Portal de Periódicos Unimontes (Universidade Estadual de Montes Claros)
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A paixão pelo século XIX e o percurso entre Sociologia, Política e História: (entre)vista com Angela Alonso sobre imprensa e movimento abolicionista: The passion for the 19th century and the journey between Sociology, Politics and History: (between)views with Angela Alonso on the press and the abolitionist movement
Interview with Angela Alonso.Entrevista con Angela Alonso.Entrevista com Angela Alonso
A CRIAÇÃO LITERÁRIA SOB A PERSPECTIVA DO ENGAJAMENTO : SARTRE EM QUESTÃO
This article proposes to discuss the relationships between literature and philosophy from the perspective of Jean-Paul Sartre. In this way, we will address questions presented in his work What is literature? (Qu'est ce que la littérature?), published in 1946, among other writings. For Sartre, the meaning of the text is realized in the dialogue between author and reader, with literature being a driving element of reflection and the individual's engagement in society. As an example of this, we will use the short story entitled “The Wall” - belonging to the book of the homonymous title also written by Sartre himself -, and this short story alludes to the action of fascism in the Spanish civil war. The plot of the narrative highlights the experience of awareness of death in the face of war and the recurring irony of the choices made by the prisoner characters, thus highlighting the existentialist traits present in its content, especially with regard to man's relationship with the concept of freedom.Este artigo propõe discutir as relações entre literatura e filosofia a partir da perspectiva de Jean-Paul Sartre. Desse modo, abordaremos questões apresentadas em sua obra Que é a literatura? (Qu'est ce que la littérature?), publicada em 1946, dentre outros escritos. Para Sartre, o significado do texto é efetivado no diálogo entre autor e leitor, sendo a literatura um elemento propulsor da reflexão e do engajamento do indivíduo na sociedade. Como exemplo disso, recorreremos ao conto intitulado “O muro” (“Le mur”) - pertencente ao livro de título homônimo também de autoria do próprio Sartre -, sendo que este conto alude-se à ação do fascismo na guerra civil espanhola. O enredo da narrativa destaca a experiência da consciência da morte diante da guerra e a ironia recorrente das escolhas aspiradas pelos personagens-prisioneiros, evidenciando assim os traços existencialistas presentes em seu conteúdo, sobretudo no tocante à relação do homem com a concepção de liberdade
ENCONTROS COM MANOEL DE BARROS, CORA CORALINA E A FILOSOFIA DA DIFERENÇA COM A ÉTICA DO DEVIR
This article aims to build a prose-conversation between Cora Coralina and Manoel de Barros, in an encounter between Literature and the Philosophy of Deleuze and Guattari. It is an essay marked by the desire to acquire a bridge to make crossings as a becoming in ethics that asks for passage and is made as an art of existences. It addresses a cartography of other worlds and ways of subjectivating, of creating knowledge that depart from the coordinates of the institutionalized rules of art to raise collective enunciation agencies that go beyond the grammar of the baccalaureate culture of Literature. Words are invented, stylize ways of life and make fun with games and cooking. Potency is affirmed by the encounters of bodies and territories that overflow the maps of a geography authorized by the utilitarianism of things and life. Literature and Philosophy walk through nomadisms and enter into connection through blocks of sensations without contemplation because it becomes everyday in becoming.Este artigo tem o objetivo de construir uma conversa-prosa de Cora Coralina com Manoel de Barros, em um encontro da Literatura com a Filosofia de Deleuze e Guattari. É um ensaio marcado pelo desejo de adquirir ponte efetuar travessias como devir na ética que pede passagem e se faz como artes de existências. Aborda-se uma cartografia de mundos outros e modos de subjetivar, de criar saberes que saem das coordenadas das regras institucionalizadas da arte para alçarem agenciamentos coletivos de enunciação que extrapolam a gramática da cultura bacharelesca das Letras. Inventam-se palavras, estilizam modos de vida e fabulam com a brincadeira e o cozinhar. A potência se afirma pelos encontros de corpos e territórios que transbordam os mapas de uma geografia autorizada pelo utilitarismo das coisas e da vida. Literatura e Filosofia caminham por nomadismos e entram conexão por blocos de sensações sem contemplação porque se faz cotidiano em devir
TERRITÓRIOS ÉTNICOS ANCESTRAIS: COSMOPOLÍTICAS DA NATUREZA: ANCESTRAL ETHNIC TERRITORIES: COSMOPOLITICS OF NATURE
