Portal de Periódicos Eletrônicos da Faculdade de Filosofia e Ciências (FFC) da Unesp
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    LA EMANCIPACIÓN DE UN CUERPO SIN ÓRGANOS PUESTA A PRUEBA: 31ª BIENAL DE SÃO PAULO

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    El presente artículo propone que la 31ª Bienal de Sao Paulo entraña un afán emancipador para los “sin tierra” – errantes, migrantes y viajeros. Para ello se conforma como un cuerpo sin órganos (CsO), que despliega estrategias liberadoras promoviendo: desarticulación, experimentación, vagabundeo y tránsito de sujetos y pueblos. Esta Bienal, en tanto CsO, mueve intensidades como flujos sensibles por los intersticios de los proyectos artísticos dispuestos en organismo. Acá el CsO es un conjunto de prácticas reservadas a desterritorializar los estratos del “organismo social” y hacer estallar los órganos estructurados en dichos sistemas

    DIFERENTES DIFERENCIAS

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    El artículo realiza una precisión conceptual respecto a la idea de diferencia trabajada por algunos autores ligados al “pensamiento de la diferencia”. Estas diferentes diferencias constituirán una trama en donde cada una se mostrará en su irreductibilidad y constitutiva vinculación a las otras; unas diferencias convergerán con otras o simplemente las desplazarán. La hipótesis es que la diferencia ontológica, la diferrance, la diferencia pura, la diferencia de los cuerpos y la diferencia colonial muestran que el problema de la diferencia, llevado a ámbitos concretos como diferencias de género, diferencias étnicas, etc., ha de ser siempre trabajado desde el carácter irreductiblemente plural de la diferencia

    Monismo da duração e ontologização do passado: sobre a leitura deleuzeana de Bergson

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    Trata-se de avaliar a justiça da leitura deleuzeana de Bergson, partindo de duas problemáticas principais: o monismo da duração, que Deleuze enxerga e defende em Bergson, e a ontologização do passado, a qual ele promove em sua apreciação da filosofia bergsoniana. Como procuraremos mostrar, se o primeiro ponto (o monismo da duração) parece particularmente equivocado, o segundo ponto (a ontologização do passado) parece encontrar guarida em alguns trechos da obra de Bergson

    A CRÍTICA À SUPERSTIÇÃO NO PENSAMENTO DE PIERRE BAYLE

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    A superstição é definida por Bayle, em diversos momentos e diversas obras do filósofo francês, como: a) algo característico da corrupção natural humana; b) a prova da facilidade do homem em se ater às mais diversas crendices, logo, estando sujeito não só a uma, mas a todo tipo de superstições; c) o fenômeno que se instaurou e se disseminou na sociedade, perseguindo a todos e gerando ilusões por toda parte, através de presságios, profecias, prodígios, e sinais. Nesse quadro de diversas e intangíveis absurdidades, a superstição ganha forma, indo para além dos domínios da razão e, assim, Bayle, em seus escritos, torna manifesta a oposição entre a filosofia e a ignorância supersticiosa, entre o entendimento e a imaginação e entre as explicações científicas e os relatos fantásticos

    Hannah Arendt e o problema da secularização na fundação de novos corpos políticos

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    A questão da secularização também tem espaço no pensamento de Hannah Arendt. A autora sempre procurou um conceito puro de política (reinen Begriff des Politischen), que fosse independente de qualquer raiz religiosa ou que estivesse desvinculado de toda fonte metafísica e transcendente. No entanto, desde Platão, a tradição do pensamento político ocidental não encontra tal autonomia e esse problema se repete nos tempos modernos, sobretudo no momento da fundação de corpos políticos, como é o caso das revoluções, por exemplo. Além disso, Arendt também esclarece como o vácuo de autoridade contribui para a permanência do problema e reforça a necessidade daquilo que ela entende como “o incômodo problema do absoluto”. Este artigo privilegia a investigação de tais questões através dos textos Sobre a revolução, Religião e política e O que é autoridade? e sustenta a necessidade da separação das esferas política e religiosa, visando à boa manutenção de ambas

