Revistas da Unilab (Univ. da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira)
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Cenas das vidas culturais indígena, afro-brasileira, africana e timorense em tempos contemporâneos
Este dossiê reúne artigos que procuram apresentar à sociedade elementos compositores das cenas das vidas culturais indígena, afrobrasileira, africana e timorense em tempos contemporâneos. O dossiê é composto de textos articulares que reúne uma gama de temas que permitem um diálogo francamente transdisciplinar sobre a contemporaneidade dos povos de raiz indígena, afrobrasileira, africana e timorense, apontando um cenário diverso e revelador de modos de como esses povos lidam com os mais diversos desafios e avanços no desenvolvimento social, econômico, cultural, ambiental e educacional, e é nesse sentido que o presente dossiê intenta incidir, reunindo 24 artigos com abordagens, tendências e articulações metodológicas, históricas, epistemológicas, estéticas, hermenêuticas e contextos diversos discutindo os mais variados conjuntos de elementos que compõem o espaço onde as vidas humanas dos mais diversos povos que dão identidade e memória ao Brasil, à África e ao Timor Leste. Os textos articulam temas acadêmicos como literatura, filosofia, cultura, linguística, Sociologia, Direito; e apresentam cenários práticos que atualizam temas como processos de desenvolvimento humano, formação docente, processos de decolonização, enfrentamento à violência sexual de crianças, estudos de organizações festivas pretas na Amazônia, Saneamento básico em países da África, entre outros, colocando na agenda global das pesquisas contemporâneas os processos e trajetos, contextos e narrativas, arranjos institucionais e capacidades estatais, práticas e estratégias associadas ao desenvolvimento das sociedades humanas e as redefinições de seus comportamentos em relação ao meio ambiente, segurança alimentar, mudanças climáticas, democracia, cidadania, expondo questões urgentes como preconceitos, discriminações e intolerâncias frente às diferenças socioculturais; além de promover repensares sobre a relação entre diversidade e desigualdade que persistem em existir entre os povos
O papel do professor diante do bullying na sala de aula nas escolas moçambicanas: Indima Kathisha Phambi Kokuhlukunyezwa Eklasini Ezikoleni Zasemozambica
Este artigo tem como tema o papel do professor diante do bullying na sala de aula nas escolas moçambicanas: estudo de caso da Escola Primária completa Eduardo mondlane-cidade de chimoio. Por isso, o objectivo deste estudo consiste em analisar o papel do professor frente ao bullying, ou seja, analisar a importância do professor no combate e na prevenção ao bullying no cotidiano escolar na Escola Primária Completa Eduardo Mondlane, localizada na cidade de Chimoio, em Moçambique. Metodologicamente, adotou-se uma abordagem qualitativa associada à revisão bibliográfica e as técnicas de entrevista e a observação direta na sala de aula. A entrevista foi aplicada a 05 professoras. A análise das entrevistas realizadas baseou-se na análise de conteúdo, que foi sistematizada. Os resultados obtidos mostraram que para prevenir a ocorrência de bullying na sala de aula, não é necessariamente fundamental que o professor conheça o contexto de bullying e suas consequências, pois o bullying nada mais é do que o desrespeito ao próximo, mas também o professor tem um importante papel na prevenção e combate ao bullying, suas atitudes podem fazer com que o aluno reflita de maneira satisfatória sobre o problema.
