Revistas da Unilab (Univ. da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira)
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O papel da educação na preservação da cultura moçambicana num mundo globalizado
Summary
Chinyorwa chino chinotaura nezvebasa guru redzidzo mukuchengetedza tsika dzeMozambiki takatarisana nematambudziko ari kukonzerwa nekudyidzana kwenyika dzepasi rose. Nekukurumidza kufambira mberi kwekudyidzana kwepasi rose, Mozambique yakatarisana nekuchinja kukuru kwetsika kunogona kukanganisa kuzivikanwa kwenyika uye kusiyana kwetsika. Dzidzo inoita basa rakakosha mukusimudzira ruzivo rwetsika, kusimbisa kuzivikanwa kwenyika uye kukoshesa tsika nemitauro yeMozambique. Muchidzidzo chino, tinoongorora kuti dzidzo inogona sei kuva chinhu chinoshanda mukuchengetedza tsika nemagariro, zvichiita kuti vagari vemunyika vakwanise kutarisana nemafungiro epasi rose. Tsvakurudzo iyi mhedzisiro yefungidziro yedzidziso, kubva pawongororo yezvinyorwa zviripo. Nzira yakagamuchirwa ndeyekutsvagisa zvinyorwa zvebhaibheri, nerutsigiro rwedzidziso rwunotsigirwa nemienzaniso yechimiro chefungidziro chinotaridza zviri mukati mechidzidzo chiri kutariswa.Muchidimbu, dzidzo inoita basa rakakosha mukuchengetedza tsika dzeMozambiki munyika yepasi rose. Kuburikidza nenzira yedzidzo inobatanidza zvinyorwa zvetsika muzvidzidzo uye inokurudzira kuremekedzwa kwekusiyana-siyana, zvinokwanisika kuve nechokwadi chokuti zvizvarwa zvinotevera zvinokoshesa uye kukoshesa hupfumi hwetsika dzeMozambique. Pamusoro pezvo, kushandiswa kwakakodzera kwemichina kunogona kuwedzera chiyero chekuedza uku, zvichibatsira mukuzivikanwa kukuru uye kukoshesa tsika dzeMozambican padanho renyika nepasirese. Nekudyara mudzidzo sesimba rinotyaira kuchengetedza tsika, Mozambique ichave ichivaka ramangwana rakasimba rakabatana nemidzi yemadzitateguru ayo.
Keywords: Dzidzo, tsika dzeMozambican, kudyidzana kwepasi rose uye kuchengetedza tsikaEste artigo aborda o papel fundamental da educação na preservação da cultura moçambicana diante dos desafios impostos pela globalização. Com o rápido avanço da globalização, Moçambique enfrenta mudanças culturais significativas que podem ameaçar a identidade nacional e a diversidade cultural. A educação desempenha um papel crucial na promoção da consciência cultural, no fortalecimento da identidade nacional e na valorização das tradições e línguas moçambicanas. Neste estudo, analisamos como a educação pode ser um agente ativo na preservação cultural, capacitando os cidadãos a enfrentarem as influências globais de maneira crítica e construtiva. Em suma, a educação desempenha um papel crucial na preservação da cultura moçambicana em um mundo globalizado. Através de uma abordagem educacional que integre conteúdos culturais nos currículos e que promova o respeito pela diversidade, é possível garantir que as gerações futuras apreciem e valorizem a riqueza cultural de Moçambique. Além disso, o uso adequado da tecnologia pode ampliar o alcance desses esforços, contribuindo para uma maior conscientização e valorização da cultura moçambicana no âmbito nacional e internacional. Ao investir na educação como uma força motriz para a preservação cultural, Moçambique estará construindo um futuro sólido e conectado com suas raízes ancestrais. Quanto à metodologia a presente pesquisa é fruto de uma reflexão teórica embasada na pesquisa bibliográfica. Neste tipo de pesquisa, o foco principal está na consulta e análise de fontes bibliográficas, como livros, artigos científicos, teses, documentos governamentais, relatórios e outras publicações relevantes relacionadas ao tema em que se preza abordar
Tipos e géneros de textos: (re) lendo os manuais de LP da 7.ª, 8.ª e 9.ª classes
O presente trabalho apresenta uma reflexão sobre os tipos e géneros de textos baseada em diversos autores que permitiu a análise do contexto atual das sociedades e suas culturas, que influenciam as formas de comunicação que engendram a variação de textos em uso. Tem-se como propósito de estudo caracterizar os tipos e géneros de textos apresentados nos manuais de língua portuguesa da 7.ª, 8.ª e 9.ª classes em comparação com as tendências linguísticas atuais. A classificação de tipos e géneros de textos está ancorada na Linguística Textual de Adam (2008) e em diversos autores como Costa (2010), Coutinho e Jorge (2019), Ducrot e Todorov (2007), entre outros. O trabalho segue o paradigma construtivista (qualitativo) e para o alcance do objetivo ora proposto foi preciso utilizar como técnicas a observação, descrição e comparação. Os principais resultados espelham que, para além da integração do romance como um tipo de texto narrativo e não como género, observa-se também que o uso da expressão tipologias textuais não apresenta a semântica que caracterizasse os tipos de textos tal como refere a literatura consultada, mas sim remete à visão de subcategorias do texto narrativo. Os géneros de textos, às vezes, são utilizados no lugar de tipos e, às vezes, os tipos no lugar de géneros, o que remete à necessidade de atualização de conteúdos de modos a que venham a se adequar às novas tendências linguísticas de classificação.