    A ideologia pre/clara. A produção isebiana

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    Personagens secundários da vida política brasileira figuraram como atores centrais na criação e na extinção do Instituto Superior de Estudos Brasileiros (ISEB). Café Filho e Ranieri Mazilli foram presidentes por "força das circunstâncias"; estas, decisivas - bem se sabe - nas direções que tomou o processo político nacional nestes últimos vinte anos. Talvez uma observação poderia ser feita: esses obscuros políticos, através dos decretos que assinavam, assumiam fundamentalmente os papéis de agentes de decisões que eram impostas por (novos) grupos sociais dominantes. Na criação do ISEB, em decorrência da necessidade do Estado de providenciar agências que racionalizassem o surto do desenvolvimento nacional; na extinção do Instituto, em virtude da consolidação de forças político-militares que julgavam a existência do ISEB como um desserviço à Nação

    A produção racional em regime histórico de fé: com vistas à ciência

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    Because of the difference of their own pertinences, there is no possible direct dialogue between science and theologal faith. Indeed, there is nothing strange in this, because the same occurs between one science and another, between one science and philosophy and even between science and general culture. Each science is a close structure, and it speaks only its own language, ignoring all the others. But it does not mean that the dialogue among several kinds and genera of discourses is impossible. It is the interpreter's mediation that makes it possible, and philosophy is its privileged place and agent. By its own nature, and it is assisted by competent interpreters, who may be accumulated in the philosopher himself, philosophy is able to lead an universal dialogue. Through the aspects that it transcends, philosophy keeps borders with science and with general culture; through those that transcend it, philosophy keeps borders with theology. That, philosophy owes to the state, in which it is found, the historical conditions of revelation and faith.Em razão das diferenças das respectivas pertinencias, não há diálogo direto possível entre ciência e fé teologal. Não há nada de estranho nisso, pois o mesmo ocorre entre uma ciência e outra, entre ciência e filosofia e até entre ciência e cultura geral. Cada ciência é uma estrutura fechada, fala apenas sua língua, ignorando as demais. Mas isso não quer dizer que não seja possível o diálogo entre diversas espécies ou diversos gêneros de discurso. É a mediação de intérpretes que o viabiliza, e a filosofia é o seu agente privilegiado. Por sua natureza, e desde que assistida por intérpretes que podem estar acumulados no próprio filósofo, a filosofia é apta a conduzir um diálogo universal. Por aquilo que ela transcende, a filosofia mantém fronteiras com as ciências e com a cultura geral; por aquilo que a transcende, ela mantém fronteiras com a teologia. Esta última marca, ela a deve ao estado em que se encon tra, que é de um regime histórico de revelação e de fé

    BIAGIONI, J. A ontologia hermenêutica de H.G. Gadamer. Uberlândia, Universidade Federal de Uberlândia, 1983.

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    Com esse título, o autor se propõe, em sua pequena obra, apresentar "reflexões e perspectivas sobre a 3ª. parte de 'Verdade e Método'". "Wahrheit und Methode" é talvez a principal obra de Hans-Georg Gadamer. Possui, do meu conhecimento, traduções em francês e italiano: "Vérité et Methode", Paris, Ed. du Seuil, 1976; "Verità e Método", Milano, Fratelli Fabbri Ed., 1972. O alentado livro de H. G. Gadamer se compõe de três partes: 1. "Destaque da questão da verdade. A experiência da arte"; 2. "Alargamento do problema da verdade. Compreensão nas ciências humanas"; 3. "Inflexão ontológica na hermenêutica sob a conduta da linguagem"

    Um estudo dos estilos e características dos livros didáticos básicos de teoria musical na China nos últimos 100 anos