This article investigates how nature's cosmopolitics and ancestral ethnic territories offer new perspectives for socio-environmental justice and urbanism. It emphasizes the importance of integrating Indigenous and traditional knowledge into discussions on urbanization and sustainable development, highlighting the symbiotic relationship between nature and humans as an alternative to hegemonic and capitalist approaches, which view nature as a commodity. Social cartography is presented as a tool of resistance, allowing Indigenous and traditional communities to appropriate space and build territories according to their cosmologies. The concept of "forest urbanity" proposes a reconfiguration of cities, inspired by Indigenous practices of harmonious coexistence with nature. The article also discusses how the cultural and spiritual practices of these communities are often ignored in conservation policies, leading to socio-environmental conflicts, especially in protected areas. However, the integration of concepts like "Buen Vivir" and the valorization of sacred natural sites are pointed out as pathways to more just and environmentally balanced cities. In conclusion, the text argues that recognizing ancestral ethnic territories and their cosmopolitics as legitimate forms of knowledge production can transform urbanism, promoting social justice, environmental equity, and sustainability.Este artículo investiga cómo las cosmopolíticas de la naturaleza y los territorios étnicos ancestrales ofrecen nuevas perspectivas para la justicia socioambiental y la urbanidad. Se enfatiza la importancia de integrar los saberes indígenas y tradicionales en las discusiones sobre urbanización y desarrollo sostenible, destacando la relación simbiótica entre la naturaleza y los seres humanos como alternativa a los enfoques hegemónicos y capitalistas, que ven a la naturaleza como mercancía. La cartografía social se presenta como una herramienta de resistencia, permitiendo que las comunidades indígenas y tradicionales se apropien del espacio y construyan territorios de acuerdo con sus cosmologías. El concepto de "urbanidad forestal" propone una reconfiguración de las ciudades, inspirada en las prácticas indígenas de coexistencia armoniosa con la naturaleza. El artículo también discute cómo las prácticas culturales y espirituales de estas comunidades a menudo son ignoradas en las políticas de conservación, lo que resulta en conflictos socioambientales, especialmente en áreas protegidas. Sin embargo, la integración de conceptos como el "Buen Vivir" y la valoración de los sitios naturales sagrados se señalan como caminos hacia ciudades más justas y ambientalmente equilibradas. Al final, el texto concluye que reconocer los territorios étnicos ancestrales y sus cosmopolíticas como formas legítimas de producción de conocimiento puede transformar la urbanidad, promoviendo la justicia social, la equidad ambiental y la sostenibilidad.Este artigo investiga como as cosmopolíticas da natureza e os territórios étnicos ancestrais oferecem novas perspectivas para a justiça socioambiental e a urbanidade. Enfatiza-se a importância de integrar saberes indígenas e tradicionais nas discussões sobre urbanização e desenvolvimento sustentável, destacando a relação simbiótica entre natureza e seres humanos como alternativa às abordagens hegemônicas e capitalistas, que veem a natureza como mercadoria. A cartografia social é apresentada como ferramenta de resistência, permitindo que comunidades indígenas e tradicionais se apropriem do espaço e construam territórios conforme suas cosmologias. O conceito de "urbanidade florestal" propõe uma reconfiguração das cidades, inspirada nas práticas indígenas de coabitação harmoniosa com a natureza. O artigo também discute como as práticas culturais e espirituais dessas comunidades são frequentemente ignoradas em políticas de conservação, resultando em conflitos socioambientais, especialmente em áreas protegidas. No entanto, a integração de conceitos como o "Bem Viver" e a valorização de sítios naturais sagrados são apontados como caminhos para cidades mais justas e ambientalmente equilibradas. Ao final, o texto conclui que reconhecer os territórios étnicos ancestrais e suas cosmopolíticas como formas legítimas de produção de conhecimento pode transformar a urbanidade, promovendo justiça social, equidade ambiental e sustentabilidade
IPVA: explorando cenários para a tomada de decisão quanto à forma de pagamento
The research in this article aims to study models of exploratory activities for the Mathematics Degree, with a focus on Critical Financial Education in Basic Education. According to the recommendations published by the Organization for Economic Cooperation and Development, Critical Financial Education enables the creation of activities based on Learning Environments and the decision-making process, promoting student reflection when analyzing different scenarios. Based on an article published in a widely circulated newspaper about the collection of the Tax on Motor Vehicle Ownership in several states, activities are suggested that aim to prepare students for decision-making regarding the payment of this tax.La investigación de este artículo tiene como objetivo estudiar modelos de actividades exploratorias para la Licenciatura en Matemáticas, con enfoque en la Educación Financiera Crítica en la Escuela Básica. De acuerdo con las recomendaciones publicadas por la Organización para la Cooperación y el Desarrollo Económico, la Educación Financiera Crítica permite la creación de actividades basadas en Entornos de Aprendizaje y el proceso de toma de decisiones, promoviendo la reflexión de los estudiantes al analizar diferentes escenarios. A partir de un