Revistas da Unilab (Univ. da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira)
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Coletânea de poemas de Moçambique:
Exaltação de sentimentos da alma, olhando para o homem como um ser frágil, dependente muito das vezes do ambiente que o rodeia. Reconhecimento das fraquezas físicas aliadas ao interior. O eu subjectivo que provoca, a ânsia e amabilidade de sonhos e desejos irrealizáveis. Este trabalho é uma coletânea de diversos poemas escritos por Elizabeth e José, docentes de ensino superior em Moçambique. As poesias retratam aspectos da vida, dos sentimentos e desejos presentes na sociedade moçambicana. O “Eu” poético tem muitos desejos e curiosidades que se manifestam ao longo dos versos.
8.Pour une polygraphie éthiopienne le cas de la langue bekwel : Para uma poligrafia etíope: o caso da língua Bekwel
L’idée d’écrire les langues éthiopiennes (africaines) avec des lettres latines (ce qui se fait déjà), mais surtout à l’aide de l’alphabet copte (AHMED, 2013; NUBANTOOD, 2018), part du besoin de rapprocher graphiquement le copte et ces autres langues qui partagent les mêmes racines, ce qui pourrait faciliter la lecture lorsque les éthiopiens (terme antique utilisé pour désigner les africains en général) étudieront leurs humanités classiques, lesquelles incluent évidemment les hiéroglyphes ainsi que le copte (DIOP, 1977; OBENGA, 1993; MBOCK, 2013; 2014; 2015), qui est considéré comme étant la dernière évolution de la langue des pharaons (MALLON, 1956). Ce rapprochement graphique pourrait nous donner accès aux documents de la littérature copte qui nous restent encore à découvrir (VOLNEY, 1785). Chaque éthiopien pourrait être capable de lire les mdw nṯr, et en saisir leur pensée symbolique (car rendant compte d’un univers éthiopien), ainsi que les documents en copte, textes qui sont écrits dans des variantes dialectales de sa propre langue (HOMBURGER, 1928; 1929). Cette idée de la polygraphie ou multigraphie des langues éthiopiennes s’inspire de la Pierre de Rosette qui, rappelons-le, emploie deux systèmes d’écriture (hiéroglyphes et démotique) pour écrire une même langue (égyptien ancien), suivie d’une traduction grecque (BUDGE, 1913). De même, nous proposons d’écrire les langues éthiopiennes à l’aide des hiéroglyphes, des alphabets copte et latine. Pour illustrer notre proposition, nous nous servons de la langue bekwel comme échantillon principal. Mais, par souci d’uniformiser le discours graphique lors de l’exercice de la linguistique comparée fait ici, nous avons choisi d’écrire aussi les autres langues éthiopiennes sollicitées dans ce texte à l’aide des graphies coptes.
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A ideia de escrever línguas etíopes com letras latinas (o que se faz atualmente), mas especialmente usando o alfabeto copta (AHMED, 2013; NUBANTOOD, 2018), parte da necessidade de aproximar graficamente o copta e essas outras línguas que compartilham as mesmas raízes, o que facilitaria a leitura quando os etíopes (termo antigo usado para designar africanos em geral) estudassem suas humanidades clássicas, que incluem os hieróglifos, e obviamente o copta (DIOP, 1977; OBENGA, 1993; MBOCK, 2013; 2014; 2015), que é a última fase da evolução da língua falada pelos faraós (MALLON, 1956). Essa aproximação gráfica poderia dar acesso aos documentos da literatura copta que ainda temos que descobrir (VOLNEY, 1785). Cada etíope poderia ser capaz de ler os mdw nṯr, e entender seu pensamento simbólico (porque dá conta de um universo etíope), e os documentos em copta, textos que são escritos em variantes dialetais de sua própria língua (HOMBURGER, 1928; 1929). A