Publica-se Portal de Periódicos Científicos da Universidade Federal do Pampa
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    25936 research outputs found

    Proposta Pedagógica para o Ensino do Princípio de Arquimedes com a Utilização de Materiais Alternativos.

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    O presente trabalho tem como objetivo estimular o estudante a achar a solução do problema de forma livre, usando diferentes recursos e materiais para fortalecer a sua aprendizagem através de atividades que integrem compreensões teóricas à prática. Ensino de física tanto no Ensino Fundamental quanto no Ensino Médio apresenta grandes desafios no processo de aprendizagem, em especial ao professor. Muitos estudantes veem o ensino de física como complexo, em virtude da grande presença de fórmulas. Essa complexidade muitas vezes se dá pela carência de metodologias ativas que interligam a teoria com a prática. De acordo com Benassi (2021), a utilização de metodologias ativas torna viável a ampliação e compreensão do conhecimento, despertando no estudante um interesse em aprender, através da prática. Buscar métodos que agreguem a realidade educacional é um grande desafio, nesse contexto, diversificar as propostas pedagógicas contribui de forma significativa. Essas mudanças buscam deixar o ambiente educacional mais atraente, instigando o estudante. Segundo Carvalho (2020), o ensino de ciências da natureza através da investigação propicia um ambiente mais dinâmico e atrativo. A utilização de materiais alternativos em atividades educacionais investigativas, têm contribuído de forma significativa já que a utilização desses materiais incita a curiosidade, ampliando a interação por meio da prática, favorecendo o ensino-aprendizagem através de atividades experimentais. Para Lima (2017) a utilização de materiais alternativos possibilita que o estudante veja o ensino de um modo mais palpável, através de materiais do seu cotidiano. A atividade tem como intuito o uso de materiais alternativos para o ensino de ciências da natureza, nesse caso em especial física, abordando de maneira prática conceitos do Princípio de Arquimedes tornando o entendimento mais simples e significativo a proposta foi desenvolvida e duas etapas com os estudantes do ensino fundamental da rede pública do município de Dom Pedrito. Para o desenvolvimento dessa experiência foram utilizadas duas garrafas pets, água e algumas embalagens alimentícias. No primeiro momento foi confeccionado a balança cortando o topo de uma das garrafas a qual servirá com recipiente para o êmbolo criando com a outra garrafa pet, logo em seguida foi feita as marcações com a régua delimitando os níveis de água e garantindo o nivelamento e possibilitando medições precisas. No segundo momento foi feito o teste da balança onde foi adicionado uma pequena quantia de água dentro da garrafa logo em seguida foi adicionado a segunda garrafa a qual serviu como embolo, para que ocorresse a força de impulso foi adicionado um pacote de 500g de feijão sobre o êmbolo podendo assim observar na prática o Princípio de Arquimedes, que é o volume deslocado o qual fica denominado como empuxo, atuando de baixo para cima. A grandiosidade dessa força é idêntica ao peso deslocado, dessa forma os estudantes puderam entender que quanto maior o volume de água deslocado, maior é a força que age. Através dessa abordagem metodológica foi possível desenvolver com os alunos o pensamento crítico, com o auxílio de materiais alternativos construindo um ambiente educacional mais inclusivo para o processo ensino-aprendizagem, viabilizando a participação de todos os estudantes, considerando que a avaliação da aprendizagem se deu através da prática, onde possibilitou a observação de uma forma mais concreta, a relação entre massa, densidade e volume. Por meio dessa prática é possível entender que a física pode ser vivenciada e explicada de várias maneiras efetivamente educativas, favorecendo para solidificação de uma aprendizagem mais duradoura

    Vivências Acadêmicas em Saúde Coletiva em Uma Instituição de Longa Permanência de Idosos