reportaje periodístico sobre la recaudación del Impuesto sobre la Tenencia de Vehículos Automotores en varios estados de la República, se sugieren actividades que tienen como objetivo preparar a los estudiantes para tomar decisiones respecto al pago de este impuesto.A pesquisa deste artigo objetiva estudar modelos de atividades exploratórias para a Licenciatura em Matemática, com enfoque na Educação Financeira Crítica na Escola Básica. De acordo com as recomendações publicadas pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, a Educação Financeira Crítica possibilita a criação de atividades com base nos Ambientes de Aprendizagem e no processo decisório, promovendo a reflexão do aluno ao analisar diferentes cenários. A partir de uma reportagem jornalística sobre a cobrança do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores em diversos estados, são sugeridas atividades que visam preparar os alunos para a tomada de decisão em relação ao pagamento desse imposto
Os povos indígenas do Alto Rio Negro e a dominação econômica colonial nos anos 1970
The essay aims to analyze the colonial context of the 1970s in the Upper Rio Negro, in the state of Amazonas, focusing on the contact between indigenous peoples and missionaries based on economic relations carried out through the exchange system. The central question investigated was: how the economic relations and mathematical practices carried out between indigenous peoples and missionaries were carried out? The methodology adopted is based on an analytical discussion and interdisciplinary approach to anthropology and mathematics present in the recently released book (Castro et al., 2024) As a result, we highlight the record of the interethnic exploratory colonizing relationship permeated by mathematical and anthropological knowledge.El ensayo tiene como objetivo analizar el contexto colonial de la década de 1970 en el Alto Río Negro, en el estado de Amazonas, en la dirección del contacto entre pueblos indígenas y misioneros, a partir de relaciones económicas realizadas a través del sistema de intercambio. La pregunta central investigada fue: ¿cómo se llevaban a cabo las relaciones económicas y las prácticas matemáticas entre indígenas y misioneros? La metodología del ensayo académico se delineó con una discusión analítica y un abordaje interdisciplinario de la antropología y las matemáticas presentes en el libro recientemente publicado (Castro et al., 2024). Como resultado, destacamos el registro de la relación colonizadora exploratoria interétnica permeada por conocimientos matemáticos y antropológicos.O texto deste ensaio tem como objetivo analisar, sob uma perspectiva antropológica, o contexto colonial dos anos 70 no Alto Rio Negro, Amazonas, focando no contato entre os povos indígenas e os missionários, com base nas relações econômicas mediadas pelo sistema de troca. A questão central investigada foi: como eram realizadas as relações econômicas e as práticas matemáticas entre indígenas e missionários? A metodologia adotada se fundamenta em uma discussão analítica e em uma abordagem interdisciplinar da antropologia e matemáticas presentes no recém-lançado livro (Castro et al., 2024). Como resultado, destaca-se o registro da relação exploratória colonizadora interétnica, atravessada pelos saberes matemáticos e antropológicos
ENTRE A DESTRUIÇÃO E A REDENÇÃO: A I. A. E A FALSA SIMETRIA ENTRE TECNOFÓBICOS E TECNÓFILOS
Neste artigo, traço algumas considerações sobre o avanço da Inteligência Artificial, baseando-me para tanto num artigo recente de Eliezer Yudkowsky que causou bastante controvérsia. Lanço mão a partir disso, para justificar o ponto de vista desse autor, da ideia de uma heurística do temor, tal como foi aventada principalmente por Hans Jonas. A conclusão a que intento chegar é que o desenvolvimento de novas tecnologias deveria ser refreado enquanto não tivermos dados suficientes para afastar os maus prognósticos que ainda versam sobre elas e seus efeitos disruptivos – por mais utópico, sabemos, que seja querer impor freios ao desenvolvimento de novas tecnologias
DOS CORPOS EXTREMOS AOS EXTREMOS DO CORPO
Pensando em termos de arte e técnica, o artigo que segue propõe uma aproximação entre estes dois termos e busca os tensionamentos nas definições de ambos, bem como sua intrínseca relação. Juntamente à interrogação conceitual, o trabalho sugere um percurso que transita entre a arte dos corpos extremos e a arte dos extremos do corpo: do corpo supliciado ao uso de urina, fezes, entranhas e cadáveres na arte figurativa. Como estes elementos integram a arte contemporânea e qualsua relação com a técnica? A resultante desta reflexão aponta como hipótese um esgotamento da técnica enquanto vertente mística da ciência moderna
M. NICOLELIS E I. ZIZEK: A QUESTÃO EVOLUCIONÁRIA: UMA HOMENAGEM AOS 40 ANOS DA ANIMAÇÃO TURBO-TEEN (Turboman), DO ESTÚDIO RUBY-SPEARS PRODUCTIONS - ABC
