Unifev Revistas (Centro Universitário de Votuporanga-SP)
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    FALA COMIGO - A COMUNICAÇÃO DA MTV BRASIL COM O JOVEM

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    Este trabalho faz um estudo da linguagem e da programação desenvolvida pela primeira emissora segmentada do Brasil, a MTV Brasil, que foi ao ar em 1990 a partir do modelo do canal americano. Por meio destes programas a emissora tinha como objetivo estabelecer um diálogo direto com os jovens preenchendo a grade inicialmente com videoclipes musicais, depois com formatos diversificados ancorados por jovens e artistas do pop rock e mais tarde com campanhas sociais. A análise percorreu os 23 anos em que a filial brasileira fez parte do grupo da Editora Abril, observando desde os apresentadores, ao cenário, figurino e o conteúdo da programação. Como resultado, o trabalho identificou que a MTV tinha como foco um público específico, jovens adolescentes amantes de música com idade entre 15 e 19. Constatou-se também que com a popularização da internet, a emissora não conseguiu manter o interesse das novas gerações nesta mesma faixa etária, perdendo audiência. Em 2013, a concessão acabou sendo devolvida para a matriz americana, colocando um ponto final na MTV Brasil. Complementando a pesquisa, também foi desenvolvido um mini-documentário com entrevistas de personagens que viveram e participaram da programação da MTV Brasil durante seus 23 anos de existência, como integrantes das bandas CPM 22, Charlie Brown Jr. e Tihuana, além do produtor musical Carlos Eduardo Miranda, que também produziu programas da emissora.Palavras-chave: Jornalismo. Televisão. MTV. REFERÊNCIAS: DE SOUZA, José Carlos Aronchi. GÊNEROS E FORMATOS NA TELEVISÃO BRASILEIRA. 1. Ed. São Paulo: Summus, 2004. 196 p. GOES, Zico. MTV, Bota Essa P#@% Pra Funcionar.1.ed. São Paulo: Panda Books, 2014. MASSARI, Fábio. Mondo Massari: entrevistas, resenhas, divagações & ETC. São Paulo: Edições Ideal, 2013. 476 p.TRAQUINA, Nelson. O estudo do jornalismo no século XX. 2. ed. São Leopoldo: Editora Unisinos, 2001. 220 p

    MOLDA: A MODA COMO REPRESENTAÇÃO CULTURAL

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    Segundo Santaella (1998), mais de 75% dos processos de cognição humana são visuais, consequentemente a maior parte das extensões tecnológicas e comunicacionais desenvolvidas pelo ser humano objetiva potencializar esse sentido ou serem percebidas por meio dele, entre elas a moda. Considerada a sétima maior economia, esta indústria criativa está avaliada em mais de U$ 2.4 trilhões de dólares. O Brasil é considerado o quinto país produtor do maior evento de moda do mundo: a Fashion Week. Além de toda influência econômica, as roupas possuem ainda muitas referências históricas, culturais e, além disso, grande representatividade em relação à subjetividade dos indivíduos. O presente trabalho visa analisar a moda e seu potencial comunicativo como representante da cultura e seus múltiplos aspectos como o social, o econômico, o político, além de seu uso como manifesto. Ao longo desse estudo abordaremos, na tentativa de compreender os processos, por que a moda é importante, o que ela é e como produz informação, como é consumida e cria as diferentes manifestações, por meio dos estudos de autores como Gilles Lipovetsky, Gilda Chantaigner e outros. Para tanto, como metodologia, será realizada pesquisa bibliográfica em livros, sites e análises de coleções de moda. Ao final será realizado um estudo de caso de uma coleção de moda da marca Lab Fantasma. Com o resultado dessa análise será desenvolvida uma exposição para contextualizar a representatividade da cultura na coleção escolhida.Palavras-chave: Moda. Cultura. Identidade. REFERÊNCIAS: CHANTAIGNER, Gilda. História da moda no Brasil. São Paulo: Estação da Letras e Cores, 2010. GODART, Frédéric. Sociologia da moda. São Paulo: Senac São Paulo, 2010. LIPOVETSKY, Gilles. O império do efêmero: a moda e seu destino nas sociedades modernas. São Paulo: Cia das Letras, 2009.MESQUITA, Cristiane. Roupa: territo¿rio da existe¿ncia. Fashion Teory: a revista da moda, corpo e cultura, Sa¿o Paulo, n.2 , p.115-130, jun. 2002. Edic¿a¿o Brasileira. STEVENSON, Nj. Cronologia da moda: de Maria Antonieta a Alexander McQueen. Rio de Janeiro: Zahar, 2012

