Portal de Revistas Académicas de la Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educación, Universidad de la República
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    Archivo Sociedades en Movimiento, Facultad de Ciencias Sociales-Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educación, Universidad de la República

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    Archipiélagos de experimentación en dictadura: diálogos entre arte, educación y militancia

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    En noviembre de 1981, en ciudad de Buenos Aires el Taller de Investigaciones Teatrales realizó una intervención callejera en las inmediaciones de la sexta edición de las Jornadas del Color y de la Forma una experiencia colectiva organizada por Mirtha Dermisache y el taller de Acciones Creativas. A partir de los cruces y cuestionamientos que genera este episodio, el presente artículo revisita el complejo vínculo entre arte y política en dictadura, incorporando a la problematización la dimensión educativa como un elemento más de análisis y debate, desde una perspectiva performativa y contextualista. El artículo se propone indagar así en ambas experiencias, así como los talleres que les dieron origen, para reflexionar sobre las formas de politicidad que desarrollaron y sobre las posibilidades de llevar adelante prácticas experimentales en tiempos de represión política. Para ello aborda no solo lo acontecido, sino también las praxis que dieron lugar a dichas propuestas.

    Reseña de: Martín Bergel. El Oriente desplazado. Los intelectuales y los orígenes del tercermundismo en la Argentina

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    Fronteras en el mar, conversaciones a través de la niebla: soberanías en disputa en el Atlántico Sur entre negociación, fuerza y derechos (notas sobre el desalojo de Puerto Egmont, junio de 1770)

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    El 10 de junio de 1770, una expedición española al mando de Juan Ignacio de Madariaga expulsó a la guarnición británica que se había establecido en Puerto Egmont (isla Trinidad, al norte de la Gran Malvina). En esta ocasión, la superioridad militar española fue tan evidente que los jefes británicos no tuvieron más alternativa que pactar en los mejores términos para que se les permitiera regresar a su tierra. La historiografía se ha interesado más por sus consecuencias que por el hecho en sí mismo. En este artículo, donde balizaré los orígenes historiográficos del tema en la Argentina para conectarlo luego con algunas perspectivas más recientes, voy a enfocarme sobre los intercambios mantenidos por los comandantes españoles y británicos alrededor de Puerto Egmont entre noviembre de 1769 y el 10 de junio de 1770. Voy a someterlos a un análisis situacional para relevar cómo, a mil millas de distancia de sus respectivos centros –allí donde se enredaban los imperios– esas voces que encarnaban los intereses de sus soberanos al ras del suelo lidian polémicamente con nociones tales como las de soberanía, fuerza y derecho –casi siempre estudiadas bajo el paraguas de la teoría política-

    Dos livros-navios aos livros-mapas: o saber dos viajantes europeus e dos nativos na construção da cartografia da África meridional no século XVIII

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    As representações geográficas da África meridional nos mapas produzidos pelo geógrafo francês Jean-Baptiste Bourguignon D’Anville se basearam nos relatos de viagem de navegadores, missionários, militares e funcionários portugueses e agentes a serviço da VOC neerlandesa, que frequentaram a parte sul do continente entre os séculos XV e XVIII. Eles registraram não só o que esses viajantes observavam enquanto se deslocavam pelo território, mas também o que não era possível de ser visitado, mas tornava-se conhecido pelo que lhes informavam os povos com quem entravam em contato, pois até a primeira metade do século XVIII, o conhecimento da geografia do sertão meridional africano era dependente do saber dos nativos porque a região era em grande parte desconhecida dos europeus. Esse artigo discute como os relatos de viagem europeus e os informes geográficos dos africanos foram reapropriados, no século XVIII, para a construção de uma cartografia europeia da África, centrando-se no projeto savant do embaixador português dom Luís da Cunha de patrocinar a publicação em francês de manuscritos portugueses acompanhados de mapas – os livros-mapas – que se tornaram poderosos instrumentos de intertradução do conhecimento geográfico da parte meridional do continente africano

    Pensar y concebir la distancia: una reflexión sobre los tiempo-espacios de los imperios ibéricos (siglos XV-XIX)

