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Gynecological Care Among Brazilian Women Who Have Sex with Women: A Respondent-Driven Sampling Study
Por trás das câmeras: as imagens de violência contra mulheres retratadas na pornografia, a tensão com os direitos fundamentais e os reflexos jurídico-penais
E-carceration e governamentalidade algorítmica: um ensaio sobre novas formas de controle social
Formigueiro reikevsky e a memória no processo criativo de escritores judeus brasileiros contemporâneos
A prova documental para o reconhecimento de união estável: a falsa ideia do significado autoevidente e a amplitude do contraditório
Jornalismo na era da IA: limites e possibilidades da inteligência artificial generativa em veículos jornalísticos
Esta dissertação investiga como a inteligência artificial generativa textual é utilizada em dois produtos de Comunicação jornalísticos, ambos atuantes no meio digital: o brasileiro Nuclito e o norte-americano Realtime, especialmente na criação de conteúdos noticiosos, além do impacto disto para os usuários. Aborda ainda questões de mercado, regulação no Brasil e no exterior e a trajetória histórica da IA até os dias atuais. Como estratégias metodológicas, são usados o estudo de caso qualitativo com análise comparativa, abordado por autores como Yin (2005), Lakatos e Marconi (2017) e Prodanov e Freitas (2013), bem como o estudo de caso coletivo, de Stake (1995). Conclui que cada veículo possui sua própria estratégia, mas ambos monitoram questões como alucinações, possíveis vieses e precisão nos resultados.This dissertation investigates how textual generative artificial intelligence is used in two journalistic communication products, both operating in the digital environment: the Brazilian Nuclito and the North American Realtime, especially in the creation of news content, in addition to its the impact on users. Market issues, regulation in Brazil and abroad, and the historical trajectory of AI to the present day are also addressed. Regarding methodological strategies, qualitative case studies with comparative analyses are used, such as ones authored by Yin (2005), Lakatos and Marconi (2017), and Prodanov and Freitas (2013), as well as the collective case study by Stake (1995). It is concluded that each product has its own strategy, but both monitor issues such as hallucinations, possible biases, and accuracy in results
Desenvolvimento de competências empreendedoras em estudantes do Ensino Médio: contribuições do Projeto Eduemprèn Brasil
Entre problemas e soluções complexas: o papel das claims resolution facilities na condução de problemas estruturais
Identida(des)conectadas: tecnologia e desumanização em romances portugueses hipercontemporâneos
Esta dissertação tem por objetivo analisar a representação da desumanização e o uso da tecnologia em obras de literatura portuguesa hipercontemporânea, ou seja, aquela produzida a partir do ano 2000, conforme denominação proposta por pesquisadores como Ana Paula Arnaut e Carlos Reis. Para tal, utiliza-se como escopo os romances Ecologia, de Joana Bértholo (2022), e Hífen, de Patrícia Portela (2021). Para as análises, é feita uma revisão teórica que parte do exame da modernidade tardia e pondera efeitos do uso de dispositivos eletrônicos e da tecnologia da informação na relação humana, que cria alteridade e diferentes identidades. São utilizados autores como Stuart Hall, Michel Foucault, Byung-Chul Han, Lucia Santaella, Ailton Krenak, entre outros. Os conceitos são relacionados às obras analisadas, tendo como foco personagens como Maria do Carmo, Ofélia, Z. e Dr. Prazeres (de Hífen), Carolina, Darla Walsh, Nelson e Candela (de Ecologia). A análise parte de conceitos do distopismo e os relaciona com a diegese dos livros. Observa-se como as personagens estão inseridas no mundo hipermoderno e hiperconectado, e como as obras refletem sobre essas questões. Ao final, percebe-se a natureza como um recurso de contato com o humano e com o orgânico, um contraponto à hipermodernidade e uma proposta de equilíbrio em relação ao uso da tecnologia no século XXI.This dissertation aims to analyze the representation of dehumanization and the use of technology in works of hypercontemporary Portuguese literature, that is, literature produced from the year 2000 onward, according to the designation proposed by researchers such as Ana Paula Arnaut and Carlos Reis. To this end, the scope of analysis focuses on the novels Ecologia by Joana Bértholo (2022) and Hífen by Patrícia Portela (2021). For the analysis, a theoretical review is conducted that begins with an examination of late modernity and considers the effects of the use of electronic devices and information technology on human relationships, which create otherness and different identities. Authors such as Stuart Hall, Michel Foucault, Byung-Chul Han, Lucia Santaella, and Ailton Krenak, among others, are utilized. The concepts are related to the analyzed works, focusing on characters such as Maria do Carmo, Ofélia, Z., and Dr. Prazeres (from Hífen), and Carolina, Darla Walsh, Nelson, and Candela (from Ecologia). The analysis draws on concepts of dystopian literature and relates them to the diegesis of the books. It observes how the characters are situated in a hypermodern and hyperconnected world and how the works reflect on these issues. Ultimately, nature is perceived as a resource for contact with the human and the organic, serving as a counterpoint to hypermodernity and as a proposal for balance in relation to the use of technology in the twenty-first century