Memorias disidentes. Revista de estudios críticos del patrimonio, archivos y memorias
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    Passado e presente. Imagine utopias feministas do sul

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    This work recovers utopian elements in discourses born from feminist practices in Abya Yala. It starts from a delimitation of the notion of utopia that puts its historical roots in dialogue with forms of exercise of the utopian function in the present. Some feminist experiences situated and linked to the defense of common goods are presented as utopias of return of the past, as a retracing of the marks of colonization. Hence the question about the ties between past and present, about the secret rendezvous that summons More in the current exercise of the utopian function. Feminists in Abya Yala, defenders of their natural and corporeal territories, bring the past to the present in their struggles under the assumption that there is continuity between human beings and nature. They point out the impossibility of reproducing life under the logic of capitalist accumulation and the advance on nature inaugurated with colonial plunder, while projecting other forms of social organization. More had done something similar in the 16th century. He denounced the impossibility of reproducing life in the England of his time and imagined an island of future where England’s conflicts would be solved. Imagination launched him towards the future and towards the placeless place that was America for the Europeans of his time. If the answer separates them, a similar way of considering the effective conditions of existence brings them closer in the form of utopian imagination.Este trabajo recupera elementos utópicos en discursos nacidos de prácticas feministas en Abya Yala. Parte de una delimitación de la noción de utopía que pone en diálogo sus raíces históricas con formas de ejercicio de la función utópica en el presente. Algunas experiencias feministas situadas y vinculadas a la defensa de los bienes comunes se presentan como utopías de retorno del tiempo pasado, como un desandar las marcas de la colonización. De allí la pregunta por los anudamientos entre pasado y presente, por la cita secreta que convoca a Moro en el ejercicio actual de la función utópica. Las feministas del Abya Yala, defensoras de sus territorios naturales y corporales, traen el pasado al presente en sus luchas bajo el supuesto de que existe una continuidad entre seres humanos y naturaleza. Señalan la imposibilidad de reproducción de la vida bajo la lógica de acumulación capitalista y el avance sobre la naturaleza inaugurado con el expolio colonial, a la vez que proyectan otras formas de organización social. Algo semejante hizo Moro en el siglo XVI. Denunciaba la imposibilidad de reproducción de la vida en la Inglaterra de su tiempo e imaginaba un islote de futuro donde hallarían repuesta los conflictos de Inglaterra. La imaginación lo lanzaba hacia el futuro y hacia el lugar sin lugar que era América para los europeos de su tiempo. Si la respuesta les separa, una manera afín de considerar las condiciones efectivas de existencia les aproxima bajo la forma de imaginación utópica.Este trabalho recupera elementos utópicos em discursos nascidos de práticas feministas em Abya Yala. Parte de uma delimitação da noção de utopia que coloca suas raízes históricas em diálogo com formas de exercício da função utópica no presente. Algumas experiências feministas situadas e vinculadas à defesa dos bens comuns são apresentadas como utopias de retorno ao pas- sado, como reconstituição das marcas da colonização. Daí a questão sobre os laços entre passado e presente, sobre o encontro secreto que convoca ao More no exercício atual da função utópica. As feministas em Abya Yala, defensoras dos seus territórios naturais e corporais, trazem o passado para o presente nas suas lutas sob o pressuposto de que existe continuidade entre os seres huma- nos e a natureza. Apontam a impossibilidade de reproduzir a vida sob a lógica da acumulação capitalista e do avanço sobre a natureza inaugurado com a pilhagem colonial, ao mesmo tempo que projetam outras formas de organi- zação social. O More havia feito algo semelhante no século XVI. Denunciou a impossibilidade de reproduzir a vida na Inglaterra do seu tempo e imaginou uma ilha do futuro onde os conflitos da Inglaterra seriam resolvidos. A imaginação lançouo para o futuro e para o lugar sem lugar que era a América para os europeus do seu tempo. Se a resposta os separa, uma forma semelhante de considerar as condições efetivas de existência aproxima-os sob a forma de imaginação utópica.&nbsp

    Patriarcado e extrativismo na Província de La Rioja (Argentina): Articulações a partir das vozes das mulheres que lutam

