Fluminense Federal University

REVISTA POIÉSIS
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    Partitura como anteparo

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    O trabalho apresenta uma breve explanação dos processos artísticos que, ao relacionarem música e pintura, trazem à tona as problematizaçõesdo conceito de partitura. Dividimos as produções artísticas em três diferentes modos de aproximar sonoridade e visualidade nas formas de equivalência, correspondência e paralelo. Na relação de equivalência, o anteparo (partitura) é a própria superfície onde estão inscritos a imagem e o som, de que são exemplos os trabalhos de Oskar Fishinger, Norman McLaren e Christian Marclay. Serão abordadas também questões que se referem à ordem da correspondência e de como nessa segunda relação referida existe a invenção de um anteparo (partitura) como nas obras de Klee, Kandinsky e Anestis Logothestis. Apresenta-se, por último, na dimensão do paralelo, a relação histórica da comparação entre as artes, começando pela tradição do Ut pictura poiesis até a especificidade de Greenberg e as formas de hibridação das artes na contemporaneidade

    Estranhas Criaturas e suas infinitas projeções em dobras e devires

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    Este artigo pretende investigar, com base em vídeos digitais denominados Criaturas, questões relativas à prática artística contemporânea realizada do ponto de vista de um work-in-progress. Valem-se da errância como método, o que possibilita o desinteresse por resultados e o entrecruzamento com outras linguagens artística

    Stencil como arte pública

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    Sobre a dimensão educativa da arte

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    Os artigos que compõem este dossiê têm um traço comum que constitui o diferencial em relação a outras abordagens sobre arte e educação. Trata-se da ênfase na dimensão educativa inerente ao próprio fazer artístico e na maneira como este fazer é compartilhado. Este posicionamento tem um cunho político que se manifesta, de maneira bem explícita na crítica de Zeca Ligiéro ao colonialismo cultural, na valorização atribuída por Maíra Norton às atividades com cinema que desautomatizam o ato de filmar e assistir a um filme, e no empenho de Bia Albernaz em desconstruir a cultura padronizadora da escola através de uma proposta de trabalho que estimula a autonomia e a expressão de singularidades. Essas contribuições redimensionam o debate sobre arte e educação e abrem novos horizontes de pesquisa que favorecem a inserção da arte na vida das pessoas e a mudança do seu estatuto na cultura contemporânea

    Cartografia criativa no desafio dos limites da esfera pública

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    Ao estabelecer-se como vivência socialmente dimensionada, a arte faz convergir referenciais constituintes de um espaço comum. Atua como dispositivo deflagrador de um campo de trocas, lugar da remodelagem do próprio corpo social. Reversivamente, em sua permanência e dispersão, o evento particular se torna registro em um campo politicamente orientado, território de poder e discriminação. Consiste, assim, também no que se deixa demarcar pelo arco institucional. Especialmente focadas, as obras de Oiticica, Clark e Beuys deflagram reflexão sobre a paradoxal condição do artista como agente constituinte da esfera pública. São investigados os desígnios da arte pública que, na ultrapassagem dos limites instaurados, requalifica a presença humana no espaço urbano. Atuando na pesquisa participante e compondo rede de atores diversificada, suas investidas produzem um campo de saberes hibridizados

    Foto Desenhos, série Cidades, 2012.

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    Salve São Jorge 23: arte e acarajé na festa do padroeiro

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    Poiésis, v. 10, n. 13, 2009 [texto integral]

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    Editorial - Poiésis v.19, n. 31, 2018 - As cidades na cidade

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    Eu estava espionando meu vizinho quando

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    O ensaio é parte da obra Eu estava espionando meu vizinho quando, realizada entre Outubro de 2013 e Maio de 2015, e apresentada recentemente como comunicação oral performativa no 3º Simpósio LAVITS - vigilância, tecnopolíticas e territórios, no Rio de Janeiro. A obra constitui-se também de uma série de vídeos editados, capturados de madrugada, do vizinho da artista. Neste presente texto, a partir dos conceitos de dispositivo e vigilância distribuída de Fernanda Bruno e Anne Marie Duguet, performatividade, de Ana Bernstein e Eleonora Fabião, eescritos próprios em diferentes tons, a artista elabora uma investigação teórica e prática acerca da performatividade do ato de olhar e procura expandir o ato performativo em sua possibilidade de escrita

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