Cadernos Ibero-Americanos de Direito Sanitário
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    846 research outputs found

    Primeira infância sem açúcar: um direito a ser conquistado

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    Objective: to reflect on sugar consumption´s impact on early childhood in children´s rights perspective. Methods: it is an integrative literature review. The authors selected full texts in English by searching for articles from 2014 to 2019 in the PubMed database with specific descriptors. To complement the study, it was used official documents on the nutritional profile of the population and the development of chronic non-communicable diseases in children. Results: the PubMed database search recorded 36 publications, of which eleven were selected for this review. To relate the topic of sugar consumption to the right to children\u27s health, nine legal documents, eleven official publications from government agencies, as well as technical books were also consulted, which made it possible to base the discussion on the impact of sugar on children\u27s health as a right to be conquered. Conclusion: despite the modern apparatus for protecting early childhood health and nutrition by Brazilian legislation, there is still an excess of free sugar in children\u27s diet, which has a proven negative impact on the prevalence of chronic non-communicable diseases. Eating without sucrose can be considered as a right of early childhood due to its influence on the formation of habits, disease prevention, and long-term quality of life.Objetivo: promover la reflexión sobre el impacto del consumo de azúcar en la primera infancia a la luz de la garantía de los derechos. Metodología: el trabajo se realizó a partir de una revisión bibliográfica integradora en la base de datos PubMed utilizando descriptores específicos. Se seleccionaron los textos completos en inglés disponibles en línea desde 2014 hasta 2019. También se utilizaron de manera complementaria los documentos oficiales sobre el perfil nutricional de la población y sobre la evolución de las enfermedades crónicas no transmisibles en los niños. Resultados: la búsqueda en la base de datos PubMed registró 36 publicaciones, de las cuales once fueron seleccionadas para este examen. Para relacionar el tema del consumo de azúcar con el derecho a la salud infantil, se consultaron también nueve documentos jurídicos, once publicaciones oficiales de organismos gubernamentales, además de libros técnicos, que permitieron fundamentar la discusión sobre el impacto del azúcar en la salud infantil como un derecho a conquistar. Conclusión: a pesar del moderno aparato de protección de la salud y nutrición de la primera infancia regido por la legislación brasileña, sigue habiendo un exceso de azúcar libre en la dieta de los niños, lo que ha demostrado tener un efecto negativo en la prevalencia de las enfermedades crónicas no transmisibles. La dieta sin sacarosa puede ser señalada como un derecho de la primera infancia por su influencia en la formación de hábitos, en la prevención de enfermedades y en la calidad de vida a largo plazo.Objetivo: promover a reflexão acerca do impacto do consumo de açúcar na primeira infância à luz da garantia de direitos. Metodologia: o trabalho foi realizado a partir de revisão integrativa de literatura na base de dados PubMed com o uso de descritores específicos. Foram selecionados textos completos em inglês, disponíveis online de 2014 a 2019. Também foram utilizados, de forma complementar, documentos oficiais sobre o perfil nutricional da população e o desenvolvimento das doenças crônicas não transmissíveis em crianças. Resultados: a busca no banco de dados PubMed registrou 36 publicações, das quais onze foram selecionadas para a presente revisão. A fim de relacionar o tema do consumo de açúcar ao direito à saúde da criança, foram consultados também nove documentos jurídicos, onze publicações oficiais de órgãos governamentais, além de livros técnicos, o que possibilitou fundamentar a discussão sobre o impacto do açúcar na saúde da criança como um direito a ser conquistado. Conclusão: apesar do moderno aparato de proteção à saúde e à alimentação da primeira infância pautado pela legislação brasileira, persiste o excesso de açúcar livre na alimentação infantil, o que causa impacto negativo comprovado na prevalência de doenças crônicas não transmissíveis. A alimentação sem sacarose pode ser apontada como um direito da primeira infância devido a sua influência na formação de hábitos, na prevenção de doenças e na qualidade de vida a longo prazo

    O direito da parturiente ao acompanhante como instrumento de prevenção à violência obstétrica