ideia da poligrafia ou multigrafia das línguas etíopes é inspirada pela Pedra de Rosetta que, como sabemos, usa doissistemas de escrita (hieróglifos e demótico) para escrever a mesma língua (o egípcio), seguido de uma tradução grega (BUDGE, 1913). Da mesma forma, propomos escrever as línguas etíopes usando os hieróglifos, os alfabetos copta e latino. Para ilustrar nossa proposta, usamos a língua Bekwel como amostra principal. Mas, para homogeneizar o discurso gráfico ao longo do exercício da linguística comparada feito aqui, decidimos escrever as outras línguas etíopes solicitadas neste texto usando grafias coptas também
12.Resenha do livro “A linguagem rural da Região de Major Porto, Município de Patos de Minas (MG): uma visão linguístico-ecossistemica”
Resenha do livro “A linguagem rural da Região de Major Porto, Município de Patos de Minas (MG): uma visão linguístico-ecossistemica
14.Kungatave ni kurhula
Poesia escrita em língua changana, uma língua bantu falada no Sul de Moçambique, especificamente nas províncias de Maputo, Gaza e Inhambane. Mabjeca é um jovem escritor que desafia produzir seus trabalhos na lingua changana e é uma forma de marcar a relevancia da preservação das línguas africanas. É um fervoroso ativista cultural, defensor de educação e valorização das línguas bantu. Tem seus textos publicados em varias antologias em Portugal, Argentina, e Brasil em Changana e Bilíngue. E em jeito de chamadas de publicação de arquivos, no Brasil. Timgana tem um poema publicado em forma de índice, no livro LOMUKU do Professor e Doutor Severino Nguenha. Em 2019 participou do Sarau de Poesia Africana, Festival 6 Continentes, e do Encontro de Educação Popular e Terapias Integrativas, no Brasil. Membro do Movimento Literário Kupaluxa, Maputo – Moçambique. É Membro da ACLA - Academia Capanemense de Letras e Artes - Brasil, Membro do Movimento Para Progredir – Brasil.
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L\u27auteur présente une poésie écrite en changana, une langue bantoue parlée dans le sud du Mozambique, plus précisément dans les provinces de Maputo, Gaza et Inhambane. Mabjeca est un jeune écrivain qui défie la production de ses œuvres en langue changana et est une façon de souligner l\u27importance de la préservation des langues africaines. C\u27est un ardent militant culturel, défenseur de l\u27éducation et de la valorisation des langues bantoues. Ses textes ont été publiés dans plusieurs anthologies au Portugal, en Argentine et au Brésil en changana et bilingue. Et sous forme d\u27appels à publication de fichiers, au Brésil. Tingana fait publier un poème sous forme d\u27index, dans le livre « Lomuku » du professeur et docteur Severino Nguenha. En 2019, il a participé à la Sarau de Poesia Africana, au Festival 6 Continentes, et à la Rencontre sur l\u27Éducation Populaire et les Thérapies Intégratives, au Brésil. Membre du Mouvement Littéraire Kupaluxa, Maputo – Mozambique. Il est membre de l\u27Académie Capanemense des Lettres et des Arts - Brésil, membre du Movimento Para Progredir - Brésil
A antropologia da África: desafios para o século 211
Este artigo foi publicado originalmente como a introdução do livro ¨A antropologia da África: Desafios para o século 21¨. O autor destaca os principais problemas que os povos africanos enfrentam diariamente, e aos quais a antropologia não pode se permitir ficar indiferente
“A mata é o céu dos espíritos” : Entrevista com o Pajé Barbosa (Raimundo Barbosa da Silva)
