Portal de Periódicos Eletrônicos Científicos (UNICAMP)
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    Adorno's poetics of form

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    The object of this review is the book Adorno’s poetics of form, by Josh Robinson, Lecturer of English Literature at Cadiff University, in the United Kingdom. The work develops an investigation around the concept of form, as uderstood by the thought of Theodor Adorno, investigating also the script of the german philosopher and the way the very presentation of what Adorno understands as form is itself a way of approaching the concept.El objeto de esta reseña es el libro Adorno's poetics of form, de Josh Robinson, profesor de literatura inglesa en la Universidad de Cadiff en el Reino Unido. La obra desarrolla una investigación en torno al concepto de forma, tal como lo entiende el pensamiento de Theodor Adorno, investigando también la escritura del filósofo alemán y la forma en que la propia presentación de lo que Adorno entiende como forma ya es en sí misma una forma de abordar el concepto.O objeto desta resenha é o livro Adorno’s poetics of form, de Josh Robinson, professor de literatura inglesa na Universidade de Cadiff, no Reino Unido. O trabalho desenvolve uma investigação em torno do conceito de forma, como entendido pelo pensamento de Theodor Adorno, investigando também a escrita do filósofo alemão e o modo como a própria apresentação do que Adorno entende como forma já é em si uma maneira de se aproximar do conceito

    Literatura: da psicologia à forma, do indivíduo à uma realidade mais complexa

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    With this article we intend, first, to demonstrate that every mimetic gesture undertaken by literature, every artistic form, is also the expression of a mode of subjectivity, as well as revealing a worldview. Then, that it would be mainly through formal aspects, and not necessarily discursive, that literature captures and represents reality more complexly, which in turn must be understood in a more subjective and less factual sense. Finally, reconciling the reaffirmation of the formal expressiveness of literature with a more subjective and complex conception of reality, we problematize the possibility of literature producing a less conclusive, assertive and much more autoironic, admittedly paradoxical, inconclusive and much more autoironic type of knowledge in relation to the world. metaphorical.Con este artículo pretendemos, en primer lugar, demostrar que cada gesto mimético emprendido por la literatura, cada forma artística, es también la expresión de un modo de subjetividad, así como revelar una visión del mundo. Entonces, sería principalmente a través de aspectos formales, y no necesariamente discursivos, que la literatura aprehendería y representaría la realidad de manera más compleja, lo que a su vez debería entenderse en un sentido más subjetivo y menos fáctico. Finalmente, conciliando la reafirmación de la expresividad formal de la literatura con una concepción más subjetiva y compleja de la realidad, problematizamos la posibilidad de que la literatura produzca en relación con el mundo un tipo de conocimiento menos concluyente, asertivo y mucho más autoirónico, ciertamente paradójico, inconcluso y metafórico.Com este artigo pretendemos, primeiro, demonstrar que todo gesto mimético empreendido pela literatura, toda forma artística, é também a expressão de um modo de subjetividade, assim como revelador de uma visão de mundo. Depois, que seria principalmente através dos aspectos formais, e não necessariamente discursivos, que a literatura apreenderia e representaria mais complexamente a realidade, que por sua vez deve ser entendida num sentido mais subjetivo e menos factual. Por fim, conciliando a reafirmação da expressividade formal da literatura com uma concepção mais subjetiva e complexa da realidade, problematizamos a possibilidade de a literatura produzir em relação ao mundo um tipo de conhecimento menos conclusivo, assertivo e muito mais autoirônico, admitidamente paradoxal, inconcluso e metafórico

    "Se eu pensava, eu existia": autoria e animalidade em Memórias de porco-espinho, de Alain Mabanckou

