Memorias disidentes. Revista de estudios críticos del patrimonio, archivos y memorias
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regreso de los ancestros. Movimientos indígenas de repatriación y redignificación de los cuerpos: Jacinta Arthur de La Maza y Patricia Ayala Rocabado (Editoras). Santiago de Chile: Servicio Nacional del Patrimonio Cultural, 2020, 246 Páginas.
El tiempo de las ruinas: Cristóbal Gnecco y Mario Rufer (Compiladores) Bogotá-Ciudad de México: Universidad de Los Andes-Universidad Autónoma Metropolitana-Xochimilco, 2023, 488 Páginas.
A intervenção no Monumento ao Descobrimento durante os protestos indígenas contra o marco temporal de 1988
The monument to the discovery of Brazil, also known as the monument to Pedro Álvares Cabral in Rio de Janeiro, has recently gained relevance due to a protest organized by the indigenous collective Uruçumirim through Twitter, culminating in the burning of said monument. This act of protest occurred on August 24, 2021, one day before the trial of the 1988 Temporal Framework thesis in the Supreme Court of Justice of the Nation, and during the voting process of the bill PL 490-2007 in the Chamber of Deputies, which also aims to implement said thesis. This thesis establishes that the demarcation of indigenous lands requires verification of “immemoriality,” requiring indigenous peoples to demonstrate their presence on the lands claimed before the promulgation of the 1988 Constitution to validate their territorial rights. This condition contradicts the ancestral rights of indigenous peoples and their historicity. The fight against the Temporary Framework has been the subject of controversy by indigenous movements and has been engaged in a regulatory battle that has left considerable gaps in the discussion on the issue. This confrontation has been particularly evident in Brasilia, where the main decisions on the matter are being made. This article aims to explore why a protest against the 1988 Temporal Framework and in defense of indigenous territories occurred in an urban space using a monument to the discovery of Brazil as a symbolic objective.El monumento al descubrimiento de Brasil, también conocido como el monumento a Pedro Álvares Cabral en Río de Janeiro, ha cobrado relevancia recientemente debido a una protesta organizada por el colectivo indígena Uruçumirim a través de Twitter, culminando en el incendio de dicho monumento. Este acto de protesta ocurrió el 24 de agosto de 2021, un día antes del juicio de la tesis del Marco Temporal de 1988 en la Suprema Corte de Justicia de la Nación, y durante el proceso de votación del proyecto de ley PL 490-2007
en la Cámara de Diputados, que también tiene como objetivo implementar dicha tesis. Esta tesis establece que la demarcación de tierras indígenas requiere la comprobación de una “inmemorialidad”, exigiendo que los pueblos indígenas demuestren su presencia en las tierras reclamadas antes de la promulgación de la Constitución de 1988 para validar sus derechos territoriales. Esta condición contradice los derechos ancestrales de los pueblos indígenas y su historicidad. La lucha contra el Marco Temporal ha sido objeto de
controversia por parte de los movimientos indígenas y se ha enfrentado en una batalla
normativa que ha dejado lagunas considerables en la discusión sobre el tema. Este enfrentamiento ha sido particularmente evidente en Brasilia, donde se están tomando las principales decisiones sobre el asunto. Este artículo tiene como objetivo explorar por qué ocurrió una protesta contra el Marco Temporal de 1988 y en defensa de los territorios indígenas en un espacio urbano utilizando como objetivo simbólico un monumento al descubrimiento de Brasil.
O monumento ao descobrimento do Brasil, também conhecido como monumento a Pedro Álvares Cabral no Rio de Janeiro, ganhou recentemente relevância devido a um protesto organizado pelo coletivo indígena Uruçumirim através do Twitter, que culminou com o incêndio do referido monumento. Esse ato de protesto ocorreu em 24 de agosto de 2021, um dia antes do julgamento da tese do Marco Temporal de 1988 no Supremo Tribunal de Justiça da Nação, e durante o processo de votação do projeto de lei PL 490-2007 na Câmara dos Deputados, que também visa implementar a referida tese. Esta tese estabelece que a demarcação de terras indígenas exige a verificação da “imemorialidade”, exigindo que os povos indígenas demonstrem sua presença nas terras reivindicadas antes da promulgação da Constituição de 1988 para validar seus direitos territoriais. Esta condição contradiz os direitos ancestrais dos povos indígenas e a sua historicidade. A luta contra o Marco Temporário tem sido alvo de polêmica por parte dos movimentos indígenas e tem se envolvido em uma batalha regulatória que tem deixado lacunas consideráveis na discussão sobre o tema. Este confronto tem sido particularmente evidente em Brasília, onde estão sendo tomadas as principais decisões sobre o assunto. Este artigo tem como objetivo explorar por que um protesto contra o Marco Temporal de 1988 e em defesa dos territórios indígenas ocorreu em um espaço urbano utilizando um monumento ao descobrimento do Brasil como objetivo simbólico
