Portal de Cadernos Científicos do UDF (Centro Universitário do Distrito Federal)
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    224 research outputs found

    WORKING TIME

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    Working time is subject of health and safety in the form of the Working Time Act (ArbZG) as well as of works councils’ co-determination under section 87 (II) Nrs. 2 and 3 Works Constitution Act (BetrVG), (at times) section 99 BetrVG and of individual and colletive contractual arrangements. Under health and safety aspects, it is about limitation of working time to a maximum permissible threshold and its interruption through necessary repose periods in order to avoid health endangering impacts on the employees. The paper describes the baselines of the German Working Time Act’s rules and the limits to flexibility possible according to it, which are to be tested constantly for their conformity with EU law in the (Working Time) directive 2003/88/EC of 4 November 2003. The question which activities constitute “work” under the German and European rules is of particular importance. There is no definitive answer to this question yet for diverse employee duties and activities for the benefit of others. For co-determination under section 87 (II) Nr. 2 BetrVG the question is, on which weekdays and which concrete times of day employees shall work, i.e. when exactly does working time start and end? In this context as well, it is of importance which activities are “work”, e. g. whether putting on protective clothing at the work place counts as work. For co-determination under section 87 (I) Nr. 3 an alteration of the usual working time volume may only be “temporary”, for co-determination under section 99 BetrVG the increase of the hitherto existing volume must be “significant”. The paper describes the problems in detail. It must be resolved in individual contracts to which temporal extent the employee owes work at all. Here, section 307 Civil Code (BGB) requests sufficient clarity, in particular regarding the agreement for which temporal work extent the employer owes which reimbursement. Here as well it has to be determined what belongs to reimbursable “working time”. This is not necessarily coinciding with the health and safety or the co-determination realm

    TRE NOTE SUI «PRECEDENTI» NELLA EVOLUZIONE DELLA GIURISPRUDENZA DELLA CORTE COSTITUZIONALE, NELLA GIURISPRUDENZA DI UNA CORTE DI CASSAZIONE NECESSARIAMENTE RISTRUTTURATA?E NELLA INTERPRETAZIONE DELLE NORME PROCESSUALI

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    Three comments on judicial precedents in the evolution of the jurisprudence of the Constitutional Court, in the jurisprudence of the Corte di cassazione, to be necessarily restructured, and in the interpretation of rules concerning legal proceedings

    A NEGOCIAÇÃO COLETIVA DE TRABALHO E A LEI 13.467/2017 COLLECTIVE BARGAINING AND THE LAW 13.467/2017

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    Trata, o presente artigo, do estudo do instituto da negociação coletiva trabalhista por meio de um breve histórico e de sua conceituação, passando por sua contextualização, importância e utilidade em relação ao Decreto-Lei 5.424, de 1º de maio de 1943. O estudo aborda, ainda, os efeitos causados pela inovação legislativa trazida pela Lei 13.467, de 11 de novembro de 2017, denominada “reforma trabalhista”, comparativo que se dá não só pela análise da modificação dos artigos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), mas também pelas novas formas a serem adotadas frente à reformulação das bases teóricas e principiológicas introduzidas no ordenamento jurídico brasileiro e pela investigação acerca das perspectivas doutrinárias sobre as modificações implementadas

    LA DISABILITA’ NELLE FONTI INTERNAZIONALI DISABILITY IN INTERNATIONAL SOURCES

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    La disabilità: una storia tragica nascosta nell’inconscio collettivo; 2. La palingenesi nei più recenti orientamenti legislativi: una tardiva riparazione? 3. La non omogenea nozione di disabilità nelle fonti internazionali; 4. Ma serve veramente una nozione rigida di disabilità? 5. Posto che tutti, in una certa misura, possiamo essere considerati dei disabili; 6. Ma, quindi, le persone affette da minorazioni esistono in quanto categoria? 7. La problematica distinzione tra discriminazione diretta e discriminazione indiretta; 8. Le cause di giustificazione e le deroghe; 9. Il diverso trattamento riservato ai disabili non costituisce discriminazione positiva ma è espressione del principio di uguaglianza; 10. Rimane da capire quando si possa ritenere che le cause di giustificazione siano ragionevoli; 11. Interpretazioni ed omissioni del legislatore italiano; 12. Ma le azioni volte a garantire l’uguaglianza dei lavoratori disabili non si limitano alla disciplina antidiscriminatoria