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    The story of Memoirs of a porcupine consists in confessions made by a porcupine to a baobab about his life and the crimes he has committed in the name of his human master Kibandi. Openly announcing his animality, the porcupine mocks human classificatory and generalist practices and standards, mobilizing several elements that call into question certain binaries such as culture and nature, animate and inanimate beings, as well as the very inadequacy of such classifications with respect to animal diversity and complexity. This article analyses the ways in which this animal autobiography calls us to rethink concepts such as human and non-human, the categorization in specific and well-limited literary genres, science’s dominant paradigm and the relationship between reality and fiction, with significant implications for examining the relations between human and non-human.La trama de Memórias de porco-espinho consiste en confesiones hechas por un puercoespín a un baobab sobre su vida y los crímenes que cometió en nombre de su amo humano Kibandí. Anunciando abiertamente su animalidad, el puercoespín se burla de la clasificación y los patrones generalistas de los humanos, movilizando una serie de elementos que cuestionan ciertos binarismos como naturaleza y cultura, seres animados y seres inanimados, y cuestionan la insuficiencia de estas clasificaciones frente a la diversidad y complejidad animal. Este artículo busca analizar las formas en que esta autobiografía animal llama a repensar conceptos como humanos y no humanos, la categorización en géneros literarios específicos y bien delimitados, los paradigmas dominantes de la ciencia y las relaciones entre ficción y realidad, con implicaciones significativas para examinar las relaciones entre humanos y animales.O enredo de Memórias de porco-espinho consiste em confissões feitas por um porco-espinho a um baobá sobre sua vida e os crimes que cometeu em nome de seu mestre humano Kibandí. Anunciando abertamente sua animalidade, o porco-espinho ironiza os padrões classificatórios e generalistas dos humanos, mobilizando uma série de elementos que colocam em xeque certos binarismos como natureza e cultura, seres animados e seres inanimados, e questionam a inadequação dessas classificações frente à diversidade e à complexidade animal. Neste artigo, busca-se analisar os modos através dos quais essa autobiografia animal convoca a repensarmos conceitos como humano e não-humano, a categorização em gêneros literários específicos e bem delimitados, os paradigmas dominantes da ciência e as relações entre ficção e realidade, com implicações significativas para examinarmos as relações entre humanos e animais

    Atualidade de Machado de Assis: leituras críticas

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    The author presents a critical review on an anthology by Machado de Assis.El autor presenta una revisión crítica sobre una antología de Machado de Assis.O autor apresenta uma resenha crítica sobre uma antologia de Machado de Assis

    Leituras Huachas: bibliotecas de infância na narrativa chilena atual

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    This article analyzes the representations which six chilean writers project in recent narratives (of an autobiographical and autofictional type), and which revolve around what Sylvia Molloy has termed “reading scenes”. Leonardo Sanhueza, Alejandro Zambra, Lina Meruane, Rafael Gumucio, Luis López-Aliaga and Diego Zúñiga present characters which manage to approach the world of books and reading, but do so at great pains, mainly due to the dismantling of cultural policies during the military dictatorship and the loneliness they live inside family structures. In that literary desert they are made up as readers and authors, in spite of the scarcity of the libraries they go into.O artigo analisa as representações projetadas por seis narradores chilenos  em relatos recentes, de caráter autobiográfico e autoficcional, em torno do que Sylvia Molloy  chamou de “cenas de leitura”. Leonardo Sanhueza, Alejandro Zambra, Lina Meruane, Rafael Gumucio, Luis López-Aliaga e Diego Zúñiga apresentam personagens que conseguem se aproximar do mundo do livro e da leitura com muitas dificuldades, as quais são consequência, em grande medida, da desarticulação das políticas culturais durante a ditadura militar e da solidão vivenciada na engrenagem familiar. Nesse deserto literário se formam como leitores e autores, apesar da precariedade das bibliotecas às quais acedem

    João Cabral em dois autos: algumas indagações acerca de "Morte e vida severina" e "Auto do frade"