Restauradoras con Glitter contra a criminalização do protesto: Criação de vídeo em reunião
Restauradoras con Glitter (RcG), as a self-managed collective, from its beginnings understood the importance of protest as an engine of change, specifically, for the lives of women. In this collaboration we reflect on the criminalization of the protest of organized women and civil society that took place on August 16, 2019 in Mexico City. In view of the current experiences of criminalization of our colleagues in Argentina, of the transfeminist Collective Ni Unx Menos San Juan and of Pierina Nochetti in the city of Necochea, from RcG we speak out decisively against the continued desperate actions of any State that has The objective is to blur the voice, the dignified rage of those who fight and seek justice and freedom for all. These reflections are expressed in a 4.19-minute joint video-creation made by the collective.Restauradoras con Glitter (RcG), como colectiva autogestiva, desde sus inicios comprendió la importancia de la protesta como un motor de cambio, en específico, para la vida de las mujeres. En esta colaboración reflexionamos sobre la criminalización de la protesta de las mujeres organizadas y de la sociedad civil que se llevó a cabo el 16 de agosto del 2019 en la Ciudad de México. En vista de las actuales experiencias de criminalización de nuestras compañeras en Argentina, de la Colectiva transfeminista Ni Unx Menos San Juan y de Pierina Nochetti en la ciudad de Necochea, desde RcG nos pronunciamos decididamente en contra de las continuas acciones desesperadas de cualquier Estado que tenga como objetivo desdibujar la voz, la digna rabia de quienes luchan y buscan la justicia y libertad de todas y todes. Estas reflexiones son vertidas en un video-creación en juntanza de 4,19minutos realizado por la colectiva.As Restauradoras con Glitter (RcG), como coletivo autogerido, desde o seu início compreenderam a importância do protesto como motor de mudança, especificamente, para a vida das mulheres. Nesta colaboração refletimos sobre a criminalização do protesto das mulheres organizadas e da sociedade civil ocorrido em 16 de agosto de 2019 na Cidade do México. Diante das atuais experiências de criminalização de nossos colegas na Argentina, do Coletivo transfeminista Ni Unx Menos San Juan e de Pierina Nochetti na cidade de Necochea, da RcG nos manifestamos decisivamente contra as contínuas ações desesperadas de qualquer Estado que tenha O objectivo é desfocar a voz, a indignação digna daqueles que lutam e procuram justiça e liberdade para todos. Essas reflexões estão expressas em um vídeo-criação conjunta de 4,19 minutos realizado pelo coletivo
Arquivo vital guardiões do monte e da água: Testemunho fotográfico
This contribution is part of an ongoing artivist work that, at first, took the form of a photobook-fanzine and that I am currently re-editing for dissemination and invitation. Thus, in the process of rehearsing an affective ethno-photography to feed the memorial plot of the anti-extractivist feminist struggles of the collective spaces that I inhabit and the territories that I transit, I was composing from the image some fragments of the multi-situated vital archive of experiences. of defense, care and reproduction of life-in-common.Esta contribución hace parte de un trabajo artivista en curso que, en un principio, tomó forma de fotolibro-fanzine y que actualmente estoy re-editan- do para su difusión y convite. Es así que, en el proceso de ensayar una etno-fotografía afectiva para alimentar la trama memorial de las luchas feministas antiextractivistas de los espacios colectivos que habito y los territorios que transito, fui componiendo desde la imagen algunos retazos del archivo vital multisituado de las experiencias de defensa, cuidado y reproducción de la vida-en-común.
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Esta contribuição insere-se num trabalho artivista em curso que, num primeiro momento, assumiu a forma de um fotolivro-fanzine e que estou actualmente a reeditar para divulgação e convite. Assim, no processo de ensaiar uma etnofotografia afetiva para alimentar a trama memorial das lutas feministas antiextrativistas dos espaços coletivos que habito e dos territórios que transito, fui compondo a partir da imagem alguns fragmentos do multi- situado arquivo vital de experiências de defesa, cuidado e reprodução da vida em comum
Memórias dissidentes. Journal of critical studies of cultural heritage, archives and memories: Editorial. Número de lançamento
Políticas patrimoniales y procesos de despojo y violencia en Latinoamérica: Carina Jofré y Cristóbal Gnecco (Editores). Tandil: Universidad del Centro de la Provincia de Buenos Aires, 2022, 305 Páginas.