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    Due to various historical and realistic reasons, the development of basic music theory in China lags behind in the teaching system, teaching content and other aspects. It is an important task for Chinese music workers to revise or supplement the current basic music theory and related textbooks and then build a discipline system of basic music theory in China. This paper synthesizes the theories of music education and music history, music culture, music morphology and other related disciplines. It uses scientific, objective and rational values and holistic and comprehensive concepts. It takes the development of the basic music theory education of China as the research object and takes history as a mirror to further consider and prospect the construction of the basic music theory discipline system of China. The basic theory of Chinese Music can be roughly divided into three stages: (1) The basic music theory from the early 20th century to the founding of the People’s Republic of China; (2) From the founding of the People’s Republic of China to the period of reform and opening up; (3) Basic music theory compiled and published since the reform and opening up. It can be seen, from the development of the basic theory education of Chinese Music and its teaching materials, that the development of western music theory in China, before the founding of the People’s Republic of China, was a process from passive acceptance to active absorption. The scope of spreading western music theory was from the palace to the church, then to the school, and, finally, to the society, which made the music theory teaching in China gradually develop into a major and minor system as the leading mode. The basic theory of Chinese Music gradually deviated from its own track. With the deepening of music research after the founding of the People’s Republic of China, the discipline development of basic music theory has witnessed a prosperous situation, and the construction of basic music theory is moving towards the direction of diversification and deepening. Many musicologists and music educators have made contributions to the construction of basic music theory in China from different disciplines and research perspectives. Based on the principle of “combining history with the theory” and combing the development of basic music theory in China, the ideal model of Chinese music theory discipline construction is conceived to promote the integration between traditional music theory and modern music theory from a diachronic perspective What is relevant to strengthen the unity of the nation and the world in basic music theory from a synchronic perspective, and to pay attention to the connotation of technology and culture in music theory teaching. But also to strengthen the scientific and logical concept in music theory textbooks.Debido a varias razones históricas y realistas, el desarrollo de la teoríeorlsica de la mlsica en China se queda atrátrra cuanto al sistema de enseñanza, el contenido de la enseñanza y otros aspectos. Es una tarea importante para los trabajadores chinos de la misica revisar o complementar la teoríeorteorntar sica actual y los libros de texto relacionados, y luego construir un sistema de disciplina de la teoríeorla teordesica en China. Este artículo sintetiza las teoríeorreorr educacióducacirr las tehistoria de la m sica, la cultura musical, la morfologíorfolog, la otras disciplinas relacionadas, utiliza valores científicos, objetivos y racionales y conceptos holísticos y comprensivos, toma el desarrollo de la educacióducaciedteoríeoracieducacsica de China como objeto de investigaciónvesttoma la historia como espejo para seguir considerando y prospectar la construccióonstrusistema de disciplina de la teoríeorla teordesica de China. Los fundamentos de la mtsica china pueden dividirse, a grandes rasgos, en tres periodos: (1) desde principios del siglo XX hasta la fundacióundacita la blica Popular China; (2) desde ese momento hasta el periodo de reforma y apertura; y (3) desde el periodo de reforma y apertura hasta la actualidad. La teoríeor teord. La teord. evolucionóvoluciond. La teord. Lfundacióundaciond. Lblica Popular China a travéravulun proceso de aceptaciócepasiva y