Unifev Revistas (Centro Universitário de Votuporanga-SP)
Not a member yet
1603 research outputs found
Sort by
O DESAFIO DOS CONJUNTOS NUMÉRICOS
Em meados de 1872, o matemático russo George Cantor (1845 - 1918), buscou a mais primitiva e sintética definição de conjunto. Essa teoria ficou conhecida também como teoria ingênua ou teoria intuitiva devido a descoberta de várias antinomias associados à ideia central da própria teoria. O conhecimento prévio desta teoria serve como base para o desenvolvimento de vários temas na matemática, como relações, funções, análise combinatória e probabilidade. O reconhecimento de um conjunto numérico e localização a qual conjunto pertence determinado número, é tema de várias questões pertencentes a avaliações de aprendizagem tais como SARESP (Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo). O desafio dos conjuntos numéricos teve como objetivo aumentar o conhecimento dos alunos na matemática, ao estudar os conjuntos numéricos. O projeto foi desenvolvido em duas partes: primeiramente a professora supervisora da sala revisou o conteúdo com os alunos e, em seguida foi aplicada uma atividade em que a sala foi dividida em dois grupos. Cada grupo recebeu um desafio que continha cinco fases e cinco envelopes contendo as instruções de cada fase. A atividade foi aplicada na escola E.E Dr. José Manoel Lobo e também na E.E. Profa Maria Nívea Costa Pinto Freitas. Conclui-se que após a atividade, os alunos conseguiram identificar com clareza a que conjunto pertenciam cada número. Foi de extrema importância trabalhar com os alunos esse conteúdo, tendo em vista que será utilizado no decorrer dos estudos. Os conjuntos podem ser vivenciados na Matemática, mas com aplicações em outras áreas e sua compreensão favorece o desenvolvimento e compreensão de várias teorias.Palavra-Chave: Conjuntos; Números; Desafio
A EQUIPARAÇÃO CONSTITUCIONAL DA UNIÃO ESTÁVEL AO CASAMENTO E SEUS EFEITOS NA LEGISLAÇÃO PENAL
Na seara do Direito Constitucional, quis o legislador, atendendo aos anseios que a evolução social demanda, equiparar a União Estável ao Casamento. Este último, instituto já disciplinado do Código Civil e que ganhou importante relevância jurídica, serviu de base à nova forma de organização familiar e amparou a denominada União Estável. Contudo, a forma pela qual os ramos do Direito se relacionam, trouxe repercussões dessa modalidade civil à seara do Direito Penal. É o que o presente artigo tem por objetivo analisar através da metodologia bibliográfica, desenvolvida a partir de materiais publicados em livros, artigos, dissertações e teses. Para tanto, uma introdução sobre as novas modalidades e a evolução do termo \"família\" com as relações afetivas que a sociedade viu necessidade de serem amparadas por nossa legislação. Por seguinte, depois de esmiuçado o tema União Estável, bem como os aspectos que se equipara essa modalidade de relação conjugal como o casamento, iremos convergir as situações de equiparação para a atual legislação penal. Amiúde já constatado os efeitos civis, será hora de verificar em quais situações o Direito Penal entende da mesma maneira e, quais consequências essa equiparação da União Estável ao casamento pode gerar aos integrantes dessa relação, tomando por base os dispositivos legais presente no CP. As consequências penais dessa equiparação, o reflexo disso às tipificações do Código Penal e a interpretações analógica, resumidas nesta humilde obra, tentarão elucidar importante tema da justiça atual, qual seja, o resultado da aplicabilidade ao Direito Penal desta novidade decorrente do Direito Constitucional e Familiar. Palavras-chave: União Estável. Casamento. Direito Penal
A LEGITIMIDADE POPULAR PARA PROPOSITURA DA AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE COMO INSTRUMENTO DE EFETIVAÇÃO DA DEMOCRACIA PARTICIPATIVA
