Revistas da Unilab (Univ. da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira)
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    Estratégia da retenção da rapariga no processo de ensino e aprendizagem: um estudo a partir de uma escola secundária rural no distrito de Nacala-Porto-2021: Nzira yekuchengetedza vasikana mukudzidzisa nekudzidza maitiro: chidzidzo kubva kuchikoro chesekondari chekumaruwa mudunhu re Nacala-Porto-2021

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    A escola não é somente um lugar de aprendizagem, é também um lugar de socialização, onde a criança e o jovem aprendem a viver e a desenvolver-se no seio de uma colectividade, que tem como função fundamental favorecer sua inserção social e profissional. O problema da pesquisa surge a questão: Quais são as Estratégias da retenção da rapariga no processo de ensino e aprendizagem. A escolha do tema encontra-se alicerçada em três principais razões: a situação retratada pelo sector da educação a questão da desistência da rapariga da escola continua preocupante instigou-me, por um lado, em perceber as causas dessas desistências para servir de base para um conhecimento no que respeita à educação no geral e da rapariga em particular naquele ponto do estudo e no contexto acadêmico. Metodologia da pesquisa, para este estudo foi utilizado paradigmas interpretativo e o tipo de pesquisa é qualitativa, o método usado foi indutivo, os instrumentos utilizados foram, entrevista semiestruturado, análise documental e observação Este estudo teve 08 participantes. Tivemos como resultado da pesquisa os seguintes: fraca participação da comunidade no processo do ensino e aprendizagem dos seus filhos; o maior número dos desistentes nas escolas é por falta das condições financeiras; fraca divulgação das informações as crianças sobre a importância de escola e sua vantagem de estudar e a fraca divulgação das mensagens no seio da comunidade. **** Chikoro haisi nzvimbo yekudzidza chete, asi zvakare inzvimbo yekugarisana, uko vana nevechidiki vanodzidza kurarama uye kukura mukati menharaunda, iyo basa guru nderekusimudzira kushamwaridzana kwavo nehunyanzvi. Dambudziko rekutsvagisa rinomutsa mubvunzo: Ndeapi marongero ekuchengetedza vasikana mukudzidzisa nekudzidza. Sarudzo yemusoro wenyaya inoenderana nezvikonzero zvikuru zvitatu zvinoti mamiriro ari kuratidzwa nebazi redzidzo, nyaya yevanasikana kusiira chikoro panzira iri kuramba ichinetsa, zvakandikurudzira, nerimwe divi, kuti ndinzwisise zvikonzero zvinoita kuti vasiire chikoro panzira. inoshanda sehwaro hweruzivo maererano nedzidzo mune zvese uye nevasikana kunyanya panguva iyoyo muchidzidzo uye mumamiriro ezvidzidzo. Nzira yetsvakiridzo, pachidzidzo ichi maparadigms ekupirikira akashandiswa uye mhando yetsvagiridzo ndeyemhando, nzira yakashandiswa yaive inductive, midziyo yakashandiswa yaive semi-structured interviews, ongororo yemagwaro nekucherechedza.Chidzidzo ichi chine vatori vechikamu 08. Takava nemigumisiro inotevera kubva mutsvakurudzo: nharaunda isina simba kutora chikamu mukudzidzisa nekudzidza kwevana vavo; nhamba hurusa yevanosiira chikoro panzira imhaka yokushaikwa kwemamiriro ezvinhu emari; kusafambiswa zvakanaka kweruzivo kuvana nezvekukosha kwechikoro uye mukana wekudzidza uye kusafambiswa zvakanaka kwemashoko munharaunda.