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    Objective: to make a systematic review of studies on obstetric violence, reflecting on the parturient\u27s right to the companion as a means of ensuring her physical and psychological health. Methods: bibliographic search of articles from different open-access databases and indexers, published in full in Portuguese from August 2019 to July 2020. It was selected scientific journals in Health Law and Public Health with high impact factor. Data from official documents made available on the websites of the Brazilian Ministry of Health, the Perseu Abramo Foundation, and the World Health Organization were also used. Results: it was found that the violation of the right of pregnant women at the time of childbirth can be considered violence, as they lose their autonomy over their body, and that guaranteeing the right to a companion can reduce the incidence of this treatment. Conclusion: this violence is evident on several occasions, among them in the mechanized and technical attention on behalf of health professionals and, in this research, it is noted that, in part, this treatment occurs in the absence of monitoring of the pregnant woman by a person of their confidence, which is why it is possible to affirm that the effective enforcement of laws that protect the companion\u27s right can significantly reduce the cases of obstetric violence.Objetivo: realizar una revisión sistemática de los estudios sobre la violencia obstétrica, reflexionando sobre el derecho de la parturienta al acompañante como medio para prevenir la seguridad de su salud física y psicológica. Metodología: levantamiento bibliográfico de artículos obtenidos de diferentes bases de datos e indexadores, publicados íntegramente en portugués y con acceso gratuito desde agosto de 2019 hasta julio de 2020. Se seleccionaron revistas científicas del área de Derecho Sanitario y Salud Pública, con extractos A y B en Qualis/Capes. También se utilizaron datos de documentos oficiales disponibles en los sitios web del Ministerio de Salud de Brasil, la Fundación Perseu Abramo y la Organización Mundial de la Salud. Resultados: se encontró que la violación del derecho de las mujeres embarazadas en el momento del parto puede ser considerado como una forma de violencia, ya que pierde la autonomía sobre su cuerpo, y que garantizar el derecho a un acompañante puede reducir la incidencia de este tratamiento. Conclusión: esta violencia se manifiesta en varias ocasiones, entre ellas en la atención mecanizada y técnica por parte de los profesionales de la salud y, en la presente investigación, se observa que, en parte, este tratamiento se da en ausencia de seguimiento de la gestante por parte de una persona de su confianza, por lo que es posible afirmar que la aplicación efectiva de las leyes que protegen el derecho del acompañante puede reducir significativamente los casos de violencia obstétrica.Objetivo: realizar uma revisão sistemática de estudos acerca da violência obstétrica, refletindo sobre o direito da parturiente ao acompanhante enquanto meio de prevenção da incolumidade de sua saúde física e psicológica. Metodologia: levantamento bibliográfico de artigos obtidos em diferentes bancos de dados e indexadores, publicados na íntegra em português e acessados de forma gratuita no período de agosto de 2019 a julho de 2020. Foram selecionadas revistas científicas na área do Direito Sanitário e da Saúde Coletiva, com extratos A e B no Qualis/Capes. Utilizou-se, ainda, dados constantes em documentos oficiais disponibilizados nos sites do Ministério da Saúde brasileiro, da Fundação Perseu Abramo e da Organização Mundial de Saúde. Resultados: verificou-se que a violação ao direito das mulheres grávidas no momento do parto pode ser considerada como uma espécie de violência, pois perdem a autonomia sobre o seu corpo, e que a garantia do direito ao acompanhante pode diminuir a incidência desse tratamento. Conclusão: essa violência fica evidente em diversas ocasiões, como na atenção mecanizada e técnica por parte dos profissionais de saúde e, pela presente pesquisa, nota-se que, em parte, esse tratamento ocorre na ausência de acompanhamento da gestante por uma pessoa de sua confiança, razão pela qual é possível afirmar que o cumprimento efetivo de leis que protegem o direito do acompanhante pode reduzir significamente os casos de violência obstétrica

    Nos idos de março de 2020: lutar contra a doença, vencer o desespero, pensar a Saúde

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    Editorial of the Ibero-American Health Law Journal, vol. 9, n.1Editorial de los Cuadernos de Derecho Sanitario Iberoamericano, vol. 9, n. 1Editorial dos Cadernos Ibero-Americanos de Direito Sanitário, vol. 9, n.

    Análise dos recursos de amparo relacionados ao acesso a medicamentos na Câmara Constitucional da Costa Rica

