Latin American Archives of Animal Production
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Perda de concepção devido armazenamento prolongado do sêmen
As biotécnicas aplicadas ao sêmen surgiram para ajudar na difusão de touros em grande volume, porém, quando não utilizadas de forma adequada, podem trazer perdas significativas para os produtores, diminuindo a taxa de concepção, comprometendo uma estação de monta e a lucratividade do produtor. O método de congelamento do sêmen ajuda a diminuir as taxas metabólicas, prolongando a vida útil, porém o armazenamento a um longo período leva a perda de eficiência reprodutiva e diminuição da qualidade espermática, afetando a concepção das matrizes. Para a realização do estudo, utilizou-se dados do Setor de Bovinocultura de Corte da Universidade Federal de Jataí, município de Jataí, Goiás, Brasil. Foram considerados os índices das estações 21/22 e 24/25, as quais utilizaram sêmen em comum para a realização do procedimento de inseminação artificial. Em tais circunstância utilizaram o sêmen de um touro da raça angus, o qual foi armazenado durante todos esses 4 anos em um botijão de nitrogênio contendo os níveis adequados. Na estação de monta 21/22, a taxa de concepção/vaca foi de 56% e concepção/tentativa 45%. Já na estação 24/25, a taxa de concepção/vaca teve uma perca de 26%, fechando em 30% e a concepção/tentativa uma queda de 28%, fechando em 17%. Analisando os dados, nota-se que o sêmen do touro teve uma grande queda percentual dos seus dados de concepção. Isso provavelmente se deve ao grande tempo de armazenamento, ficando mais evidente quando se analisa os dados dos demais touros. Touros que não tiveram grande tempo de armazenamento ou que foram utilizados imediatamente após a aquisição, não tiveram grandes quedas percentuais ou foram nulas. Desse modo, observa-se que a aquisição de sêmens anualmente nas quantidades ideais é mais rentável que ter grande quantidade do produto armazenada durante muito tempo, o qual acaba gerando perdas de eficiência, concepção e consequentemente de lucratividade
Perfil de fermentação ruminal e mitigação de gases com efeito de estufa de três espécies forrageiras de sistemas agroflorestais em estações seca e chuvosa
La variabilidad de las condiciones climáticas a lo largo del año y la madurez fisiológica del material vegetal pueden tener efectos sobre el valor nutricional de las plantas y el desempeño productivo de los animales. El objetivo fue determinar el efecto de tres especies forrajeras tropicales (Tithonia diversifolia, Erythrina poeppigiana y Cratylia argentea) cosechadas a cuatro edades de corte (30, 45, 60 y 75 días), durante las épocas seca y lluviosa sobre la PGIV, el pH ruminal, los ácidos grasos volátiles (AGV) y la producción de CH4. Se utilizó un diseño completamente aleatorizado en arreglo factorial (tres especies forrajeras, cuatro edades de corte y dos épocas del año). Se utilizaron cuatro toros Brahman de 250,0 ± 20,5 kg de peso vivo, provistos de una cánula ruminal para la extracción de líquido ruminal. Los animales fueron alimentados con P. máximum y se les proporcionó agua ad libitum. La producción de gas entre especies forrajeras fue menor (p=0,0001) en T. diversifolia y E. poeppigiana en la época seca. La edad de corte influyó en la producción de gas, mostrando una menor producción (p=0,0164) a los 30 y 45 días en la época seca. La producción de AGV mostró diferencias para el efecto entre forrajes en la época lluviosa, con valores mayores (p < 0,05) para ácido acético, propiónico y butírico en las especies E. poeppigiana, C. argéntea y T. diversifolia respectivamente. La producción de CH 4 mostró diferencias entre especies forrajeras, mostrando la menor (p=0,0001) producción de CH4 en T. diversifolia para las épocas seca y lluviosa. Se concluye que la utilización de especies arbustivas (T. diversifolia, E. poeppigiana y C. argéntea) en sistemas de producción de rumiantes en épocas lluviosas y secas, con edad de rebrote temprana (30 y 45 días), presentan una alternativa promisoria en la reducción de CH4
Influência de um pool de prebióticos e probióticos sobre o metabolismo proteico de vacas da raça Holandês no pico de lactação