    Transitividade(s): da palavra ao sistema

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    A fim de que se possa obter uma visão do estado da arte na investigação de fenômenos linguísticos, torna-se significativa a prática de revisão dos principais empreendimentos acerca de um dado fenômeno. Nesse sentido, o presente texto realiza a síntese e a análise de importantes estudos linguísticos – dos vieses tradicional, formalista e funcionalista – na abordagem da transitividade. Para isso, operamos um recorte teórico que recobre o Paradigma Tradicional de Gramatização (VIEIRA, 2018), o modelo de descrição formalista (TESNIÈRE, 1965; BORBA, 1996) e os modelos de descrição funcionalista da escola norte-americana (HOPPER; THOMPSON, 1980; GIVÓN, 1984) e da escola britânica (HALLIDAY; MATTHIESSEN, 2004; 2014). O objetivo central deste trabalho é comparar as diferentes perspectivas teóricas, focalizando as continuidades e rupturas verificadas no percurso epistemológico do objeto.  A constatação dessas relações pode elucidar as possíveis causas das limitações da linguística descritiva no tratamento de determinados fenômenos, como a que se encontra atrelada ao próprio conceito de transitividade

    Apresentação

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    Encontro de saberes e ancestralidades: entrevista com Mão Lu e Bárbara Costa

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    Entrevista com Mãe Lu e Bárbara Costa, do Ilê Iemoja Ogunté , herdeiras do Sítio de Pai Adão, sobre a participação delas no Encontro de Saberes e sobre sua ancestralidade

    Expediente

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    Revisitando uma comunidade quilombola no Piemonte Norte do Itapicuru: a quantas anda a pérola negra de Senhor do Bonfim (BA)?

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    Comunidades afrodescendentes são conhecidas por lutas e resistências contra amordaçamentos propositais, num Brasil fortemente eurocêntrico. Há 17 anos, lançava-se a obra “Tijuaçu: uma resistência negra no semiárido baiano” (MACHADO, SALGADO, KROPIDLOWSKI e SANTOS, 2005) que se propunha a efetivar a autoestima dos cidadãos dessa comunidade, lançando um olhar de empoderamento sobre a cultura africana e contrapondo-se à cultura elitista predominante nos vários contextos sociais, inclusive nos currículos escolares. Objetiva-se abrir espaço de diálogo, a partir de pesquisa bibliográfica e depoimentos colhidos entre concidadãos (ãs) que exercem liderança na localidade, para parametrizar a construção de políticas públicas que venham ao encontro dos anseios dos tijuaçuenses. A água, a fé, a cultura local e o combate ao racismo mostraram-se capazes de suscitar debate, com vistas à conquista de uma “Pérola Negra” verdadeiramente orgulhosa.     

    Abordagem morfossintáctica da regência dos conectores adversativos: caso dos textos produzidos pelos estudantes do ensino pré- universitário em Malanje, Angola

