações e outros trabalhos, sobretudo, é uma pesquisa bibliográfica, dado que a sua limitação se centra, singularmente, em revisões bibliográficas. A metodologia se respaldou em pesquisa qualitativa e os resultados finais comprovaram que o kriol é uma língua e não dialeto, e que essa língua é da crônica guineense, sobretudo, ela é a língua da unidade nacional.
***
Cet article visait à présenter les valeurs de la langue kriol, valeurs qui se reflètent dans le (s) rôle (s) même qu\u27elle représente en Guinée-Bissau. Pourtant, cet ouvrage, en revanche, démontre que cette langue appartient à tous les Guinéens, quelle que soit leur appartenance ethnique, que ce soit Balanta, Fula, papel ou manjaco, cette langue est utile à tous ses locuteurs (même ceux qui ne le font pas). En outre, la recherche confirme que la langue kriol brise toute barrière qui pourrait empêcher la communication entre les différents groupes ethniques qui cohabitent sur ce territoire, donc, à travers la manifestation culturelle et identitaire guinéenne exercée en kriol, elle entraîne toute la population de Guinée-Bissau á vivre en union. Aussi, le rôle de cette langue a été discuté dans le sens de briser les barrières qui peuvent exister, ainsi que son fonctionnement et, surtout, la façon dont les gens sont fiers d\u27en profiter dans leur (co) expérience. On a remarqué que, il faut problématiser ce sujet, car le kriol en tant que langue, comme les autres, pourquoi ne pas être étudier, afin de présenter son importance à ses locuteurs. Ainsi, ce travail a répondu au problème en prouvant que le kriol est la langue de la coexistence culturelle guinéenne. Pourtant, la langue Kriol était considérée comme l\u27objet de ce travail. L\u27élaboration de cet article s\u27est basée sur des lectures d\u27ouvrages tels que: articles scientifiques, dissertations et autres ouvrages, c\u27est avant tout une recherche bibliographique, étant donné que sa limitation se concentre, singulièrement, sur les revues bibliographiques. La méthodologie a été soutenue par des recherches qualitatives et les résultats finaux ont prouvé que le kriol est une langue et non un dialecte, et que cette langue est de la chronique guinéenne, c\u27est surtout la langue de l\u27unité nationale
Raízes do colonialismo na África: o caso da Guiné-Bissau: Raiz di colonizaçon na África: na cazu di Guiné-Bissau
Rezumu: Ês tarbadju bim através di observaçons ku facidu na países africanos na manga di domínios, na kil ku ta fala di crescimento económico suma tam na avanços políticos, governamentais cu cumpu combersa. Pesquisa purcura djubi cu n\u27tindi nobus manera di colonizaçon cu sta na uzadu pa países imperialistas, pa ê pudi continua na coloniza África. I pa djubi tam kussas ku sta inda na países africanos na ê momentu, kussas ku facidu apartir di nobu manera cu contactu tam di europeus ku ês países di África. Um bias ku antigu colônias continua na tenê manga di dificuldadi di ianda ku si pé ku presença tam di manga di organismos internacional, ku sê "bom política" ku sê "bom manera di governa". Di ê manera, ê tarbadju na facidu bas di um piskiza bibliográfica di kussas ku bim di história ku ducumentus di textus acadêmicus, ku facidu pa manga di abordagens tam ku manga di qualidadi. Pa n\u27tindi kuma colonizaçon dixa marcas inda na ê países, manga di sinal ki dixa, principalmenti na economia, cultura, manera di governa, ku língua tam, suma tam nobu manera ku ê kiria pa continua domina ê povus. I bom tam lembra kuma, África i um continenti ku tenê manga di purblema na kussas importanti, suma na saúdi ku scola, n\u27dê ku manga di ladus propi stadu kata preocupa del i nim i kata pensa na mindjoria kussas. I nim stadu ka kiria condiçon pa tira populaçon na dificuldadi pa i pudi pára dipindi di "antigu colonizador". Ê falta di capacidadi di stadu ku ta leba si parceirus internacional na pirbita situaçon pa pa entra ku sê apoios, mah ku utru intençon bas. N\u27dê kê ta pirbita pa leba sê manera di sta i ê ta kaba pa pui tudu djintis pa sigui sê tradiçon. Kussas ku n\u27tindidu di kuma i tem di kabadu kuel através di union ku participaçon di tudu país ku sta na situaçon.