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    No curso de medicina da UNIPAMPA, no componente curricular Saúde Coletiva I, os discentes são apresentados à aspectos históricos e atuais das políticas públicas e do Sistema Único de Saúde, entre eles a importância e a efetividade de cuidado integral da pessoa, bem como os impactos desse cuidado para a sociedade. Ao longo do componente, os estudantes são inseridos em atividades práticas e de extensão com o objetivo de desenvolver o senso crítico e a compreensão do contexto social e local, articulando as reflexões com os aspectos teóricos estudados no componente, incluindo os princípios e as diretrizes do SUS. Este relato de experiência descreve as atividades de prática observacional e de extensão, realizadas por estudantes de medicina, em uma Instituição de Longa Permanência de Idosos (ILPI) em Uruguaiana-RS. As atividades foram realizadas por cinco estudantes, supervisionados por uma professora docente, como parte do componente curricular de Saúde Coletiva I do curso de Medicina, no período de maio a julho de 2025, totalizando 20 horas. A ILPI é uma instituição privada, filantrópica, sem fins lucrativos, e que se articula com os serviços da rede pública do município. Nesse período da prática, os estudantes participaram ativamente da rotina da instituição, observando seu funcionamento e auxiliando nas tarefas diárias que incluem o cuidado com os idosos, como acolhimento, banhos, trocas de roupas, acompanhamento das refeições e auxílio na organização dos quartos (camas, guarda-roupas, etc.). Como parte das atividades de extensão, o grupo realizou duas ações principais: 1) arrecadação de leite e 2) dinâmica de acolhimento. A campanha de arrecadação de leites - um item essencial para a instituição e que estava em falta - foi conduzida em frente a um dos principais supermercados da cidade. Foram arrecadados leites integrais para a instituição, de modo a integrar a ILPI, à universidade e à população do município. A atividade de acolhimento foi realizada com a equipe de profissionais e com os residentes do lar, onde receberam mensagens de afeto através de bilhetes com bombons. Como resultado da vivência, foram realizadas discussões e reflexões acerca do funcionamento da instituição, bem como de sua adequação aos princípios e diretrizes do SUS. Foram discutidos tópicos sobre o contexto atual de envelhecimento da população brasileira, a realidade dos idosos nas ILPIs e os avanços e desafios no contexto da saúde coletiva, culminando na elaboração de um relatório, com análises e reflexões críticas em relação à realidade observada. Entre as reflexões apresentadas, destacou-se as carências institucionais para acolhimento aos idosos no setor público, os impactos da escassez de recursos humanos nas ILPIs diante da complexidade de cuidados dos idosos, os desafios da implementação dos princípios e diretrizes do SUS nas ações de cuidado aos idosos, o papel das instituições privadas na saúde da população e as relações que elas estabelecem com os serviços públicos. Outrossim, as ações de extensão foram bem-sucedidas, uma vez que foram arrecadados mais de 300 litros de leite, fornecendo, portanto, um importante subsídio material à instituição. Esta atividade ainda teve um papel importante na divulgação das necessidades da ILPI para os moradores da cidade local, o que resultou em uma mobilização que evidenciou a consciência social dos munícipes. Paralelamente, a ação também permitiu um importante exercício de empatia e cidadania entre os estudantes, através do reconhecimento do trabalho realizado pela universidade, pelos funcionários e idosos. O grupo considerou a atividade de grande valia, resultando em reflexões importantes no contexto da formação médica, além da experiência prática em saúde coletiva e de ações extensionistas envolvendo a comunidade

    Sala de Espera Como Espaço Educativo na Organização dos Fluxos de Atendimento na Esf

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    A organização dos fluxos de atendimento na Estratégia Saúde da Família (ESF) é um elemento essencial para assegurar o acesso equitativo, a integralidade do cuidado e a resolutividade das demandas em saúde. Nesse cenário, a sala de espera emerge como espaço estratégico para a promoção da saúde, pois além de acolher os usuários durante o período de espera, possibilita práticas educativas, momentos de escuta qualificada e orientação sobre o funcionamento da Unidade Básica de Saúde (UBS) e dos serviços comunitários vinculados. A valorização desse espaço, muitas vezes negligenciado, permite que se torne ambiente de interação, construção coletiva de saberes e fortalecimento do vínculo entre equipe de saúde e comunidade. O objetivo desta experiência foi promover a compreensão dos usuários acerca dos fluxos de acolhimento, atendimento médico e de enfermagem, bem como dos encaminhamentos especializados, buscando reduzir dúvidas, ampliar a autonomia dos cidadãos e estimular o protagonismo comunitário na utilização consciente dos serviços do Sistema Único de Saúde (SUS). Trata-se de um relato de experiência desenvolvido por acadêmicos do curso de Medicina da Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA), no âmbito do componente curricular Saúde Coletiva IV, no primeiro semestre de 2025. A atividade ocorreu na ESF 06, localizada no município de Uruguaiana (RS), em resposta à solicitação da equipe multiprofissional e após observação das frequentes reclamações da comunidade relacionadas ao tempo de espera e às dificuldades de compreensão sobre a organização do atendimento. A metodologia empregada baseou-se em observação participante, rodas de conversa e dinâmicas coletivas realizadas durante o período de espera dos pacientes, contando com a mediação dos acadêmicos e apoio direto da equipe multiprofissional. O processo educativo foi conduzido de forma dialógica, fundamentado nos princípios da educação popular em saúde, valorizando as experiências prévias dos usuários e estimulando sua participação ativa. Foram abordados aspectos práticos relacionados ao agendamento de consultas médicas e de enfermagem, critérios para atendimento de urgência e emergência, fluxo de encaminhamentos para especialidades, acompanhamento de condições crônicas, visitas domiciliares e a importância da articulação entre atenção básica, média e alta complexidade. Além disso, discutiu-se o papel do acolhimento humanizado e a necessidade de comunicação clara entre profissionais e usuários para evitar desinformações que, muitas vezes, contribuem para a sensação de desorganização do serviço. Os resultados obtidos evidenciaram impacto positivo tanto para os usuários quanto para a equipe. Observou-se melhora significativa na compreensão da comunidade sobre os fluxos de atendimento, redução das dúvidas relacionadas a agendamentos e encaminhamentos e fortalecimento do vínculo entre profissionais de saúde, acadêmicos e população. Pacientes relataram maior satisfação quanto ao acolhimento e reconheceram a ESF como espaço de escuta e diálogo, o que favoreceu a valorização dos serviços oferecidos e estimulou a corresponsabilização da comunidade no cuidado em saúde. Para os estudantes envolvidos, a experiência possibilitou desenvolvimento de habilidades comunicativas, pedagógicas e de trabalho interdisciplinar, ao mesmo tempo em que proporcionou contato direto com a realidade social e os desafios enfrentados na Atenção Primária. Essa vivência destacou a sala de espera como ambiente pedagógico e de gestão participativa, reafirmando sua relevância no processo de humanização do SUS. Ao transformar o tempo de espera em oportunidade de aprendizado e diálogo, foi possível promover educação em saúde de maneira acessível e contextualizada, além de fomentar reflexões sobre cidadania, corresponsabilidade e direito à saúde. Conclui-se que a integração entre universidade e comunidade, associada ao trabalho colaborativo da equipe multiprofissional, contribui para a reorganização dos fluxos de atendimento, fortalece a autonomia dos usuários, aumenta a efetividade das ações em saúde e qualifica o processo formativo dos acadêmicos de Medicina, reafirmando o compromisso social da universidade na consolidação de uma Atenção Primária mais resolutiva e humanizada