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    Objective: to analyze the judicialization of the fundamental right to health, to carry out an analysis of the remedies of protection related to medications, resolved by the Constitutional Chamber of Costa Rica between the years 2009 to 2018. Methods: the method used was content analysis through the specific review of all the judgments issued by the Constitutional Chamber of Costa Rica from 2009 to 2018. Results: 1,831 judgments that were issued by the Constitutional Chamber during 2009 to 2018, 61.1% were declared with place, 32.6 without place, 4.4% were partially declared with place, in 1.0% of cases the appeal for protection was withdrawn and 0.9% of cases they were rejected outright. Conclusion: the discussion regarding the belonging to provide a medicine focus mainly on scientific aspects and on a specific review of the evidence that supports the use of a medicine.Objetivo: analizar la judicialización del derecho fundamental a la salud, realizando un análisis de los recursos de amparo relacionados con medicamentos, resueltos por la Sala Constitucional de Costa Rica entre los años 2009 a 2018. Metodología: la metodología utilizada fue cualitativa, descriptiva. El método utilizado fue el análisis de contenido por medio de la revisión detallada de todas las sentencias emitidas por la Sala Constitucional de Costa Rica del año 2009 al año 2018. Resultados: de las 1831 sentencias que fueron emitidas por la Sala Constitucional durante el 2009 al 2018, el 61,1 % fueron declaradas con lugar; 32,6 sin lugar; 4,4 % fueron declaradas parcialmente con lugar; en 1,0 % de casos el recurso de amparo fue desistido; y un 0,9 % de los casos fueron rechazados de plano. Conclusión: las discusiones respecto a la pertenencia de brindar un medicamento se centran en aspectos científico y en una revisión detallada de la evidencia que fundamenta el uso de un medicamento.Objetivo: analisar a judicialização do direito fundamental à saúde, executando-se uma análise dos recursos de amparo relacionados aos medicamentos solucionados pela Câmara Constitucional da Costa Rica entre 2009 e 2018. Metodologia: a metodologia utilizada foi qualitativa e descritiva. O método utilizado foi a análise de conteúdo por meio de uma revisão detalhada de todos os julgamentos proferidos pela Câmara Constitucional da Costa Rica, de 2009 a 2018. Resultados: dos 1831 julgamentos emitidos pela Câmara Constitucional durante o período de 2009 a 2018, 61,1% foram declarados procedentes; 32,6% improcedentes; 4,4% foram parcialmente procedentes; em 1,0% dos casos o recurso foi retirado; e em um 0,9% dos casos foram totalmente rejeitados. Conclusão: as discussões sobre a relevância de fornecer um medicamento concentram-se principalmente em aspectos científicos e em uma revisão detalhada das evidências que apoiam seu uso

