Fluminense Federal University

REVISTA POIÉSIS
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    Editorial - Poiésis v. 17, n. 27, 2016

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    Poiésis, v. 16, n. 26, 2015 [texto integral]

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    Editorial - Poiésis v. 8, n. 11, 2007 - O que é um clássico

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    Editorial - Poiésis v. 10, n. 14, 2009 - Vida da crítica

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    Entre categorias: rádio música de John Cage

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    O texto aborda as peças compostas por John Cage na década de 50,nas quais utilizou o rádio como material sonoro, fundamentando sua análise nos escritos e entrevistas do compositor. A utilização do rádio nessas obras é apresentada como um meio de redefinição das categorias convencionais da música e convite a uma invenção permanente. As peças radiofônicas de Cage propõem processos originais de pensar e fazer música, inaugurando a radioarte e uma forma inovadora de performance: o happening. Através delas, Cage vai construindo aquelas que constituirão as categorias fundamentais de sua poética: o silêncio concebido como os sons do ambiente, a indeterminação e a interpenetração

    Expediente - Poiésis v. 16, n. 25 (2015)

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    Walter Benjamin, Danh Vo e We the People – a contribuição dos conceitos benjaminianos de Durchdringung e Porosität para a prática artística contemporânea

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    Em 1925, Walter Benjamin publicou seu retrato da cidade italiana deNápoles. Em Neapel ele usa o termo “porosidade” para descrever o processo de “interpenetração” entre arquitetura e vida que ele observava naquela cidade. O artigo explica como Benjamin se apropriou destes termos também enquanto notações sociológicas que, mais tarde, informariam seu entendimento de arquitetura e percepção coletiva no famoso ensaio sobre a obra de arte. No exemplo do artista contemporâneo Danh Vo, que trabalha em escalas globais, este artigo demonstra como Porosität e Durchdringung podem ser entendidos, ao mesmo tempo, como características e métodos da prática artística contemporânea, contribuindo para sua compreensão

    Ver-o-Peso: corpo espalmado em submundos de Belém do Pará

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    Este trabalho é consequência do acaso. Dos encontros cotidianos ocorridos na maior feira a céu aberto da América Latina. O Ver-o- Peso. Que junto ao centro histórico e comercial que o rodeiam, protagoniza cenas da cidade de Belém, no Pará. Descritas aqui em foto.grafias. Narrativas do dia a dia dos lugares que poucos conseguem enxergar no Ver-o-Peso e em sua imensidão. Lugares guardados em Submundo[s] de um Corpo Espalmado. Aqui, o objetivo é relatar as experiências etnográficas de passagem – que tomam os sujeitos de perto e de dentro – vividas nesses ambientes, por meio de imagens verbais e não-verbais que undem descobertas/proposições de conceitos e experimentações poéticas em foto e grafia

    O corpo no vídeo e o corpo do vídeo: diálogos estéticos, arte eletrônica

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    A linguagem audiovisual resulta da articulação sincrética entre o sonoro, o verbal, o visual e o cinético. Nas videoperformances, o sincretismo se dá entre o videográfico e o corporal. A palavra vídeo significa eu vejo e remete-se à ação de um corpo presente tanto no ato de olhar através da câmera quanto no registro do corpo visto. Este artigo propõe diálogos estéticos entre videoperformances singulares na dialética entre corpo e vídeo, corpo e arte eletrônica

    [Performances Impressas]

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    Performances Impressas são publicações e performances ao mesmo tempo. São modos, formatos ou dispositivos de tornar o transitório e único em permanente e possível de ser repetido indefinidamente. Isso nos permite vislumbrar uma noção mais ampliada para a performance, restrita não apenas às apresentações ao vivo, mas prolongado-se na performatividade presente em suas documentações. Assumido por esse viés, é possível considerar a performance nas artes visuais como um procedimentocuja vida continua através da publicação

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