O presente trabalho tem como objetivo central apresentar um novo paradigma de participação popular perante o Poder Judiciário, que por meio da legitimação da população na propositura da ação direta de inconstitucionalidade, como autor, amplia-se o rol até então taxativo do artigo 103 da Constituição Federal, dando-se a oportunidade de efetivar-se a democracia participativa, instituto inerente ao Estado Democrático de Direito Brasileiro. A democracia representativa encontra-se amplamente exercida, porém ainda se faz necessária a presença da democracia participativa, esta espécie de democracia pode ser definida como a possibilidade de intervenção direta dos cidadãos nos procedimentos de tomada de decisão e de controle do exercício do poder. Ora, quando a população tem a possibilidade de atuar diretamente nos institutos fundamentais, como a ação direta de inconstitucionalidade, o processo fica mais legítimo e reflete o exercício da democracia e da cidadania em todas as suas nuances. Pretende-se, por meio do método indutivo e dialético, derivados de uma pesquisa qualitativa bibliográfica e histórica, atingir resultados que demonstrem a possibilidade de ampliar-se o rol de legitimados a propor a referida ação, para incluir a população, delimitando o que é e como é o processo de ação direta de inconstitucionalidade e como a presença da população como polo ativo na demanda funcionará como paradigma efetivador da democracia participativa, conferindo legitimidade impar ao procedimento. O Controle de Constitucionalidade mostra-se como consequência do princípio da supremacia da Constituição, que por meio deste verifica-se a incompatibilidade das normas infraconstitucionais face à Constituição. Deste modo, necessário que a população, como interessada direta num ordenamento uno e coerente, não fique à mercê dos legitimados presente no artigo 103, para que essas ações sejam propostas, atuando diretamente na manutenção do ordenamento jurídico, garantindo-se a manutenção da lei suprema.Palavras-chave: Controle de Constitucionalidade. Democracia Participativa. Legitimidade
A LEI DE GERSON: UMA ANÁLISE DO JEITINHO BRASILEIRO NA SOCIEDADE
A ética é sempre abordada no âmbito das grandes instituições governamentais e políticas, porém, deve-se analisá-la também dentro daquelas corrupções consideradas pequenas. Esta pesquisa surgiu com o intuito de averiguar as corrupções cometidas diariamente pela sociedade e justifica-se pelo fato de que muitas vezes, por se tornarem comuns, essas transgressões não geram culpa nem sanção naqueles que as praticam. Tem-se como objetivo entender como surgiu o jeitinho brasileiro e como ele se relaciona com a corrupção, além disso também será analisada a famosa Lei de Gerson, criada graças a uma propaganda de cigarros veiculada nos anos 70 e que ficou conhecida nacionalmente como definição da identidade nacional. O artigo será feito por meio de pesquisa bibliográfica e análise histórico-descritiva e se dividirá em duas partes, na primeira serão abordados os conceitos de corrupção durante os séculos, desde a Antiguidade, com o Direito cíclico, até os dias atuais, em que a corrupção é diariamente discutida e polemizada. Na segunda parte, serão analisadas pesquisas realizadas por autores reconhecidos na área da ética, para se constatar como e porque agem as pessoas que praticam essas corrupções diárias. O artigo terá como base as obras A mais pura verdade sobre a desonestidade, do pesquisador Dan Ariely e Corrupção: ensaios e críticas, do antropólogo brasileiro Leonardo Avritzer. Por fim, pretende-se provar com a pesquisa que tendo a oportunidade de trapacear, as pessoas trapaceiam, porém para não serem vistas como alguém desonesta, trapaceiam pouco, uma pequena corrupção por dia.Palavras-chave: Corrupção. Ética. Direito
A LITERATURA FANTÁSTICA COMO INCENTIVO À PRÁTICA DA LEITURA EM SALA DE AULA