Na tentativa de responder à pergunta “O que é então a fantasia em seu sentido maisfundamental?”, feita em seu livro Como ler Lacan, de 2006, o filósofo e psicanalista esloveno IslavojZizek (1949-) já havia explicado que: “O que ele”, Donald Romsfeld (1932-2021), “esqueceu deacrescentar foi o quarto termo essencial: ‘os sabidos não sabidos [unknown knowns], coisas que nãosabemos que sabemos – o que é precisamente o inconsciente freudiano, o ‘saber que não se sabe’[knowlede that doesn’t know itself], como [Jacques] Lacan (1901-1981) costumava dizer, cujo cerne éa fantasia” (p. 52). Afirmação que será retomada em seu livro Acontecimento, de 2014 (p. 8-9). Ditodesse modo, o que pretendemos com nosso artigo é criar, a partir da menção ao que tematizam algunsfilmes, animes etc., uma ambiência que corresponda ao que Zizek chama de “desconhecimentosconhecidos (Unknown knowns)” que determinam nosso plano simbólico ou campo socialespecialmente sobre o que pensamos ser a consciência e o inconsciente. Depois do que passaremos adiscutir, muito introdutoriamente claro, um dos argumentos, o evolucionário, elaborado peloneurocientista brasileiro Miguel Nicolelis (1961-) como principal resposta em contrário ao quefundamentaria aqueles “desconhecimentos conhecidos”. E concluiremos nosso artigo mencionando aestratégia, que guarda alguma semelhança com a resposta de Nicolelis, também elaborada por Zizek,quem inclusive também chama seu argumento principal de evolucionário. Com esses três movimentosesperamos atingir o centro dos supostos “conhecimentos” que fundamentariam grande parte daliteratura especialmente cinematográfica, mas não só, da atualidade e que constitui nosso planosimbólico ou campo social com relação ao que pensamos saber, dentre outros, sobre a consciência e oinconscient
Dimensión Subjetiva de Las Territorialidades Campesinas. Palenque, Chiapas. México
The subjective dimension of peasant reproduction strategies that dispute territoriality against the still hegemonic corporate food regime (RAC) is analyzed. The analysis focuses on the exercise of subtle power, which, by creating regimes of truth, deploys strategies that permeate the entire social body. As empirical support, the experiences of three groups integrated by peasants linked to the care of Mother Earth in Palenque, Chiapas, Mexico, are recovered. The study was carried out under the principles of participatory action research through a reflexive subject-to-subject relationship. The results show that affections are being part of their politics of resistance; that the territorial dispute has a material character based on the validity of productive spaces for self-sufficiency that exceed the family scale, as well as an immaterial character based on diverse forms of organization, care, communication and celebration. The strategies of social reproduction that give relative autonomy to the peasants constitute an axis in the dispute to expand their territoriality; these strategies have a material and symbolic content loaded with affections that are made available in their permanent struggle against the RAC.Se analiza la dimensión subjetiva de las estrategias campesinas que disputan territorialidad contra el aun hegemónico régimen alimentario corporativo (RAC). El análisis se centra en el ejercicio del poder sutil, el cual a partir de crear regímenes de verdad despliega estrategias que impregnan todo el cuerpo social. Como soporte empírico se recuperan las experiencias de tres grupos integrados por campesinos ligados al cuidado de la Madre Tierra en Palenque, Chiapas, México. El estudio se realizó bajo los principios de la investigación acción participativa mediante una relación reflexiva de sujeto a sujeto. Los resultados muestran que los afectos forman parte de su política de resistencia; que la disputa territorial tiene un carácter material a partir de la vigencia de espacios productivos para el autoabasto que sobrepasan la escala familiar, así como un carácter inmaterial desplegado mediante diversas formas de organización, cuidado, comunicación y celebración. Las estrategias de reproducción social que dan relativa autonomía a los campesinos constituyen un eje en la disputa por expandir su territorialidad; estas estrategias tienen un contenido material y simbólico cargadas de afectos que son puestos a disposición en su lucha permanente contra el RAC.Analisa-se a dimensão subjetiva das estratégias camponesa que disputam a territorialidade contra o ainda hegemônico regime alimentar corporativo (RAC). A análise se concentra no exercício do poder sutil que, ao criar regimes de verdade, emprega estratégias que permeiam todo o corpo social. O suporte empírico é fornecido pelas experiências de três grupos de camponeses envolvidos no cuidado da Mãe Terra em Palenque, Chiapas, México. O estudo foi realizado de acordo com os princípios da investigação-ação participativa por meio de uma relação reflexiva de sujeito a sujeito. Os resultados mostram que os afetos fazem parte de suas políticas de resistência; que a disputa territorial tem um caráter material baseado na vigência de espaços produtivos de autossuficiência que vão além da escala familiar, bem como um caráter imaterial baseado em diversas formas de organização, cuidado, comunicação e celebração. As estratégias de reprodução social que conferem relativa autonomia aos camponeses constituem um eixo na disputa pela ampliação de sua territorialidade; essas estratégias têm um conteúdo material e simbólico carregado de afetos que são disponibilizados em sua luta permanente contra a RAC