    O CONSERVADORISMO NO PODER JUDICIÁRIO

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    A finalidade do presente artigo é mostrar sobre o conservadorismo enraizado no poder judiciário. O Poder Judiciário por se tratar de uma ciência que trabalha com as leis tem como característica própria ser conservadora. Portanto o judiciário não gosta de mudanças, prevalece defendendo a tese de repetições de fórmulas, por esta razão que o poder judiciário tem uma ligação direta com as tradições. A forma como os operadores do direito se comportam, se trajam e se comunicam são exemplos clássicos de formalismos. Importante ressaltar que as tradições são de suma importância, pois faz parte da cultura do nosso país e consequentemente da identidade do poder judiciário, mas é necessário mostrar a cautela que devemos ter com o excesso de formalismo e tradições para que não venhamos violar direitos fundamentais. Relatar que sociedade é uma verdadeira metamorfose, ou seja, está em constante mudança, e o direito por ser uma ciência que tem como objetivo regular as condutas dos membros da sociedade por meio de normas e princípios, tem como obrigação se adaptar à essas mudanças, informar que na prática é difícil de acontecer, porque mudar o que está consolidado nos costumes do judiciário é uma tarefa quase impossível. O tradicionalismo no que tange alguns aspectos como por exemplo a utilização de linguagem rebuscada dificultam o acesso ao judiciário de algumas pessoas, violando assim uma garantia constitucional. Relatar sobre pontos positivos e a evolução de alguns aspectos que antigamente eram considerados ¿tabu¿ devido o conservadorismo, que hoje se tornou comum como por exemplo o uso de calça cumprida por mulheres no STF. Quais os aspectos que devem ser mudados para que o conservadorismo não venha prejudicar os cidadãos, sendo um dos aspectos a roupa como identidade e não um meio limitador ao acesso à justiça e a importância da criação de meios de aproximação da comunidade com o judiciário.Palavras-chave: Tradição. Mudanças. Direitos Fundamentais. REFERÊNCIAS: DINIZ, Maria Helena. Compendio de introdução do Direito.14 ed., São Paulo: Saraiva,2002. REALE, Miguel. Lições Preliminares de Direito. 27 ed., São Paulo: Saraiva, 2002. STRECK, Lenio Luiz. Hermenêutica Jurídica e(m) crise: uma exploração hermenêutica da construção do Direito. 8 ed. ver. atual. Porto Alegre: Livraria do Advogado Editora, 2009

    OS DIREITOS E GARANTIAS DOS LGBTS NO BRASIL

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    O artigo visa apresentar os desafios da comunidade LGBT, principalmente dos transexuais, para poder usufruir de direitos a eles já assegurados no Brasil. A falta de informação sobre o uso do nome social e as dificuldades para alteração do nome civil são reclamações constantes dos transexuais, motivo, segundo a Associação Brasileira de Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), que gera ônus significativo para as pessoas trans, como o abandono do convívio educacional, profissional e familiar, por conta do preconceito. A formação social do indivíduo se molda a partir de conceitos já estabelecidos por gerações anteriores, historicamente machista e patriarcal, excluindo, por sua vez, o que é considerado "diferente", fora do padrão. A legislação brasileira deve ser clara sobre a inclusão real desta parcela marginalizada na sociedade, justificativa deste trabalho que busca apresentar as dificuldades vividas pela comunidade Transexual e a imprudência velada que o Estado tem por ela. O artigo será feito por meio de pesquisa bibliográfica e análise histórico-descritiva.Palavras-chave: Transexuais. Direito. Garantias. REFERÊNCIAS: DURKHEIM, Émile. As regras do método sociológico. Disponível em: <https://ayanrafael.files.wordpress.com/2011/08/durkheim-c3a9-as-regras-do-mc3a9todo-sociolc3b3gico.pdf> Acesso em: 07 de fevereiro de 2017. MARTINES, Rafael Henrique Gonçalves. Os principais direitos e os problemas enfrentados pelos transexuais. Disponível em: <http://www.direitonet.com.br/artigos/exibir/6669/Transexualismo>. Acesso em: 06 de fevereiro de 2017. NOVAES, Marina; ROSSI, Marina. Os direitos básicos aos quais transexuais e travestis não têm acesso. Disponível em: <http://brasil.elpais.com/brasil/2015/08/28/politica/1440778259_469516.html>. Acesso em: 06 de fevereiro de 2017. SIQUEIRA, Alessandro Marques de. Transexualidade: a superação do conceito binário de sexo. Disponível em: <http://www.egov.ufsc.br/portal/conteudo/transexualidade-supera%C3%A7%C3%A3o-do-conceito-bin%C3%A1rio-de-sexo>. Acesso em: 06 de fevereiro de 2017