absorcióbsactiva, como puede observarse en el desarrollo de la enseñanza de la teoríeorla teorde la ene lasica china y sus materiales didrcticos. La teoríeor teora teordidiales dpropagórprincipalmente desde el palacio a la iglesia, luego a las escuelas y finalmente a la sociedad. Como resultado, la enseñanza de la teoría musical china evolucionóvprogresivamente hacia un sistema menor mayor como modo dominante, y los fundamentos de la mtsica china se desviaron gradualmente. Tras el establecimiento de la Repiblica Popular China, la investigaciónvestigaciina, lprofundizado, lo que ha beneficiado el crecimiento de la disciplina de la teoríeorla teorbásica, que ahora se dirige hacia la diversificacióiversifprofundidad. El desarrollo de la teoríeorla teorde la teor teor de la tecontado con la ayuda de varios music musicusieducadores musicales de diversos campos académicos y puntos de vista de la investigaciónvestimodelo ideal de la construccióon disciplina de la teoríeorla teorde la teoconcibe sobre la base del principio de “combinar la historia con la teoríeor la tpeinar el desarrollo de la teoríeorla teordesica en China. Este modelo fomenta la integracióntegraciteoríeorgracirasica tradicional y la teoríeora teorlsica moderna desde una perspectiva diacrónica, refuerza la unidad del padel pal pmundo en la teoríeorla teorsica bcsica desde una perspectiva sincrónica, y presta atenciótenciiaconnotacióonnotacitecnología en su conjunto.Due to various historical and realistic reasons, the development of basic music theory in China lags behind in the teaching system, teaching content and other aspects. It is an important task for Chinese music workers to revise or supplement the current basic music theory and related textbooks and then build a discipline system of basic music theory in China. This paper synthesizes the theories of music education and music history, music culture, music morphology and other related disciplines. It uses scientific, objective and rational values and holistic and comprehensive concepts. It takes the development of the basic music theory education of China as the research object and takes history as a mirror to further consider and prospect the construction of the basic music theory discipline system of China. The basic theory of Chinese Music can be roughly divided into three stages: (1) The basic music theory from the early 20th century to the founding of the People’s Republic of China; (2) From the founding of the People’s Republic of China to the period of reform and opening up; (3) Basic music theory compiled and published since the reform and opening up. It can be seen, from the development of the basic theory education of Chinese Music and its teaching materials, that the development of western music theory in China, before the founding of the People’s Republic of China, was a process from passive acceptance to active absorption. The scope of spreading western music theory was from the palace to the church, then to the school, and, finally, to the society, which made the music theory teaching in China gradually develop into a major and minor system as the leading mode. The basic theory of Chinese Music gradually deviated from its own track. With the deepening of music research after the founding of the People’s Republic of China, the discipline development of basic music theory has witnessed a prosperous situation, and the construction of basic music theory is moving towards the direction of diversification and deepening. Many musicologists and music educators have made contributions to the construction of basic music theory in China from different disciplines and research perspectives. Based on the principle of “combining history with the theory” and combing the development of basic music theory in China, the ideal model of Chinese music theory discipline construction is conceived to promote the integration between traditional music theory and modern music theory from a diachronic perspective What is relevant to strengthen the unity of the nation and the world in basic music theory from a synchronic perspective, and to pay attention to the connotation of technology and culture in music theory teaching. But also to strengthen the scientific and logical concept in music theory textbooks