A globalização e a identidade nacional dilemas e constrangimentos na criação de uma identidade forte e representativa em Moçambique: Ndzavisiso wa misava na vutlhokovetseri bya rixaka: swiphiqo na swiphiqo eka ku tumbula vuxokoxoko bya matimbe na ku yimela emozambique
Abstract: Globalization, a phenomenon that permeates the cultural, economic and social aspects of the contemporary world, plays a significant role in the formation and maintenance of Mozambique\u27s national identity. This article analyzes the dilemmas and constraints faced in the search for a strong and representative national identity in a context of increasing globalization. The study is based on a comprehensive literature review to understand the extent of globalization in the current scenario and its direct influence on the experiences and perception of identity of the Mozambican population. Furthermore, key elements that outline Mozambican national identity and the changes that have occurred due to increasing globalization are identified. We identify that globalization brings opportunities and challenges to Mozambique\u27s national identity. On the one hand, globalization promotes cultural and economic interconnection, enabling the exchange of ideas and cultural influences. On the other hand, there is a risk of cultural homogenization, loss of traditional values and dependence on external influences. Additionally, we explore how globalization affects the Mozambican economy, addressing issues such as foreign investment, international trade and migration. These factors have direct impacts on national identity, as they shape the socioeconomic conditions and opportunities available to Mozambicans. We conclude that, to create a strong and representative national identity in Mozambique, it is essential to embrace cultural diversity and the economic opportunities offered by globalization, while preserving local values and traditions. It is a complex challenge, but fundamental to building a resilient national identity in an increasingly globalized world.
Keywords: culture, globalization, identity, strong identity, Mozambique.A globalização, um fenômeno que permeia os aspetos culturais, econômicos e sociais do mundo contemporâneo, desempenha um papel significativo na formação e na manutenção da identidade nacional dos Estados. Este artigo busca analisar os dilemas e constrangimentos enfrentados por Moçambique, na busca por uma identidade nacional forte e representativa em um contexto de crescente globalização. O estudo parte de uma revisão bibliográfica abrangente para compreender a extensão da globalização no cenário atual e sua influência direta nas experiências e na percepção de identidade da população moçambicana, no presente e as perspectivas futuras do evento, que se mostra dinâmico. Identificaram-se elementos-chave que delineiam a identidade nacional moçambicana e as mudanças percebidas que ocorreram devido à crescente “globalização”, das nações ao longo do mundo. O estudo percebeu que a globalização traz oportunidades e desafios para a identidade nacional de Moçambique, pois, por um lado, ela promove a interconexão cultural e econômica, possibilitando a troca de ideias e influências culturais, por outro lado, há o risco de homogeneização cultural, perda de valores tradicionais e dependência de influências externas. Além disso, o artigo exploramos como a globalização afeta a economia moçambicana, abordando questões como investimento estrangeiro, comércio internacional e migração e, apercebemo-nos que estes fatores têm impactos diretos na identidade nacional, à medida que moldam as condições socioeconômicas e as oportunidades disponíveis para os moçambicanos. Conclui o estudo que, para criar uma identidade nacional forte e representativa em Moçambique, é essencial abraçar a diversidade cultural e as oportunidades econômicas oferecidas pela globalização, ao mesmo tempo em que se preservam os valores e tradições locais. É um desafio complexo, mas fundamental para a construção de uma identidade nacional resiliente em um mundo cada vez mais globalizado onde prevalece a lei do mais forte.
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Ku hlanganisiwa ka misava hinkwayo, xiendlakalo lexi hangalakeke eka swiyenge swa ndhavuko, ikhonomi na ntshamiseko wa misava ya manguva lawa, xi tlanga xiave lexikulu eka ku vumbiwa na ku hlayisa vutivi bya rixaka bya Mimfumo. Atikili leyi yi lava ku xopaxopa swiphiqo na swipimelo leswi Mozambhiki ri langutaneke na swona eku laveni ka rona vutivi bya rixaka lebyi tiyeke na lebyi yimelaka eka xiyimo xa ku andza ka ku hlanganisiwa ka misava hinkwayo. Dyondzo yi sungula eka nkambisiso lowu heleleke wa bibliyografiki ku twisisa mpimo wa ku hlanganisiwa ka misava hinkwayo eka xiyimo xa sweswi na nkucetelo wa kona wo kongoma eka mintokoto na mavonelo ya vutivi bya vaaki va Mozambique, eka mavonelo ya sweswi na ya nkarhi lowu taka ya xiendlakalo lexi, leswi swi tikombaka swi ri na matimba. Swilo swa nkoka swi hlawuriwile leswi hlamuselaka vutivi bya rixaka ra Mozambique na ku cinca loku voniwaka loku humeleleke hikwalaho ka ku andza ka “ku hlanganisiwa ka misava hinkwayo” ka matiko emisaveni hinkwayo. Dyondzo yi kumile leswaku ku hlanganisiwa ka misava hinkwayo swi tisa swivandlanene na mintlhontlho eka vutivi bya rixaka ra Mozambhiki, tani hi leswi, hi tlhelo rin’we, swi tlakusaka vuhlanganisi bya ndhavuko na ikhonomi, leswi endlaka leswaku ku cincana ka miehleketo na minkucetelo ya ndhavuko, hi tlhelo rin’wana, ku na khombo ra ku fana ka ndhavuko, ku