    TRANSEXUALIDADE(S), A CONSTRUÇÃO DO EU: REFLEXÕES PSICANALÍTICAS SOBRE, SEXUALIDADE, GÊNERO E SUBJETIVIDADE

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    O presente estudo tem por finalidade refletir como se realiza o processo da construção do eu transexual, considerando a contradição que se estabelece entre o seu sexo anatômico, a sua identidade sexual em discordância com o gênero. Para tanto, empreendeu-se em linhas gerais algumas teórias sobre transexualidade, gênero, sexualidade, e subjetividade, pois todos esses conceitos estão intrinsecamente relacionados com a transexualidade. Dessa forma, tendo como referência o sujeito que constrói sua identidade contrapondo-se a força da construção social do gênero, realizou-se uma pesquisa do tipo qualitativa, bibliográfica e descritiva tendo por método o raciocínio indutivo o qual permite trazer a questão concreta para junto da realidade por meio das teorias existentes e apontar possível solução. A solução que a pesquisa aponta é que ao ser tratado em sua singularidade e não como um dado numérico, o transexual estaria a um passo de livrar-se do estigma patologizante de disforia de gênero, termo constante no DSM-V. Uma vez retirado o termo preconceituoso, o transexual, teria autoridade sobre seu destino e socialmente estaria livre da insígnia patológica que lhes causa invisibilidade social. O instrumento utilizado na pesquisa foi o instrumento bibliográfico, valendo-se de obras escrita por teóricos da transexualidade. A pesquisa conclui que o gênero e a identidade de gênero é o resultado de uma construção social em transformação. Hoje se fala em transexualidades no plural assim como falamos de heterossexualidades e homossexualidades. Essa mesma transformação acerca da transexualidade, gênero e sexualidade confirmam a existência da singularidade do sujeito. Sendo assim, com a retirada do termo disforia de gênero, o transexual seria avaliado em sua singularidade, vez que ao chegar perante o profissional todos já fizeram seu autodiagnóstico.Palavras-chave: Transexualidade. Gênero. Subjetividade. REFERÊNCIAS: BENJAMIN, Harry. Transvestism and transsexualism. In: Internacional Journal of Sexology. v.7. _________. (2001). El fenômeno transexual. (Version española del Dr. J. Fernández de Aguiar Torres). n.1, 1953. Sevilha. BENTO, Berenice. A. de Melo: Da Transexualidade Oficial às Transexualidades. In PISCITELLI, Adriana.; GREGORI, M. F.; CARRARA, Sérgio. (Orgs.). Sexualidade e Saberes: Convenções e Fronteiras. Rio de Janeiro: Garamond, 2004, p. 143-172

    TRANSFUSÃO DE SANGUE EM TESTEMUNHAS DE JEOVÁ: VIOLAÇÃO DO DIREITO À VIDA OU LIBERDADE DE CRENÇA?