    Práticas-extensionistas em Astronomia: o Planetário Móvel e a Formação de Licenciandos em Ciências da Natureza

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    O Clube de Astronomia de Uruguaiana é um projeto de extensão do Curso de Licenciatura em Ciências da Natureza da Universidade Federal do Pampa (Unipampa), campus Uruguaiana. Seu objetivo central é a divulgação científica de conteúdos relacionados à Astronomia e Astrofísica de maneira interativa e lúdica, utilizando recursos como exposições de banners, sessões de realidade virtual, livros interativos, observação do céu noturno, palestras e oficinas. As ações do Clube estão integradas à Feira de Ciências Universidade-Comunidade, evento anual do curso de Ciências da Natureza, que prioriza o protagonismo dos estudantes da educação básica da rede pública. Esses alunos assumem o papel de pesquisadores e divulgadores científicos, estruturando seus experimentos e compartilhando os frutos de seus trabalhos com a comunidade. Nesse contexto, o planetário móvel é uma das atividades mais aguardadas, ocorrendo exclusivamente durante a feira, com sessões nos turnos da manhã e tarde. Nessas sessões, de até 15 minutos, são apresentados vídeos educativos sobre diferentes temas da Astronomia. Na última edição, exibiu-se, por exemplo, a história do telescópio e sua importância para a ciência atual. A preparação dessa atividade envolveu desafios técnicos e logísticos. Na noite anterior ao evento, os materiais do planetário foram organizados e o projetor Fulldome configurado. Entretanto, um problema com o foco da lente quase comprometeu a exibição, sendo solucionado apenas com a experiência de um estudante veterano. Esse episódio ilustra como imprevistos podem se tornar oportunidades de aprendizagem para os licenciandos, reforçando a importância do trabalho colaborativo. Durante o evento, também foi necessário organizar a atuação dos membros do Clube. Os ingressantes ficaram responsáveis inicialmente pelas atividades externas, como explicações sobre os banners e apoio ao público, enquanto os mais experientes conduziram as primeiras sessões do planetário. Aos poucos, ocorreram trocas de funções, de modo que todos pudessem ser capacitados gradualmente. A divisão de tarefas previa dois integrantes dentro do domo orientando os participantes, um ou dois do lado de fora organizando as filas e distribuindo fichas, e outro no corredor de entrada. Essa rotatividade garantiu a participação ativa de todos, desenvolvendo autonomia e segurança para atuar em diferentes papéis. A experiência prática com o planetário móvel possibilitou não apenas a divulgação científica, mas também a formação pedagógica dos licenciandos, que precisaram lidar com logística, comunicação com públicos diversos e resolução de problemas técnicos. Ao todo, foram realizadas oito sessões, reunindo 113 participantes entre estudantes e comunidade em geral. Este número evidencia o potencial do planetário como recurso de popularização da ciência e da aproximação entre universidade e sociedade. Do ponto de vista extensionista, a atividade reforça a importância da ludicidade e da interatividade como estratégias de engajamento, despertando o interesse pela ciência em diferentes faixas etárias. Para os licenciandos, além do domínio dos conteúdos, a experiência permitiu desenvolver competências essenciais à docência, como trabalho em equipe, adaptabilidade e gestão de atividades educativas em contextos reais. A vivência também fortaleceu a percepção de que o ensino de Ciências pode dialogar com a curiosidade natural dos alunos, tornando a aprendizagem mais significativa. Assim, a ação do Clube de Astronomia de Uruguaiana com o planetário móvel se consolida como uma iniciativa de impacto, ao mesmo tempo em que amplia a divulgação científica, despertando vocações e contribui para a formação integral dos futuros professores

