Portal de Periódicos Eletrônicos da UESC (Univ. Estadual de Santa Cruz)
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    Educación a lo largo de la vida y convergencia europea: nuevas oportunidades para la regulación jurídica de la formación universitária de personas mayores

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    En el contexto de los ambiciosos proyectos e iniciativas pedagógicas que definen la construcción del Espacio Europeo de Educación Superior, se aborda la tesis que vincula estrechamente la Europa de los ciudadanos y su apuesta por el aprendizaje a lo largo de toda la vida con la regulación jurídica de la formación universitaria de personas mayores. Partiendo del análisis de las transformaciones sociales, las orientaciones de las políticas comunitarias y la realidad pedagógica de los programas universitarios para personas mayores, que proporciona sufi cientes rasgos para exigir la tutela jurídica de la formación universitaria de las personas mayores como un derecho, se revisa la posibilidad, necesidad y límites del marco jurídico de la formación de personas mayores con el objetivo de determinar si el marco jurídico, actualmente vigente, ha completado las exigencias y demandas de la sociedad, o si, por el contrario, el principio de efi cacia aún no se ha visto satisfecho por la actividad legislativa en la materia de la educación a lo largo de la vida, desde la perspectiva de la educación en general, y de la educación universitaria en particular

    Nuevas tecnologías, aprendizaje colaborativo y creatividad en las personas mayores

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    El artículo pretende potenciar la creación y planifi cación de una estrategia educativa, para la práctica de la educación de mayores en contextos universitarios a partir de las nuevas tecnologías. A partir de la estrategia educativa (ABP), se introduce un problema en el grupo de alumnos mayores, para intentar dar respuesta a las incógnitas a partir del trabajo en equipo. Con este propósito se elabora una propuesta educativa, a partir de las TIC dónde se estimula el trabajo colaborativo de los alumnos mayores que requieren una participación activa y dónde los conocimientos no se transfi eren directamente. Entre los resultados más innovadores destaca el Desarrollo de la capacidad de aprendizaje autónomo por parte del educando y el requerimiento metodológico de incidir específi camente en la subjetvividad del educando, a partir de sus signifi cados personales que le permiten concectar directamente con experiencias de su vida cotidiana

    Las “ciudades educadoras”: aprenden de los mayores y los hacen aprender

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    En la sociedad actual a nadie le pasa desapercibido que la esperanza y las expectativas de vida han cambiado, por ello se hace necesario favorecer y promover el envejecimiento activo. Desde un punto de vista educativo, el tiempo de ocio es una buena oportunidad para generar vivencias que favorezcan el desarrollo humano individual y social. Entender el ocio como bien personal y comunitario es el primer fundamento de su necesaria educación. Esta es la clave para favorecer el continuo desarrollo físico, cognitivo y psicosocial de adultos y mayores, abordando sin riesgos y exclusiones los cambios que acontecen en la sociedad, siendo la ciudad un espacio idóneo para promover el aprendizaje a lo largo de toda la vida

    Entendendo a morte para compreender a vida.

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    O presente artigo, fruto de uma pesquisa bibliográfica, aborda questões sobre o viver e o morrer, enfatizando o entendimento da morte para uma melhor compreensão da vida e do ser humano, considerando a importância de penetrar nesse fenômeno tido como proibido, até por meio do falar. Conclui apresentando sugestões que objetivam tornar o tema “conversável”

    Convivendo com o morrer

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    A maior angústia existencial ainda é o lidar com o fim, com a terminalidade, com a morte. Conviver com a angústia de morrer estabelece uma contradição entre a realidade de estarmos morrendo em nosso processo de vida emocional e também com fim da vida biológica sob muitas situações, criando em nós a expectativa que estamos a qualquer momento próximo à morte, vivendo a morte. O que não nos damos conta é que nosso morrer deriva-se do fato de termos nascido, o que indica, nascemos para morrer. Pensar sobre a própria morte é pensar no que está exclusivamente "dentro de nós" e como lidamos com o “pequeno e grande morrer”

    A atividade física na velhice: a opção pela hidroginástica e os benefícios decorrentes