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    O artigo a ser realizado tem como objetivo ser descritivo ao passo que relatarei a formação do grupo Testemunha de Jeová, cuja religião tem como pensamento a negação das transfusões de sangue, abordando como o médico deve se relacionar diante do paciente, visto que há uma ponderação de interesses, no qual há a discussão da recusa de receber o sangue e o direito de preservar a vida, mas já dizia o artigo 5° da Constituição Federal, inciso II, ninguém é obrigado a fazer nada, se não em virtude da Lei. Vamos objetivar o risco de vida que a pessoa terá ao recusar a transfusão de sangue, analisando os conflitos de interesses e direitos, e a colisão que enfrentam a solução do conflito. Quanto ao procedimento a ser realizado, far-se-á opção do método direto, em que haverá pesquisas bibliográficas sobre o tema em questão, e que permite uma maior busca de dados no local que ocorrem tais fatos. O artigo seguira a ferramenta de pesquisas bibliográficas e documental, cuja ferramenta permitira uma análise mais abrangente dos estudos desenvolvidos, mostrando a total liberdade de crença, liberdade de escolha, bem como o afrontamento na ética da medicina que tem como vista a preservação da vida. Busco como resultado a possibilidade de ponderação dos valores, uma análise minuciosa dos conflitos, no qual sabemos que a religião tem mais força que a Lei, e que normalmente há algo que deixamos de fazer por haver esse bloqueio religioso, mesmo com a Lei diante dos nossos atos.Palavras-chave: Testemunha de Jeová. Transfusão de Sangue. Direito à Vida. REFERÊNCIAS: AZEVEDO, Á. V. Autonomia do paciente e direito de escolha de tratamento médico sem transfusão de sangue. FAAP.  São Paulo, [s. n.], 2010. BARROSO, L. R. Legitimidade de Recusa de transfusão de sangue por testemunhas de Jeová. Dignidade humana, liberdade religiosa e escolhas existenciais. Revista Trimestral de Direito Civil. v. 42. p. 49-91. Rio de Janeiro:Editora Padma, abr/jun 2010. BRASIL. Constituição 1988. Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF: Senado. 1988. FARIAS, E. P. de. Colisão de Direitos ¿ A honra, a intimidade, a vida privada e a imagem versus a liberdade de expressão e informação. Porto Alegre: Sergio Antonio Fabris Editor, p. 134 e ss.2000

    A LEI DA ANISTIA E SUA INTERFERÊNCIA NA JUSTIÇA E TRANSIÇÃO

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    A finalidade da pesquisa é mostrar o que efetivamente seria a justiça de transição, e o que ocorreu no Brasil durante e após os 21 anos de ditadura militar. O projeto analisará e discutirá fatos ocorridos durante a ditadura e suas consequências, além da possível inconstitucionalidade da Lei da Anistia que gerou a não reparação de direitos aos atingidos naquele período, a qual fere tratados internacionais de direitos humanos e a própria Constituição Federal de 1988. De acordo com dados do Ministério da Justiça e Cidadania, a Comissão da Anistia foi criada pela lei 10.559/2002, com o objetivo de reparar moral e economicamente as vítimas de atos de exceção, arbítrio e violações aos direitos humanos cometidos entre 1946 a 1988. Entretanto, “a comissão da Anistia, restitui apenas os prejuízos materiais, rejeitando os danos morais, que foram as maiores lesões sofridas pelos perseguidores políticos”. Assim, que, até então, era entendido por meio da lei como uma forma de perdão político e liberdade para torturados e torturadores, presos, exilados e assassinos, e a extinção da punibilidade de todos os crimes praticados durante o período, agora, interferiu no processo de transição, uma vez que, as etapas essenciais para a reconciliação nacional, bem para que se busque a verdade dos fatos ocorridos, foram abafados. Esta lei trouxe para a sociedade, de uma forma transigente e até banal, a resolução dos conflitos que aconteceram durante o período denominado de “Anos de Chumbo” (1964-1985). A ideia de justiça, especificamente nesse contexto, teve seu propósito desviado. Portanto, uma das soluções para a questão é a admissão da revisão da Lei da Anistia, que pode ser feita pelo poder judiciário ou pelo Congresso Nacional. Outra deliberação seria uma intrínseca interpretação da Constituição brasileira e tratados internacionais em conjunto com a lei analisada.  

    O DIREITO FUNDAMENTAL AO ESQUECIMENTO SOB O PRISMA CONSTITUCIONAL DOS DIREITOS À PRIVACIDADE, IMAGEM, INTIMIDADE E VIDA PRIVADA EM DETRIMENTO DA PUBLICIDADE PROCESSUAL

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    O presente trabalho analisa o contexto atual do direito à intimidade e à vida privada com o advento das novas tecnologias da informação, em especial a internet. A discussão sobre a temática mostra-se pertinente uma vez que muitos conflitos são gerados a partir da colisão entre o resguardo da intimidade e o direito de expressão e informação através do uso dos novos meios tecnológicos. Examinam-se diversas situações em que o mau uso de serviços e recursos disponibilizados através da internet pode acarretar lesões à privacidade do indivíduo. O estudo sustenta-se na análise doutrinária dos institutos jurídicos envolvidos, com suas evoluções históricas e teorias conexas, e na exposição e análise de casos concretos que foram apreciados pelo judiciário brasileiro. Conclui-se pela necessidade de uma inovação legislativa à nova realidade, que venha a tutelar a atual conjuntura do direito à intimidade e à vida privada em face das novas tecnologias