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    Esta pesquisa tem como tema abordagem morfossintáctica da regência dos conectores adversativos, precisamente nos textos produzidos pelos estudantes da cidade de Malanje, Angola. O objectivo principal é: (i) descrever a abordagem morfológica e sintáctica na regência dos conectores adversativos nos textos produzidos pelos alunos; (ii) Analisar os fundamentos teóricos que sustentam as relações de sentido da abordagem morfossintáctica na regência dos conectores adversativos; (iii) Propor estratégias de ensino e aprendizagem da regência dos conectores adversativos nas aulas a serem ministradas aos alunos em questão e, seguidamente, observar se o emprego desses conectores se adequam ao momento em que estão a ser utilizados na frase, isto é, se correspondem às intenções comunicativas dos alunos. Assim sendo, para recolher e fazer análise interpretativa dos dados, utilizámos método comparativo, observacional, estatístico, bem como técnicas de observação directa, teste pedagógico, questionários aplicados aos alunos e a entrevista aplicada aos professores. Os resultados desta pesquisa apontam para as seguintes conclusões: os conectores adversativos apresentam posições sintácticas diferenciadas. O mas não possui a mesma mobilidade de outros conectores, isto é, o mas é empregue apenas no início da oração adversativa, enquanto o porém, contudo, todavia, entretanto e no entanto posicionam-se tanto no início da adversativa, quanto após o sujeito ou após o predicado. Constatou-se também que há falência no que diz respeito à produção de textos com pendor argumentativo, pelo que nos parece os professores não têm promovido a abrangência que têm os conectores nos discursos orais/escritos, a falta de predomínio do ensino implícito e explícito da gramática faz com que os professores não despertem o grande impacto pela produção de textos argumentativos. **** O ufwenyenu kuku kwala ni ditona ukexilu wa undonda wa vula o matelu mu usoneku wa mikanda wa maxibulu a lwangu wa dikwiyi ni kayadi mu ulongelu wa mawenji ni kufundisa o madimanda ku xikola ya ditala ya kayadi ya ngana Zuze dya Kuluny mu mbanza ya Malanji mu ixi ya Ngola. Yala ni mbambe ya Malanji ya (i) kusoneka mu kayela o matelu a vulu mu wendeselu kwa maxibulu. (ii) kubanza o uzwelelu u kwatekesu o ukexilu wa umoxi mu kusoneka kwa maxibulu a ditola dya kayadi. (iii) kutela o jiphangu wa ulongelu ni wijidilu a usonekene wa vulu kwa kudilanga kwa maxibulu ni ma ubudisilu ku kayela, ni kutalesa o utelu wa itoni ya ubangelu wa kwa utelu wa kuzwela ni maxibulu. Mu ku kala kiki, phola kunona ni kubhanga o ubangelu wa kutonginina o itungwa ya jiphangu jya kusokelesa o itungwa ya utalesu lwambandu lwa kadilu, wa uzanzelu niulongelu, o ma ebudisilu a kwatelo o maxibulo ni kwebudisa o alongexi. O jiswilo wa kufwenya kwo londekeso phala o usukinu woso. O kulondekesa kwa ukexilu wa kamukwa. Moji ki kyenye mu kuvwua o musambu wa vudisa mu ukexilu woso mu umatekenu wenyioso. Mu kwivwuisa we kwala ufuilu kwa zwela o uxilu wa kusokoloka wa mikanda wa kudivwuisa, kwa yale o alongexi kala ni ubandelu. Wa uvudilu wala mu ezwelelu o wa dimi mba usonekenu, wa ku kamba o uyjidilu wa ulongi wa usenji wa usonekenu wa ubhe ni usokelesu u bhangesa o alongexi phala kusasumuna mu ubhangelu wa dikota mba yonene mu mukanda wa kudisokejyeka