Durante o pico de lactação, o metabolismo proteico das vacas leiteiras é exigido para sustentar a produção de leite. A elevada demanda por aminoácidos pode aumentar a mobilização de proteínas corporais, resultando em um balanço proteico negativo. Estratégias como o uso de simbióticos ajudam a melhorar a saúde ruminal e a eficiência na síntese de proteínas microbianas, além de melhorar a microbiota intestinal e consequentemente, a digestibilidade e absorção de aminoácidos. Com isso, o objetivo deste estudo foi avaliar a influência de um pool de prebióticos e probióticos sobre o metabolismo proteico de vacas leiteiras no pico de lactação. Foram selecionadas 30 vacas multíparas, entre 60 e 120 dias de lactação. Os animais foram distribuídos em três grupos: Controle (CON, n=10), que recebeu uma ração totalmente misturada (TMR) padrão; Tratamento 10g (T10, n=10), que recebeu a mesma TMR com adição de 10g do simbiótico (Rumilax®, EKOA, Brasil); e Tratamento 15g (T15, n=10), que recebeu a mesma TMR com adição de 15g do mesmo simbiótico. Os níveis sanguíneos de albumina e proteínas totais foram analisados nos dias 0, 15, 30, 60, 75, 90 do experimento. Os dados foram analisados utilizando o procedimento PROC MIXED do software JMP Pro 17, adotando-se nível de significância de p<0,05. Não foram encontradas diferenças significativas para os níveis séricos de albumina entre os grupos (p=0,60) (CON: 2,74±0,05 g/dL; T10: 2,81±0,04 g/dL; T15: 2,92±0,04 g/dL), assim como para os níveis séricos de proteínas totais (p= 0,28) (CON: 6,48±0,15 g/dL; T10: 6,79±0,12 g/dL; T15: 6,72±0,13 g/dL). Conclui-se que a suplementação com um pool de prebióticos e probióticos, não apresentou efeito sobre o metabolismo proteico de vacas da raça Holandês no pico de lactação
Utilização de ingredientes terrestres e marinhos para melhorar a qualidade dos hambúrgueres tradicionais de carne de bovino
In response to the growing demand for healthier meat products, this study evaluated the effects of terrestrial and marine ingredients on the physicochemical, microbiological, and sensory properties of traditional beef patties. Ugni molinae Turcz leaf powder, Durvillaea antarctica meal, and Brassica napus oil, selected for their antioxidant potential, bioactive compound content, and beneficial lipid profile, were incorporated. Three experimental treatments (HC1, HC1A, and HC0A) and a control (H0) were formulated. All formulations complied with the Chilean regulatory limits for saturated fat (<4 g/100 g), sodium (<400 mg/100 g), and calories (<275 kcal/100 g). Compared to the control, all treatments showed a significant reduction in total fat content (p ≤ 0.05), with HC1 standing out (6.73 g/100 g), which was also evidenced by a decrease in calories, with HC1 being the lowest (135.29 kcal/100 g). Sodium content was higher in HC1 and HC1A (157 and 149 mg/100 g), respectively) due to the mineral contribution of D. antarctica. In terms of color, HC1A and HC0A showed higher lightness (L*) and lower redness (a*). Lipid oxidation was significantly inhibited in HC1 (p ≤ 0.05), attributed to the antioxidant action of polyphenols present in murtilla leaves. The lipid profile improved in HC1A and HC0A, with a reduction in saturated fatty acids (13.67% and 14.63%, respectively, compared to 41.23% in the control) and an increase in α-linolenic acid (> 6%). From a microbiological perspective, the treatments showed lower counts of mesophilic microorganisms and total coliforms, suggesting an inhibitory effect associated with the bioactive compounds of the natural ingredients used. No significant differences in overall acceptability were observed, although slight differences in texture were detected (p ≤ 0.05). The addition of these natural ingredients allowed the development of burgers with an improved nutritional profile, greater safety, and good sensory acceptability.En respuesta a la creciente demanda de productos cárnicos saludables, se evaluó el efecto de ingredientes de origen terrestre y marino sobre las propiedades fisicoquímicas, microbiológicas y sensoriales de hamburguesas tradicionales de vacuno. Se incorporó polvo de hoja de Ugni molinae Turcz, harina de Durvillaea antarctica y aceite de Brassica napus, seleccionados por su potencial antioxidante, contenido de compuestos bioactivos y perfil lipídico. Se formularon tres tratamientos experimentales (HC1, HC1A y HC0A) y un control (H0). Todas las formulaciones cumplieron con los límites establecidos por la normativa chilena para grasas saturadas (<4 g/100g), sodio (<400 mg/100g) y calorías (<275 kcal/100g). En comparación con el control, todos