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Indikimba yalesi sihloko indima kathisha lapho ebhekene nokuhlukunyezwa ekilasini ezikoleni zaseMozambique: isifundo sesifundo sase-Eduardo Mondlane Primary School edolobheni laseChimoio. Ngakho-ke, inhloso yalolu cwaningo ukuhlaziya indima kathisha lapho ebhekene nobuxhwanguxhwangu, okungukuthi, ukuhlaziya ukubaluleka kukathisha ekulweni nasekuvimbeleni ubuxhwanguxhwangu empilweni yansuku zonke yesikole e-Escola Primaria Complete Eduardo Mondlane, etholakala esifundeni. Idolobha laseChimoio, eMozambique. Ngokwendlela yokwenza, kwamukelwa indlela yekhwalithethivu, ehlotshaniswa nokubuyekezwa kwe-bibliographic kanye namasu okuxoxisana kanye nokubhekwa okuqondile ekilasini. Inhlolokhono ifakwe kothisha abangu-05. Ukuhlaziywa kwezingxoxiswano ezenziwe kwakusekelwe ekuhlaziyeni okuqukethwe, okwahlelwa ngendlela ehlelekile. Imiphumela etholakele ibonise ukuthi ukuze kugwenywe ukwenzeka kokuhlukunyezwa ekilasini, akudingekile ngempela ukuthi uthisha azi umongo wokuhlukumeza kanye nemiphumela yako, njengoba ubuxhwanguxhwangu buyinto nje yokungahloniphi abanye, kodwa futhi uthisha kufanele enze okuthile okubalulekile. indima ekuvimbeleni nasekulweni nokuxhashazwa, izimo zengqondo zabo zingenza umfundi acabangisise ngendlela egculisayo ngenkinga
A variação do uso do pronome obliquo átono na escola de formação de professores de Cabinda-Angola: Mpila n\u27salulu m\u27vinji-lizina li buntu li silili ay lityuka kuna nzó nkanda i ndongusulu mi nlongusu
Tendo em vista o modo como os alunos usavam os pronomes pessoais, pesquisamos, neste artigo, a variação do pronome oblíquo átono, a fim de compreendermos as causas das dificuldades e/ou desvios destes por parte dos alunos. Deste modo, era necessário apresentar as normas que pautassem pelo uso correto da colocação dos pronomes pessoais rectos e oblíquos; destacar, dentre os processos de colocação pronominal, aquele em que os alunos apresentavam maiores dificuldades; propor mecanismos que permitissem aperfeiçoar o ensino da colocação dos pronomes oblíquos átonos com recurso a exercícios devidamente selecionados. Assim, por um lado, selecionamos o método indutivo e dedutivo para fazermos as comparações entre as teorias, leis gerais e chegar às conclusões das fontes puramente formais e, por outro, o método matemático para apresentarmos os dados estatísticos por meio de medidas descritivas, tabelas, gráficos, etc. Vale ressaltar que o inquérito por questionário foi a técnica utilizada para coleta de dados. Portanto, no final, verificamos que os resultados revelavam que do universo de 648 estruturas frásicas propostas, foram assinaladas 218 (33,6%) como sendo corretas e 430 (66,2%) incorretas, o que nos levou a considerar que, de facto, há dificuldades e/ou desvios no posicionamento do pronome oblíquo átono em relação ao verbo.
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Muna mona buna bana ba nzó nkanda ba nsalila m’vinji-mazina ma buntu, tu ntomba, muna bungu ikubu benyaci, muna “Lufyongonono lu M’siku Ut’hululu M’vinji-Lizina li Lusimuku Lutyuka”, bwinji tu zaaba nto i nkakisa voti utyuka mu t’hululu m’vinji-lizina li lusimuku lutyuka mu baw. Bwabuuna, tufwenekene monisa mim’siku mikele muna nt’hululu isulama imi m’vinji-mazina ma buntu masilili, ay matyuka; fyongunina, muna zimpangulu zint’hululu m’vinji-lizina, linani bana ba nzó m’kaanda ba sobulwa ba monisa beene nkakisa; ay bwetula m’salulu invanga kuvisikisa ulonguswa ku nt’hululu imi m’vinji-mazina ma lusimuku matyuka muna sangala ci bisavu bisobulwa bubote. Isalimisi, bwabuuna, lutoombu luzi buuku zi mim’samuni-mpolo benyoi. Bwabuuna, tu zimukini sobula zi nzila mpusulu ay mbaziminu bwindji tu fwanikisa nt’hubulu, minsiku ay kuluka va zi nt’hó zi zabakana ay, kuna nk’honzo inkaka, nzila i matematika bwindji tu monisa mi nvutu mi nt’hangulu muna bitezo bi tsonokunu, biyalu, iswisu cisonikwa, etc. Tu fwenekene sisimisa ti, isangala ci byufu cyaw tu salili muna nk’hongululu beni. Vantwala isafoci, tu fyongonini ti minvutu mimonisa ti mbundulu i 648 mpangulu bikumu bi maambu mafwiku, 218 (33,6%) ba siili bibalu ti byaw bisulama ay 430 (66,2%) byaw bityuka, bwabuuna, tu zimukini ukubika mu nkonga ti, bucyelika, m’kakisa ikeeli muna nt’hululu m’vinji-lizina li lusimuku lu tyuka muna lyambu, ai m’kacika uzimunwa ti bana ba nzó m’kaanda m’kakisa iwoombo ikeyaw muna nt’hululu m’vinji-lizina vana ikaka cimpwasa.