    LA INTRODUCCIÓN DE FLEXIBILIDAD EN LA FIJACIÓN DE LAS CONDICIONES DE TRABAJO MEDIANTE CONVENIO COLECTIVO

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    The reforms introduced by Law 35/2010 of September 17 and RDL 3/2012 of February 10 in the regulations governing collective bargaining on working conditions and the protection of Social Security are closer to the idea of deregulation that flexibility of labor relations. The work and guidance of the European Union, which, under the guise of "soft law", even urgently modifies the Charter of the Member States of the Union, such as the Green Book, using ideas of "modernization of labor legislation" to face the challenges of the 21st century, completely ignoring its collective nature. The objective is to deregulate the "dejuridification" of labor relations, which would result in the elimination of the level of protection of workers and the return to self-regulation of the labor market, free commercial power over labor, that is freedom of hiring, freedom to establish working conditions and freedom to terminate the employment contract.Las reformas introducidas por la Ley 35/2010 de 17 de septiembre y el RDL 3/2012 de 10 de febrero en los reglamentos que rigen la negociación colectiva sobre las condiciones de trabajo y la protección de la Seguridad Social están más cerca de la idea de la desregulación que flexibilidad de las relaciones laborales. El trabajo y la orientación de la Unión Europea, que, bajo el disfraz de "soft law", incluso modifica urgentemente la Carta de los Estados miembros de la Unión, como el Libro Verde, utilizando ideas de "modernización de la legislación laboral" para enfrentar los desafíos del siglo XXI, ignorando por completo su naturaleza colectiva. El objetivo es desregular la "desjuridificación" de las relaciones laborales, lo que daría como resultado la eliminación del nivel de protección de los trabajadores y el retorno a la autorregulación del mercado laboral, el libre poder comercial sobre el trabajo, es decir, el libertad de contratación, libertad para establecer condiciones de trabajo y libertad para rescindir el contrato de trabajo

    BALANCE DE MÁS DE VEINTE AÑOS DE APLICACIÓN DE LA LEY 31/1995, DE 8 DE NOVIEMBRE, DE PREVENCIÓN DE RIESGOS LABORALES (LPRL)

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    La Ley 31/1995, de 8 de noviembre, de Prevención de Riesgos Laborales, encargada de adecuar la normativa española a los dictados comunitarios, ha superado ya los veinte años de trayectoria vital. Superada la época de las interpretaciones teóricas, es momento ahora para valorar el sistema implantado en su conjunto, destacando sus debilidades y fortalezas. Rebasada con creces la mayoría de edad, debemos también reflexionar sobre la oportunidad de introducir algunos cambios normativos. A nuestro juicio debe primar un nuevo enfoque que, sin olvidar la tutela frente al accidente de trabajo y la enfermedad, venga presidido por la búsqueda de la mejora constante de las condiciones de trabajo, el bienestar y la consideración de las características personales del trabajador. El cambio de óptica reside también en la superación de la posición hegemónica y prácticamente exclusiva de las normas jurídicas y de las potestades sancionadoras, para buscar la sensibilización, la participación y la eficiencia, con instrumentos no legislativos que contribuyan a la aplicación eficaz de las políticas preventivas, de forma especial en las pequeñas empresas. Ello solamente puede lograrse con la participación y la implicación activa de los trabajadores en los procesos decisorios en materia preventiva

    TELETRABALHO E REFORMA TRABALHISTA: uma reflexão sobre os direitos e obrigações dos sujeitos da relação de emprego e suas repercussões processuais