A literatura fantástica é uma narração elaborada pelo imaginário, por uma dimensão supostamente inexistente na realidade convencional. O gênero fantástico está cheio de elementos improváveis, fantasiosos e desvinculados do cotidiano humano. Por isso, o intuito desse projeto é, através dos contos fantásticos, especialmente os de Edgar Allan Poe, estimular o gosto pela leitura, bem como promover a competência leitora. Além disso, desenvolver a sensibilidade estética, a imaginação, a criatividade e o senso crítico, buscando estabelecer relações entre o lido/vivido. Todorov, além de expor algumas características do gênero fantástico, trata de suas funções no texto, considerando-as como função literária e função social. A função social está presente nas narrativas porque o emprego do sobrenatural seria um pretexto para falar sobre assuntos considerados "proibidos" na sociedade. Murilo Rubião desvenda nos seus contos grandes dramas da existência humana, criticando, através do fantástico, a sociedade e seus sufocantes costumes. Deste modo, foram desenvolvidas atividades com base nos contos fantásticos; os alunos fizeram a reescrita de um conto e depois o transformaram em vídeo. Se partirmos da ideia de que a literatura tem a função de humanizar e, por isso, atua na formação dos alunos, o trabalho em sala de aula com os contos estudados proporciona aos alunos a reflexão sobre a sociedade atual e uma leitura/análise mais profunda das obras literárias.Palavras-chave: Literatura fantástica. Conto. Edgar Allan Poe
A PRÁTICA DO TÊNIS NO AMBIENTE ESCOLAR: RELATO DE EXPERIÊNCIA
O presente estudo teve por objetivo levar a prática do esporte tênis em escolares de 8 a 10 anos, já que o mesmo é um esporte diferente dos aplicados no ambiente escolar. O mesmo foi desenvolvido em um Centro de Educação Municipal da cidade de Votuporanga/SP, com escolares atendidos pelo Projeto Pibid de Educação Física. A pesquisa foi constituída por duas etapas: a primeira, que ofereceu subsídios para as crianças envolvidas conhecer um pouco mais da história do tênis, e a segunda que teve por objetivo demonstrar, ensinar e promover a prática do esporte. A temática foi trabalhada durante 4 aulas de Educação Física. Na primeira aula foi apresentada a história do esporte e logo após os alunos vivenciaram uma atividade adaptada. Nas demais aulas foram trabalhados os movimentos específicos do tênis seguindo uma sequência pedagógica. Os resultados observados foram extremamente positivos, pois as crianças participaram de maneira maciça em todos os exercícios propostos, mostrando-se animadas com as aulas, e sempre dispostas a fazê-las. Por meio das aulas foi possível promover uma diversificação de uma nova modalidade esportiva, de forma intencional a provocar interesse pelo esporte apresentado, permitindo assim à inclusão de crianças com dificuldades em realizar outras atividades, sendo possível ensinar valores como disciplina, honestidade e força de vontade. Portanto, a introdução de um esporte `novo" no contexto escolar, deve ser aplicado de forma gradativa, seguindo toda uma progressão pedagógica, até a introdução dos materiais oficiais. Assim, percebeu-se que houve uma grande aceitação, com a participação de todos durante as aulas, sendo bem recebido para algo que alguns nunca tinham visto ou praticado.Palavras chaves: Tênis; Ambiente escolar; Aluno
AULAS TEÓRICAS
As aulas teóricas servem para dar um embasamento para os alunos antes das aulas práticas, melhorando assim seu entendimento. Reuniu-se com os alunos para poder selecionar qual seria o tema da aula a ser discutido, o tema escolhido foi o de combustão, foi feito um debate em sala de aula onde os alunos puderam tirar suas duvidas e curiosidades foram utilizados livros didáticos, caderno do aluno oferecido pelo governo, entre outros livros complementares do ensino médio. As aulas tiveram um bom rendimento, pois foram alcançados todos os resultados esperados, passando todo o conteúdo para os alunos, conclui-se que os alunos tiveram uma ótima aprendizagem e aceitação sobre os assuntos tratados durante as aulas teóricas.Nos dias de hoje as aulas teóricas são estressantes para os alunos da rede publica, quando você proporciona que eles escolham um assunto e começa a debatê-lo, isso se torna mais prazeroso para o aluno, podendo expor suas curiosidades e duvidas.Palavras chaves: Aula, Alunos, Debater.