    CAPTAÇÃO, PROCESSAMENTO E ANÁLISE DE SINAIS ELETROENCEFALOGRÁFICOS PARA CONTROLE DE UM PROTÓTIPO DE CADEIRA DE RODAS

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    Se o corpo humano fosse uma máquina, seria considerado a máquina mais sofisticada existente no planeta, por possuir habilidades de controle e raciocínio. Dentro desta supermáquina existe um órgão que controla as ações - o cérebro humano. Este é composto por aproximadamente 100 bilhões de células nervosas, chamadas de neurônios. Os neurônios têm a incrível habilidade de juntar e transmitir sinais eletroquímicos, como se fossem fios de computador tendo entrada e saída de informações. Os neurônios compartilham as mesmas características e têm as mesmas partes que as outras células, mas o aspecto eletroquímico os deixam transmitir sinais por longas distâncias e passar mensagens de um neurônio para o outro (1), ou seja, todos os nossos sentimentos e movimentos podem ser descritos com uma sequência de sinais eletroquímicos, podendo ser captados através de dispositivos denominados eletrodos. Assim sendo, podemos processar os valores obtidos utilizando técnicas de processamentos de sinais analógicos e digitais. Após o processamento, tais resultados podem, por exemplo, servir de base para o acionamento de dispositivos eletrônicos e a construção de próteses que ajudem na recuperação de pessoas com deficiências causadas por vários tipos de traumas. Este trabalho tem por objetivo desenvolver nas seguintes etapas: estudo da estrutura e comportamento do cérebro, construção de um circuito para captação e amplificação do sinal eletroquímico gerado pelo cérebro em ações motoras, processamento dos sinais processados e aplicação dos resultados processados em dispositivos através de micro controladores. O projeto se encontra na fase de integração dos sinais processados com um protótipo de cadeira de rodas.Palavras-chave: Sinais eletroencefalográficos. Processamento de sinais. Cérebro.

    ESTUDO COMPARATIVO DO DESENVOLVIMENTO MOTOR EM ADOLESCENTES DE 12 A 14 ANOS, NA PERSPECTIVA DESENVOLVIMENTISTA EM ESCOLARES DA REDE PÚBLICA E UMA TURMA DE TREINAMENTO DE FUTSAL NO MUNICÍPIO DE VOTUPORANGA-SP

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    Este estudo tem como objetivo comparar as habilidades motoras de adolescentes que tem em sua rotina a prática de atividades físicas regulares e adolescente que não tem no seu dia-a-dia a mesma vivência. Trabalhar a habilidade motora é o básico dentro de qualquer atividade física, porém é de extrema importância e responsabilidade do professor ou treinadores, requerer conhecimento e dedicação para que possam ser trabalhados de forma correta e não prejudicando o aluno na sua formação motora.  A avaliação do desempenho das habilidades motoras de praticantes de uma turma de futsal e em escolares, submetidos ao teste de KTK, Sabemos que o futsal por ser um esporte que trabalha muito com repetições de movimentos buscando aperfeiçoar e padronizar as técnicas de habilidades especializadas introduzimos a perspectiva desenvolvimentista, para usarmos como base para este estudo. A abordagem desenvolvimentista tem como sua principal característica a aprendizagem motora através do movimento, ou seja as habilidades motoras é o meio e fim da atividade, aprendendo também outros conceitos tais como: social, afetiva e cognitiva, todos eles através do movimento. Na presente pesquisa foram avaliados no total de 24 adolescentes, sendo 12 da turma experimento e 12 da turma controle, todos do sexo masculino. Foi realizado uma bateria de testes com o intuito de avaliar coordenação motora sendo eles: salto monopedal, salto lateral, transferência lateral e trave de equilíbrio do método KTK. Os resultados não apontaram uma diferença significativa entre a turma de experimento e a turma controle. Verificou-se pouca diferença no nível de desempenho motor entre o grupo experimento e o grupo controle, porém a limitação da amostra não permitiu uma conclusão ampliada sobre o não aprimoramento das habilidades motoras em razão da prática sistemática de futsal em escola de treinamento específico.Palavras chave: Futsal, Turma de treinamento, desenvolvimento motor

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