lahlekeriwa hi mimpimanyeto ya ndhavuko na ku titshega hi minkucetelo ya le handle. Ku ya emahlweni, atikili yi lavisisa hilaha ku hlanganisiwa ka misava hinkwayo ku khumbaka ikhonomi ya Mozambique hakona, ku langutana na timhaka to fana na vuvekisi bya matiko mambe, mabindzu ya matiko ya misava na ku rhurha, naswona ha lemuka leswaku swilo leswi swi na nkucetelo wo kongoma eka vutivi bya rixaka, tanihileswi swi vumbeke swiyimo swa ikhonomi ya vaaki na minkarhi leyi nga kona eka vaaki va le Mozambique. Dyondzo yi gimeta hi leswaku, ku tumbuluxa vutivi bya rixaka lebyi tiyeke no yimela eMozambhiki, i swa nkoka ku amukela ku hambana ka mindhavuko na swivandlanene swa ikhonomi leswi nyikiwaka hi ku hlanganisiwa ka misava hinkwayo, loko hi ri karhi hi hlayisa mimpimanyeto na mindhavuko ya ndhawu. I ntlhontlho lowu rharhanganeke, kambe wa xisekelo eka ku akiwa ka vutivi bya rixaka lebyi tiyiselaka eka misava leyi yaka yi va ya misava hinkwayo laha nawu wa lava tiyeke swinene wu fumaka
A educação ambiental um estudo com professores e alunos das escolas do ensino primário (1 de junho de Namacunde) e do ensino médio (Magistério de Namacunde) escolas pertencentes na Província do Cunene em Angola: Outekudingonoko: epekaapko kovahongifikola nosho yo kovahognwafikola voMeefikola dondodo yote (1 de junho de Namacunde) nondodo yopokati (Magistério de Namacunde) e enhele dehongo moshitopolwa sha Cunene moAngola
A Educação Ambiental tem o objetivo de preparar a sociedade para compreender a dimensão do meio ambiente, entendendo a relação entre o homem e a natureza. O presente artigo tem como tema a educação ambiental : um estudo com professores e alunos das escolas do ensino primário ( 1 de junho de namacunde/cunene) e do ensino médio (magistério de namacunde/cunene), descrevendo o seu contexto histórico.
Os diversos problemas ambientais causados pela ação antrópica exigem uma mudança de pensamento, comportamento e hábitos dos indivíduos. A conscientização a respeito da importância de preservar o meio ambiente e os recursos naturais faz-se mais que necessária, e é através da Educação Ambiental que este objetivo pode ser alcançado. Este artigo aborda a Educação Ambiental como base para a conscientização dos indivíduos em sua formação enquanto educandos. A pesquisa foi realizada em duas escolas uma do Ensino Primário e outra do Ensino Médio, onde foram verificados dois aspectos: as atividades pedagógicas utilizadas pelos professores, voltadas para a Educação Ambiental, e a visão dos alunos acerca do tema. Para coleta de dados foram elaborados dois questionários, um aplicado nos professores, contendo seis perguntas abertas e fechadas, e outro questionário aplicado nos alunos de três turmas (dois da 5ªClasse, com idades entre 12 e 14 anos, sete da 10ªClasse, com idades entre 15 e 18 anos e doze da 12ªClasse, com idades entre 17 e 23 anos, que abordaram a compreensão de forma geral em relação ao tema, e suas atitudes e hábitos diários. A partir dos resultados obtidos, constatou-se que os professores demonstraram dificuldade em trabalhar a Educação Ambiental de forma ativa na escola, e isso ocorre devido a vários fatores, incluindo falta de capacitação na área, falta de investimentos financeiros para realização de projetos.
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EXUPIPIKO
Outekudingonoko ou na elalakano loku longikida ovanhu opo vashiive efikamepo lao, tava u uduko ekwatafano li li pokati komunhu noushitwe. Omushangwapekapeko ou, ou li koshi yoshikalimo tashi ti, Outekudingonoko: epekapeko la kwatela mo ovahongifikola novahongwa vomeefikola dondodo yotete (1 de Junho de Namacunde-Cunene) nehongo lopokati ( Magistério de Namacunde-Cunene) taku shangwa pandjokonona yado kombinga yoshikalimo. Omaudjuu eli li noku li a etifwa koilonga yopaunhu otaa indile e elundululo lomadilaadilo, omaluumbato osho yo omikalo ndjiikilile domunhu keshe. Eliile mo lina ko nasha noku kwatela po Omudingonoko noukwaushitwe aushe, ola pumbuwa unene. Lo elalakano eli o li na oku wanifwa po ashike pautekudingonoko. Omushangwapekapeko ou otau popi kombinga youtekudingonoko, wa talwako ngaashi efina lafimana leudifeko lovanhu mehongo. Epekaapeko eli, ola ningwa meenhele dehongo ( meeshikola) di li mbali. Imwe oyondodo yotete ikwao eyehongo lopakati, omo mwa monika oinongononwa ili ivali: oilonga yovahongifikola ya kwatela mo outekudingonoko neudeko lovahongwa kombinga yoshikalimo. Opo nee epekaapeko li wanifwe po, opa longikidwa emikandapekapekifo dili mbali, umwe owa nuninwa ovahongifikola u na omapulo ambwalangadja naakwao aidilwa, aeshe kumwe eli atano na limwe, naakwao anuninwa yo ovahongwafikola veengudu nhatu ( vavali vondodo 5^, vepupi lili pokati keedula 12 needula 14; veli vatano na vavali vondodo 10^ pokati keedula 15 needula 18; na vakwao veli omulongo na vavali, veedula dili pokati 17 fiyo 18, va vanyamukula pauhapu eudeko lavo loshikalimo, pamikalondjikilile davo dakeshefiku. Sheli kolelela koyeetwapo yepekaapeko eli, okwa kwashilipalekwa kutya, ovahongifikola ova holola omaunghundi moku longa outekudingonoko moshikola shashi inaveshi deulilwa, nosho yo ka pena eyambidido pashimaliwa leete po oikalimo yaama koutekudingonoko
Integração Fonético-Fonológica de Antropónimos Ngangela no Português do Cuando Cubango: Kutsinga lisoneko ha kuhandeka na kutumbula mazina a vantu mu ngangela mu Putu ya Kwandu na Kuvangu