    A visão marxista sobre a economia política global e novas tendências de mercado

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    Capitalism was always dishonest. However, capitalism has generated massive wealth. Capitalism has been linked to exploitation, wealth inequality, economic collapse, and world strife. Political economy has studied capitalism’s multiple faces. Can capitalism’s problems be eliminated while retaining its benefits, as proponents claim? Capitalism can only be eliminated by limiting or abolishing it, say some critics. This issue’s outcome is largely influenced by theory. Economists believe markets are fair for assessing and rewarding economic contributions to society. Individual inadequacy, not market dominance, causes social and individual problems. The Marxian notion that production relations underpin every society is the key to understanding the contemporary breakdown of order. Class structures sustain political, cultural, and ideological institutions. New production relations, or “no class” interactions, are needed to create a postcapitalist society. Just as new economic relationships arose over the centuries during Europe’s transition from feudalism to industrial capitalism, and a new society developed on the foundation of these systems, so new manifestations of monumental growth in production will evolve in the coming generations to reduce crisis-stricken times. Banks needed a rescue after the global economy collapsed in late 2007. Market economies are not self-regulating. Since it upended traditional patterns of thinking, the disaster allowed people to reconsider long-standing issues that had never been resolved. After the crisis, Marx’s “Capital” sold well worldwide, according to booksellers. Marxism is making a return. Due to its critical legacy in the humanities and social sciences, Marxism cannot be confined in a 19th-century framework. Marx permeated our water and air even while he was rejected. Marxism is everywhere in the 21st century. Modern Marxism supports entrepreneurship and free enterprise if they improve society.Desde el principio ha sido muy obvio que el capitalismo es un tipo de empresa engañosa. Por otro lado, el capitalismo ha estado vinculado a la acumulación masiva de riqueza. Como se indica, el capitalismo ha estado vinculado a la explotación, a una creciente desigualdad de la riqueza, a colapsos económicos y a conflictos internacionales. La economía política ha estudiado durante mucho tiempo cómo interactúan las dos caras del capitalismo. ¿Es posible arreglar los problemas del capitalismo preservando sus beneficios, como afirman sus partidarios? Algunos anticapitalistas sostienen que limitar o eliminar el capitalismo es la única manera de acabar con él. La teoría tendrá el mayor impacto en el resultado de esta situación. Los economistas ven los mercados como un lugar en el que todos reciben un trato justo a la hora de valorar y recompensar las contribuciones económicas a la sociedad. El reino del mercado, en vez de culpar los defectos sociales e individuales de manera global, culpa la carencia del individuo manera particular. La clave para formular una predicción sólida de la caída del orden actual es la tesis marxiana de que las relaciones de producción constituyen la base de toda civilización. En otras palabras, las estructuras de clase sustentan las instituciones políticas, culturales e ideológicas. De ello se desprende que una sociedad postcapitalista sólo puede desarrollarse en la medida en que surjan nuevas relaciones de producción, o de clase (o más exactamente, relaciones “sin clases”). De forma similar a cómo surgieron nuevas relaciones económicas a lo largo del tiempo cuando Europa pasó de una sociedad feudal al capitalismo industrial, y cómo se construyeron nuevas sociedades sobre estos sistemas, en las próximas generaciones surgirán nuevas manifestaciones de crecimiento masivo de la producción para que la especie humana experimente menos épocas de crisis económica. A finales de 2007, la economía mundial se desplomó rápidamente, obligando a los bancos a declararse en quiebra y a necesitar rescates gubernamentales. La principal idea errónea de las economías de mercado, que se autorregulan de forma natural, quedó rebatida. La catástrofe brindó la oportunidad a los individuos de reevaluar cuestiones de larga data que habían quedado sin resolver porque desafió las nociones preconcebidas. La obra fundamental de Marx, “El Capital”, según las librerías de todo el mundo, tuvo un espectacular aumento de ventas tras la crisis. En algunos aspectos, el marxismo parece estar regresando. Debido a la tradición crítica que creó, que abarca las humanidades y las ciencias sociales, el marxismo no puede entenderse adecuadamente dentro del marco del siglo XIX. Marx fue capaz de influir en el agua que bebemos y en el aire que respiramos incluso en lugares donde fue rechazado. El marxismo es omnipresente, como han demostrado las dos primeras décadas del siglo XXI. Mientras sirvan de catalizadores para el bienestar y el desarrollo de la sociedad, las tendencias económicas contemporáneas como el espíritu empresarial y la libre empresa no son desalentadas por el marxismo moderno.Capitalism was always dishonest. However, capitalism has generated massive wealth. Capitalism has been linked to exploitation, wealth inequality, economic collapse, and world strife. Political economy has studied capitalism’s multiple faces. Can capitalism’s problems be eliminated while retaining its benefits, as proponents claim? Capitalism can only be eliminated by limiting or abolishing it, say some critics. This issue’s outcome is largely influenced by theory. Economists believe markets are fair for assessing and rewarding economic contributions to society. Individual inadequacy, not market dominance, causes social and individual problems. The Marxian notion that production relations underpin every society is the key to understanding the contemporary breakdown of order. Class structures sustain political, cultural, and ideological institutions. New production relations, or “no class” interactions, are needed to create a postcapitalist society. Just as new economic relationships arose over the centuries during Europe’s transition from feudalism to industrial capitalism, and a new society developed on the foundation of these systems, so new manifestations of monumental growth in production will evolve in the coming generations to reduce crisis-stricken times. Banks needed a rescue after the global economy collapsed in late 2007. Market economies are not self-regulating. Since it upended traditional patterns of thinking, the disaster allowed people to reconsider long-standing issues that had never been resolved. After the crisis, Marx’s “Capital” sold well worldwide, according to booksellers. Marxism is making a return. Due to its critical legacy in the humanities and social sciences, Marxism cannot be confined in a 19th-century framework. Marx permeated our water and air even while he was rejected. Marxism is everywhere in the 21st century. Modern Marxism supports entrepreneurship and free enterprise if they improve society

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