    Expediente

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    Volume 9, número 4, out./dez. 2020 ISSN 2358-1824 Cadernos Ibero-Americanos de Direito Sanitário (CIADS) é uma publicação trilíngue (português, espanhol e inglês), trimestral, de acesso livre, editada pelo Programa de Direito Sanitário da Fundação Oswaldo Cruz/Brasília. É dirigida a professores, pesquisadores e estudantes de Direito, Ciências da Saúde e Ciências Sociais; operadores do Direito; profissionais de saúde e gestores de serviços e sistemas de saúde. Seu objetivo é difundir e estimular o desenvolvimento do Direito Sanitário na região ibero-americana, promovendo o debate dos grandes temas e dos principais desafios do Direito Sanitário contemporâneo. Maria Célia Delduque - Fundação Oswaldo Cruz/Brasília Sandra Mara Campos Alves - Fundação Oswaldo Cruz/Brasília Editora-executiva Glaucia Cruz - Fundação Oswaldo Cruz/Brasília Conselho Editorial Científico André den Exter Erasmus University Rotterdam, Erasmus School of Law, Holanda André Gonçalo Dias Pereira Universidade de Coimbra, Portugal Angel Pelayo Gonzáles-Torre Universidad Internacional Menéndez Pelayo, Espanha Caristina Robaina Instituto Nacional de Salud de los Trabajadores, Cuba Eli Iola Gurgel Andrade Universidade Federal de Minas Gerais, Faculdade de Medicina, Brasil Giancarlo Corsi Università Degli Studi Di Modena e Reggio Emilia, Itália Hernando Torres Corredor Universidad Nacional de Colombia, Facultad de Derecho, Ciencias Políticas y Sociailes, Colômbia Joaquín Cayon de las Cuevas Universidad de Cantabria, Facultad de Derecho, Espanha Jose Geraldo de Sousa Junior Universidade de Brasília, Faculdade de Direito, Brasil Márcio Nunes Iorio Aranha Oliveira Universidade de Brasília, Faculdade de Direito, Brasil Miriam Ventura da Silva Universidade Federal do Rio de Janeiro, Instituto de Estudos em Saúde Coletiva, Brasil Paula Lobato de Faria Universidade Nova de Lisboa, Escola Nacional de Saúde Pública, Portugal Vera Lucia Raposo Universidade de Macau, Faculdade de Direito, ChinaVolume 9, número 4, out./dez. 2020 ISSN 2358-1824 Cadernos Ibero-Americanos de Direito Sanitário (CIADS) é uma publicação trilíngue (português, espanhol e inglês), trimestral, de acesso livre, editada pelo Programa de Direito Sanitário da Fundação Oswaldo Cruz/Brasília. É dirigida a professores, pesquisadores e estudantes de Direito, Ciências da Saúde e Ciências Sociais; operadores do Direito; profissionais de saúde e gestores de serviços e sistemas de saúde. Seu objetivo é difundir e estimular o desenvolvimento do Direito Sanitário na região ibero-americana, promovendo o debate dos grandes temas e dos principais desafios do Direito Sanitário contemporâneo. Maria Célia Delduque - Fundação Oswaldo Cruz/Brasília Sandra Mara Campos Alves - Fundação Oswaldo Cruz/Brasília Editora-executiva Glaucia Cruz - Fundação Oswaldo Cruz/Brasília Conselho Editorial Científico André den Exter Erasmus University Rotterdam, Erasmus School of Law, Holanda André Gonçalo Dias Pereira Universidade de Coimbra, Portugal Angel Pelayo Gonzáles-Torre Universidad Internacional Menéndez Pelayo, Espanha Caristina Robaina Instituto Nacional de Salud de los Trabajadores, Cuba Eli Iola Gurgel Andrade Universidade Federal de Minas Gerais, Faculdade de Medicina, Brasil Giancarlo Corsi Università Degli Studi Di Modena e Reggio Emilia, Itália Hernando Torres Corredor Universidad Nacional de Colombia, Facultad de Derecho, Ciencias Políticas y Sociailes, Colômbia Joaquín Cayon de las Cuevas Universidad de Cantabria, Facultad de Derecho, Espanha Jose Geraldo de Sousa Junior Universidade de Brasília, Faculdade de Direito, Brasil Márcio Nunes Iorio Aranha Oliveira Universidade de Brasília, Faculdade de Direito, Brasil Miriam Ventura da Silva Universidade Federal do Rio de Janeiro, Instituto de Estudos em Saúde Coletiva, Brasil Paula Lobato de Faria Universidade Nova de Lisboa, Escola Nacional de Saúde Pública, Portugal Vera Lucia Raposo Universidade de Macau, Faculdade de Direito, ChinaVolume 9, número 4, out./dez. 2020 ISSN 2358-1824 Cadernos Ibero-Americanos de Direito Sanitário (CIADS) é uma publicação trilíngue (português, espanhol e inglês), trimestral, de acesso livre, editada pelo Programa de Direito Sanitário da Fundação Oswaldo Cruz/Brasília. É dirigida a professores, pesquisadores e estudantes de Direito, Ciências da Saúde e Ciências Sociais; operadores do Direito; profissionais de saúde e gestores de serviços e sistemas de saúde. Seu objetivo é difundir e estimular o desenvolvimento do Direito Sanitário na região ibero-americana, promovendo o debate dos grandes temas e dos principais desafios do Direito Sanitário contemporâneo. Maria Célia Delduque - Fundação Oswaldo Cruz/Brasília Sandra Mara Campos Alves - Fundação Oswaldo Cruz/Brasília Editora-executiva Glaucia Cruz - Fundação Oswaldo Cruz/Brasília Conselho Editorial Científico André den Exter Erasmus University Rotterdam, Erasmus School of Law, Holanda André Gonçalo Dias Pereira Universidade de Coimbra, Portugal Angel Pelayo Gonzáles-Torre Universidad Internacional Menéndez Pelayo, Espanha Caristina Robaina Instituto Nacional de Salud de los Trabajadores, Cuba Eli Iola Gurgel Andrade Universidade Federal de Minas Gerais, Faculdade de Medicina, Brasil Giancarlo Corsi Università Degli Studi Di Modena e Reggio Emilia, Itália Hernando Torres Corredor Universidad Nacional de Colombia, Facultad de Derecho, Ciencias Políticas y Sociailes, Colômbia Joaquín Cayon de las Cuevas Universidad de Cantabria, Facultad de Derecho, Espanha Jose Geraldo de Sousa Junior Universidade de Brasília, Faculdade de Direito, Brasil Márcio Nunes Iorio Aranha Oliveira Universidade de Brasília, Faculdade de Direito, Brasil Miriam Ventura da Silva Universidade Federal do Rio de Janeiro, Instituto de Estudos em Saúde Coletiva, Brasil Paula Lobato de Faria Universidade Nova de Lisboa, Escola Nacional de Saúde Pública, Portugal Vera Lucia Raposo Universidade de Macau, Faculdade de Direito, Chin

    A fitoterapia na Atenção Primária à Saúde segundo os profissionais de saúde do Rio de Janeiro e do Programa Mais Médicos