los tratamientos presentaron una reducción significativa en el contenido de grasa (p ≤ 0,05), destacando HC1 (6,73 g/100g), lo cual se evidenció también en una disminución calórica, siendo HC1 el más bajo (135,29 kcal/100g). El contenido de sodio fue mayor en HC1 y HC1A (157 y 149 mg/100g), debido al aporte mineral de cochayuyo. En cuanto al color, HC1A y HC0A presentaron mayor luminosidad (L*) y menor rojez (a*). La oxidación lipídica fue significativamente inhibida en HC1 (p ≤ 0,05), atribuida a la acción antioxidante de los polifenoles presentes en la hoja de murtilla. El perfil lipídico mejoró en HC1A y HC0A, con una reducción de ácidos grasos saturados (13,67% y 14,63% vs 41,23% de H0) y un aumento del ácido α-linolénico (> 6%). Desde el punto de vista microbiológico, los tratamientos presentaron menores recuentos de microorganismos mesófilos y coliformes totales, lo que sugiere un efecto inhibitorio asociado a los compuestos bioactivos de los ingredientes utilizados. Sensorialmente, no se observaron diferencias significativas en la aceptabilidad general, aunque se detectaron leves diferencias en la textura (p ≤ 0,05). Con la adición de estos ingredientes se mejoró el perfil nutricional, la inocuidad y las propiedades sensoriales
Mitigação do metano entérico em cordeiros alimentados com dietas concentradas: o que nos dizem a narasina e a frequência alimentar
A mitigação do metano entérico é um dos maiores desafio para a sustentabilidade da produção de ruminantes. Este estudo teve como objetivo avaliar os efeitos da frequência de alimentação, associada à inclusão de narasina na dieta, sobre a produção de metano em cordeiros confinados alimentados com dietas de alto concentrado. Foram utilizados trinta cordeiros mestiços Dorper × Santa Inês, castrados e canulados no rúmen, com peso corporal inicial médio de 46,2 ± 10,6 kg. O experimento teve duração de 25 dias e foi conduzido em delineamento em blocos completos casualizados, com cinco blocos e seis tratamentos. Os tratamentos foram distribuídos em esquema fatorial 2 × 3, combinando duas doses de narasina (0 mg/kg MS – N0 e 13 mg/kg MS – N13) e três frequências de alimentação (uma, duas ou três vezes ao dia: F1, F2 e F3, respectivamente). As dietas foram compostas por 90% de concentrado e 10% de feno de coast-cross. As amostras de fluido ruminal foram coletadas no 24º dia do período experimental, às 0, 8 e 16 horas após o fornecimento da ração. O conteúdo ruminal (frações líquida e sólida) foi incubado em frascos vedados, mantidos em banho-maria a 39 °C por 30 minutos. A quantificação do metano produzido foi realizada por cromatografia gasosa. Os dados foram analisados pelo procedimento MIXED do SAS, adotando-se nível de significância de 5% (p < 0,05). Os resultados indicaram que a produção diária de metano (g/kg de matéria seca) não foi influenciada significativamente pela inclusão de narasina na dieta (8,12 para N0 e 9,37 para N13), nem pelas diferentes frequências de alimentação (9,33, 9,62 e 7,40 para F1, F2 e F3, respectivamente). Não foram observados efeitos significativos de interação entre os fatores avaliados (p = 0,668), sugerindo que, nas condições avaliadas, os tratamentos não impactaram a produção ruminal de metano
Efeitos da frequência de alimentação e da narasina sobre o perfil de ácido graxo de cadeia curta de cordeiros alimentados com dietas concentradas
A modulação da fermentação ruminal por aditivos e estratégias alimentares é fundamental para aprimorar a eficiência produtiva em sistemas intensivos de produção. Este estudo avaliou os efeitos da frequência de alimentação associada à inclusão de narasina na dieta sobre a proporção molar de ácidos graxos de cadeia curta (AGCC) em cordeiros confinados alimentados com dietas de alto teor de concentrado. Foram utilizados 30 cordeiros mestiços Dorper × Santa Inês, castrados, canulados no rúmen, com peso médio inicial de 46,2 ± 10,6 kg. O experimento teve duração de 25 dias, sendo conduzido em delineamento em blocos completos casualizados, com cinco blocos e seis tratamentos em esquema fatorial 2 × 3, combinando dois níveis de inclusão de narasina (0 e 13 mg/kg de MS) e três frequências de alimentação (1, 2 ou 3 vezes/dia). As dietas continham 90% de concentrado e 10% de feno de coast-cross. O fluido ruminal foi coletado no 21º dia experimental às 0, 4, 8, 12, 16 e 20 horas após a alimentação. A proporção de AGCC foi