A entrevista que segue foi coletada por Patrício Carneiro Araújo e Alexandre Hermes Oliveira Assunção (Alex Hermes) no dia primeiro de novembro de 2021, na aldeia da Monguba, Pacatuba, Ceará, Brasil. Na ocasião, a intenção era entrevistar o Pajé Barbosa e uma das suas filhas para a produção de um capítulo de um livro organizado pelo professor Leonardo Oliveira de Almeida, sobre as religiões afro-cearenses, no qual os entrevistadores publicaram o capítulo intitulado “O terreiro do pajé: afro-indígena no sentido do termo”. Naquele capítulo serão encontrados trechos desta entrevista, ora publicada na íntegra. Namesma época, também estava em análise a proposta de concessão do título de Notório Saber ao Pajé Barbosa na UNILAB, estando alguns professores daquela instituição diretamente implicados no processo, o que explica o fato de esta entrevista ter sido publicada exatamente na Ayé Revista de Antropologia
Escrevendo em Língua Brasileira de Sinais-Libras/ Elis: En écrivant en Langue Brésilienne des Signes – Libras/ Elis
Assista o video: https://youtu.be/8qVXFg3xHcE
O trabalho intitulado Escrevendo em Libras/ELiS apresenta as regras básicas para a escrita de diferentes tipos de sinais com a ELiS, que é o Sistema Brasileiro de Escrita das Línguas de Sinais. A Libras, assim como as demais línguas de sinais, apresenta sinais de vários tipos. Para efeito da escrita com a ELiS, foram identificados oito tipos de sinais, são eles, monomanuais, bimanuais simétricos, bimanuais assimétricos, bimanuais híbridos, sinais com mão de apoio, compostos, soletrados e sinais sem as mãos formados apenas por expressões não manuais. Na ELiS, existe uma regra básica para a escrita de todos os sinais que é a sequência em que seus caracteres, os visografemas, são escritos. Essa sequência é usada em uma ordem fixa que é Configuração de Dedos, Orientação da Palma, Ponto de Articulação e Movimento. Essa ordem é seguida em todos os tipos de sinais, com exceção dos soletrados e dos sinais sem as mãos, que usam respectivamente apenas Configuração de Dedos e Movimento. No entanto, cada um dos oito tipos de sinais, em sua particularidade, sem desrespeitar a regra básica previamente mencionada, é escrito com características próprias, as quais são apresentadas ao longo do vídeo com exemplos em Língua Brasileira de Sinais.
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Xitlhokovetselo: Ntirho lowu nga na nhlokomhaka leyi nge “kutsala hi ririme ra mavoko/Elis” wu humesa milawu ya xisekelo yo tsala tinxaka to hambana ta swikombiso hi ELiS, ku nga Sisiteme Yale Brazil ya ku tsala hi Ririmi ra Mavoko. Ti- Libra, ku fana ni tindzimi tin’wana ta mavoko, ti ni swikombiso swa mixaka yo hambana-hambana. Hi xikongomelo xo tsala hi ELiS, ku tiviwile tinxaka ta tsevu ta swikombiso, ku nga, ti-monomanual, ti-bimanual ta xiyimo xa le henhla, ti-bimanual leti nga ringaniki, ti-hybrid bimanual, swikombiso swa mavoko leswi seketelaka, swikombiso leswi hlanganisiweke, leswi peletiweke na leswi nga riki na mavoko leswi vumbiweke ntsena hi swivulavulelo leswi nga riki swa mavoko. Eka ELiS, ku na nawu wa xisekelo wo tsala swikombiso hinkwaswo, ku nga ntlhandlamano lowu swimunhuhatwa swa swona, ti- visographemes, swi tsariweke ha wona. Ntlhandlamano lowu wu tirhisiwa hi ku landzelelana loku nga cinciki loku nga matsamela yatintiwu, ma lungisela ya mavoko, ndawu lowu wa articulação na movimento. Ku landzelelana loku ku landzeleriwa eka tinxaka hinkwato wa swikombiso, handle ka swikombiso leswi peletiweke na leswi nga riki na mavoko, leswi tirhisaka ntsena ku tsamisa ka mavoko hi ku landzelelana. Kambe, yin’wana ni yin’wana ya mixaka ya tsengu y xa tlanu na nharu ya swikombiso, hi ku hlawuleka ka yona, handle ko honisa nawu wa xisekelo lowu boxiweke eku sunguleni, yi tsariwe hi swihlawulekisi swa yona, leswi nyikeriweke eka vhidiyo hinkwayo hi swikombiso hi Ririmi ra Mavoko yale Brazil.