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    No trabalho em questão procurou-se discutir as mudanças que ocorrem como conseqüência do envelhecimento, sejam elas na imagem externa, na pele, no comportamento, nos movimentos e na memória e a importância da atividade física, com ênfase na hidroginástica, considerada atividade física ideal para pessoas dessa faixa etária, em especial pelas melhorias que proporciona nos aspectos biopsicossociais. O estudo tem como objetivo caracterizar os efeitos da prática regular de exercícios físicos de baixo impacto e a satisfação com a vida em mulheres da terceira idade. Para tanto, foram selecionadas cinco mulheres que freqüentam aulas de hidroginástica regularmente e, por meio de entrevistas semi-estruturadas, buscou- se conhecer os motivos que as levaram a procurar essa atividade física. Os resultados obtidos deram conta de que a procura tem como motivo principal a orientação médica, a preocupação com a estética e a curiosidade. A partir dessas entrevistas, conclui-se que essas mulheres praticam a hidroginástica como forma de obter uma melhor qualidade de vida, e sentem-se satisfeitas com os resultados adquiridos

    As temporalidades cotidianas da velhice: um olhar/escutar a vida diária

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    A população idosa é majoritariamente feminina, o que não significa uma situação mais favorável para a mulher nessa condição, em especial pelos enfrentamentos dessas mulheres em etapas pretéritas de suas vidas, quando a carga hierárquica, discriminatória e preconceituosa ainda era muito forte contra a mulher. Além disso, hoje enfrentam as mesmas questões por serem idosas. Este estudo enfoca o cotidiano de 20% das mulheres idosas residentes no Bairro da Bananeira, periferia da cidade de Itabuna- Bahia, buscando conhecer a vivência cotidiana, a percepção do próprio processo do envelhecimento, o significado que constroem em torno da velhice e dos vínculos estabelecidos cotidianamente com seus companheiros, filhos, netos, bisnetos mas, também, com seus vizinhos, além das estratégias que desenvolvem para sobreviver em meio às dificuldades que o Bairro oferece. Trata-se de mulheres que tiveram toda uma formação no meio rural, onde foram trabalhadoras desde crianças, não estudaram, e enfrentam todo tipo de dificuldade que a omissão do poder público mantém. Embora a relação público -privado seja tênue, essas mulheres procuram de diversas formas, preservar o espaço doméstico. Suas histórias fazem parte de uma história maior, que é a história do bairro, que se estende à história da cidade

    A sociabilidade cotidiana entre o idoso e seu cuidador domiciliar

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    O crescente número de idosos tem sido observado nos locais que prestam serviço de saúde, embora não se possa negar que essas pessoas passam a maior parte do seu tempo no ambiente familiar. Alguns desses idosos têm a oportunidade de conviver com o cuidador domiciliar, interagindo e se relacionando com ele. Buscando compreender qual a percepção do idoso sobre o relacionamento interpessoal com o seu cuidador domiciliar, foi realizado um estudo compreensivo, de caráter qualitativo com seis idosos que residem na área de abrangência do PSF Euvaldo Maia, no município de Camacan- Bahia. Cinco idosos são mulheres e hum homem, com idades variando entre 64 e 87 anos, todos convivendo no domicílio com seu cuidador. Os seis são viúvos, têm filhos e convivem com pelo menos hum deles no domicílio como cuidadores. Revelaram opiniões sobre o conceito de cuidar, o que gostam e o que não gostam na dinâmica relação com seu cuidador e sugeriram mudanças nesse contexto

    Velhice e função social do corpo

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    Na velhice, a ordem social exige, pressiona e impõe valores que ora deprimem, privam, realçam ou modelam os corpos, denunciando experiências positivas e negativas do percurso da vida. O texto analisa as múltiplas funções que o corpo incorpora na vida social, de valorização e de inserção do indivíduo no exercício da cidadania e na construção da subjetividade

    Valorização do tempo livre no processo de envelhecimento: o corpo na berlinda

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    Além de considerar os fatores tempo, genética, contexto ambiental e social, estilo de vida, este trabalho inclui a necessidade da educação e da auto-aceitação como elementos importantes no processo de envelhecimento e valorização da corporalidade.

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