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    From the perspective of women who participate in the territorial struggles of Famatina Valley (La Rioja province, Argentina) and from my own authorial perspective situated as part of them, this article refers to the ways that patriarchy and extractivism are articulated in our territory. In this text I intend to trace some answers to the question that guides my ongoing doctoral thesis work: What are the ways in which patriarchy and extractivism articulate be- tween one another, in the case of the territorial conflicts of La Rioja province? On this occasion, I offer some reflections based on the first phase of analysis of eleven interviews that took place during the year 2022, in which I talked to two groups of women gathered in assemblies or who participate in these struggles in an independent way: some of them are fighting the effects of pollution provoked by a tannery in Nonogasta, and others are resisting to the many attempts to install mega-mining projects in the mountains of Famatina, as well as to the advancement of other extractive policies in the province. The aim of the study is to comprehend the ways in which these women, as epis- temic subjects, think and experience the articulations between patriarchy and extractivism. The analysis is dialogical, in which I put in conversation the knowledge that emerge from these women with the theoretical perspectives of my research, which are mainly rooted in Latin American feminisms. More- over, the methodology used for the analysis includes working with narratives.Desde la perspectiva de mujeres participantes de las luchas territoriales del Valle del Famatina (provincia de La Rioja) y desde mi propia perspectiva autoral situada como parte de ellas, este artículo hace referencia a los modos en que se articulan el patriarcado y el extractivismo en nuestro territorio. En este texto me propongo delinear algunas respuestas a la pregunta que guía mi trabajo de tesis doctoral en curso: ¿Cuáles son los modos de articulación entre patriarcado y extractivismo, en el caso de los conflictos territoriales de la provincia de La Rioja? En esta oportunidad ofrezco algunas reflexiones a partir de una primera etapa de análisis de once entrevistas realizadas durante el año 2022 a dos grupos de mujeres congregadas en asambleas o quienes participan de forma autoconvocada en estas luchas: unas resisten los efectos de contaminación de la curtiembre de Nonogasta, y otras se enfrentan a los reiterados intentos de instalación de proyectos megamineros en las sierras del Famatina así como al avance de otras políticas extractivistas en la provincia. El objetivo de este estudio es interpretar las maneras en las cuales estas mujeres, en tanto sujetas epistémicas, piensan y experimentan las articulaciones entre patriarcado y extractivismo. El análisis es de tipo dialógico, en el cual pongo a conversar los saberes que emergen de las mujeres del Valle del Famatina, con los enfoques teóricos de mi investigación, principalmente, los feminismos latinoamericanos. La metodología utilizada para el análisis incluye además el trabajo con narrativas.Da perspectiva de mulheres participantes das lutas territoriais do Vale do Famatina (província de La Rioja, Argentina) e da minha própria perspectiva autoral situada como parte delas, este artigo faz referência aos modos como o patriarcado e o extrativismo se articulam em nosso território. Neste texto, proponho delinear algumas respostas à pergunta que guia meu trabalho de tese de doutorado em andamento: Quais são os modos de articulação entre patriarcado e extrativismo no caso dos conflitos territoriais da província de La Rioja? Nesta ocasião, ofereço algumas reflexões a partir de uma primeira etapa de análise de onze entrevistas realizadas durante o ano de 2022 com dois grupos de mulheres reunidas em assembleias ou que participam de forma au- tónoma nestas lutas: algumas resistem aos efeitos da contaminação da curtição de Nonogasta, e outras enfrentam as tentativas repetidas de instalação de projetos de mega-mineração nas serras do Famatina, assim como o avanço de outras políticas extrativistas na província. O objetivo deste estudo é interpretar as maneiras como essas mulheres, enquanto sujeitas epistêmicas, pensam e experimentam as articulações entre patriarcado e extrativismo. A análise é de tipo dialógico, no qual coloco em conversa os saberes que emergem das mulheres do Vale do Famatina, com os enfoques teóricos da minha pesquisa, principalmente, os feminismos latino-americanos. A metodologia utilizada para a análise inclui também o trabalho com narrativas

    Imbricações entre extrativismo e feminismo na perspectiva das lutas em Abya Yala: Introdução ao dossiê feminismos e extrativismos