Le travail intitulé l’écriture en Libras/ELiS présente les règles de base pour l\u27écriture de différents types de signes avec ELiS, qui est le Système brésilienne d\u27écriture de la langue des signes. La Libras, comme les autres langues des signes, ont des signes de différents types. Aux fins de l\u27écriture avec ELiS, huit types de signes ont été identifiés, à savoir les monomanuels, les bimanuels symétriques, les bimanuels asymétriques, les bimanuels hybrides, les signaux avec la main d’appui, les signaux composites, orthographiés et sans mains formés uniquement par des expressions non manuelles. Dans ELiS, il existe une règle de base pour écrire tous les signes, qui est la séquence dans laquelle leurs caractères, les visographèmes, sont écrits. Cette séquence est utilisée dans un ordre fixe qui est la configuration des doigts, l\u27orientation de la paume, le point d’articulation et le mouvement. Cet ordre est suivi dans tous les types de sigaux, à l\u27exception les épelés et sans mains, qui n\u27utilisent respectivement que la configuation des doigts et mouviment. Cependant, chacun des huit types de signes, dans sa particularité, sans manquer de respect à la règle de base mentionnée précédemment, est écrit avec ses propres caractéristiques, qui sont présentées tout au long de la vidéo avec des exemples en langue brésilienne des signes
24.Ideopatuagramas: o (in)verso ético-estético do projeto literário de Fausto Antonio
A África, entendida e historicizada a partir dos países e lugares, é o ponto de partida e o território brasileiro; quadro de vida de milhões de negros e negras de origem africana, é o ponto de encruzilhamento dos patuás, dos patuás de palavras e dos ideopatuagramas. Fontes milenares e referências indispensáveis, no que toca à conceituação dos ideogramas, são os hieroglifos egípcios, cujas palavras são esculpidas e, por igual importância, o são também as produções dos povos Akan, no mosaico imagético adinkra (NASCIMENTO, 2009). Aqui me atenho apenas às heranças negras e africanas para delimitar uma relação de continuidade e/ou de descontinuidade, que será central na conceituação dos patuás de palavras. É por força dessa herança, carimbo imagético e filosófico, que exaltamos o povo Akam, que vive e transita, nos dias atuais, pelos territórios de Gana e Costa do Marfim. As habilidades no processo da tecelagem é uma marca Akan. Os tecidos Adinkra, pano africano impresso, é portador de signos e veículo de uma língua ou linguagem de sinais, imagens e filosofias carimbadas. O tecido Adinkra, mais do que um recurso decorativo, é uma língua imagética, viva, vivida pela realidade local e revivida pelos espaços transitados pelos povos ancestralmente vinculados à herança negra-africana. É desse emaranhado que surgem os patuás de palavras e, deles; como tessitura e ressonância, os ideopatuagramas.
34.Estrutura e Funcionalidade das Famílias de Baixa Renda no Contexto do Empreendedorismo e Educação Profissional das Mulheres Caso das Mulheres da Cooperativa de Crédito e Vendedeiras de Comida Confeccionada de Waresta na Cidade de Nampula: Makhalelo ni Okhaliherya Wamusi a Muhakhu Vakhani Muhina wa Wasasa Wowuphuwela ni Olela wa Muteko wa Athiyana Emosaro ya Athiyana Ecoperativa Enoliha Musuruku, ni Anamatumiha a Yoolya Yowapheiwa Opasari ya Waresta a Epooma ya Wamphula
Este artigo analisa a estrutura e a funcionalidade das famílias de baixa renda no âmbito da prática empreendedora e educação profissional das mulheres, particularmente na cidade de Nampula. A pobreza e a fraca empregabilidade estimula o exercício do empreendedorismo pelas mulheres, que veem o trabalho fora de casa como forma de ganhar dinheiro, renda e vínculo de novas relações sociais e emancipatórias. O estudo é exploratório, usa método do estudo de caso, segue o paradigma qualitativo e tipologia filosófica fenomenológica-interpretativa. Participaram da entrevista semi-estruturada seis mulheres, das quais três duma cooperativa de crédito, que se beneficiavam da poupança e empréstimo e três do mercado grossista de Waresta com barracas protegidas no local. Notamos que as famílias possuem a disfunção leve entretanto, valoriza-se a mulher como transformadora social da família e sociedade, que retraimento no desempenho familiar deve-se ao débil desenvolvimento socioeconômico. Ao nível estrutural verifica-se coesão e melhorias de vida, erguem casas resilientes, usam tecnologias (celulares e energia), pagam escola e saúde, graças ao empreendedorismo.