This article studies, taking into account the principles of structuralist phonology, the way in which the anthroponyms ngangela are integrated into the Portuguese produced in Cuando Cubango (PCC), with a view to contributing to the phonetic-phonological characterization of Angolan Portuguese (PA). . The aim is, in general, to describe, phonetically and phonologically, the variant of Portuguese from Cuando Cubango with a view to the dialectological characterization of Portuguese from Angola and, specifically, (i) to identify and classify the sounds (phones) of the ngangela anthroponyms integrated into the PCC; (ii) identify the phonemes realized in the ngangela anthroponyms integrated in the PCC and (iii) characterize the phonological behavior of the segments (phonemes) that constitute the ngangela anthroponyms integrated in the PCC. To carry it out, the corpus constructed by Tchimbali (2017) was reused to analyze anthroponyms in the Ngangalá language. This is, therefore, a study, from a methodological point of view, in which documentary research of secondary sources was used as a technique to achieve the objectives (Marconi & Lakatos, 2010).The result was (i) the construction of a Table with the phonetic identification and classification of the vowel sounds of anthroponyms; (ii) the construction of a Table with the phonetic identification and classification of consonant sounds and (iii) the presentation or construction of a Table with the phonological transcriptions of anthroponyms. It was generally observed that the Ngangela anthroponyms are integrated into the PCC, sometimes preserving the phonetic-phonological structure of Ngangela and sometimes adapting to the structure of LP (Standard variant).En este artículo, teniendo en cuenta los principios de la fonología estructuralista, se estudia la forma en que los antropónimos nangela se integran en el portugués realizada en Cuando Cubango (PCC), con miras a contribuir a la caracterización fonético-fonológica del portugués angoleño ( PA). El objetivo es, en general, describir fonética y fonológicamente la variante portuguesa de Cuando Cubango con vistas a la caracterización dialectológica del portugués angoleño y, específicamente, (i) identificar y clasificar los sonidos (fones) de los antropónimos nngela integrados al PCC; (ii) identificar los fonemas formados en los antropónimos Ngangela integrados en el PCC y (iii) caracterizar el comportamiento fonológico de los segmentos (fonemas) que comprenden los antropónimos Ngangela integrados en el PCC. Para llevarlo a cabo se reutilizó el corpus construido por Tchimbali (2017) para el análisis de antropónimos en lengua ngangala.Se trata, por tanto, de un estudio, desde el punto de vista metodológico, en el que se utilizó la investigación documental de fuente secundaria como técnica para alcanzar los objetivos (Marconi & Lakatos, 2010). El resultado fue (i) la construcción de una Tabla con la identificación y clasificación fonética de los sonidos vocálicos de antropónimos; (ii) la construcción de una Tabla con la identificación fonética y clasificación de sonidos consonánticos y (iii) la presentación o construcción de una Tabla con las transcripciones fonológicas de antropónimos. Se observó, en general, que los antropónimos de Ngangela forman parte del PCC, preservando a veces la estructura fonético-fonológica de Ngangela y a veces adaptándose a la estructura de LP (variante estándar).Dans cet article, en tenant compte des principes de la phonologie structuraliste, on étudie la manière dont les anthroponymes ngangela sont intégrés dans le portugais réalisé en Cuando Cubango (PCC), en vue de contribuer à la caractérisation phonétique-phonologique du portugais angolais ( AP) . L\u27objectif est, en général, de décrire, phonétiquement et phonologiquement, la variante portugaise du Cuando Cubango en vue de la caractérisation dialectologique du portugais angolais et, spécifiquement, (i) identifier et classer les sons (téléphones) des anthroponymes ngangela intégrés au PCC ; (ii) identifier les phonèmes constitués dans les anthroponymes Ngangela intégrés au PCC et (iii) caractériser le comportement phonologique des segments (phonèmes) composant les anthroponymes Ngangela intégrés au PCC. Pour le réaliser, le corpus construit par Tchimbali (2017) a été réutilisé pour l’analyse des anthroponymes en langue Ngangala. Il s\u27agit donc d\u27une étude, d\u27un point de vue méthodologique, dans laquelle la recherche documentaire à partir d\u27une source secondaire a été utilisée comme technique pour atteindre les objectifs (Marconi & Lakatos, 2010). Le résultat a été (i) la construction d\u27une table avec l\u27identification phonétique et la classification des voyelles des anthroponymes ; (ii) la construction d\u27un Tableau avec l\u27identification phonétique et la classification des consonnes et (iii) la présentation ou la construction d\u27un Tableau avec les transcriptions phonologiques des anthroponymes. Il a été observé, de manière générale, que les anthroponymes Ngangela font partie du PCC, préservant tantôt la structure phonétique-phonologique du Ngangela et tantôt s\u27adaptant à la structure du LP (variante Standard).Estuda-se, neste artigo, tendo em conta os princípios da fonologia estruturalista, o modo como os antropónimos ngangela integram no Português realizado no Cuando Cubango (PCC), com vista a contribuir-se na caraterização fonético-fonológica do Português Angolano (PA). Pretende-se com o mesmo, de modo geral, descrever, fonético e fonologicamente, a variante do Português do Cuando Cubango com vista à caraterização dialetológica do Português de Angola e, de modo específico, (i) identificar e classificar os sons (fones) dos antropónimos ngangela integrados no PCC; (ii) identificar os fonemas realizados nos antropónimos ngangela integrados no PCC e (iii) caracterizar o comportamento fonológico dos segmentos (fonemas) constituintes dos antropónimos ngangela integrados no PCC. Para a sua realização, reutilizou-se o corpus construído por Tchimbali (2017) para a análise dos antropónimos da língua ngangela. Trata-se, assim, de um estudo, do ponto de vista metodológico, no qual se usou, como técnica para a concretização dos objectivos, a pesquisa documental de fonte secundária (Marconi & Lakatos, 2010). Obteve-se como resultado: (i) a construção de um quadro com a identificação e classificação fonéticas dos sons vocálicos dos antropónimos; (ii) a construção de um quadro com a identificação e classificação fonéticas dos sons consonânticos e (iii) a apresentação ou construção de um quadro com as transcrições fonológicas dos antropónimos. Observou-se, de modo geral, que os antropónimos ngangela integram no PCC, ora conservando a estrutura fonético-fonológica do Ngangela ora adaptando-se às estruturas da LP (variante padrão).
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Mu cinazeko eci twasela kulilongesa kulyevi, via twasela kuhandeka muye mo vavisungamesa, vati mazina a mu ngangela alikuata na putu kuno kumuhato wa kwandu na kuvangu (KK), linga akwaseko vati mutwasela kusoneka na kuhandeka iputu ya mu Angola (PA). Cipande mo kemo vene motwasela kuhitulula ca kusoneka, mu kusoneka na kuhandeka kwa muyati wa ipuptu ya kwandu na kuvangu, linga tutepese vwino aa malaka atiamena ku iputu ya Angola, (i) ngeci muvaitepa, kutantekeyesa luhwa na kutepesa kwa mihuku ya zindaka za mazina avantu ava ngangela vakala mu kwandu na kuvangu, (ii) kuhilula visonekesa vyalikwata na mazina ava ngangela vakala mu kwandu na kuvangu na (iii) Kutepesa cihwa ca handekesi kwa visoneka vya likwata ku moya naa mazina amulilaka lya ngangela kutsinga mu putu ya Kwandu na Kuvangu. Linga vipwemo tu sikula visoka vya mwlongisi Tchimbali (2017) kukale kuhilula vulimbulwilo vwa mazina a mu lilaka lya ngangela. Tuli kuhandeka lilongeso na vunongo ha vwino vwa vilongesa, vya kevyo vya vanakwama navyo mu kupwisamo vya vatumbika vakwa ku konka ngeci mwa (Marconi & Lakatos, 2010). Mu vilongeso evi tuwana mo zintsongo zimoya (i) ha kutungisa na kutantekeyesa luhwa na kutepesa kwa kusoneka ei mihuku ya zindaka za mazina a vantu ava ngangela, (ii) mu kutunga mu cihwa cikonka na kuhilula hadakesi ya meyu ha kutumbula kwa mazina ava vantu. Na (iii) ku lekesa na visoneka ca vulimbulwilo lwa mazina avantu ndi co kutungisa kwa kuswamesa mu kuhandeka kwa mazina a vantu. Va nahilula ha mazina a ngangela atava kwatsinga mu putu ya kwandu na kuvangu muku tala cihwa ca handekesi ya ngangela há kulitombola na cihwa caputu ya livando lya handekesi
Fazer literário na Guiné-Bissau: apontamentos
The article analyzes the development of written literature in Guinea-Bissau, highlighting the historical and linguistic challenges faced by the country. The Portuguese colonization, which began in 1446, left a legacy of resistance on the part of the local population, which impacted the educational and cultural progress of the region. Although Portuguese is the official language, only a small part of the population communicates in it daily, with the use of Guinean Creole and other local languages prevailing. Written literature in Guinea-Bissau had a late start, mainly due to the lack of standardization of Creole and the lack of investment in bookstores, publishers and education. Despite a rich tradition of orature, the transition to writing was hampered by these factors, resulting in limited literary production, especially in local languages. The text also addresses the different phases of Guinean poetry, which was initially deeply rooted in the liberation struggles and the fight against colonialism. Poets such as José Carlos Schwarz used poetry as a tool of cultural and political resistance during the 1970s. However, in recent decades, Guinea-Bissauan literature has gradually shifted towards a more introspective and lyrical style, addressing everyday issues such as poverty and social challenges of the nation.Fassi Literariu na Guiné-Bissau: Apontamentu
RESUMO[1] - Crioulo da Guiné-Bissau
Na artigu "Fassi Literariu na Guiné-Bissau: Apontamentu", otoris trata de disinvolvimentu de literatura na Guiné-Bissau, nundé ké mostra disafius istorikus i linguistikus ku é odja na pais. Kolonizasson purtuguis, ku kumsa na 1446, i dissa marka de rizistensia pa ladu de pupulasson di la, ku impakta progressu edukassional ku kultural de rigion. N\u27bora purtuguis i lingua ofissial, só um parti pikininu de pupulasson ku tá papial sempri, nundé ki mas tá papiadu kriol guinensi ku utrus linguas de la. Mesmu ku un tradisson riku de oratura, mudansa pa literatura iskrita i difikultadu pa mangas de kussas - suma auzensia de normatizasson de kriol ku falta de investimentu nas livrarias, editoras i na sistema edukativo -, ku rusulta na prudusson literariu inda limitadu, spessialmente na kil ku toka ku prudusson na linguas lokal. Texto tambi fala de alguns ladus de poizias guineensi, ku na kunsada i pudu ba tambi na luta de libertasson i pa kombati kolonialismu. Puetas suma José Carlos Schwarz, na anu de 1970, é usa poizia suma instrumentu de rizistensia kultural i politika. Na ultimus dekadas, literatura guinensi sta na bai um bokadu pa un stilu instrospectivu i liriku, nundé ki tá fala de kussas de dia a dia, suma pobreza ku disafius sociais de pais.