    Supervisão e ética profissional na Educação em Moçambique: Kuyang\u27anira ndi machitidwe aukadaulo

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    Estamos perante um texto de natureza teórica, que procura analisar e situar o conceito de Supervisão e ética profissional, com o objetivo de conhecer vários conceitos em volta do tema, descrevendo várias maneiras de aplicação de ética nos diferentes atividades de supervisão profissional. Entretanto, os conceitos de supervisão e ética têm conhecido uma evolução de significado, o que se projeta no alargamento da sua abrangência. Para elaboração deste tema recorreu-se a revisão bibliográfica como livros, artigos a cessados nas diferentes plataformas digitais. O tipo de estudo foi qualitativo numa pesquisa bibliográfica. O artigo está dividido em 4 partes sendo, introdução, fundamentação teórica e ou histórica, conclusão e referência bibliográfica. Para ensinar a ensinar é preciso aprender a ensinar e também ao ensinar aprende-se. Todo este processo terá que ter como suporte a supervisão. Pereira (2013) “supervisão pedagógica, ao contrário do que se possa pensar, não está somente relacionada com a formação inicial dos futuros professores, mas também com a formação contínua, necessária para a evolução permanente de um profissional aprendiz, que é o professor.” Na ética profissional, é imprescindível estar sempre bem informado, acompanhando não apenas as mudanças nos conhecimentos técnicos da sua área profissional, mas também nos aspectos legais e normativos. *** Tili patsogolo pa zolemba zachidziwitso, lomwe likufuna kusanthula ndikukhazikitsa lingaliro la kuyang\u27anira ndi mayendedwe aukadaulo, ndi cholinga chofuna kudziwa malingaliro osiyanasiyana ozungulira mutuwo, kufotokoza njira zosiyanasiyana zogwiritsira ntchito machitidwe abwino pantchito zosiyanasiyana zoyang\u27anira akatswiri. . Pakali pano, malingaliro a uyang\u27aniro ndi makhalidwe asintha mu tanthauzo, zomwe zikuwonetseredwa pakukulitsa kukula kwake. Pofuna kumveketsa bwino mutuwu, kuunikanso kwa m\u27mabukuwa kunagwiritsidwa ntchito, monga mabuku, zolemba ndi zofikira pamapulatifomu osiyanasiyana a digito. Nkhaniyi idagawidwa m\u27magawo 4: mawu oyamba, ofotokozera komanso / kapena maziko a mbiri yakale, mawu omaliza ndi zolemba zamabuku. Kuti tiphunzitse mmene tingaphunzitsire, m’pofunika kuphunzira mmene tingaphunzitsire komanso pophunzitsa munthu. Ntchito yonseyi iyenera kuthandizidwa ndi kuyang\u27anira. Pereira (2013) "kuyang\u27anira maphunziro, mosiyana ndi zomwe munthu angaganize, sikungokhudzana ndi maphunziro oyambirira a aphunzitsi amtsogolo, komanso kuphunzitsidwa kosalekeza, kofunikira pakusintha kosatha kwa katswiri wophunzira, yemwe ndi mphunzitsi." M\u27makhalidwe aukadaulo, ndikofunikira nthawi zonse kukhala odziwa bwino, osatsagana ndi kusintha kokha kwa chidziwitso chaukadaulo mdera lanu la akatswiri, komanso pankhani zamalamulo ndi zovomerezeka