BINGO GEOGRÁFICO
Elaboração de um bingo geográfico de temas diversificados no conteúdo de geografia foi desenvolvida para alunos do 7° ano do ensino fundamental, com o objetivo de contribuir de forma eficaz no processo de ensino-aprendizagem despertando o desejo de conhecer mais os assuntos que envolvem a ciência geográfica, aguçando os alunos para aprender geografia de forma lúdica quebrando práticas tradicionais para o aprendizado. Auxiliar o Professor em sala de aula. Ajudando os alunos com maior dificuldade de sobre o conteúdo da matéria ministrada. Para o desenvolvimento da atividade, cada aluno receberá uma cartela com 11 respostas das dicas que serão \"cantadas\" pelo professor, após a explicação da matéria em questão. O professor sorteará as dicas, e o aluno por sua vez verificará se está de acordo com as respostas de sua cartela. Ganha o aluno que primeiro completar corretamente a cartela. A premiação deve ser combinada entre professor e aluno. O tempo estimado para aplicação do jogo é de 2 horas/aula. Esse jogo foi aplicado para um determinado conteúdo, mas pode ser adaptado para diferentes temas geográficos. O bingo tem como objetivo estimular a atenção e concentração dos alunos, desenvolver o raciocínio lógico, além de reforçar a compreensão do conteúdo/assunto desenvolvido em sala de aula. Poucos alunos tiveram dificuldades, havendo um maior interesse dos alunos no conteúdo estudado. Mostrando que de uma forma lúdica prende-se a atenção do aluno e o faz aprender brincando. Tendo em vista todo esse processo de observação e aplicação, podemos concluir que a aplicação de jogos no Ensino de Geografia é realmente válida e acrescenta muito ao aprendizado do aluno, além de ser um meio alternativo de ensinar brincando, valorizando e contribuindo para a ampliação e fixação do conhecimento, despertando a vontade de aprender.Palavras-chave: Geografia; Conteúdo; Resultado
INCLUSÃO DA DEFICIÊNCIA VISUAL NO ENSINO FUNDAMENTAL I
A deficiência visual é caracterizada pela perda parcial ou total da capacidade visual, levando o indivíduo a uma desvantagem em seu desempenho habitual. Sendo assim, o objetivo da presente pesquisa foi vivenciar a temática da deficiência visual em alunos do Ensino Fundamental I. Para tanto o estudo desenvolveu-se na CEM Clary Brandão Bertoncini, na cidade de Votuporanga/SP, em 30 escolares do 3º ano do Ensino Fundamental I, com idades entre 7 a 9 anos, todos atendidos pelo Projeto Pibid de Educação Física. Primeiramente foi apresentada uma história em quadrinhos da turma da Mônica com a temática de inclusão social e deficiência visual. Além dessa história os alunos vivenciaram uma atividade em que os mesmos deveriam se comportar com tal deficiência. Para identificar o conhecimento sobre o tema desenvolvido foi realizado uma entrevista com 4 questões de caráter fechado. Na primeira questão 43% dos alunos responderam que já viram e/ou conheciam alguém como a personagem da turma da Mônica Dorinha e 57% responderam que não. Na segunda questão apenas 30% dos alunos responderam que conheciam outro tipo de deficiência e 70% dos alunos responderam que não. Quando questionados sobre oque acharam a atividade aplicada na quadra, 20% dos alunos responderam difícil, e 80% consideraram fácil. Na quarta e última questão 100% dos alunos responderam que teriam amizade com pessoas com algum tipo deficiência. Em relação a aula prática a aceitação da mesma foi bastante proveitosa, visto a grande participação e interação dos alunos no decorrer da atividade. Portanto, os resultados mostraram-se positivos, onde os alunos em nenhum momento demonstraram obter preconceitos.Palavras-chave: Inclusão; Deficiência visual; Escolares
O PODER DA IMAGEM ATRAVÉS DA FOTOGRAFIA CONCEITUAL NA CAMPANHA DE MODA PUBLICITÁRIA
O consumo está diretamente relacionado com o poder que a imagem - intencionalmente - tem sobre a formação cultural da sociedade, atraindo o consumidor por meio de informações persuasivas, conceituais e referenciais, induzindo a uma cultura do consumo por desejos e necessidades. A partir desta informação, o presente artigo objetiva estimular o desejo de compra por meio de conceitos inseridos em informações persuasivas, conceituais e referenciais, transmitindo aos receptores a mensagem destinada e condicionando concisamente ao consumo de forma precisa através do afeto. Com base na imagem técnica em que manipula a sociedade, e nos diversos significados que a fotografia pode exprimir, por meio de valores passados em informações simbólicas, fazendo com que o consumo seja condicionado de acordo com os conceitos intencionalmente inseridos, transmitindo ideias, provocando sensações e assim atraindo o consumidor por seus sentidos, por conseqüência, divulgando a marca, produto e serviço do cliente de forma exclusiva. Assim sendo, como metodologia, foi realizado pesquisa bibliográfica em livros e sites, além de orientação de professor. Em seguida à investigação conclui-se que pode-se induzir a sociedade a uma cultura do consumo por meio de desejos e necessidades, priorizando uma forma de comunicação estética e exclusiva, por meio de informações persuasivas, conceituais e referenciais, que irão persuadir ao consumo.Palavras-chave: Imagem. Cultura. Consumo. Fotografia. Publicitária. Campanha.