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    This article suggests a short analysis of Morte e vida severina, in contrast to Auto do frade, both poems by João Cabral de Melo Neto. If, in the 1960s, the “nativity play” achieved great success at theatre, the play which focuses on historical figure of friar Caneca did not obtain the same accomplishment in the 1980s. In view of this, the article pretends reflect on reasons behind the distance for these plays, crossed by two decades of Brazilian civil-military dictatorship.Este artículo propone un breve análisis de la vida de la muerte y la severina en contraste con el Auto do frade, ambos poemas de Joao Cabral de Melo Neto. Si en la década de 1960, el yo navideño brasileño logró un gran éxito en el ambiente teatral, es curioso observar que la obra de teatro de los años 80, centrada en la figura histórica de Frei Caneca, no logró el mismo éxito. En vista de esto, el artículo pretende reflexionar sobre las razones que justifican la distancia entre las piezas, atravesadas por dos décadas de dictadura civil-militar en Brasil.Esse artigo propõe uma breve análise de Morte e vida severina em contraposição ao Auto do frade, ambos poemas de João Cabral de Melo Neto. Se, na década de 1960, o auto de natal pernambucano alcançou grande êxito no meio teatral, é curioso constatar que a peça da década de 1980, centrada na figura histórica de frei Caneca, não obteve o mesmo sucesso. Tendo isso em vista, o artigo pretende refletir sobre os motivos que justificam a distância entre as peças, atravessada por duas décadas de ditadura civil-militar no Brasil

    Os estudos sobre Goa no âmbito do Oceano Índico

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    Durante décadas, Goa era um assunto esquecido ou marginal nos estudos que procuraram rever a história colonial e mapear os desenvolvimentos da descolonização europeia. Mas, na transição para o século XXI, Goa tornou-se o objecto de estudo de vários projectos de investigação e é temática cada vez mais conhecida. Por quê? E o que se tem concluído de diversos estudos sobre esse pequeno mas intrigante estado? A minha contribuição pretende oferecer uma visão do estado da arte relativa aos estudos sobre Goa, sublinhando as principais conclusões e o interesse dessas mesmas conclusões para os estudos sobre as dinâmicas sociopolíticas e culturais do Oceano Índico. Em segundo lugar, e dada a existência de várias línguas oficiais em Goa (konkani, marata e inglês), qual o lugar da herança cultural portuguesa e qual é o actual enquadramento dos estudos da literatura goesa em língua portuguesa

    O Atlântico negro encontra o Oceano Índico: gerando novos paradigmas para um transnacionalismo do Sul Global – Perspectivas Literárias e Culturais

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    Com a recente virada transnacional nas ciências humanas e sociais, as  questões relacionadas ao translocalismo passaram a dominar a agenda acadêmica. Os estudos da África Austral orientados por perspetivas transnacionais basearam-se, geralmente, no modelo do Atlântico negro. Este artigo defende que é preciso complementar essa perspectiva com um engajamento sistemático com o Oceano Índico. O artigo descreve as principais tradições historiográficas associadas ao Oceano Índico, para realçar o modo como esses temas desafiam os pressupostos teorizados anteriormente com base no modelo do Atlântico negro. Na parte final do artigo, defende-se que a inclusão do Oceano Índico na cartografia da África do Sul ampliaria os mapas dos estudos culturais e literários desse país

    A recepção de Garrett: o Brasil e a literatura brasileira sob o olhar de um classicista romantizado

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    Pretendemos demonstrar como Almeida Garrett projetou o Brasil na sua obra e problematizou a possibilidade da emergência de uma literatura brasileira e original no século XIX

    O percurso do herói positivo na literatura russa

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    This article presents the trajectory of the positive hero in Russian literature through an analytical study of this figure whose roots date back to the medieval period. Thus, the text searches its transformations and reverberations over the following centuries, particularly in the new man’s ideology in Russian and Soviet literature.Este artículo presenta la trayectoria del héroe positivo en la literatura rusa a través de un estudio analítico de esta figura cuyas raíces se remontan al período medieval. Por lo tanto, el texto busca sus transformaciones y reverberaciones a lo largo de los siglos siguientes, particularmente en la ideología del nuevo hombre en la literatura rusa y soviética.Este artigo apresenta a trajetória do herói positivo na literatura russa por meio de um estudo analítico dessa figura cujas raízes remontam ao período medieval. Com isso, mostraremos suas transformações e reverberações ao longo dos séculos seguintes, particularmente no ideário do homem novo na literatura russo-soviética

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