determinada por cromatografia gasosa. Os dados foram analisados pelo PROC MIXED do SAS, com nível de significância de 5% (p < 0,05). A proporção molar de propionato foi significativamente influenciada pela frequência de alimentação (p = 0,021), com maior valor observado nos cordeiros alimentados três vezes ao dia (45,706 mM/100 Mm), em comparação com aqueles alimentados uma (36,929 mM/100 Mm) ou duas vezes ao dia (36,656 mM/100 Mm). As proporções de acetato e butirato não foram afetadas pelos fatores avaliados, nem por suas interações (p > 0,05). O aumento da frequência de alimentação elevou a produção de propionato, AGCC associado a maior eficiência energética, sem comprometer os níveis de acetato, indicando potencial benefício à fermentação ruminal e à eficiência alimentar de cordeiros confinados alimentados com dietas de alta densidade energética
Aplicação da ciência de dados para estimar o risco para a saúde da introdução e ocorrência da peste suína africana na Colômbia
La Peste Porcina Africana (PPA) es una enfermedad con consecuencias devastadoras para las economías de los países infectados. Varios países están libres de PPA entre ellos Colombia. Debido a su carácter transfronterizo y la falta de vacunas, el contagio en la mayoría de los países libres es considerablemente alto. La evaluación del riesgo sanitario de contagio de la enfermedad tiene como objetivo establecer indicadores cuantitativos que permitan diseñar esquemas de vigilancia epidemiológica. El modelo propuesto cuantifica los niveles de riesgo de contagio por PPA para escenarios en los que la enfermedad aún no está presente. Proporcionó la cuantificación del riesgo sanitario a partir de 35 factores críticos que se agruparon en siete categorías de amenaza y vulnerabilidad. La cuantificación de cada factor se realizó mediante el uso de modelos matemáticos específicos que calculan un índice normalizado de riesgo sanitario de 0-1 por municipio y factor de riesgo. Los índices se mezclaron linealmente mediante el uso de una combinación convexa, pesos para estas combinaciones que fueron definidos utilizando cuantificadores lingüísticos y operadores de promedio ponderado ordenados. Se desarrolló una herramienta de visualización para explorar categorías y factores de riesgo de amenaza, vulnerabilidad y animales expuestos. Se implementó un modelo basado en agentes para la probable propagación de la PPA, que se soporta y combina a partir del contacto directo e indirecto. El estudio es uno de los primeros en describir cuantitativamente la introducción y/o propagación de la PPA en diferentes municipios de Colombia. Los estudios de simulación realizados aquí fueron útiles para estimar el riesgo potencial de introducción y/o propagación de la PPA a través de la evaluación de las principales rutas de propagación. Los resultados muestran que una combinación de evidencia proveniente de la literatura existente, modelos matemáticos y conocimiento experto, puede proporcionar cuantificaciones del riesgo sanitario para la PPA
Aplicações de análise de dados e uma abordagem sistémica para o zoneamento da adequação do pastoreio de gado leiteiro nos altos trópicos da Colômbia
Conocer y estudiar los componentes estructural y funcional del pastoreo es esencial para su evaluación, al permitir entender su organización interna a través de las partes que lo conforman; procesos intrínsecos que determinan su funcionalidad al reconocer el pastoreo como sistema. De los 3069 trabajos identificados se definieron 70 elementos estructurales clasificados en cuatro grupos (el animal, el vegetal, el ambiental y el socioeconómico), los cuales, bajo el consumo animal como componente funcional, definen la aptitud del uso del territorio a partir de la oferta y la demanda en términos de la calidad y cantidad del forraje kikuyo (Cenchrus clandestinus) consumido. Lo anterior define polígonos de uso potencial del territorio para diferentes niveles de producción de leche (<6 lts, 6 a 8,5 lts, 8,5 a 12,5 lts y >12,5 lts), enmarcados en los conceptos de productividad y sostenibilidad para la producción de forraje en pastoreo según el biotipo animal seleccionado (Bos Taurus o Bos indicus); razón por la cual, a través de los criterios que forman este componente, es posible identificar la aptitud de las tierras. Se identificaron 50 puntos GPS que correspondían a predios lecheros, con el fin de validar el modelo propuesto.