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Mavukulo: Epaphelo ela enwehaweha makhalelo ni mavarelo okhaliherya wamusi a muhakhu vakhanene muhina wa wasasa opwanhya woreriha ni wuphuwela sana, ni olela wa muteko wa athiyana, mu epooma ya Wamphula. Emasikhini ni othowa ophwanyiha muteko, onnaliphiyera ovara muteko wowasasa wa nakoso vamutthuru mmansawe eriyari ya athiyana, anona ovara muteko ota wa vathe, ehuhu woxintta musurukhu, muhaku ni wasuwela atthu ni makhalelo makhina ni otaphuwa. Osomanno thi wowehaweha muhina wa osoma wetthu emosa wohkumelela, ni thi wolemeliha, ni entthara mukhano wa otaphulela-yowiraneha. Mwa wokoha ni maphankelo vakhanene, Nalavulin\u27he athiyana athanu ni emosa, araru ecoperativa enoliha musuruku, ni araru a epasari enopoliha ya Waresta, okhalana iparaka sowaakiherya vanipuroni. Nowoona wira omusi wokhalana ohikhaliherya woveya veya, mana omuttttimiha muthiyana anthoko mureriha oteka makhalelo emutthu omusi ni atthu ammuttetteni, ni owiisoovelela mavarelo okhaliherya wa omusi, maana wohikhalana mirerelo ni muhako, maana wokhalana emasikhini. Muhina wa makhalelo, nowoona wira annororomelana, ni annareriha ekhumiya, annateka inupasaya solipa, annakhalana ikharuma sowerya ni sa masuwelo (mankesi ni arame ohikhala mukhoi), annalivera anamuanaya wosomani oxicola ni ekhumi, mwaha wowasasa wa nakoso
11. Liberdade de expressão e o exercício jornalístico na Guiné- Bissau: Liberté d\u27expression et exercice journalistique en Guinée-Bissau
O texto apresenta uma opinião sobre a liberdade de expressão na Guiné-Bissau. A Constituição da República da Guiné-Bissau no artigo 56 defende: 1. É garantida a liberdade de imprensa. 2. As estações de rádio e televisão só podem ser criadas mediante licença a conferir nos termos da lei. 3. O Estado garante um serviço de imprensa, de rádio e de televisão, independente dos interesses económicos e políticos, que assegure a expressão e o confronto das diversas correntes de opinião. 4. Para garantir o disposto no número anterior e assegurar o respeito pelo pluralismo ideológico, será criado um Conselho Nacional de Comunicação Social, órgão independente cuja composição e funcionamento serão definidos por lei. O estatuto do jornalista defende a: liberdade de criação e de expressão do seu pensamento; garantia de acesso às fontes oficiais de informação; garantia do sigilo profissional; salvaguarda da independência; livre utilização de equipamentos e demais material afecto ao exercício da sua profissão, liberdade de acesso e exercício de funções em qualquer local público onde a sua presença seja exigível; participação, através dos comités de redacção, na orientação do órgão de comunicação social em que preste funções (Estatuto do Jornalista, art. 8.º e ss.; LLI, art. 6.º).
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Le texte présente une opinion sur la liberté d\u27expression en Guinée-Bissau. L\u27article 56 de la Constitution de la République de Guinée-Bissau défend : 1. La liberté de la presse est garantie. 2. Les stations de radio et de télévision ne peuvent être créées qu\u27avec une licence à accorder selon les termes de la loi. 3. L\u27Etat garantit un service de presse, de radio et de télévision, indépendant des intérêts économiques et politiques, qui assure l\u27expression et la confrontation des différents courants d\u27opinion. 4. Afin de garantir les dispositions du numéro précédent et d\u27assurer le respect du pluralisme idéologique, il sera créé un Conseil National de la Communication Sociale, organe indépendant dont la composition et le fonctionnement seront définis par la loi. Le statut du journaliste défend : la liberté de création et d\u27expression de sa pensée ; garantie d\u27accès aux sources officielles d\u27information; garantie du secret professionnel ; sauvegarder l\u27indépendance; libre usage des équipements et autres matériels liés à l\u27exercice de leur profession, libre accès et exercice des fonctions dans tout lieu public où leur présence est requise ; participation, par l\u27intermédiaire des comités éditoriaux, à l\u27orientation de l\u27organe médiatique au sein duquel ils exercent leurs fonctions (Statut des journalistes, art. 8 et suivants ; LLI, art. 6)