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    Considering the contemporary imbrications around feminisms and extractivisms, this dossier initiated by the magazine Memorias Disidentes (Dissidient Memories) proposes to delve into the different uses, dimensions and under[1]standings of both concepts within the framework of the struggles of the last two decades of the 21st century in the south of Abya Yala. We consider that extractivism and neo-extractivism are not only reduced to the presence of extractivist projects such as large-scale mining or the exploitation of hydrocarbons, among others, recognizing the need to specify the South American criticism that these concepts propose in their intimate connection with the movements social. From an anti-extractivist feminist proposition we affirm that extractivisms also constitute ontological colonizations that make possible processes of dispossession and violence intrinsic to the multiple contemporary dynamics in which modern-Western patriarchy-capitalism-neocolonialism is reproduced. Following this spirit, in this issue we call on different contributions from feminist, diasporic and queer authors, academic activists, indigenous and territorial defenders, members of indigenous communities and organizations, migrant feminist collectives and networks, ecofeminists and anti-extractivist, who share valuable theoretical reflections and experiences of fighting underway.Considerando las imbricaciones contemporáneas entre los feminismos y extractivismos, este dossier lanzamiento de la Revista Memorias Disidentes propone ahondar en los diferentes usos, dimensiones y comprensiones de ambos conceptos en el marco de las luchas de las últimas dos décadas del siglo XXI en el sur de Abya Yala. Entendemos que los extractivismos y neoextractivismos no se reducen a la presencia de proyectos extractivistas como la minería a gran escala o la explotación de hidrocarburos, entre otros, reconociendo la necesidad de especificar la crítica sudamericana que estos conceptos proponen en su íntima vinculación con los movimientos sociales. Desde una proposición feminista antiextractivista afirmamos que los extractivismos también constituyen colonizaciones ontológicas que hacen posible procesos de despojo y violencia intrínsecos a las múltiples dinámicas contemporáneas en las que se reproduce el patriarcado-capitalismo-neocolonialismo-moderno-occidental. Siguiendo este espíritu en este número convocamos a diferentes contribuciones de autorxs feministas, diaspóricxs y queer, activistas academicxs, indígenas y defensoras territoriales, integrantes de comunidades y organizaciones indígenas, colectivas y redes feministas migrantes, ecofeministas y antiextractivistas, quienes comparten valiosas reflexiones teóricas y experiencias de lucha en marcha. Tendo em conta as imbricações contemporâneas em torno dos feminismos e dos extrativismos, este dossiê (número inaugural de Memorias Dissidentes) propõe-se aprofundar os diferentes usos, dimensões e compreensões de ambos conceitos nas lutas das últimas duas décadas no sul de Abya Yala. O extrativismo e o neoextrativismo não podem ser reduzidos à presença de projetos extrativistas (como a mineração em grande escala ou a exploração de hidrocarbonetos); por isso é necessário especificar a crítica sul-americana que esses conceitos propõem em sua íntima ligação com os movimentos sociais. Numa perspectiva feminista antiextrativista, antirracista e antipatriarcal afirmamos que os extrativismos também constituem colonizações ontológicas que tornam possíveis a desapropriação e a violência intrínsecas à dinâmica contemporânea em que se reproduz o patriarcado-capitalismo-neocolonia[1]lismo-moderno-ocidental. Seguindo este espírito, nesta edição apelamos a diferentes contribuições de autoras feministas, diaspóricas e queer, activistas académicas, defensoras indígenas e territoriais, membros de comunidades e organizações indígenas, colectivos e redes feministas migrantes, ecofeministas e anti-extractivistas, que partilham valiosas reflexões teóricas e experiências de luta contínuas. &nbsp