    Os fatores que influenciam na escolha dos Cursos de Formação no Ensino Superior, na Faculdade de Economia e Gestão–Beira: Zomwe Zimayambitsa Kusankha Maphunziro Maphunziro mu Maphunziro Apamwamba, Koleji Yazachuma ndi Kayendetsedwe ka – Beira

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    Education in Mozambique is advancing in numbers of institutions offering new courses. Taking this scenario into account, people\u27s educational choices have been the object of study in innovative education. The article was aimed at understanding the factors that influence students in choosing higher education courses offered by Universities. The aim of the article was to verify which are the main factors that influence the choice of course for students of the Faculty of Economics and Management. To respond to the research objectives, a qualitative study was carried out, through a questionnaire applied to the students, containing 11 closed questions, 4 of which related to individual characteristics. Smaller differences were found in the choice of course when comparing the congruence between market research, self-knowledge and money, as influencing factors of the participants, when analyzed. Through the survey response, through the readings, students\u27 choices are related to the influence of market research, as well as economic factors related to the labor market. 138 students participated in the study, of both sexes (49% female and 51% male), aged between 17 and 74 years old, with 103 (75%) studying the accounting and auditing course. The results showed that students are not only concerned with the job market, but also with social value and prestige. In the literature, several studies state that the student suffers from the feeling of indecision and that the family is the one who exerts the greatest influence on the choice of courses. However, the survey showed that most of the students surveyed had already made their professional choice and family is not a decisive factor, but supply and demand in the job market.A educação em Moçambique está avançando em quantidades de instituições com novos cursos oferecidos. Tendo em conta esse cenário, as escolhas educacionais das pessoas têm sido objecto de estudo da educação inovativa. O artigo foi dirigido no intuito de compreender os factores que influenciam os alunos nas escolhas dos cursos superiores oferecidos pelas Universidades. O artigo foi objectivada para verificar quais os principais factores que influenciam na determinação da escolha no curso dos alunos da Faculdade de Economia e Gestão. Para responder aos objectivos da pesquisa, foi realizado um estudo qualitativo, através de questionário aplicado aos alunos, contendo 11 perguntas fechadas, sendo 4, relacionadas com características individuais. Foram encontradas menores diferenças na escolha de curso ao se comparar a congruência entre a pesquisa do mercado, autoconhecimento e dinheiro, como factores influenciadores dos participantes, quando analisado. Através da resposta do inquérito, por meio das leituras, as escolhas dos alunos estão relacionadas com a influência da pesquisa do mercado, bem como os factores económicos relacionados ao mercado de trabalho. Participaram do estudo 138 alunos, de ambos os sexos (49% feminino e 51% masculino), com idades compreendidas entre os 17 e os 74 anos, sendo que 103 (75%) estudavam o curso de contabilidade e auditoria. Os resultados obtidos evidenciaram que os alunos não estão preocupados somente com o mercado de trabalho, mas, também, com valor social e prestígio. Na literatura, vários estudos afirmam que o aluno sofre com o sentimento de indecisão e que a família é quem exerce maior influência nas escolhas dos cursos. No entanto, a pesquisa mostrou que a maioria dos alunos pesquisados já realizou a escolha profissional e a família não é um factor decisivo, mas, sim, a oferta e procura do mercado de emprego. *** Maphunziro ku Mozambique akupita patsogolo m\u27masukulu ambiri omwe amapereka maphunziro atsopano. Potengera izi, zisankho zamaphunziro za anthu zakhala zomwe zimaphunziridwa mu maphunziro aukadaulo. Nkhaniyi inali yofuna kumvetsetsa zinthu zomwe zimakhudza ophunzira posankha maphunziro apamwamba omwe amaperekedwa ndi mayunivesite. Cholinga cha nkhaniyi chinali kutsimikizira kuti ndi zinthu ziti zomwe zimakhudza kusankha kwa ophunzira a Faculty of Economics and Management. Kuti ayankhe ku zolinga zafukufuku, phunziro labwino linachitidwa, kupyolera mufunso lomwe linagwiritsidwa ntchito kwa ophunzira, lomwe lili ndi mafunso otsekedwa a 11, 4 omwe amakhudzana ndi makhalidwe a munthu aliyense. Kusiyanitsa kwakung\u27ono kunapezeka pakusankha kwa maphunziro poyerekezera kugwirizanitsa pakati pa kafukufuku wamsika, kudzidziwitsa nokha ndi ndalama, monga momwe zimakhudzira anthu omwe akugwira nawo ntchito, akafufuzidwa. Kupyolera mu kuyankha kwa kafukufuku, kupyolera mu kuwerenga, zosankha za ophunzira zimagwirizana ndi chikoka cha kafukufuku wamsika, komanso zinthu zachuma zokhudzana ndi msika wa ntchito. Ophunzira 138 adachita nawo kafukufukuyu, amuna ndi akazi (49% akazi ndi 51% amuna), azaka zapakati pa 17 ndi 74, ndi 103 (75%) omwe amaphunzira maphunziro a accounting ndi auditing. Zotsatira zinasonyeza kuti ophunzira samangoganizira za msika wa ntchito, komanso ndi chikhalidwe cha anthu komanso kutchuka. M’mabukuwo, maphunziro angapo amanena kuti wophunzirayo amavutika ndi maganizo odzikayikira ndiponso kuti banja ndi limene limakhala ndi chisonkhezero chachikulu pa kusankha maphunziro. Komabe, kafukufukuyu adawonetsa kuti ambiri mwa ophunzira omwe adafunsidwa adapanga kale chisankho chawo chaukadaulo ndipo banja sichofunikira, koma kupereka ndi kufunikira pamsika wantchito

    Code-switching e code-mixing no uso das línguas bantu em Moçambique: Kucinca-cinca ni kupatanyisela tidimi kucithumiswa tidimi taciLAndi taMosambiki