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    Objective: to identify how professionals who work with Family Health Strategy in the city of Rio de Janeiro, a common integrative and complementary practice in the Public Health System in Brazil, have incorporated phytotherapy into their practice, highlighting the limits of this use from the perspective of the right to an integral health. Methodology: using a qualitative exploratory methodology, a cross-sectional study was conducted to identify the use and prescription of herbal medicines and medicinal plants by physicians, nurses, and community health agents from December 2016 to March 2018. Results: the professionals surveyed have not incorporated phytotherapy into their practice. The results show that 66.6% of physicians and 41.6% of nurses prescribe herbal medicines, however, most claimed to have had no instruction on the subject. 76.9% of community health workers and 54% of nurses observed at home visits that the population cultivates medicinal plants and 83.3% of nurses and 80.9% of doctors reported the use by the population. Conclusion: phytotherapy remains marginal in the Family Health Strategy. Promoting and expanding the use of phytotherapy in Primary Health Care can result in innovative experiences involving users, health professionals, and managers to transform the population\u27s health conditions.Objectivo: identificar cómo la fitoterapia, una de las prácticas integradoras y complementarias más comunes en el Sistema Único de Salud, ha sido apropiada por diferentes profesionales que trabajan en la Estrategia de Salud Familiar en la ciudad de Río de Janeiro destacando los límites de este uso desde la perspectiva del derecho a la salud integral. Metodología: utilizando una metodología exploratoria cualitativa, se realizó un estudio transversal sobre el uso y la prescripción de plantas medicinales y fitoterapicos por parte de médicos, enfermeras y agentes comunitarios de salud desde diciembre de 2016 hasta marzo de 2018. Resultados: la fitoterapia aún no ha sido apropiada por los profesionales de la salud encuestados: los resultados muestran que el 66,6% de los médicos y el 41.6% de las enfermeras declararon recetar remedios herbales, sin embargo, la mayoría declaró que no tenían educación sobre el tema. El 76,9% de los agentes comunitarios de salud y el 54% de las enfermeras observaron el cultivo de plantas medicinales en las visitas domiciliarias. El 83,3% de las enfermeras y el 80,9% de los médicos informaron sobre el uso por parte de la población. Conclusión: la fitoterapia sigue siendo marginal en el Estrategia Salud de la Familia. Promover y ampliar el uso de la fitoterapia en la Atención Primaria de Salud puede dar lugar a experiencias innovadoras que involucren a usuarios, profesionales de la salud y gerentes para transformar las condiciones de salud de la población.Objetivo: identificar como a fitoterapia, uma das práticas integrativas e complementares mais incidentes no Sistema Único de Saúde, tem sido apropriada pelos profissionais que atuam na Estratégia Saúde da Família (ESF) no município do Rio de Janeiro, destacando os limites dessa utilização na perspectiva do direito à saúde integral. Metodologia: por meio de uma metodologia qualitativa, do tipo exploratória, foi realizado um estudo transversal sobre o uso e a prescrição de fitoterápicos e plantas medicinais por médicos, enfermeiros e agentes comunitários de saúde, de dezembro de 2016 a março de 2018, por meio da aplicação de um questionário fechado e entrevista semiestruturada. Resultados: a fitoterapia ainda não foi apropriada pelos profissionais de saúde pesquisados: 66,7% dos médicos e 41,7% dos enfermeiros afirmaram prescrever fitoterápicos, entretanto, a maioria afirmou não ter tido nenhuma instrução sobre o assunto. O cultivo de plantas medicinais foi observado nas visitas domiciliares por 76,9% dos agentes comunitários de saúde e 54% dos enfermeiros. Já o uso pela população foi relatado por 83,3% dos enfermeiros e 80,9% dos médicos. Conclusão: A fitoterapia ainda permanece marginal na ESF. Promover e ampliar o uso da fitoterapia na Atenção Primária à Saúde pode resultar em experiências inovadoras que envolvam usuários, profissionais de saúde e gestores para transformar as condições de saúde da população

    Acordos de compartilhamento de riscos para aquisição do medicamento Spinraza® no Brasil: novas perspectivas sobre a proteção jurídica dos pacientes