Ovindjomba e olundongo: trafegando entre as danças nyaneka e a cena: Ovindjomba nolundongo: okutunda povinyano viovanyaneka okwenda mocila co teatro
No presente artigo levou-se a cabo um estudo de campo que teve como objectivos centrais descrever e analisar as estruturas das danças nyaneka, a saber: ovindjomba e olundongo. Os nyaneka são povos do Sudoeste de Angola que se dedicam principalmente à criação de gado e agricultura. A dança ovindjomba é executada em momentos de alegria do quotidiano e em momentos de festejo seguintes a rituais de passagem. Já o olundongo, é ambivalente, feito tanto em momentos de alegria como também acontece em ocasiões fúnebres, em especial quando falece um mais velho. No presente estudo apenas olhou-se para o olundongo na sua vertente festiva. Do ponto de vista metodológico, foram feitas filmagens das danças em duas localidades de Quipungo, província da Húila, áreas pertencentes aos subgrupos nyaneka e handa, cujos vídeos foram exibidos a pessoas identificadas como nyaneka noutras regiões da província da Huíla e Cunene; a intenção da exibição dos vídeos era saber se as danças tinham uma dimensão global entre os subgrupos nyaneka, o resultado obtido foi o reconhecimento com os mesmos nomes das danças, excepto na região pertencente ao subgrupo nkhumbi (Cunene). Estabeleceu-se uma ponte entre as danças nyaneka e a prática cénica desenvolvida pelo Bimphadi, grupo angolano de pesquisa em artes cénicas, radicado em Luanda, onde o autor trabalha como actor-pesquisador. A intenção desse trânsito é de ver como trabalhos contemporâneos nas artes cénicas, seja no campo da criação ou ensino, podem se valer das formas de espectáculo anteriores àquelas que nos foram legadas pelo imperialismo e colonialismo ocidentais. A pesquisa constitui-se como pioneira, pois que ovindjomba quanto olundongo nunca mereceram uma atenção especializada em termos de pesquisa como aconteceu com os jogos de combate nyaneka. Tanto ovindjomba como o olundongo existem nos ovimbundu, grupo étnico vizinho dos nyaneka. No entanto, esta pesquisa não abrangeu os ovimbundu.
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Omukanda owu utanga eci caama kovinyano viovanyaneka, ovindjomba nolundongo, ovilinga viaco viahimbikila mokuvitala povanyaneka aveho. Ovanthu ava tutumbula nyaneka ovahona nonongundja viomepia vakala kombwelo yomalio yo Angola. Ovindjomba vinyanwa pohambu no povicite viokupotolua. Olu olundongo lunyanwa povicite no pononambi viovakula vandamba. Pomukanda owu olundongo lwatangua olwo povicite, lwonambi lwasalako. Okupopia eñeni viahonekwa momukanda owu viatangua, ovianyano evi viakatulua ono’vídeo povilongo vivali vioko’Cipungu, ko Wila, pakala ovahanda no vanyaneka, vialekesua ovanyaneka vokovilongo vikwavo, vo mo Wila no Kunene, apo citalue hine ovianyano evio vinyanua kovanyaneka aveho, okupolapo ovankhumbi, ovanthu ovo aveho vaimbuka ovinyano ovio, ngwe omanduko aco vevitumbula hayo. Okutunda povinyano ovio cikatavelua ko cila co mo teatro co Bimphadi, momphangu mutangua ovinyano, ko Luanda, omu muundapa umosoneki womukanda owu. Twahambahamba okutonda konyano ovio okwenda mo Bimphadi, mokutaindja oñgeni cipondolua okuhivilika ovinyano vietu, vina ovinkhulu kwevi viaetua na cikolonya. Catangwa apa oncimbi, catangwakovala evinyano viovanyaneka viokwlua. Ovindjomba nolundogo vili no kovimbundu, powie waco opo, omukanda owu kautange caama kovimbundu.
O muntu e a comunidade: Uma análise descontrutivista do antropocentrismo bantu: The muntu and the community: A deconstructivist analysis of Bantu anthropocentrism
O presente artigo aborda um dos temas mais problemáticos na Filosofia – a intersubjectividade e o individualismo. A pesquisa surge num contexto de exaltação do individualismo no muntu. E o que se questiona é se o muntu é por natureza individualista ou comunitário, olhando para o seu modus vivendi , desde que o muntu é muntu. Assim, o artigo busca encontrar os fundamentos da descontrunção do antropocentrismo concebido hoje comunitário. Entre várias justificações, apresentaremos as guerras etnicas, o regionalismo, o tribalismo ao longo da história; o familiarismo, o amiguismo, o compradismo, tráfico de influência, e outros comportamentos modernos, serão como razões da nossa razão de descontrução daquilo que até hoje se ensina. Usaremos os métodos de abordagens (fenomenológico, hermenêutico, lógico, dedutivo e indutivo) e alguns métodos de procedimentos (histórico, comparativo, funcionalista e estruturalista), por se tratar uma reflexão sócio-filosófica sobre a dimensão social do muntu hoje.