    Leme: Fortalecimento de Oficinas Preparatórias para o Enem por Meio do Apoio do Cpop

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    O projeto de extensão LEME: Oficinas Preparatórias para o ENEM, desenvolvido pela Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA), Campus São Borja, desde 2015, tem grande importância na comunidade são-borjense, ao oferecer aulas gratuitas de preparação para o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) a estudantes, de escolas públicas e de contextos de vulnerabilidade socioeconômica. Sua dinâmica pedagógica envolve a elaboração de materiais didáticos baseados em provas anteriores e em bibliografia atualizada, a realização de simulados avaliativos, além de aulas expositivo-dialogadas ministradas por discentes da UNIPAMPA e do IFFar, que encontram nesse espaço uma oportunidade de vivenciar a prática docente, em muitos casos pela primeira vez antes mesmo da conclusão de sua formação. Apesar de seu impacto positivo na comunidade, o projeto enfrentava, até recentemente, desafios estruturais e financeiros, pois dependia quase integralmente de participantes voluntários, o que dificultava a ampliação do número de colaboradores, e a oferta de lanches aos alunos, elemento que contribuí para a permanência e o engajamento dos estudantes. Nesse contexto, a aprovação do LEME no edital da Rede Nacional de Cursinhos Populares (CPOP), em 2025, representou uma conquista de grande relevância, fortalecendo e ampliando significativamente a atuação do projeto. O financiamento obtido possibilitou a remuneração de docentes e coordenadores, reconhecendo oficialmente o trabalho que por anos foi desempenhado de forma voluntária, ao mesmo tempo em que viabilizou auxílios financeiros aos estudantes, promovendo equidade e reduzindo desigualdades no acesso à educação de qualidade, permitindo que os alunos se dedicassem com maior foco às atividades das aulas oferecidas. Além disso, os recursos destinados à gestão do projeto garantiram melhorias, permitindo melhor organização das etapas do cursinho, aprimoramento dos materiais didáticos e planejamento pedagógico mais eficiente. Esta conquista trouxe impactos importantes para todos os envolvidos: para os professores e coordenadores, representou reconhecimento formal de suas competências e incentivo à excelência acadêmica, motivando-os a aprofundar o planejamento das aulas, desenvolver novas estratégias de ensino e promover maior interação com os estudantes; para os alunos, constituiu uma preparação mais sólida e abrangente para o ENEM, oferecendo não apenas conhecimento acadêmico, mas também o sentimento de pertencimento e valorização dentro do ambiente educacional, evidenciando que políticas públicas efetivas podem apoiar trajetórias educacionais de forma concreta. Os resultados iniciais após a conquista do edital demonstram aumento significativo da assiduidade, maior engajamento dos estudantes durante as aulas e participação ativa nos simulados e atividades complementares, enquanto os universitários envolvidos expandiram sua experiência prática, aprimorando habilidades de docência, liderança e gestão de projetos, além de fortalecerem a articulação entre ensino, pesquisa e extensão. O LEME, assim, reafirma sua importância como projeto de inclusão e transformação social, promovendo o acesso ao ensino superior e contribuindo para reduzir desigualdades na educação, ao mesmo tempo em que demonstra como a articulação entre iniciativas populares e políticas governamentais pode ser decisiva para a continuidade e consolidação de ações educativas de impacto significativo. O apoio do CPOP ajuda o LEME na formação de estudantes do ensino médio, evidenciando a necessidade de investimentos contínuos em educação, sobretudo em projetos que promovem oportunidades para estudantes de baixa renda e pessoas com deficiência, garantindo a democratização do acesso ao ensino superior e contribuindo para a construção de uma sociedade mais justa e inclusiva

    Desenvolvimento de Produto Comunicacional Infantil Ilustrado: os Faceirinhos em Aprendendo o Fandanguinho