    De onde venho: rumo a uma etnografia camiare comechingón situada-transmutadora

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    Where I come from is a short essay that transposes and intersects worlds of reflexivities and problematizations that circulate and exhale, notions and experiences in which readings by mestizo feminist authors such as Gloria Anzaldúa resonate with the purpose of building an aesthetic-political harmony to think about a Comechingón changing ethnography. From an enunciation as a Camiare Comechingona woman by profession an anthropologist, I propose a dialogue open to many worlds from the edges and intersections, reflexively evoking experiences and visions of worlds from situated ethnographies of my family memories. As part of the Camiare Comechingón people and in a con- text of activation of communalization processes and anti-extracivist territorial struggles in the Province of Córdoba in Central-Western Argentina, I invite you to cross, move, recognize, uninstall, transpose borders, epistemological and ontological, to problematize the modern-colonial and patriarchal continuities by which Indigenous women, activists and researchers, were marked.De dónde vengo es un breve ensayo que traspone e intersecta mundos de reflexividades y problematizaciones que circulan y espiran, nociones y expe- riencias en donde resuenan lecturas de autoras feministas mestizas como Gloria Anzaldúa con el propósito de construir una sintonía estética-política para pensar una etnografía cambiare comechingón. Desde una enunciación como mujer camiare comechingona de profesión antropóloga propongo un diálogo abierto a muchos mundos desde los bordes y cruces, evocando reflexivamente experiencias y visiones de mundos, desde etnografías situadas de mis memo- rias familiares. Como parte del Pueblo camiare comechingón y en un contexto de activación de procesos de comunalización y luchas territoriales antiextra- civistas, en la Provincia de Córdoba en el centro oeste de Argentina, convido a cruzar, mover, reconocer, desinstalar, transponer fronteras, epistemológicas y ontológicas para problematizar las continuidades moderno-coloniales y patriarcales por las cuales fuimos marcadas las mujeres indígenas, las activistas e investigadoras.De onde venho é um pequeno ensaio que transpõe e cruza mundos de reflexividades e problematizações que circulam e exalam, noções e experiências nas quais ressoam leituras de autoras feministas mestiças como Gloria Anzaldúa com o propósito de construir uma harmonia estético-política para pensar uma etnografia comechingón em mudança. A partir de uma enunciação como mulher camiare comechingona de profissão antropóloga, proponho um diálogo aberto a muitos mundos a partir das bordas e interseções, evocando reflexivamente experiências e visões de mundo a partir de etnografias situadas de minhas memórias familiares. Como parte do povo camiare comechingón e num contexto de ativação de processos deconvido-vos a atravessar, mover, reconhecer, desinstalar, transpor fronteiras, epistemológicas e ontológicas, para problematizar ascontinuidades moderno-coloniais e patriarcais pelas quais as mulheres, ativistas e pesquisadoras in- dígenas fomos marcadas. comunalização e de lutas territo- riais anti-extracivistas na Província de Córdoba, no Centro-Oeste da Argentina

    As mulheres do povo riojano em resistência. Guardiões da água do morro Famatina: Testemunho fotográfico

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    Through visual language we want to pay tribute to the numerous and diverse women who participated and participate in the fight to defend our source of water and life. The Famatina mountains, with peaks that They reach 6,000 meters high, supplying water to five departments in the province of La Rioja, in the Argentine Republic. These photos are part of a collective record that spans from 2006 (to the present), when we began the fight in opposition to an open-pit mega-mining venture of the Barrick Gold Corporation company. Our towns have managed to expel more than five mining corporations throughout all these years. Today we continue to resist the plunder of the global north, which, excused in what it calls the "energy transition", now comes for the lithium of the high-Andean wetlands. It is difficult to reflect so many years of struggle in a few photographs, because there are numerous shared situations in which women come together to go through the multiple violence that, above all, extractivism imposes on our bodies-territories. This gathering strengthens us and, until now, the greed of extractivism has not been able to penetrate.A través del lenguaje visual queremos homenajear a numerosas y diversas mujeres que participaron y participan en la lucha por la defensa de nuestra fuente de agua y de vida. Las sierras del Famatina, con picos que alcanzan 6.000 metros de altura, abastecen de agua a cinco departamentos de la provincia de La Rioja, en la República Argentina. Estas fotos forman parte de un registro colectivo que abarca desde el año 2006 (hasta la actualidad), cuando iniciamos la lucha en oposición a un emprendimiento megaminero a cielo abierto de la empresa Barrick Gold Corporation. Nuestros pueblos han logrado expulsar a más de cinco corporaciones mineras a lo largo de todos estos años. Hoy seguimos resistiendo la rapiña del norte global que excusado en lo que llama la "transición energética”, ahora viene por el litio de los humedales alto-andinos. Es difícil reflejar en pocas fotografías tantos años de lucha, porque son numerosas las situaciones compartidas en donde las mujeres nos acuerpamos para atravesar las múltiples violencias que, sobre todo, impone el extractivismo en nuestros cuerpos-territorios. Este acuerpamiento nos fortalece y, hasta ahora, la avaricia del extractivismo no ha podido penetrar.Através da linguagem visual queremos prestar homenagem às inúmeras e diversas mulheres que participaram e participam na luta pela defesa da nossa fonte de água e de vida. A serra de Famatina, com picos que Atingem 6 mil metros de altura, abastecendo cinco departamentos da província de La Rioja, na República Argentina. Essas fotos fazem parte de um registro coletivo que vai de 2006 (até hoje), quando iniciamos a luta contra um mega empreendimento de mineração a céu aberto da empresa Barrick Gold Corporation. Nossas cidades conseguiram expulsar mais de cinco empresas mineradoras ao longo de todos esses anos. Hoje continuamos a resistir à pilhagem do norte global, que, desculpada no que chama de “transição energética”, agora vem para o lítio das zonas húmidas dos altos Andes. É difícil refletir tantos anos de luta em poucas fotografias, porque são inúmeras as situações compartilhadas em que mulheres se unem para passar pelas múltiplas violências que, sobretudo, o extrativismo impõe aos nossos corpos-territórios. Esta reunião fortalece-nos e, até agora, a ganância do extrativismo não conseguiu penetrar.         star_border   ​                         Enviar comentarios Paneles laterales   Historial   Guardado   Contribuir &nbsp