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    Objective: discuss the legal relevance of the implementation of the risk-sharing agreement for the incorporation of the drug spinraza in Brazil in ensuring the protection of patients\u27 rights. Methodology: the study presents a qualitative approach and exploratory character, with the use of jurisprudential research and literature review on the subject.  Results: the risk sharing agreement model is a milestone in the search for the realization of the right to health in the country, for enabling the acquisition of spinraza through partnership links with the pharmaceutical business sector, sharing the risks of technology and reducing costs to the treasury. Conclusion: although it constitutes an advance in pharmaceutical care in the country, there is still no legal, more detailed regulation on such agreements under the SUS.Objetivo: discutir la pertinencia jurídica de la aplicación del acuerdo de riesgo compartido para la incorporación de la medicina Spinraza® en Brasil en la garantía de la protección de los derechos de los pacientes. Metodología: el estudio tiene un carácter exploratorio y cualitativo, con el uso de investigación jurisprudencial y revisión de la literatura sobre el tema. Resultados: el modelo de contrato de riesgo compartido es un hito en la búsqueda de la realización del derecho a la salud en el país, permitiendo la adquisición de medicina Spinraza® mediante vínculos de asociación con las empresas farmacéuticas, con el reparto de los riesgos de la tecnología y la reducción de costos para el tesoro nacional. Conclusión: aunque constituye un avance en la asistencia farmacéutica en el país, todavía existen, en términos legales, regulaciones más detalladas sobre esos acuerdos en el marco del SUS.Objetivo: discutir a pertinência jurídica da implementação do acordo de compartilhamento de riscos para a incorporação do medicamento Spinraza® no Brasil na garantia de proteção dos direitos dos pacientes. Metodologia: o estudo apresenta uma abordagem qualitativa e caráter exploratório, com a utilização de pesquisa jurisprudencial e revisão de literatura sobre a temática. Resultados: o modelo de acordo de compartilhamento de risco constitui um marco na busca pela concretização do direito à saúde no país, por possibilitar a aquisição do medicamento Spinraza® por meio de vínculos de parceria com o setor empresarial farmacêutico, com o compartilhamento dos riscos da tecnologia e a redução dos custos ao erário. Conclusão: apesar de constituir um avanço na assistência farmacêutica no país, inexiste ainda, em termos jurídicos, regulamentação mais detalhada sobre os referidos acordos no âmbito do SUS

    Direitos humanos e princípios comuns entre inteligência artificial e direito à saúde

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    Objective: to find possible convergences and developments between the principles of the right to health, the Universal Declaration on Bioethics and Human Rights and the Recommendation of the Council on Artificial Intelligence of the Organization for Economic Cooperation and Development. Methods: bibliographic research in academic texts on the principle of right to health and documentary research in legal instruments of soft law: the Universal Declaration on Bioethics and Human Rights and the Council Recommendation on Artificial Intelligence of the Organization for Economic Cooperation and Development. Results: the principles converge to axes that allow dividing them into three major categories: more traditional (biological, biotechnological and biomedical); broad and inclusive (health, social, cultural, economic, labor, environmental, moral and ethical); and organizational-legal (individual, social, collective and political responsibility). Conclusion: the principles must underpin and balance social policies in active interconnection with the legal and social protection system of a democratic society. The convergence between the principles focuses on human dignity, guiding so that decisions made about artificial intelligence systems in health and their implementation are made in a safe, impartial and fair manner for the whole of society.Objetivo: encontrar posibles convergencias y desarrollos entre los principios del derecho a la salud, la Declaración Universal sobre Bioética y Derechos Humanos y la Recomendación del Consejo sobre Inteligencia Artificial de la Organización para la Cooperación y el Desarrollo Económicos. Metodología: investigación bibliográfica en textos académicos sobre el principio del derecho a la salud e investigación documental en instrumentos jurídicos de soft law: la Declaración Universal sobre Bioética y Derechos Humanos y la Recomendación del Consejo sobre Inteligencia Artificial de la Organización para la Cooperación y el Desarrollo Económicos. Resultados: los principios convergen en ejes que permiten dividirlos en tres grandes categorías: más tradicionales (biológicos, biotecnológicos y biomédicos); amplio e inclusivo (sanitario, social, cultural, económico, laboral, medioambiental, moral y ético); y organizacional-legal (responsabilidad individual, social, colectiva y política). Conclusión: los principios deben apuntalar y equilibrar las políticas sociales en interconexión activa con el sistema legal y de protección social de una sociedad democrática. La convergencia entre los principios se centra en la dignidad humana, orientando para que las decisiones que se tomen sobre los sistemas de inteligencia artificial en salud y su implementación se tomen de manera segura, imparcial y justa para toda la sociedad.Objetivo: encontrar possíveis convergências e desdobramentos entre os princípios do direito à saúde, da Declaração Universal sobre Bioética e Direitos Humanos e da Recomendação do Conselho sobre Inteligência Artificial da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico. Metodologia: pesquisa bibliográfica em textos acadêmicos sobre a principiologia em direito à saúde e pesquisa documental em instrumentos jurídicos internacionais do soft law – Declaração Universal sobre Bioética e Direitos Humanos e a Recomendação sobre Inteligência Artificial do Conselho da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico. Resultados: os princípios convergem para eixos que permitem dividi-los em três grandes categorias: mais tradicionais (biológicas, biotecnológicas e biomédicas); amplas e inclusivas (sanitária, social, cultural, econômica, laboral, ambiental, moral e ética); e organizativas-jurídicas (responsabilidade individual, social, coletiva e política). Conclusão: os princípios devem embasar e equilibrar as políticas sociais em interligação ativa com o sistema de proteção jurídico-social de uma sociedade democrática. A convergência entre os princípios centra-se na dignidade humana, guiando para que as decisões tomadas sobre os sistemas de inteligência artificial em saúde e sua implementação sejam feitas de forma segura, imparcial e justa para toda a sociedade.

