607 research outputs found
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O teor humano da arte
A atividade do artista é caracterizada pela entrega incondicional à experiência do fazer. Seu êxito deixa na obra de arte um traço inconfundível: o teor humano. Assumindo formas artísticas e conteúdos muito distintos no decorrer da história, a presença desse teor, desde os mais remotos tempos aos dias de hoje, atravessa a prática do artista, permanecendo como uma de suas qualidades mais evidentes. Os conceitos de forma artística, trabalho artístico, obra de arte no contexto da esfera profissional também são objetos desta reflexão
Taxonomia como procedimento
O artigo Taxonomia como procedimento foi adaptado de um dos capítulosda dissertação de mestrado do autor intitulada Hélio Oiticica em Nova York (1970-1978): experiência em campo ampliado, concluído no curso de mestrado em artes da Universidade Federal Fluminense (PPGCA-UFF) entre 2011 e 2013. A pesquisa foi baseada no vasto legado do artista em obras, escritos, filmes, gravações e, em especial, nos arquivos do Projeto Hélio Oiticica (PHO). O texto aborda tópicos interligados que conduzem objetivamente para a experiência seminal de Oiticica em Nova York. Desde seus procedimentos taxonômicos às ideias que perpassam o que o artista designou inicialmente de Newyorkaises e mais tarde por Conglomerado. As informações apresentadas aqui refletem sobre aspectos da linguagem inconsútil de Hélio Oiticica
Conversar en la calle: dialogismo y arte en los espacios públicos de la ciudad de San Juan, Argentina
Observamos el uso artístico del espacio público en la ciudad de SanJuan, Argentina. Esta tendencia crece en todo el mundo, tanto en producción como en crítica. (KRAUSE KNIGHT; SENIE, 2011) Focalizamos en diversos usos desde una perspectiva descriptiva e interpretativa de las poéticas propuestas en estos espacios que entendemos como fronteras de las semiosferas (LOTMAN, 1996) que conforman el rizoma ciudad (DELEUZE; GUATTARI, 1994), donde entendemos a cada acto o uso como un enunciado. (BAJTÍN, 2005) Atendemos a la emisión y a la recepción inmediata y a largo plazo y cómo dialogan entre ellos éstos. Elegimos algunos casos que se inscriben en diferentes modalidades artísticas y ocupan diversos lugares de la ciudad del gran San Juan
Corpo narrativo: um lugar que me atravessa
O artigo procura problematizar as relações entre corpo e lugar nas obras da arte contemporânea brasileira. Buscam-se referências em trabalhos nos quais a presença do corpo do artista se faz de modo narrativo. A análise se detém na produção de Berna Reale, Brígida Baltar, Efrain Almeida, José Rufino e Rosana Paulino. Ao mesmo tempo, pensa-se o lugar como condição narrativa nas teorias de Nestor Garcia Canclini eHomi Bhabha. A arte contemporânea, a partir dos anos 1990, potencializou a ideia de autoficção coadunada com a presença do narrador em primeira pessoa. A constância do sujeito na narrativa evidencia uma mudança na compreensão das dicotomias entre público e privado. Hoje, a localidade se reelabora como negociação de um presente conectado em instantâneos. E o corpo permanece ativando esferas de significados
Arte e Política no Contemporâneo: o Comum e o Coletivo...
Sem resumo[texto de apresentação do dossiê
O que faz de uma obra um clássico? Sete respostas
Fazendo um contraponto com o eixo temático do dossiê desta edição, apresentamos o resultado da pesquisa realizada através de entrevistas com artistas, professores, intelectuais e pesquisadores em geral sobre a questão:“O Que faz de uma obra um clássico?
Corpo, ação e imagem: consolidação da performance como questão
O artigo analisa as relações entre corpo em ação e imagem, objetivandorefletir sobre o processo de consolidação da performance. O estatuto de objetos que permanecem depois de uma ação, assim como suas imagens impõem mecanismos comerciais e institucionais do sistema de arte que distanciam a performance atual das manifestações artísticas dos anos 1960 e 1970. A noção de corpo literal, a temporalidade da ação e o papel da imagem via vídeo ou fotografia são os elementos investigados nesse processo. A intersecção desses aspectos questiona o efêmero e o instável, marcas da identidade inicial da arte corporal, e legitima a performance dentro da moldura do sistema de arte