    Parques nacionales argentinos. Una historia de conservación y colonización de la naturaleza: Olaf Kaltmeier, Buenos Aires: Universidad Nacional de San Martin, 2022, 206 Páginas.

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    La muerte de la naturaleza. Mujeres, ecología y revolución científica: Carolyn Merchant. Ciudad Autónoma de Buenos Aires, Siglo XXI, 2023, 400 Páginas.

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    Entre a crítica feminista e a crítica ambiental: debates sobre conceitos-ponte:

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    This paper presents a hermeneutic analysis on the way the specialized current literature addresses the linkages between feminist and environmental criticisms in the study of feminist and environmental struggles in Latin America. To describe the ways in which these linkages are recognized, described and explained in current analyzes, we present five bridge-concepts: life sustain- ability, body-territory, defense of life, ethics of care, and interdependence. With the analysis of these five concepts, we aim to contribute with a diagnosis regarding the ways in which feminist and environmental critiques are presented: as different or separated; with some level of interconnection or hierarchy; or as dependent on each other. The goal of our work is not only to present a detailed research inventory, but to make a critical-hermeneutic exercise on the ways in which the objects of study are constructed and approached from the theoretical and analytical tools that we call concepts-bridges, especially on the socio-environmental struggles in Argentina.Desde un enfoque hermenéutico, este trabajo presenta un análisis sobre el modo en el que la bibliografía especializada actual aborda la vinculación entre la crítica feminista y la crítica ambiental al momento de estudiar las prácticas de lucha de los movimientos feministas y ambientales en Latinoamérica. Para abordar esa vinculación proponemos cinco conceptos-puentes: sostenibilidad de la vida, cuerpo-territorio, defensa de la vida, ética del cuidado e interdependencia. Con el análisis de estos conceptos buscamos aportar con un diagnóstico respecto de la forma en que se plantean las críticas feminista y ambiental, ya sea como críticas diferentes o aisladas, o con algún nivel de interconexión o con alguna jerarquía, o si se las conciben como dependientes una de otra. Metodológicamente, este estudio se inscribe en el campo de los análisis hermenéuticos de información producida por investigaciones previas. Nuestro enfoque no se orienta solamente a exponer inventarios detallados de investigaciones, sino a practicar un ejercicio crítico-hermenéutico sobre las formas en que se construyen y abordan los objetos de estudio a partir de estas herramientas teóricas y analíticas que denominamos conceptos-puentes, especialmente sobre las luchas socioambientales en Argentina.  Este artigo apresenta uma análise hermenêutica sobre a forma como a literatura especializada atual aborda as ligações entre as críticas feministas e ambientais no estudo das lutas feministas e ambientais na América Latina. Para descrever as formas como essas ligações são reconhecidas, descritas e explicadas nas análises atuais, apresentamos cinco conceitos-ponte: susten- tabilidade da vida, corpo-território, defesa da vida, ética do cuidado e interde- pendência. Com a análise destes cinco conceitos, pretendemos contribuir com um diagnóstico sobre as formas como as críticas feministas e ambientais são apresentadas: como diferentes ou separadas; com algum nível de intercone- xão ou hierarquia; ou como dependentes uma da outra. O objetivo do nosso trabalho não é apenas apresentar um inventário detalhado da pesquisa, mas fazer um exercício crítico-hermenêutico sobre as formas como os objetos de estudo são construídos e abordados a partir das ferramentas teóricas e analíticas que chamamos de “conceitos-ponte”, especialmente sobre as lutas so- cioambientais na Argentina. &nbsp