    Reflexões sobre o uso do big data em modelos preditivos de vigilância epidemiológica no Brasil

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    Objective: to discuss the bioethical implications from the announcement of Digital Health by the World Health Organization and the use of big data in the production of predictive health surveillance systems in Brazil. Methods: conducted a narrative review based on the search for articles on Scielo, Bireme, Jstor platforms and at the World Health Organization and the Ministry of Health of Brazil webpages, with the keywords big data, bioethics and ethics, from May to July 2020. Results: limits were evidenced in the use of big data as an epidemiological forecasting surveillance tool, notably with its use during the Covid-19 pandemic, although justified by the Bioethics of Protection Theory and Public Health Ethics. The greatest limits observed were the absence of adequate data protection legislation and bias in the data obtained. Conclusion: in order to analyze the bioethical impacts of the use of big data in the medicine of the future, it is essential to deepen the discussion on the possible impacts that the use of these technologies can have on life in society, with an emphasis on the development of surveillance capitalism, on interference in life and the intensification of regional inequalities.Objetivo: discutir las implicaciones bioéticas del anuncio de la Salud Digital por la Organización Mundial de la Salud y el uso de macrodatos en la producción de sistemas de vigilancia predictiva de salud en Brasil. Metodología: se realizó una revisión narrativa a partir de la búsqueda de artículos en las plataformas Scielo, Bireme, Jstor y en la página de la Organización Mundial de la Salud y el Ministerio de Salud de Brasil, con las palabras clave macrodatos, bioética y ética, de mayo a julio, 2020. Resultados: se evidenciaron límites en el uso de macrodatos como herramienta de vigilancia epidemiológica predictiva, destacando su uso durante la pandemia Covid-19, aunque justificado a partir de la teoría de la Bioética de Protección y la Ética en Salud Pública. Los mayores límites observados fueron la ausencia de una legislación de protección de datos adecuada y el sesgo en los datos obtenidos. Conclusión: para analizar los impactos bioéticos del uso de macrodatos en la medicina del futuro, es fundamental profundizar la discusión sobre los posibles impactos que el uso de estas tecnologías puede tener en la vida en sociedad, con énfasis en el desarrollo del capitalismo de vigilancia, en la interferencia en la vida y la intensificación de las desigualdades regionales.Objetivo: discutir as implicações bioéticas a partir do anúncio da Saúde Digital por parte da Organização Mundial da Saúde e do uso do big data na produção de sistemas preditivos de vigilância em saúde no Brasil. Metodologia: realizou-se revisão narrativa a partir da busca de artigos nas plataformas Scielo, Bireme, Jstor e na página da Organização Mundial da Saúde e do Ministério da Saúde do Brasil, com os descritores big data, bioética e ética, de maio a julho de 2020. Resultados: foram evidenciados limites no uso do big data como ferramenta de vigilância epidemiológica preditiva, notadamente com o seu uso durante a pandemia de Covid-19, apesar de justificável a partir da teoria da bioética da proteção e da ética da saúde pública. Os maiores limites observados foram ausência de legislação de proteção de dados adequada e viés dos dados obtidos. Conclusão: para análise dos impactos bioéticos do uso do big data na medicina do futuro é imprescindível aprofundar a discussão sobre os possíveis impactos que o uso dessas tecnologias pode gerar na vida em sociedade, com ênfase no desenvolvimento do capitalismo de vigilância, na interferência na vida social e no acirramento das desigualdades regionais.