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This article addresses one of the most problematic themes in philosophy – intersubjectivity and individualism. The research arises in a context of exaltation of individualism in the muntu. And what is questioned is whether the muntu is by nature individualistic or communitarian, looking at its modus vivendi, since the muntu is muntu. Thus, the article seeks to find the foundations of the deconstruction of anthropocentrism conceived today communitarian. Among various justifications, we will present ethnic wars, regionalism, tribalism throughout history; familiarism, friendliness, buying, influence peddling, and other modern behaviors, will be as reasons for our reason for the construction of what is still taught today. We will use the methods of approaches (phenomenological, hermeneutic, logical, deductive and inductive) and some methods of procedures (historical, comparative, functionalist and structuralist), because it is a socio-philosophical reflection on the social dimension of the muntu today.
Ancestrais Cantos, Línguas Autóctones em Ecos
A criação poética expressa uma apreciação e valorização das línguas autóctones e dos cantos ancestrais, ressaltando sua importância como símbolos de humanidade e guardiãs da sabedoria ancestral. A segunda parte da poesia ressalta as línguas autóctones como símbolos da humanidade e portadoras de uma sabedoria ancestral profunda. Na terceira a poética destaca o papel das mulheres, minorias e povos indígenas na preservação dessas línguas, desafiando preconceitos e promovendo sua florescência na educação. Já a quarta parte, mostra a prática de celebrar e reverenciar, as vozes ancestrais - sonoridade que promove a inclusão e empoderamento humano e social. Destarte, o poema destaca a importância das línguas autóctones como veículos de preservação cultural, transmissão de saberes ancestrais e expressão identitária. Ademais, a riqueza cultural e chama a atenção para a necessidade de proteger e valorizar essas línguas como patrimônio da humanidade. Além disso, o poema sugere a promoção da inclusão, justiça social e respeito pelos direitos de todos os povos, especialmente mulheres, minorias e povos indígenas
Multiplicada Raízes, Dez Vezes Marataízes
Marataízes é uma cidade localizada no Sul do Espírito Santo (Brasil), conhecida como a "Pérola Sul Capixaba". A cidade é caracterizada por lendas indígenas e pela reverência à Índia Ísis, figura mítica da tribo local. Marataízes possui uma bandeira com as cores amarelo, branco, preto e azul, simbolizando poder, bondade, tranquilidade e identidade, respectivamente. Entre seus pontos históricos, destaca-se o Palácio das Águias, em Barra de Itapemirim, e a antiga Estação Ferroviária. O município é reconhecido pela produção de abacaxi de alta qualidade, conhecido por seu sabor doce e aroma irresistível. A cultura local é rica em lendas e histórias, que encantam tanto os moradores quanto os visitantes. Marataízes é um destino turístico popular, especialmente durante o verão, devido às suas belas praias e atrações turísticas. Além disso, a cidade se destaca nacional e internacionalmente na produção de abacaxi, contribuindo para a economia local. A combinação de cores, sabores e aromas de Marataízes cria uma experiência única para os visitantes, tornando-a um destino atrativo para aqueles que buscam conhecer a cultura e desfrutar das belezas naturais da região
Tradução para xitswa: A ku hlawutela munu wo hanha: A definição de ser humano: contexto e perspectiva
Ka masiko ya nhamwaka, a ku pima ka rangelisisiwa hi kpta ya zwi wotiso zwo hambana-hambana, lezwi zwingota combisa aku kukaratiseka ka mimoya ya vanu wo hanha hi mahanhelo ni wu nhamwaka. A kutikombekisa ku laviwa hi tamu wa vanu, lava zwotle wa fanako. Kambi a wu luleki ga misava ginga kumeka loku yihe kona lhonipho ni munu waku hanha. Ku laveka ku djwala namutlha a kuva ma kumeka masimu ya mandziko, laha munu waku hanha angave a kulisiwa na a tiva ma mamahelo ka ndawu yakwe. Helha ka lezwo, a ku ti nhimisela ka munu wo hanha kulava ku yena wutsumbu a rangisa a tlanganu ni wunene ka wanu. A mukwepa lowu wu mahiwa himi pimiso, ndzene ka landziselo wa mabuko.
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No quotidiano da comunidade, a moral encontra momentos de questionamento porque o espírito humano vive em encruzilhadas e incertezas. A luta pelo estatuto e pela representação individual é forte. O propósito de justiça universal é o respeito pelo ser humano. É necessário conceber o contexto actual para melhor interpretar os possíveis futuros do ser humano enquanto um sujeito de acções e de posições num contexto específico. Ademais, o seu posicionamento deve ser em prol do Bem-Comum. O Artigo é fundamentalmente teórico como um aporte bibliográfico, cujo método empregado foi o hermenêutico.