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    El propósito de las siguientes páginas es reflexionar sobre la posibilidad de escudriñar y comprender el tejido espacio-temporal de los imperios ibéricos. Partimos de una formulación teórica preliminar y aproximativa para luego evocar un conjunto de situaciones concretas en las cuales dichos espacio-tiempos pueden ser identificados, valorados y, eventualmente, ubicados dentro de una periodización que incluya los siglos XV-XIX

    El historiador de los que nunca han ganado Comentarios sobre la biografía de Eric Hobsbawm escrita por Richard J. Evans

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    El trabajo de Eric J. Hobsbawm traspasó las barreras del campo historiográfico y aún hoy ejerce una sostenida influencia sobre el pensamiento histórico de periodistas, políticos y ciudadanos sin ninguna vinculación con la academia. Este breve texto busca ser una reseña crítica de la obra biográfica escrita por Richard J. Evans, pero también una suerte de obituario muy tardío de Hobsbawm, quien murió en octubre de 2012

    Museo Histórico Nacional (2021) (Curaduría Andrés Azpiroz, Nicolás Duffau y Lucía Rodríguez): Imaginar, medir y ordenar. Mapas, planos y agrimensores en Uruguay

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    As palavras que se ouçam:: uma reflexão sobre a linguagem do Projeto “Capacitação Inclusiva” e a prática artístico-pedagógica como forma de invenção

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    The article investigates the pedagogical proposal of the “Capacitação Inclusiva” Project, developed at the Associação de Pais e Amigos dos Autistas de Guarujá (APAAG), a city on the south coast of São Paulo, between April 2021 and January 2022. Art in its structure, the Project announced the desire to promote “culture and art in the municipality, creating cultural programs and actions for people with special needs”. (APAAG, 2021, p. 7). It is intended to debate, from the unveiling of the knowledge sorted for circulation in the Project, and in the determination of its language, which views about the autistic learner and about Art constitute “Capacitação Inclusiva”. It is estimated to confront such perspectives with contemporary notions of Art/Education, Disability Studies and Cultural Action, with the objective of understanding how the Project mobilizes itself in the fulfillment of its formative intentions and the expansion of culture. It is also a goal of the article to present an artistic-pedagogical proposal that was built at APAAG, based on the principles of a border pedagogy, in the terms of Henry Giroux, from the understanding of the right to aesthetic learning of autistic people.    O artigo investiga a proposta pedagógica do Projeto «Capacitação Inclusiva», desenvolvido na Associação de Pais e Amigos dos Autistas de Guarujá (APAAG), cidade do litoral sul de São Paulo, entre abril de 2021 e janeiro de 2022. Ao incluir o ensino da Arte em sua estrutura, o Projeto anunciou o desejo de impulsionar a «cultura e a arte no município, criando programas e ações culturais para pessoas com necessidades especiais». (APAAG, 2021, p. 7). Pretende-se debater, a partir do desvelamento dos conhecimentos triados para circulação no Projeto, e na apuração de sua linguagem, quais visões sobre o aprendente autista e sobre a Arte constituem «Capacitação Inclusiva». Estima-se confrontar tais perspectivas com noções contemporâneas de Arte/Educação, Estudos da Deficiência e Ação cultural, com o objetivo de compreender de que forma o Projeto mobiliza-se no cumprimento de suas intenções formativas e de ampliação da cultura. Também é finalidade do artigo apresentar uma proposta artístico-pedagógica que se construiu na APAAG, esteada nos princípios de uma pedagogia de fronteira, nos termos de Henry Giroux, a partir do entendimento do direito à aprendizagem estética de pessoas autistas.  O artigo investiga a proposta pedagógica do Projeto “Capacitação Inclusiva”, desenvolvido na Associação de Pais e Amigos dos Autistas de Guarujá (APAAG), cidade do litoral sul de São Paulo, entre abril de 2021 e janeiro de 2022. Ao incluir o ensino da Arte em sua estrutura, o Projeto anunciou o desejo de impulsionar a “cultura e a arte no município, criando programas e ações culturais para pessoas com necessidades especiais”. (APAAG, 2021, p. 7). Pretende-se debater, a partir do desvelamento dos conhecimentos triados para circulação no Projeto, e na apuração de sua linguagem, quais visões sobre o aprendente autista e sobre a Arte constituem “Capacitação Inclusiva”. Estima-se confrontar tais perspectivas com noções contemporâneas de Arte/Educação, Estudos da Deficiência e Ação cultural, com o objetivo de compreender de que forma o Projeto mobiliza-se no cumprimento de suas intenções formativas e de ampliação da cultura. Também é finalidade do artigo apresentar uma proposta artístico-pedagógica que se construiu na APAAG, esteada nos princípios de uma pedagogia de fronteira, nos termos de Henry Giroux, a partir do entendimento do direito à aprendizagem estética de pessoas autistas.   &nbsp

    Vínculos e limites do Existencialismo sartriano na teoria das ciências humanas de Frantz Fanon.