    Teleconsulta médica: os limites éticos e o risco de negligência informacional

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    Objective: to analyze the current legislation on teleconsultation, based on the concept of medical consultation and the need for the physical examination of the patient for its characterization, as well as the limitations imposed by the Code of Medical Ethics (CEM) of the Federal Council of Medicine (CFM), and by the opinions and resolutions of the Regional Councils, aiming to point out its limits and risks of informational medical negligence. Methods: qualitative and integrative review of current legislation, specialized medical and legal literature on the issue. Results: The practice of telemedicine is regulated by the Federal Council of Medicine (CFM), but teleconsultation is not expressly recognized by the entity. After the entry into force of the Administrative Rule No. 467/2020 from Ministry of Health (MS) and Law No. 13.989 / 2020, which expressly allows for teleconsultation in an exceptional and transitory nature, it was found that the Regional Councils of Medicine of the states adopted divergent positions regarding the theme. It was also evident that the opinion of the Federal Council of Medicine No. 14/2017 is binding and allows a "communication" between the doctor and his patient by technological resources, as long as these are already served by him. Conclusion: teleconsultation is an ethical and possible medical practice, since it is not prohibited by CFM Resolution No. 1,643 / 2002, addressed directly in Opinion CFM nº 14/2017, but it depends on a previous doctor - patient relationship for ordinary situations, being deferred (and never dispensed) in emergency situations, being the formalization of digital informed consent by any means of information and communication technology is necessary, as long as it guarantees the integrity, security and confidentiality of information.Objetivo: analizar la legislación vigente sobre la teleconsulta, basada en el concepto de consulta médica y la necesidad del examen físico cara a cara del paciente para su caracterización, así como las limitaciones impuestas por el Código de Ética Médica (CEM) del Consejo Federal de Medicina (CFM), por sus opiniones y resoluciones de los Consejos Regionales, con el objetivo de señalar sus límites y riesgos de negligencia médica informativa. Metodología: revisión cualitativa e integradora de la legislación vigente, la literatura médica y legal especializada sobre el tema. Resultados: El ejercicio de la telemedicina está regulado por el Consejo Federal de Medicina (CFM), pero la teleconsulta no está reconocida expresamente por la entidad. Luego de la entrada en vigor de la ordenanza del Ministerio de Salud (MS) No. 467/2020 y la Ley No. 13.989 / 2020, que permiten expresamente la teleconsulta con carácter excepcional y transitorio, se evidenció que los Consejos Regionales de Medicina de los estados adoptaron posiciones divergentes respecto al tema. También se evidenció que la opinión del Consejo Federal de Medicina nº 14/2017 es vinculante y permite la “comunicación” entre el médico y su paciente por los recursos tecnológicos, siempre que estos ya sean atendidos por él. Conclusión: la teleconsulta es una práctica médica ética y posible, ya que no está prohibida por la Resolución CFM N ° 1.643 / 2002, abordado directamente en la opinión del CFM nº 14/2017, pero depende de una relación previa médico-paciente para situaciones ordinarias, diferirse (y nunca dispensarse) en situaciones de emergencia. La formalización de las TIC digitales por cualquier medio de tecnología de información y comunicación es necesaria, siempre que garantice la integridad, seguridad y confidencialidad de la información.Objetivo: levantar a legislação vigente sobre a teleconsulta e realizar sua análise a partir do conceito de consulta médica e da necessidade do exame físico direto do paciente para a sua caracterização, bem como as limitações impostas pelo Código de Ética Médica (CEM) do Conselho Federal de Medicina (CFM), por seus pareceres e resoluções dos Conselhos Regionais, visando apontar seus limites e riscos de negligência médica informacional. Metodologia: revisão qualitativa e integrativa da legislação vigente, da literatura médica e jurídica especializada. Resultados: a prática da telemedicina é regulada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), mas a teleconsulta não é expressamente reconhecida pela entidade. Após a vigência da Portaria do Ministério da Saúde (MS) nº 467/2020 e da Lei nº 13.989/2020, que expressamente permitem a teleconsulta em caráter excepcional e transitório, evidenciou-se que os Conselhos Regionais de Medicina dos estados adotaram posicionamentos divergentes quanto ao tema. Demontrou-se ainda que o parecer do Conselho Federal de Medicina nº 14/2017 é vinculante e possibilita a comunicação entre o médico e o seu paciente por recursos tecnológicos, quando já houver entre eles uma relação anterior. Conclusão: a teleconsulta é prática médica ética e possível, posto que não é proibida pela Resolução CFM nº 1.643/2002, abordada diretamente no Parecer CFM nº 14/2017, mas que depende de prévia relação médico-paciente para as situações ordinárias, estando diferida (e nunca dispensada) em situações de emergenciais e sendo necessária a formalização de termo de consentimento informado digital por qualquer meio de tecnologia da informação e comunicação, desde que garanta a integridade, segurança e o sigilo das informações

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