Resumo: O presente trabalho surge através das observações dos países africanos em vários domínios, tanto no tocante do crescimento econômico como nos avanços políticos, governamentais e na resolução dos conflitos. A pesquisa procura analisar e entender as novas formas de colonização que estão sendo usadas por países imperialistas, de modo a continuar o processo de colonização na África. Verificar os elementos presentes nos países africanos atualmente, construídos a partir das inovações e contato dos europeus com estes países, uma vez que as “ex-colônias” continuam tendo enormes dificuldades de se “caminharem” e com presença de muitos organismos internacionais, com as suas “boas políticas” e “boa governação”. Isto posto, o trabalho será orientado por uma pesquisa bibliográfica através dos apanhados históricos e documentais dos textos acadêmicos e, por uma abordagem quanti-qualitativa. Entender como o processo da colonização ainda é marcante nestes países, deixando muitos aspectos, especialmente na economia, cultura, formas de governação e na língua, como forma de exercer algum tipo de domínio sobre esses povos. É possível aferir que, em grande parte, a África é um continente com grandes problemas nas áreas essenciais, como na saúde e educação e, de forma particular com muitos países, ou seja, a grande parte sem uma política do Estado e muito menos um projeto da nação. Capaz de fortalecer as suas potencialidades, nomeadamente os recursos naturais a fim de sair nas condições de subsistência e de dependência que estão sobre os ex-colonizadores. Essas fragilidades internas são munições que deixam os amigos-clientes mais mordaz para implementar as suas ações em forma de ajuda, ou melhor, de cooperação solidária. Dividindo territórios por meio da balcanização, subalternizando as culturas e formas de ver e viver o mundo dos povos. Situação essa que precisa ser travada com a união e participação de todos os países que estão nessas condições.
Abstract: The presente study arises from the observations of African countries in various fields, both as regards of economic growth and in political, governmental advances and in the resolution of conflicts. The research will find hows to analyze and understand the new forms of colonization that are being used by imperialist countries, in order to continue the colonization process in Africa. Check the elements present in African countries today, built from the innovations and contact of Europeans with these countries. Since there the “ex-colonies” keep to have enormous difficulties in “walking” and with the presence of many international organizations, with their “good policies” and “good governance”. That said, the study will be guided by a bibliographic search through the historical and documentary findings of academic texts and, by a quantitative and qualitative approach. Understanding how the colonization process is still striking in these countries, leaving many aspects, especially in the economy, culture, forms of governance and language, as a way of exercising some kind of dominance over these peoples. One can see that, to a large extent, Africa is a continent with major problems in the key areas, such as health and education, and in particular with many countries, that is, the great part without a State policy and much less one. nation\u27s Project able to strengthen its potential, namely natural resources, in order to get out of the conditions of subsistence and dependence that are on the former colonizers. These internal weaknesses are ammunition that make friends-customers more biting to implement their actions in the form of help, or rather, solidarity cooperation. Dividing territories through balkanization, subordinating cultures and ways of seeing and living the peoples\u27 world. This situation needs to be fought with the union and participation of all countries that are in these conditions.
Apresentação do Curso de Licenciatura em Língua de Sinais de Moçambique
O vídeo apresentado pela Diretora do Curso de Licenciatura em Línguas de Sinais de Moçambique, da Universidade Eduardo Mondlane oferece informações sobre como funciona o curso naquela universidade e como está sendo conduzida a formação de professores da Língua de Sinais de Moçambique.
LINK DO VIDEO NA LÍNGUA MOÇAMBICANA DE SINAIS: https://www.youtube.com/watch?v=7CfvHdeEyA