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    O dinamismo do processo produtivo, aliado às inovações tecnológicas da sociedade informacional, exige transformações nas relações empregatícias para se adaptar à flexibilidade típica do mundo contemporâneo. Dentre elas, surge a modalidade denominada de teletrabalho, que obteve regulamentação específica no ordenamento brasileiro a partir da Lei n.º 13.467 de 2017. A Reforma Trabalhista foi além da conceituação do teletrabalho, trazendo também disposições quanto às formalidades prescritas para o contrato, ao regime de duração de jornada do teletrabalhador, às condições de alteração para a prestação de serviços presencial, à responsabilidade pelos instrumentos e meio ambiente de trabalho e à autonomia negocial. Contudo, muitas dessas inovações ensejaram polêmicas, seja devido às tentativas de restrição de direitos do obreiro, seja devido à obscuridade na regulação em alguns pontos ou até mesmo à omissão em dispor sobre relevantes questões relacionadas ao teletrabalho, como a competência territorial para ajuizamento de ações judiciais. As novas prescrições transcendem o âmbito dos direitos materiais e provocam repercussões na seara processual, como reflexos na distribuição do ônus probatório e nos limites da cognição judicial. Baseado nessas novidades, o presente artigo está informado por método de abordagem dedutivo e uma técnica de documentação direta mediante pesquisa na literatura especializada, resultando em uma metodologia expositiva por meio da qual são aferidos os impactos que as disposições da Lei n.º 13.467 de 2017, referentes ao fenômeno telelaboral, geraram nas esferas material e processual do sistema justrabalhista. Ao final serão relacionadas nas conclusões as principais constatações extraídas da metodologia adotada

    O DESEMPREGO COMO ESTRATÉGIA NO CAPITALISMO DE FINANÇAS

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    As explicações correntes sobre o desemprego buscam enfatizar fatores próprios à dinâmica socioeconômica capitalista, especialmente em sua fase atual monopolista, internacionalizada e hegemonicamente financista. Após identificar essas explicações correntes, este estudo procura demonstrar que parte relevante do desemprego resulta, na verdade, de certo conjunto coordenado de políticas públicas, as quais ostentam, inclusive, o eficiente papel estratégico de desarticular e enfraquecer resistências diversas à realização dos interesses do capitalismo de finanças

    LA PROTECTION SOCIALE COMME POLITIQUE DE DÉVELOPPEMENT: un nouveau programme d’action international

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    Au tournant du millénaire, la protection sociale est devenue une nouvelle priorité pour les pays du Sud et pour les politiques de développement. Cette élévation de la protection sociale au nombre des instruments privilégiés des politiques de développement marque un changement de paradigme fondamental par rapport aux décennies antérieures. La protection sociale a longtemps été considérée comme un instrument peu approprié pour les pays en développement. Toutefois, à la fin des années 1990, le désenchantement vis-à-vis des résultats des programmes d’ajustement économique, la crise asiatique de 1997 de même que la prise de conscience renforcée des effets négatifs de la pauvreté des nations et de la paupérisation des populations ont pour effet de modifier le paradigme dominant. La protection sociale devient un instrument privilégié pour atteindre les Objectifs du millénaire pour le développement. La Banque mondiale élève la protection sociale au rang des instruments principaux des stratégies de réduction de la pauvreté à l’échelon international (« gestion du risque social », social risk management). Le Department for International Development du Royaume-Uni, associé à d’autres organisations, promeut un modèle axé sur les droits des pauvres. Les programmes de protection sociale élaborés dans les pays du Sud, comme les pensions sociales au Brésil et en Afrique du Sud ou les transferts conditionnels en espèces (TCE) au Mexique et au Brésil, deviennent des programmes-modèles au niveau mondial. Cet article vise à analyser l’émergence de la protection sociale dans les politiques de développement. Dans cette perspective, il analyse les différents types de programmes privilégiés par la communauté internationale en s’intéressant plus particulièrement aux programmes de TCE. En conclusion, il cherche à évaluer la pertinence relative des politiques de protection sociale pour les pays en développement

    A CONTRIBUIÇÃO DESTINADA AO FINANCIAMENTO DO SEGURO DE ACIDENTES DE TRABALHO E A APLICAÇÃO DO RE Nº 343.446/SC

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    Este artigo analisa a decisão proferida pelo Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) no Recurso Extraordinário nº 343.446/SC e o impacto dessa decisão nas discussões envolvendo a contribuição destinada ao financiamento do Seguro de Acidentes de Trabalho (SAT) que surgiram posteriormente ao referido julgado. Objetiva-se demonstrar que a matéria está longe de ser considerada pacífica na jurisprudência e que as premissas adotadas pelo STF para declarar a constitucionalidade da contribuição para o SAT não podem ser utilizadas para fundamentar e legitimar as alterações promovidas na legislação, no que diz respeito ao reenquadramento das atividades nos graus de risco e à instituição do Fator Acidentário de Prevenção, que violam claramente importantes princípios constitucionais

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