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    O contacto linguístico envolvendo as línguas bantu e o português criou/cria situações de bilinguismo na sociedade moçambicana. Esta situação propicia a ocorrência de fenômenos linguísticos como a alternância e a mistura de códigos no discurso em língua materna. Neste contexto, o objetivo deste trabalho é examinar, à luz dos princípios teóricos do contacto linguístico, o impacto da língua portuguesa no uso das línguas bantu moçambicanas. O estudo procura identificar as principais unidades ou expressões linguísticas do português introduzidas no discurso em línguas bantu, discutir a (in)conformidades dos produtos da alternância e mistura de códigos e as respetivas consequências no contexto particular de Moçambique. A base empírica é constituída por traduções de frases do português para a língua materna, feitas por falantes de línguas bantu (língua materna) e de português (língua segunda). O estudo qualitativo desencadeado neste trabalho revelou que a língua portuguesa interfere significativamente no uso das línguas bantu. Tal interferência se manifesta através da introdução de elementos e/ou expressões da língua portuguesa nos discursos em línguas nativas dos falantes. A análise de dados indica que elementos como conjunções, numerais, substantivos, sintagmas nominais e verbais do português são recorrentemente introduzidos nos discursos em língua bantu. A alternância e a mistura de códigos obedecem aos princípios da gramática da alternância e são funcionais. Embora a alternância e a mistura de códigos sejam úteis na viabilização da comunicação e revelem a capacidade de convivência entre as línguas e de criatividade dos falantes bilingues, a falta do ensino das línguas bantu coloca-as numa posição de instabilidade e perigo de serem substituídas pelo português. Perante esta situação, recomenda-se que seja adotada uma política linguística que favoreça o seu ensino formal em Moçambique, como forma de promover uma coexistência harmoniosa e duradoura das línguas em contacto, sem que a alternância e a mistura de códigos ameacem nenhuma das línguas. *** Kutshangana ka tidimi taciLandi ni ciPutukezi kumaha titaku kuhumelela vathu vabwabwatako ngu tidimi timbidi mwendo kupinda m’ndani kavahanyi vaMosambiqui. Wudimimbidi wutumbulukisa kucinca-cinca niku patanyisela ka tidimi loko vathu vaci bwabwata tidimi tawe tantumbuluko. Nkongometo wa gondo yiya nguxopaxopa, nahiciwonakaliswa ngu mithetho yoyelani nikutshangana katidimi, m’tamu walidimi laciPutukezi mbimosi vathu vabwabwatako ngutidimi taciLandi taMosambiki. Gondo yiyi yikongometa kuziva mapswi mwendo mitlawa yamapwi aciPutukezi mawuletiswako kawubwabwati nguciLandi, kuxola mazumbela manene mwendo ohambana yasivangwa sakucinca-cinca nikupatanyisela katidimi, nitichachazelo takona ditikoni daMosambiki. Mitlawa yamapswi yithumiswako kagondo yiya ndichamuselo tamapswi yaciPutukezi ngutidiminyana taciLandi. Tichamuselo tiya timahilwe nguvabwabwati vatidimi tantumbuluko taMosambiki ni ciPutukezi (lidimi lawumbidi). Gondo yatshimatshima yiyayingamawa yiwonekisile tito lidimi laciPutukezi lawulelela kawubwabwati nguciLandi. Kutibetabeta ka ciPutukezi kuwonakala ngumamahelo ovabwabwati vethumisa mapswi mwendo mitlawa yamapswi aciPutukezi kawubwabwati ngutidimi tawe tantumbuluku. Wuxopaxopi wuwa wungamaheka wukomba tito sipatanyiso samitlawa yamapswi, tinomboro, matina, mitlawa yotangelwa ngumatina kumweko nimitlawa yotangelwa ngumapswi-kumaha yaciPutukezi nguwona matolovelako kuwuletiswa ka wubwabwati nguciLandi. Kucinca-cinca mwendo kupatanyisela ka tidimi kuwa kuwonekako kumaheka mayelano nimithetho yakona titimahako tito vathu veyengisana. Hambikuwa kucinca-cinca nikupatanyisela mapswi mwendo mitlawa yamapswi simahako kuvathu veyengisana, sicikombisa kufuyana katidimi taciLandi ni ciPutukezi niwumahi wavabwabwati vatidimi timbidi mwendo kupinda, kupwateka ka wugondisi watidimi taciLandi (ngum’talo watona) kutiveka pangoni yotidivalwa mwendo kuyeyiswa. Kamazumbelo awa, kukurumetwa tito kucivekwa mithetho yino sindzisa wugondisi niwugondi watidimi taciLandi sikolwani sotshe saMosambiki, nga mamahelo yokuseketelwa kufuyana kunene kakalakupinduka katidimi titshanganako, kusina phangu ngumhaka yakucinca-cinca mwendo kupatanyisela katidimi totshe

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