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    This paper aims to conduct a careful reading of the text Black Skin, White Masks (1952) by the philosopher Frantz Fanon (1925-1961), which has been discussed within Pan-African studies and post-colonial theories. In this paper we will make a detailed analysis of the relations that the Martinican thinker had with another French thinker named Jean-Paul Sartre (1905-1980), who even wrote the preface to another text by Fanon entitled The Damned of the Earth (1961). Fanon was strongly influenced by Sartre's existentialist theory as disseminated in Europe in the 20th century, with the philosophical work Being and Nothingness: Essays on phenomenological ontology (1943) as a reference text. The meaning that we will give to this writing is not to be confused with a Sartrian reading of Fanon. On the contrary, we will try to expose Fanon's appropriation of the existentialist theory and, if possible, to point out the limits of the theory indicated by the Martinican thinker, especially when it comes to the studies of the "colored man". Therefore, it is under the horizon of a theory of human sciences that has the purpose of "disalienating the black man" that we will investigate the way Fanon uses and criticizes Sartre's theory throughout his work Black Skin, White Masks.Este trabalho tem como objetivo realizar uma leitura atenta do texto Pele Negra, máscaras brancas (1952) do filósofo Frantz Fanon (1925-1961) que vem sendo discutido dentro dos estudos pan-africanos e nas teorias pós-coloniais. Neste escrito faremos uma análise detida nas relações que o pensador martinicano teve com outro pensador francês chamado Jean-Paul Sartre (1905-1980), o qual chegou a escrever o prefácio de um outro texto de Fanon intitulado Os condenados da terra (1961). Fanon foi fortemente influenciado pela teoria existencialista de Sartre difundida na Europa do século XX, tendo como texto referencial a obra filosófica O ser e o nada: Ensaio de uma ontologia fenomenológica (1943). O sentido que daremos a este escrito não se confunde com uma leitura sartriana de Fanon, pelo contrário, aqui tentaremos expor a apropriação que Fanon faz da teoria existencialista e, se possível, apontar os limites da teoria indicado pelo pensador martinicano, sobretudo no que tange aos estudos do «homem de cor». Portanto, é sob o horizonte de uma teoria das ciências humanas que tem o propósito de «desalienação do negro» que iremos investigar o modo pelo qual Fanon se utiliza e, também, critica a teoria de Sartre ao longo de sua obra Pele Negra, máscaras brancas.Este trabalho tem como objetivo realizar uma leitura atenta do texto Pele Negra, máscaras brancas (1952) do filósofo Frantz Fanon (1925-1961) que vem sendo discutido dentro dos estudos pan-africanos e nas teorias pós-coloniais. Neste escrito faremos uma análise detida nas relações que o pensador martinicano teve com outro pensador francês chamado Jean-Paul Sartre (1905-1980), o qual chegou a escrever o prefácio de um outro texto de Fanon intitulado Os condenados da terra (1961). Fanon foi fortemente influenciado pela teoria existencialista de Sartre difundida na Europa do século XX, tendo como texto referencial a obra filosófica O Ser e O Nada: Ensaio de uma ontologia fenomenológica (1943). O sentido que daremos a este escrito não se confunde com uma leitura sartriana de Fanon, pelo contrário, aqui tentaremos expor a apropriação que Fanon faz da teoria existencialista e, se possível, apontar os limites da teoria indicado pelo pensador martinicano, sobretudo no que tange aos estudos do “homem de cor”. Portanto, é sob o horizonte de uma teoria das ciências humanas que tem o propósito de “desalienação do negro” que iremos investigar o modo pelo qual Fanon se utiliza e, também, critica a teoria de Sartre ao longo de sua obra Pele Negra, máscaras brancas

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