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    O projeto Os Faceirinhos, foi desenvolvido sob a orientação de Renata Patricia Correa Coutinho, durante o componente curricular obrigatório de Atendimento e Planejamento Publicitário. Sua realização se deu por meio da Unipampa e do curso de Comunicação Social Publicidade e Propaganda e teve o apoio da Rádio Encantadas de Santana da Boa Vista, que financiou a primeira tiragem do livro. O cliente para quem foi desenvolvido é a Prefeitura de São Borja, e teve o objetivo de atender a necessidade da promoção da cultura do município, englobando o fato de ser conhecida como a Capital do Fandango. Com a produção do livro, buscou-se a conexão com o público infantil, o que futuramente será decisivo quanto à preservação e transmissão das tradições gaúchas presentes na cidade de São Borja e no estado do Rio Grande do Sul. O enfoque narrativo continha a assimilação do espaço dos Centros de Tradição Gaúcha (CTGs) como uma experiência lúdica pelas crianças, e para elas não somente um lugar que pessoas mais velhas frequentam. Contando com ilustrações de Gabriela Castilho Dalbosco de Menezes, que desenvolveu o design dos quatro protagonistas: os guris e gurias Camilinha, Dieguinho, Mariazinha e Guilherminho, os dois personagens secundários: Dona Diana e Seu Jorge e os demais figurantes e objetos de cena e das atividades. O arranjo gráfico foi realizado por meio do site de edição Canva. O livro é constituído por atividades que envolvem selecionar o caminho correto, recortar e montar personagens e objetos, jogo de tabuleiro, conectar os pares e colorir. A primeira edição contou com com capa e contracapa, coloridas, em gramatura de 180g, e com 18 páginas internas, em preto e branco com 75g de gramatura, para as crianças colorirem. A Redação foi escrita e idealizada por Ágnes Teixeira de Carvalho Ferreira, pensando sobre a perspectiva das crianças no espaço do CTG, com base em sua própria experiência na infância e a partir de briefing realizado com a mestra e historiadora Zilamar Teixeira de Carvalho Ferreira, que contribuiu com a instrução sobre elementos da Cultura Gaúcha. No livro há descrição de como se dançar xote e contar versinhos, em linguagem direcionada às crianças. Pensando também nas crianças que estão em fase de alfabetização, foi desenvolvido a versão audiolivro dramatizado da produção, que teve sua gravação no estúdio de rádio da Unipampa, campus São Borja, e edição de áudio por Pedro Rogge Mugnaini, realizada por meio do aplicativo audacity. Os personagens tiveram as vozes de: Ágnes Teixeira de Carvalho Ferreira como Mariazinha, Gabriela Menezes como Camilinha, Kamyla da Rocha Roppa como Dona Diana, Leonardo Floriano Melo como Dieguinho e Guilherminho e Pedro Rogge Mugnaini na Narração e como Seu Jorge. Elaboramos um Briefing pelo qual entendemos a necessidade do cliente e elaboramos um planejamento de comunicação para atendermos a sua demanda. O projeto foi apresentado pela primeira vez pela oradora Gabriela Castilho Dalbosco de Menezes, na Mostra Ad Work com Ideias para comunicar São Borja vinculado ao projeto de extensão ad.work: o trabalho publicitário em prol das demandas locais de comunicação. Foram distribuídos 10 exemplares durante o evento e disponibilizado linktree em cartaz, para as versões ebook em pasta do drive, audiobook postado no canal do youtube do projeto, para a ficha técnica contendo os pormenores da elaboração da primeira edição e para as redes sociais, Instagram e Youtube. Até o presente momento estão sendo combinadas ações para levarmos o projeto às escolas de São Borja e Santana da Boa Vista, podendo expandir também a outros municípios