[1] A versão do resumo em crioulo da Guiné-Bissau foi gentilmente elaborada pelos guineenses Maximiliano Correia de Sá e André Ocalco Có. Embora o crioulo guineense ainda não possua uma normatização oficial, a tradução foi realizada com base nas convenções linguísticas mais amplamente empregadas no uso escrito e falado da língua.No artigo "Fazer Literário na Guiné-Bissau: Apontamentos", as autoras tratam do desenvolvimento da literatura na Guiné-Bissau, destacando desafios históricos e linguísticos enfrentados no país. A colonização portuguesa, iniciada em 1446, deixou um legado de resistência por parte da população local, o que impactou o progresso educacional e cultural da região. Embora o português seja a língua oficial, apenas uma pequena parte da população nela se expressa cotidianamente, prevalecendo o uso do crioulo guineense e de outras línguas locais. Mesmo com uma rica tradição de oratura, a transição para a literatura escrita foi dificultada por vários fatores - como a ausência de normatização do crioulo e a falta de investimentos em livrarias, editoras e no sistema educativo -, resultando em uma produção literária ainda limitada, especialmente no tocante à produção em línguas locais. O texto também aborda algumas faces da poesia guineense, inicialmente enraizada nas lutas de libertação e no combate ao colonialismo. Poetas como José Carlos Schwarz, na década de 1970, utilizaram a poesia como instrumento de resistência cultural e política. No entanto, nas últimas décadas, a literatura guineense tem migrado gradualmente para um estilo mais introspectivo e lírico, abordando questões do cotidiano, como a pobreza e os desafios sociais do país.
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Crioulo da Guiné-Bissau
Na artigu "Fassi Literariu na Guiné-Bissau: Apontamentu", otoris trata de disinvolvimentu de literatura na Guiné-Bissau, nundé ké mostra disafius istorikus i linguistikus ku é odja na pais. Kolonizasson purtuguis, ku kumsa na 1446, i dissa marka de rizistensia pa ladu de pupulasson di la, ku impakta progressu edukassional ku kultural de rigion. N\u27bora purtuguis i lingua ofissial, só um parti pikininu de pupulasson ku tá papial sempri, nundé ki mas tá papiadu kriol guinensi ku utrus linguas de la. Mesmu ku un tradisson riku de oratura, mudansa pa literatura iskrita i difikultadu pa mangas de kussas - suma auzensia de normatizasson de kriol ku falta de investimentu nas livrarias, editoras i na sistema edukativo -, ku rusulta na prudusson literariu inda limitadu, spessialmente na kil ku toka ku prudusson na linguas lokal. Texto tambi fala de alguns ladus de poizias guineensi, ku na kunsada i pudu ba tambi na luta de libertasson i pa kombati kolonialismu. Puetas suma José Carlos Schwarz, na anu de 1970, é usa poizia suma instrumentu de rizistensia kultural i politika. Na ultimus dekadas, literatura guinensi sta na bai um bokadu pa un stilu instrospectivu i liriku, nundé ki tá fala de kussas de dia a dia, suma pobreza ku disafius sociais de pais
Interferência da Pronúncia das Palavras na Escrita: uma análise de erros ortográficos, caso dos Alunos da 3ª Classe da EPC de Bato - Maxixe: Kunguenelela kamawulawulela ka magezu Ka kutsalu: kuhlola ka kuphazamu ka matsalela, mhaka ya vagondzi va 3a kalasi va cikola co sangula ni ca wumbiri ca Bhato – Maxixe
The purpose of this paper is to establish continuous or permanent reflections on didactics. It aims to analyze how pronunciation marks can interfere in the writing competence during the teaching and learning process of 3rd grade students at EPC de Bato, located in the Maxixe district of Inhambane Province. Regarding to methodology, in addition to bibliographical research, since the study was developed based on a theoretical framework that focuses on the phenomenon of pronunciation interference in writing, an interdisciplinary approach was chosen, one of the current paradigms of modern science, which took place through the mobilization of descriptive linguistic analyzes for didactic reflections. Data were produced through direct observation, questionnaire, exercise sheet and interview applied to 15 informants (respectively, 4 teachers, 10 students and 1 DAE). After analyzing the data, the results show that there is a tendency, among students, to write words as they are read or articulated. Thus, it immediately occurs in the spelling: the replacement of the less voiced alveolar fricative consonant /s/ by a more voiced /z/ in contexts where it is in the intervocalic position (v – v), the replacement of the vowel /o/ [+arr, - alt and -bx] for /u/ [+arr, +alt] and [-rec, -alt and -bx] for [-rec, +alt] in contexts where it is on the unstressed syllable or at the end of the word; the replacement of the phoneme /s/ by the phoneme /z/ at the end of the syllable, a context in which both are realized as [ʃ]; phenomena that characterize the writing of 3rd grade EPC students in Bato. With these results, the two hypotheses were confirmed: (1) the marks of the pronunciation of words in writing affects negatively the success of