Se concluye que el pastoreo como sistema, se debe definir a partir de las interacciones entre el animal, el pasto y el entorno; por lo tanto, su evaluación implica abordar un nuevo paradigma que incluye el componente funcional, al ser un enfoque útil y necesario para entenderlo como sistema productivo desarrollado en un espacio geográfico
Análise multivariada das respostas hematológicas e imunológicas em cavalos Quarto de Milha suplementados com óleo de tucumã amazónico (Astrocaryum vulgare) e probióticos
This study aimed to evaluate the effects of dietary supplementation with Amazonian tucumã oil and probiotics on hematological and immunological parameters in Quarter Horses, using multivariate analysis. Seventeen Quarter Horses (9 males and 8 females) were randomly assigned to three treatments: (1) CON (no supplementation), (2) TUC (20 mL/day of tucumã oil), and (3) LAC (20 g/day of a Lactobacillus-based probiotic blend). All animals received a diet with a 50:50 forage-to-concentrate ratio, consisting of Cynodon spp. hay and a commercial concentrate (CP = 13%, DE = 3.2 Mcal/kg, DM = 89%, EE = 5%, Ca = 0.8%, P = 0.5%). Blood samples were collected from the jugular vein at 7:00 a.m., after supplement administration, for complete hemogram and leukogram analysis. Principal Component Analysis (PCA) was performed separately for red and white blood cell variables across three experimental time points (D0, D15, and D30), using SAS 9.2 (PROC PRINCOMP). For the red blood cell series, the first two principal components explained 91.3% of the total variance (PC1: 65.9%, PC2: 25.4%). PC1 was mainly influenced by red blood cell count, hemoglobin concentration, hematocrit, and mean corpuscular hemoglobin, with mean corpuscular volume showing negative loading—highlighting that erythrocyte concentration and morphology were key factors in group differentiation. For the white cell series, PC1 and PC2 explained 85.3% of the total variance (PC1: 60.7%, PC2: 24.6%). PC1 showed negative loadings for total leukocyte count, lymphocyte percentage, and intermediate mononuclear cells, and a positive loading for granulocyte percentage. These findings reveal distinct immunomodulatory profiles: probiotics induced a progressive immune activation, while tucumã oil promoted a transient response. PCA confirmed treatment- and time-related shifts, supporting the immunological relevance of both supplements in horses
Classificação das carcaças bovinas no Paraguai: análise massiva da qualidade e das categorias comerciais em matadouros exportadores
This study characterized 260,642 beef carcasses processed in seven export-authorized slaughterhouses in Paraguay, following the criteria established in the Paraguayan Standard NP 20 036 22 for Carcass Classification and Grading. Qualitative variables included commercial category, fat coverage, conformation, and bruise degree, as well as hot carcass weight per category. Observations were recorded by certified technicians and analyzed using non-parametric statistical tools (Kolmogorov-Smirnov, Kruskal-Wallis, Mann-Whitney) in R software. Results showed a predominance of carcasses classified as bulls (38.6%), heifers (37.1%), young steers (31.8%), and adult cows (34.1%). Significant differences (p<0.05) were found in average carcass weights across slaughterhouses within each category, reflecting differences in animal types processed per plant. Fat coverage grades 2 (56%) and 1 (42%) were most frequent, indicating moderate and low levels, respectively. Regarding conformation, 52.2% of carcasses were classified as regular and 45.7% as good, with only 0.02% graded as excellent. In terms of animal welfare, 79% of carcasses showed no bruising, and the remainder were mostly grade 1 (limited to subcutaneous tissue). These findings depict the status of carcass grading in Paraguay and highlight the importance of a standardized technical system to support continuous improvement, strengthen traceability, and enhance the competitiveness of Paraguayan beef in global markets.El presente estudio caracterizó 260.642 canales bovinas faenadas en siete frigoríficos habilitados para exportación en Paraguay, conforme a los criterios establecidos por la Norma Paraguaya NP 20 036 22 de Clasificación y Tipificación. Se evaluaron variables cualitativas como categoría, cobertura grasa, conformación y grado de contusión, así como el peso de la canal caliente por categoría. Las observaciones fueron registradas por técnicos certificadores y procesadas con herramientas estadísticas no paramétricas (Kolmogorov-Smirnov, Kruskal-Wallis, Mann-Whitney) en el software R. Los resultados mostraron predominancia de canales clasificadas como toros (38,6%), vaquillas (37,1%), novillitos (31,8%) y vacas adultas (34,1%). Se detectaron diferencias significativas (p<0,05) en el peso promedio de canales por frigorífico dentro de cada categoría, reflejando variaciones en el tipo de animal procesado según la planta. En cobertura grasa predominó el grado 2 (56%) y grado 1 (42%), lo que representa una distribución moderada y poco abundante, respectivamente. En cuanto a conformación, el 52,2% de las canales fueron regulares y el 45,7% buenas, con muy baja frecuencia de conformación excelente (0,02%). En términos de bienestar animal, el 79% de las canales no presentó contusiones, y el resto fue principalmente de grado 1 (afectación subcutánea). Los hallazgos reflejan el estado actual de la tipificación en Paraguay y evidencian el valor de contar con un sistema técnico estandarizado que permita orientar la mejora continua, facilitar la trazabilidad y fortalecer la competitividad de la carne paraguaya en los mercados internacionales