    Fronteirasuas: Educação Permanente em Extensão

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    O presente resumo tem como intuito apresentar o desenvolvimento do projeto de extensão "FronteiraSUAS: Educação Permanente em Extensão", da Universidade Federal do Pampa - Unipampa/campus São Borja, descrevendo especialmente as experiências de trabalho realizadas durante o primeiro semestre de 2025. Este projeto de extensão está vinculado aos cursos de Serviço Social, Direito e Mestrado em Políticas Públicas, tem uma equipe composta por docentes, técnicos da Unipampa, estudantes de graduação e pós-graduação além da equipe externa - trabalhadores da política de Assistência Social da Secretaria Estadual de Assistência Social do Rio Grande do Sul e do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome - parceiros do projeto. O objetivo geral do FronteiraSUAS é executar a Política de Educação Permanente no âmbito do Sistema Único de Assistência Social - SUAS através da extensão universitária, fortalecendo o campo da gestão do trabalho - eixo norteador da gestão da política social de Assistência Social brasileira no âmbito da fronteira oeste do Rio Grande do Sul. As ações do projeto em execução desde 2024 tem contribuído com ações de educação permanente para os trabalhadores do SUAS na área da fronteira oeste do estado do Rio Grande do Sul, em especial nas cidades de São Borja, Itaqui e Maçambará - municípios da etapa piloto do projeto, que tem previsão para ampliação ainda em 2025. No ano de 2024, primeiro ano do FronteiraSUAS foram desenvolvidas ações de capacitação, com cursos e seminários atendendo trabalhadores, gestores e conselheiros do SUAS dos municípios mencionados. Em virtude de em 2025 ser ano de Conferência Nacional da Assistência Social, os esforços do FronteiraSUAS foram direcionados às ações de supervisão técnica para o controle social junto aos conselhos municipais dos municípios do piloto. A supervisão técnica é uma das metodologias da Política Nacional de Educação Permanente do SUAS, que consiste na identificação das demandas do SUAS no contexto dos municípios, e com orientação, construir em conjunto com os próprios trabalhadores desta política a superação dos desafios ou limites encontrados. Desse modo a equipe do FronteiraSUAS se dedicou no primeiro semestre de 2025 a assessorar tecnicamente através da extensão universitária a formação dos conselheiros, na organização e participação ativa nas conferências municipais de São Borja, Itaqui e Maçambará. Também executou a palestra principal da Conferência Municipal de Caibaté/RS. Entre os meses de março a agosto/2025, foram realizadas reuniões presenciais e virtuais a fim de apresentar o projeto aos gestores, bem como o oferecimento dos serviços de supervisão técnica aos três municípios do piloto através de um cronograma de ações, atendimentos, escutas para identificação das demandas dos municípios, repasse e combinações de tarefas aos conselhos, levantamento de documentos e organização das conferências, bem como contribuiu na elaboração dos relatórios finais que foram enviados ao Conselho Estadual da Assistência Social do Rio Grande do Sul. Ainda que as ações tenham o mesmo objetivo instrumentalizar as equipes e conselheiros do SUAS cada município e conselho teve autonomia para construir as dinâmicas de trabalho a partir de sua realidade junto a agenda do projeto de extensão, cada Conselho municipal se articulou da seguinte forma: a) em São Borja foram realizadas reuniões presenciais; acompanhamento das reuniões ordinárias do Conselho Municipal de Assistência Social; três encontros de capacitação para sobre os eixos da Conferência; organização e execução de dois encontros pré-conferência com usuários do SUAS, sendo um deles na zona rural do município; divulgação da Conferência; supervisão, organização e participação na XXII Conferência Municipal de Assistência Social de São Borja; e, supervisão para elaboração dos relatórios finais. b) em Maçambará foram realizadas reuniões virtuais de supervisão para organização das ações do Conselho Municipal de Assistência Social; encontro presencial preparatório para a Conferência; supervisão e participação da XI Conferência Municipal de Assistência Social de Maçambará; orientações sobre realização dos relatórios finais. e, c) em Itaqui foram realizados encontros virtuais; duas reuniões presenciais na Universidade; supervisão e participação na XXII Conferência Municipal de Assistência Social de Itaqui; orientação sobre entrega dos relatórios finais. Além do trabalho junto ao controle social nas Conferências municipais, o FronteiraSUAS realizou supervisão técnica à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social de Itaqui, direcionado aos trabalhadores do SUAS, mantendo agenda de encontro mensais. Os três Conselhos Municipais, bem como os gestores das prefeituras e secretarias de desenvolvimento social engajaram de formas diversas às ações, respeitando o entendimento geral sobre as Conferências de Assistência Social

    Caminhos da Memória: Jogo Educativo Sobre o Patrimônio Arquitetônico e Ferroviário

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    Este trabalho tem por objetivo desenvolver um material didático da região central da cidade de Bagé onde estão localizados vários prédios do patrimônio histórico local. Este material faz parte de um projeto de pesquisa que envolve várias instituições de ensino da região. Os materiais didáticos que estão sendo desenvolvidos serão divulgados em escolas, universidades e entidades relacionadas ao patrimônio arquitetônico e áreas afins. Os pesquisadores da UNIPAMPA que participam deste projeto irão dar apoio à pesquisa por meio de levantamento da área de estudo, desenvolvimento de materiais didáticos inclusivos relacionados e análise do patrimônio das cidades envolvidas ao longo dos tempo. Nesta etapa do projeto o foco está voltado para ações de conscientização do patrimônio com os alunos do ensino fundamental. Para a realização do jogo foi necessário desenvolvermos uma sequência didática que envolveu vários encontros com os alunos do ensino fundamental de uma escola municipal, ou seja, nos três primeiros encontros foram realizadas atividades em sala de aula onde foram abordados assuntos com relação a conexão das crianças com a cidade, se sabiam o nome das ruas e bairros de suas residências familiares e também foram questionados se lembravam do percurso que faziam e/ou fazem para chegarem até a escola. Assim como, se já haviam visitado alguns dos locais históricos e importantes da cidade. No quarto encontro, foi realizado um passeio de van escolar, por diferentes locais da região central da cidade onde o caminho percorrido passou pela Ponte Seca, elemento importante da história ferroviária da cidade, em seguida foi visitado o Palacete Pedro Osório, onde as crianças desceram para poder observar o prédio. A seguir, foram para a praça dos Esportes. Após, percorreu-se pela praça do Coreto e pela prefeitura Municipal e avançou para a praça da Matriz e a Catedral São Sebastião e Museu Dom Diogo de Souza. Os dois últimos locais foram a praça da Estação e o Centro Administrativo, antiga estação ferroviária, e lá os alunos foram estimulados a explorar o local. Estes relatos anteriores serviram de guia para a construção do material didático em forma de jogo de tabuleiro, pois o percurso foi traçado e representado foi o mesmo que ocorreu durante o passeio. Na construção do jogo foi utilizado o software Librecad para a gerar a numeração dos prédios e praças no tabuleiro. Para finalizar, foi usado o programa Autolaser para configurar o mapa e cortar o tabuleiro na máquina router CNC, com chapa MDF de 3 milímetros. Foram confeccionadas, nas impressoras 3D, do laboratório 2403/UNIPAMPA os prédios e praças em escala reduzida, com o uso, desta vez, do software Onshape e Ultimaker Cura que tiveram as funções de modelar e fatiar os ambientes respectivamente. Os ambientes foram produzidos com uso de cores diferentes, por exemplo, as praças foram impressas em verde, as igrejas e o museu em azul, o centro administrativo em amarelo, a ponte seca em vermelho, a prefeitura e o Palacete em cor branca. Para finalizar a parte de construção, foi elaborado um roteiro-guia contendo as regras e o passo a passo de como jogar. Cada etapa foi detalhada, contendo o número da casa e o que fazer quando passar por ela, também foram anexadas fotos de cada peça com o nome e em qual casa devem ser posicionadas as imagens. O projeto está em fase final e nos próximos dias a dinâmica do jogo será aplicada na escola junto às crianças, visto que o projeto já foi aprovado junto ao comitê de ética em pesquisa da UFPel que é uma das instituições parceiras. Espera-se que este projeto estimule mais a cultura, o sentimento de pertencimento ao local, as memórias afetivas e a atenção dos alunos em prol da preservação da memória arquitetônica e patrimonial da cidade