the AAP in writing, given the fact that they prove to be the factors affecting in the consolidation of orthographic conventions and, once frequent, can be configured by too much time on student writing; (2) contributes to the difficulty in developing the student\u27s writting competence given the fact that there is no univocal relationship between spelling (graphemes) and performance (phones). Alongside this, we advance strategic suggestions based on a series of consultations, reading, copying, dictation, writing, summaries, syntheses, ordering words to form sentences, to produce and/or to complete stories, word games or crosswords and writing contests.O presente artigo surge no âmbito da necessidade de estabelecer reflexões continuadas ou permanentes sobre a didática e objetiva analisar a forma como as marcas da pronúncia podem interferir na competência de escrita durante o processo de ensino e aprendizagem dos alunos da 3ª classe da EPC de Bato, situada no distrito da Maxixe da Província de Inhambane. Relativamente à metodologia, além da pesquisa bibliográfica, visto que o estudo foi desenvolvido com base num referencial teórico que incide sobre o fenómeno da interferência da pronúncia na escrita, optou-se pela abordagem interdisciplinar, um dos atuais paradigmas da ciência moderna, que se deu por meio da mobilização das análises da linguística descritiva para reflexões didácticas. Os dados foram produzidos através da observação direta, questionário, ficha de exercício e entrevista aplicados a 15 informantes (respetivamente, 4 professores, 10 alunos e 1 DAE). Analisados os dados, os resultados demonstram que há uma a tendência, nos alunos, de escrever as palavras tal como são lidas ou articuladas. Assim, ocorre logo na grafia: a substituição da consoante fricativa alveolar menos /s/ vozeada por mais vozeada /z/ em contextos em que esteja na posição intervocálica (v – v), a substituição da vogal /o/ [+arr, -alt e -bx] por /u/ [+arr, +alt]e [-rec, -alt e -bx] por [-rec, +alt] em contextos em que esteja na sílaba átona ou no fim da palavra; a substituição do fonema /s/ pelo fonema /z/ no final da sílaba, contexto em que ambas se realizam como [ʃ]; fenómenos que caracterizam a escrita dos alunos da 3ª classe da EPC de Bato. Com esses resultados, foram confirmadas as duas hipóteses: (1) as marcas da pronúncia das palavras na escrita influenciam negativamente no sucesso do PEA da escrita, dado o fato de se mostrarem condicionantes na consolidação das convenções ortográficas e uma vez frequentes podem se configurar por muito tempo na escrita do aluno; (2) concorre para a dificuldade de desenvolvimento da competência escrita do aluno dado o fato de entre a grafia (grafemas) e a realização (fones) não haver uma relação unívoca. A par disto, avançamos como sugestões estratégicas em função de uma serie de consultas, a leitura, a cópia, o ditado, a redacção, os resumos, as sínteses, a ordenação de palavras para formar frases, para produzir e/ou para completar histórias, jogos de palavras ou palavras cruzadas e os concursos de escrita.
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Andzima ya tiru lowu wokumeka hilaha ka kulaveka kumaha kuyehleketa kusimamisa hi ka magondzisela, nawukongometa kuhlola a tsamela ga ku amawulawulela makucetelisa kuyini awuzvikoti ga matsalela manene ndzeni ka tiru wakugondza ni kugondzisa ka vagondzi va 3ª kalasi ga cikola ca cigava co sangula ni ca wumbiri ca Bhato, cikumekaku cipandzi citsongwani ca tiko Maxixe ka Cipandzi ca tiku Inhambane. Xungetano hi tindlela ta tiru, kutsika kuhlola ka mabhuku, kota ka ku a gondzo yi andzisilwe hilaha ka kutlhamusela xungetano hi kubeletela ka mawulawulwla ka kutsala, kulangiwile atlhamusela ga madhisipilina yotala, ndlela yinwe ya tigondzo ta nyan’wana, kumahekileku hilaha ka kukuca ka kuhlola ka tigondzo ta tirimi hi kutlhamusela ka kuyehleketa ka magondzisela. Azvikomisu zvimahewilwe hikwalaha ka kucuwukisela ko kumeka, zviwotisu, zvitolovetu zvingamahiwa ka khume tlhanu (15) wa vanyiki va mahungo (hitshamela legi: vagondzisi va mune, khume ga vagondzi e ni murangeli mun’wi wa ta zvigondzo. nazvitlhamuselwe azvikombisu, amihandzu yikombisa lezvaku kuwonwkwla lezvaku, kavagondzi lezvaku vatsala amagezu lezvi magondzisiwaku zvona. hikwalaho, ka kutsala, kuvhaletiwa acipfumawulo /s/ co kala kuvhuma e leci covhuma /z/ loku cikumeka laha cikari ka zvizwatisu zvimbiri (v-v), kuvhaletiwa ka cizwatisu /o/ [+arr, -alt e –bx] hi cizwatisu /u/[+arr, +alt] e [-rec, -alt e –bx] por [-rec,+alt] laha yikumekaku ka cipandzana kugumeseni ka gezu; akuvhaletela ka cizwalinyana /s/ hi cizwalinyana /z/ kugumelweni, laha zontlhe zvizwalisaku kota [ʃ]; zvilo zvingamatshamela ya matsalela ya vagondzi va 3ª kalasi va cikola ca cigava co sangula ni ca wumbiri ca Bhato. Hi mihandzu hi mihandzu leyi kudlunyatisiwilwe a mawonela mambiri : (1) azvikombiso zva mawulawulela ya magezu ka kutsala ma kucetela akuhluwuka ka tiru wakugondzisa ni kugondza ka kutsala, hika tshamela legi hikuwoneka kota cigelo ka kuhluwuka ka mitlhanganu hita wutsali, hi kutolovela zvitatshama hi cikhati co leha ka kutsala ka mugondzi. (2) zvikumeka ka zvikaratu zva kuyandza ka malungelo ya kutsala ka mugondzi hi lezvaku akutsala (letela) ni mawulela (cizwali) kungakumeki kuzwanana kun’we. hikuyelana ni lezvo, hisiya mawonela ya makhinga hitshamela ga kuve hihlolile, kulera, kumaha mufananiso, dhitadhu,kandzakamyu,zvisumo, axaxametu wa magezu kasi kutsala timhaka, kasi kutsala kutani kutatisa matshangu, hlakano wa magezu kutani magezu yakuhandzakanya ni mapalisano ya kutsala