 
Conceptual frame work in modern research: Estrutura conceitual na pesquisa moderna
The primary objective of this research paper is to introduce a conceptual framework that can serve as a guide for research development in the Field of languages and applied linguistics, particularly in the context of teaching at higher education. This conceptual framework was devised by doctoral students during the early stages of their research. One of the key aims of the conceptual framework is to help Doctorate students grasp the significance of having a well-defined conceptual framework in research. It enables them to understand how a conceptual framework serves as a foundation for their studies and helps them organize and structure their research effectively. Furthermore, the research paper emphasizes the importance of critically evaluating existing conceptual frameworks in modern research. By engaging in this critical analysis, Doctorate students can identify the strengths and weaknesses of different frameworks and gain insights into how to develop a more comprehensive and dynamic conceptual framework. Another crucial aspect covered in the research paper is the assessment of the impact of a conceptual framework on research outcomes. This text highlights the importance of understanding how a conceptual framework affects research and its outcomes. It states that a research paper aims to provide guidelines for creating and utilizing a conceptual framework, specifically for Doctorate students. The paper includes explanatory texts that explain the theory behind the framework, ensuring a comprehensive understanding of its principles and concepts. Overall, the text presents a conceptual framework for research development in languages and applied linguistics, particularly in the context of teaching at a Higher education.
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O objetivo principal deste artigo de investigação é apresentar um quadro conceptual que possa servir de guia para o desenvolvimento da investigação na área das línguas e da linguística aplicada, nomeadamente no contexto do ensino no ensino superior. Esta estrutura conceitual foi desenvolvida por estudantes de doutorado durante os estágios iniciais de sua pesquisa. Um dos principais objetivos da estrutura conceitual é ajudar os alunos de doutorado a compreender a importância de ter uma estrutura conceitual bem definida na pesquisa. Permite-lhes compreender como um quadro conceptual serve de base para os seus estudos e ajuda-os a organizar e estruturar a sua investigação de forma eficaz. Além disso, o artigo de pesquisa enfatiza a importância de avaliar criticamente as estruturas conceituais existentes na pesquisa moderna. Ao se envolverem nesta análise crítica, os estudantes de doutorado podem identificar os pontos fortes e fracos de diferentes estruturas e obter insights sobre como desenvolver uma estrutura conceitual mais abrangente e dinâmica. Outro aspecto crucial abordado no artigo de pesquisa é a avaliação do impacto de uma estrutura conceitual nos resultados da pesquisa. Este texto destaca a importância de compreender como uma estrutura conceitual afeta a pesquisa e seus resultados. Afirma que um trabalho de pesquisa visa fornecer diretrizes para a criação e utilização de uma estrutura conceitual, especificamente para estudantes de doutorado. O artigo inclui textos explicativos que explicam a teoria por trás do quadro conceitual, garantindo uma compreensão abrangente de seus princípios e conceitos. No geral, o texto apresenta um quadro conceptual para o desenvolvimento da investigação em línguas e linguística aplicada, particularmente no contexto do ensino e extensão no ensino superior.
 
O acontecimento midiático em "Polícia federal: a lei é para todos"como efeito de repetibilidade da corrupção
Este artigo tem como objeto de investigação o filme “Polícia Federal: a Lei é para todos”, à luz dos conceitos de acontecimento, memória e os efeitos de sentido. Uma questão norteadora é: Como a película é configurada como um acontecimento e quais os sentidos atribuídos a corrupção por meio da repetibilidade? Para a resolução desse questionamento, circunscrevemo-nos aos pressupostos teórico/metodológicos da Análise do Discurso, através do batimento de descrição/interpretação. E os efeitos de repetibilidade da corrupção servem como mecanismo de persuasão a fim de convencer o telespectador de determinadas ideias acerca do Brasil, além de que o mal afeta o Poder Público. Tais argumentos construídos e transvestidos de verdade e mentiras apagam o fato de que, conforme aponta Jessé Souza (2017), a origem do Brasil está inerentemente ligada ao sistema escravocrata presente nos dias atuais através da divisão de classe. Portanto, na película pode ser compreendida como acontecimento conforme a concepção apresentada pela Análise do Discurso, pois construiu-se enquanto obra cinematográfica e reproduziu um acontecimento se fazendo como tal. Assim, este estudo é de cunho qualitativo, descritivo e interpretativo, conforme a própria metodologia da Análise do Discurso