    Fronteirasuas: Extensão e Popularização da Ciência

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    O presente resumo tem como objetivo apresentar parte do desenvolvimento do projeto de extensão FronteiraSUAS: Educação Permanente em Extensão, vinculado à Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA), campus São Borja, em especial sobre o trabalho desenvolvido pela bolsista da área da comunicação que tem como objetivo contribuir para a popularização da ciência. O FronteiraSUAS foi criado em 2024 com o objetivo geral de executar a Política de Educação Permanente no Sistema Único de Assistência Social (SUAS), no estado do Rio Grande do Sul, com foco na região do COEGEMAS/Fronteira Oeste. Desenvolvido em parceria com o Departamento de Assistência Social do Governo do Estado do Rio Grande do Sul - DAS e Departamento de Gestão do SUAS - CCGGTEP do Ministério do Desenvolvimento Social e Assistência, Família e Combate à Fome - MDS, o projeto busca fortalecer a gestão do trabalho no SUAS, promovendo ações formativas voltadas para os trabalhadores/as, conselheiros/as e gestores/as da política de assistência social. As atividades iniciais do projeto foram implementadas como projeto piloto em três (3) municípios, sendo eles: Itaqui, Maçambará e São Borja por meio de negociação com as prefeituras e secretarias municipais (experiência piloto) que deverá ser expandida aos demais municípios onde há campus da Unipampa. Em 2024, foram realizadas ações de capacitação e encontros de formação, aproximando a universidade das demandas locais e consolidando a proposta de extensão universitária como instrumento de fortalecimento da política pública, no primeiro curso de capacitação foram ofertadas 45 vagas aos trabalhadores do SUAS, e o I Seminário de Educação Permanente da Fronteira Oeste recebeu um público de 119 pessoas de diferentes cidades da região, incluindo trabalhadores e gestores da política de Assistência Social. Já em 2025, considerando o contexto da Conferência Nacional da Assistência Social, o projeto direcionou esforços para a supervisão técnica junto aos conselhos municipais de assistência social, apoiando a organização e execução das conferências nos municípios-piloto (Itaqui, São Borja e Maçambará) mais o município de Caibaté. Entre as atividades desenvolvidas destacam-se: reuniões presenciais e virtuais com gestores e conselheiros; encontros de capacitação; assessoria na mobilização de usuários do SUAS; acompanhamento das conferências municipais; e apoio a elaboração dos relatórios finais enviados ao Conselho Estadual de Assistência Social. Além das atividades de formação e supervisão técnica, o projeto também conta com ações voltadas à comunicação e visibilidade institucional, fundamentais para ampliar seu alcance e registrar suas práticas na perspectiva da popularização da ciência que se caracteriza pela prática de comunicar, divulgar e democratizar conhecimentos científicos para toda à sociedade. Nesse sentido, as ações de comunicação desenvolvidas até o momento e aquelas ainda em desenvolvimento, incluem produção de conteúdos para as redes sociais sobre os conhecimentos gerados no âmbito do projeto, a cobertura das atividades presenciais no qual o projeto realiza e/ou participa, bem como a criação de materiais gráficos e audiovisuais, possibilitando o maior engajamento da comunidade acadêmica e da rede socioassistencial. Todas as produções técnicas - vídeos, reportagens e publicações relacionadas ao FronteiraSUAS são organizadas na página oficial do projeto no site da Unipampa se tornando acessível, ao alcance de todos. Essas iniciativas fortalecem a identidade do projeto, aproximando os diferentes públicos envolvidos, criando canais mais acessíveis de diálogo com a comunidade externa, além de contribuir para a ampliação e divulgação da importância da educação permanente no SUAS, reafirmando o papel interdisciplinar da extensão universitária, ao integrar o olhar da Publicidade e Propaganda ao campo do Serviço Social. Dessa maneira, destaca-se que a comunicação não apenas dá visibilidade ao FronteiraSUAS, mas também se configura como parte estratégica na consolidação da extensão universitária, fortalecendo o diálogo entre diferentes áreas do conhecimento e garantindo que as ações do projeto se tornem referência para futuras iniciativas de educação permanente