UNIVERSIDADES EM RISCO: REFLEXÕES SOBRE O PAPEL DAS CIÊNCIAS HUMANAS EM REGIMES NÃO-DEMOCRÁTICOS EM ÁFRICA – O CASO DE ANGOLA
As universidades que silenciam seus estudantes e professores diante de injustiças sociais e políticas correm o risco de perder sua relevância e estarão condenadas a desaparecer. As Ciências Humanas, ao longo da história, exerceram e continuam exercendo um papel central na educação da sociedade sobre os perigos iminentes, promovendo conexões entre suas disciplinas e o desenvolvimento social. Essas áreas do saber auxiliam a família, a sociedade e o Estado a compreenderem os riscos de autodestruição e recusam-se a sucumbir ao poder repressivo, propondo políticas alternativas. Contudo, em regimes não democráticos, esses cursos enfrentam constantes ameaças de extinção ou falta de financiamento para pesquisas. Este artigo analisa a relevância das Ciências Humanas nas universidades africanas, com ênfase no contexto de Angola, abordando as tensões entre a formação crítica e as restrições impostas por uma cultura política autoritária. Metodologicamente, trata-se de um estudo de caráter bibliográfico e documental, complementado por gráficos do Afrobarometer, que analisam variáveis como apoio à democracia, satisfação com a democracia e discussões sobre política. Em síntese, o artigo conclui que, em contextos de ausência de democracia, criatividade e liberdades globais, torna-se quase utópico imaginar que as universidades possam manter um compromisso efetivo com a sociedade
Les outils numériques pour favoriser le travail en groupe chez les apprenants non-voyants et voyants en classe de FLE: Digital tools to promote group work among blind and sighted learners in the FLE (French as a Foreign Language) classroom
Les technologies de l’information et de la communication (TIC) sont devenues des éléments essentiels dans le processus d’enseignement et d’apprentissage du français langue étrangère (FLE), car elles offrent des outils numériques adaptés à tous les groupes d’apprenants, leur permettant de travailler ensemble en classe. Dans cet article, nous présentons un projet réalisé à l’École Secondaire Mateus Sansão Mutemba à Beira, au Mozambique. Les participants à ce projet sont des élèves de la onzième et de la deuxième classe (niveau Baccalauréat), dont la mission était de créer un livret sur les monuments historiques de France et du Mozambique. La modalité de travail choisie pour ce projet est le travail en groupe. Le groupe est composé de vingt apprenants, voyants et non-voyants, qui ont travaillé ensemble sur une cyberquête en utilisant l’outil LearningApps afin de produire des exercices interactifs, de promouvoir la collaboration, d’encourager la créativité et d’améliorer leurs compétences en TIC. Le projet a également pour objectif d’inclure tous les élèves, indépendamment de leurs capacités, et de créer un environnement d’apprentissage inclusif et participatif. Les activités prévues comprenaient des recherches en ligne, des présentations multimédias, ainsi que des discussions et des débats en classe afin d’enrichir l’expérience éducative. Les TIC permettent ainsi de surmonter les barrières traditionnelles de l’éducation et d’offrir une formation plus dynamique et engageante pour tous les élèves.
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Information and communication technologies (ICT) have become essential elements in the process of teaching and learning French as a Foreign Language (FLE) because they offer digital tools suitable for all groups of learners to work together in the classroom. In this article, we will present a project that took place at Mateus Sansão Mutemba Secondary School in Beira, Mozambique. The participants in this project are students from the eleventh and second classes (high school level). Their mission is to create a booklet of historical monuments in France and Mozambique. The working method we have chosen for this project is group work. This group consists of 20 students (both sighted and blind) who will work together on a WebQuest using the Learning Apps tool to produce interactive exercises, promote collaboration, encourage creativity, and improve their ICT skills. The project also aims to include all students, regardless of their abilities, and create an inclusive and participatory learning environment. The planned activities include online research, multimedia presentations, as well as classroom discussions and debates to enrich the educational experience. ICT thus allows overcoming traditional educational barriers