    A terra retorna: Vidala

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    I am an anti-extractivist feminist, musician and farmer. My music is the result of the experiences of my fellow brothers and my own, with it we support the defense of water and the territory we inhabit, as women and musical dissidents who fight for our spaces also as artists-creators. Singing with a box is an expression to express our feelings.Soy feminista antiextractivista, música y finquera. Mi música es el resultado de las vivencias de mis compañeros hermanos y la propia, con ella sostenemos la defensa del agua y del territorio que habitamos, como mujeres y disidencias músicas que luchamos por nuestros espacios también como artistas-creadoras. El canto con caja es una expresión para decir nuestros sentires, por eso nos permitimos abordarlo.Soy feminista antiextractivista, música y finquera. Mi música es el resultado de las vivencias de mis compañeros hermanos y la propia, con ella sostenemos la defensa del agua y del territorio que habitamos, como mujeres y disidencias músicas que luchamos por nuestros espacios también como artistas-creadoras. El canto con caja es una expresión para decir nuestros sentires, por eso nos permitimos abordarlo

    “Onde a bandeira está hasteada, as mineradoras não entram”: Articulações comunitárias e memórias mapuche para enfrentar o extrativismo na linha sul (Província De Río Negro, Argentina)

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    This article presents an ethnographic analysis of neoextractivism outposts in the northwest of Río Negro province, Argentina, from the mountains to the sea, which to move forward mining projects, green hydrogen, fracking, wind farms, and the installation of technological and hydroelectric infrastructure. We start from our position as Mapuche researchers, and one of us a community member affected by megamining, to examine both the business and state mechanisms behind the new colonialist attacks on indigenous territories. We also explore the territorial and intercommunity defense strategies currently being employed in the region. In addition to describing the cur- rent scenario, the article reviews the historical context that has led to the expansion of neoextractivism in the area, linking indigenous genocide and neoliberalism. Then we delve into the processes of intercommunity mobili- zation, and focuses on the production of Mapuche memories about extractivism and the ways in which these memories are expressed, especially through the stories of Mapuche women. The article aims highlight on the collective demands of the community, about their senses, and how they are rearticulated across generations.En este artículo presentamos y analizamos etnográficamente el avance neoextractivista contemporáneo en el noroeste de la Provincia argentina de Río Negro que, desde la cordillera hasta el mar, pretende implementar proyectos de minería, hidrógeno verde, fracking petrolero, parques eólicos, instalación de polos tecnológicos e hidroeléctricos. Para eso, partimos de nuestra posición como investigadoras mapuche y una de nosotras como integrante de las comunidades afectadas por la megaminería, desde donde analizamos los mecanismos empresariales y estatales de los nuevos embates colonialistas en territorios indígenas, así como también las estrategias de defensa territorial e intercomunitaria que se están desplegando en la actualidad en nuestra región. Además de describir el escenario actual, reponemos el contexto histórico que ha dado lugar al ingreso y avanzada del neoextractivismo en la zona, estableciendo conexiones entre el genocidio indígena y el neoliberalismo, para luego detenernos en los procesos de movilización intercomunitaria. Indagamos en particular la producción de memorias mapuche sobre el extractivismo y los modos interseccionales en que éstas se expresan, recuperando en esta ocasión los relatos de mujeres mapuche, para dar cuenta de los sentidos que impri- men en estas demandas colectivas y cómo éstas se rearticulan comunitaria e intergeneracionalmente. Neste artigo, apresentamos e analisamos etnograficamente o avanço neoextrativista no noroeste da província de Río Negro, Argentina, da serra ao mar, com projetos de mineração, hidrogênio verde, fracking de petróleo, parques eólicos, instalação de polos tecnológicos e hidrelétricos. Partimos da nossa po- sição como pesquisadores Mapuche, e uma de nós como membro de uma das comunidades afetadas pela megamineração, para analisar tanto os mecanismos corporativos e estatais dos novos ataques colonialistas aos territórios indígenas, como também os conflitos territoriais e estratégias de defesa intercomunitárias que estão atualmente sendo implementadas na nossa região. Além de descrever o cenário atual, revisamos o contexto histórico que deu origem à entrada e ao avanço do neoextrativismo na área, estabelecendo conexões entre o genocídio indígena e o neoliberalismo, para depois focar nos processos de mobilização intercomunitária. Investigamos em particular a produção de memórias Mapuche sobre o extrativismo e as formas interseccionais em que elas são expressas, recuperando nesta ocasião as histórias de mulheres Ma- puche, para dar conta dos significados que elas imprimem nessas demandas coletivas e como elas são rearticuladas comunitária e intergeracionalmente

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