    Desmistificando o Agronegócio e Comunicando Informações no Instagram: o Caso do Projeto Agropost

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    As mídias sociais ocupam um papel cada vez mais premente na sociedade contemporânea, desempenhando funções relacionadas ao entretenimento, mas também figurando como importantes instrumentos de comunicação, inclusive de caráter científico. Desse modo, a acentuada exposição às mídias sociais e a intensificação de acesso à internet e tecnologias tem oportunizado que pessoas de diferentes idades e realidades utilizem de plataformas online para obter informações e se conectar com comunidades de interesse. Ante a esse panorama, a utilização das mídias sociais enquanto ferramentas estratégicas para simplificação de informações complexas emerge como um modo eficiente de aproximar o público do conhecimento científico de maneira massificada, por meio de uma linguagem facilmente assimilável e de compreensão popular. Assim, tem-se um canal que possibilita aproximar a comunidade de descobertas científicas e de discussões técnicas acerca de assuntos complexos e que fazem parte de seu cotidiano. Dentre as mídias sociais amplamente empregadas, o Instagram figura como líder no compartilhamento de informações, totalizando mais de dois bilhões de usuários ativos mensalmente e mais de 500 milhões todos os dias, sendo que 62% da população brasileira utiliza a referida mídia social. Nesse interim desenvolveu-se o projeto de extensão intitulado Agropost: Descomplicando o Agronegócio, cujo objetivo consiste em disseminar informações e ferramentas relacionadas ao agronegócio em suas múltiplas dimensões (aspectos gerenciais, econômicos, institucionais, zootécnicos, agronômicos, sociais, etc.) junto a população, inserindo-a nos debates acadêmicos e proporcionando-lhe uma visão integrativa do setor. Para tanto, em meados de 2024 foi criada uma página no Instagram, que é gerenciada por uma equipe composta por discentes, docentes e demais pesquisadores do agronegócio brasileiro. As postagens são realizadas com o auxílio de bolsistas e voluntários, que empregam o Canva, uma ferramenta digital de design para tornar os designs e layouts das postagens mais visualmente atrativos e autoexplicativos. As postagens são pré-programadas em dias da semana, envolvendo as seguintes categorias: (i) Agrocurioso, que tem como objetivo apresentar curiosidades desconhecidas do agronegócio; (ii) Agropost Notícias, que mostra notícias atualizadas sobre o setor agrícola e agroindustrial; (iii) Agro Científico, que representa a essência do projeto, pautada na seleção de artigos científicos e na sintetização de informações em linguagem popular, e; (iiii) Eventos do Agronegócio, que consiste na divulgação de eventos do agronegócio local, regional, estadual e nacional. Além disso, também se realizam postagens inerentes às datas comemorativas do agronegócio. A fim de impulsionar as postagens e maximizar o seu alcance, estas foram programadas para dias e horários de maior engajamento. O perfil do Agropost nos últimos três meses teve 24.489 mil visualizações e também apresentou um amento de 3,39% no número de seguidores, passando de 354 para 366 seguidores. Neste mesmo período, registrou-se a interação de 401 contas, sendo 75,1% de seguidores e 24,9% de não seguidores. Quanto as reações incorridas nas postagens realizadas, evidenciam-se 244 curtidas, seis salvamentos e 75 compartilhamentos. Desse modo, contabiliza-se a média de 122 curtidas, 0,5 comentários, três salvamentos e 37,5 compartilhamentos durante os últimos três meses sem a utilização da ferramenta turbinar publicações. Assim, de maneira geral, observa-se que o projeto de extensão tem obtido resultados satisfatórios, haja vista o alcance das informações científicas viabilizado pela mídia social. Não obstante, evidencia-se a relevância do projeto também no que compete a simplificação de informações técnico-científicas, oportunizando aos discentes envolvidos o desenvolvimento de competências inerentes à comunicação com múltiplos públicos e a interação do ambiente acadêmico com a comunidade em geral

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