Diário de um coletivo de corpos do sul em territórios do norte: Criação de vídeo em reunião
oai:ojs.pkp.sfu.ca:article/959This piece has been made in the time stolen from studies and multiple employment in the Kingdom of Spain (the master's house). We manifest that this is also our place, where we feel and create our Pacha-Calendar in communion with our ancestral memory. They will no longer take away our memories, despite racist capitalism that does everything to take them away from us. Our diasporic bodies long for togetherness and that is our rebellion.Esta pieza se ha realizado en el tiempo robado a los estudios y al pluri-empleo en el Reino de España (la casa del amo). Manifestamos que este también es nuestro lugar, donde sentipensamos y creamos nuestro Calendario-Pacha en comunión con nuestra memoria ancestral. No nos quitarán más nuestras memorias, a pesar del capitalismo racista que hace todo por arrebatárnoslas. Nuestras cuerpas diaspóricas ansían la juntanza y esa es nuestra rebeldía.Esta peça foi realizada no tempo roubado aos estudos e aos múltiplos empregos no Reino de Espanha (a casa do mestre). Manifestamos que este também é o nosso lugar, onde sentimos e criamos a nossa Pacha-Calendário em comunhão com a nossa memória ancestral. Eles não vão mais tirar as nossas memórias, apesar do capitalismo racista que faz de tudo para tirá-las de nós. Nossos corpos diaspóricos anseiam por união e essa é a nossa rebelião
Violência, territórios e dissidências: o Equador que nos identifica
The article’s main objective is to contest the layered hegemonic narrative accu- mulations that have been traditionally used to define an Ecuadorian national identity. Through the analysis of three distinct national narratives (literary, musical and of identity) I propose more autonomous and transgressive ways of representing ourselves within the national body. Further, the article also seeks to assess the relationship between territorial extractivism and the racist and femicide violence that is exerted upon our bodies. Ultimately the text argues that the fight against territorial and corporal extractivism should be one of the primary objectives of any social, academic and/or artistic contribution.El principal objetivo de este artículo es intentar revertir el palimpsesto de las diferentes acumulaciones narrativas hegemónicas que tradicionalmente nos han definido como ecuatorianas. A través del análisis de tres áreas de las narrativas nacionales (literarias, musicales y de identidad) propongo formas más autónomas y transgresivas de auto representarnos y representar el cuerpo nacional. Además, el artículo también busca asociar el extractivismo territorial con la violencia racista y feminicida que se ejerce sobre nuestros cuerpos. A última instancia exhortando que la lucha contra el extractivismo territorial y corporal debería ser uno de los objetivos primordiales de toda contribución social, académica y/o artística.O principal objetivo do artigo é contestar as acumulações narrativas hegemônicas em camadas que têm sido tradicionalmente usadas para definir uma identidade nacional equatoriana. Através da análise de três narrativas nacio- nais distintas (literária, musical e de identidade) proponho formas mais au- tónomas e transgressoras de nos representarmos dentro do corpo nacional. Além disso, o artigo também procura avaliar a relação entre o extrativismo territorial e a violência racista e feminicida que é exercida sobre os nossos corpos. Enfim, o texto defende que a luta contra o extrativismo territorial e corporal deve ser um dos objetivos primários de qualquer contribuição social, acadêmica e/ou artística
Narrativas genealógicas e etno-fotografia afetiva na produção do arquivo vital das nossas lutas feministas anti-extrativistas
This work reflects upon anti-extractivist feminism, especially about its emer- gence and divergences with hegemonic and ecofeminist feminism, put for- ward by scholars from Abya Yala in a context of profound neo-extractivist advances. To this end, the epistemic-methodological power of producing anti- extractivist feminist genealogical narratives is put into consideration by shar- ing, from affective ethnophotography, a collective experience of defense and care of the commons: the Walk of the Guardians of the Hill and the Water, held in April of 2021 in the province of Catamarca (Argentina), understanding this political fact and its record as part of the multi-situated vital archive of the struggles of resistance against the Agua Rica-Alumbrera mining project and the violence of the state-business (hetero)patriarchal-colonial-capitalist front which perpetuates the long process of dispossession and alterization of our bodies-territories.Este trabajo comparte reflexiones sobre la propuesta del feminismo antiextractivista, su emergencia y expresión diferencial de los abordajes del feminismo hegemónico y del feminismo ecofeminista, desarrollados desde la academia para Abya Yala, en un contexto de profunda avanzada neoextractivista. Para ello, se pone a consideración la potencia epistémico-metodológica de producir narrativas genealógicas feministas antiextractivistas compartiendo, desde la etnofotografía afectiva, una experiencia colectiva de defensa y cuidado de lo común: la Caminata de las Guardianas del Cerro y el Agua, realizada en abril de 2021 en la provincia de Catamarca (Argentina). En este artículo se entiende este hecho político y su registro como parte del archivo vital multisituado de las luchas resistentes al megaproyecto Minero Agua Rica-Alumbrera y la violencia del frente estatal-empresarial (hetero)patriarcal-colonial-capitalista, que perpetua el largo proceso de despojo, desposesión violenta y alterización de nuestros cuerpos-territorios.Este trabalho compartilha reflexões sobre o feminismo antiextrativista, sua emergência e divergências em relação ao feminismo hegemônico e ecofeminista, desenvolvido no âmbito acadêmico para Abya Yala em um contexto de profundo neoextrativismo. Para isso é considerado o potencial epistêmico-metodológico de produzir narrativas genealógicas feministas antiextrativistas, compartilhando, por meio da etnofotografia afetiva, uma experiência coletiva de defesa e cuidado do comum: a Caminhada das Guardiãs da Montanha e da Água, realizada em abril de 2021 na província de Catamarca (Argentina). Entende-se esse fato político e seu registro como parte do arquivo vital multissituado das lutas de resistência ao megaprojeto minerador Agua Rica-Alumbrera e à violência do frente estatal-empresarial (hetero)patriarcal-colonial-capitalista que perpetua o longo processo de desapropriação, despossessão violenta e alterização de nossos corpos-territórios