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Sistema mundial y Mercosur: globalización, regionalismo y política exterior
El presente aporta elementos de análises sobre el proceso de internacionalización de la economia regional del Mercosur, en el marco de la mundialización de la economia en la década reciente. Se evalúan los aspectos políticos e ideológicos de la globalización y del nuevo orden, con sus repercusiones sobre las políticas externas de los países del bloque. Se comienza por una sintética descripción del funcionamiento, interpretación, naturaleza y evolución del sistema mundial y sus subsistemas político, económico y eidético-cultural, a la luz de locual se revisa la interpretación sobre la “crisis” del Estado. A esta visión macro sistémica se vincula el análisis del Mercosur, haciendo, de paso, algunas consideraciones teóricas. En este contexto, se exponen algunos aspectos sobre los cuales el autor considera debería centrarse el debate en torno al futuro del Mercosur y se analiza su situación actual y perspectivas
A Tríplice Fronteira e a Guerra ao Terror: dinâmicas de constituição da ameaça terrorista no Cone Sul
Os atentados terroristas ocorridos no dia 11 de setembro de 2001 contra a sede do Pentágono (Washington) e as Torres Gêmeas do World Trade Center (Nova York) são considerados por muitos autores como o mais importante marco histórico do início do século XXI (Chomsky, 2002). Talvez nenhum outro evento tenha tido repercussões tão amplas e decisivas sobre a política mundial contemporânea desde o colapso da URSS e o conseqüente fim da Guerra Fria dez anos antes, em 1991. Os atentados significaram um momento de inflexão tanto na história dos EUA quanto da própria ordem mundial (Booth & Dunne, 2002). No que tange à história norte-americana, foi a primeira vez em quase dois séculos que o território norte-americano foi atacado diretamente por um inimigo externo. Somente os eventos que ficaram conhecidos como a Segunda Guerra de Independência, ocorridos entre 1812 e 1815, impuseram traumas físicos, materiais e simbólicos próximos àqueles dos atentados de 2001. No que se refere ao plano internacional, ao atingir os principais símbolos do poderio econômico e militar da maior potência mundial, os militantes da rede al-Qaeda impuseram um fim dramático à “América Inviolável” (Pecequilo, 2003) e contribuíram decisivamente para a consolida consolidação do então emergente unilateralismo norte-americano (Santoro, 2004). O dia, poderia se dizer, marca o fim de uma era (Booth & Dunne, 2002)
A diplomacia do governo Lula em seu primeiro mandato: um balanço e algumas perspectivas
Cumprido o primeiro mandato do governo Luis Inácio Lula da Silva (2003-2006) e iniciado um segundo período de quatro anos de presidência (2007-2010), que balanço poderia ser feito de sua diplomacia? Tendo em vista que se promete, na área externa, uma reafirmação das mesmas linhas desenvolvidas no primeiro período – ou seja, uma política internacional pautada pela chamada busca da “afirmação soberana” no plano internacional e pela ênfase na integração, no contexto sul-americano –, não se deveria esperar, tanto nas concepções doutrinárias, como nas orientações políticas, alguma mudança significativa de enfoque ou de escolhas prioritárias, embora ajustes menores ou de estilo possam ser contemplados, inclusive porque a realidade raramente se encaixa nos moldes originais das concepções e intenções – em grande parte pré-concebidas – que determinaram as opções preferenciais do governo Lula na sua vertente diplomática
President Lula’s approach to fragile states
In this article I will first establish that attention to fragile states is not on the agenda of the current Brazilian government. Then I will try to explain the major factors contributing to the exclusion of this issue from President Luis Inácio Lula da Silva’s foreign policy, which essentially have to do with the difficulty for Lula, his government, and his party in dealing with their left of centre supporters
A diplomacia midiática do governo Hugo Chávez
O objetivo deste artigo é analisar as estratégias de comunicação adotadas pelo governo Hugo Chávez em sua política externa. A partir do conceito de “diplomacia midiática”, examinado por Valente (2005), estudamos as decisões do presidente da Venezuela com relação à criação do canal de TV Telesur, à organização do Fórum Social Mundial em Caracas e ao patrocínio da escola de samba Vila Isabel, campeã do carnaval do Rio de Janeiro em 2006 com um samba-enredo que tratou da integração latino-americana
Quem quer a América do Sul que queremos?
Quando ainda candidato à Presidência daRepública, Luiz Inácio Lula da Silva escreveuque um objetivo central da política externa deseu governo seria “garantir uma presença soberanado Brasil no mundo”
O segundo mandato de Lula e a política externa: poucas novidades
A eleição de Lula para um segundo mandato, que terá início em 2007, não deve mudar a política externa brasileira. Seu desempenho e seus resultados, apesar das críticas sofridas durante a campanha eleitoral, foram considerados bem-sucedidos pelo governo e já houve sinais de que se trata de uma área onde haverá continuidade
La Cooperación Internacional para el Desarrollo: fundamentos y justificaciones en la perspectiva de la Teoría de las Relaciones Internacionales
A veces las cosas que parecen evidentes – y la existencia de un sistema de ayuda internacional podría parecerlo – necesitan también demostración. Este enunciado puede ser perfectamente aplicable al estudio de la Cooperación Internacional para el Desarrollo (CID). Es conveniente detenerse en este punto para reflexionar sobre las razones y motivos que nos llevan a cooperar con otros países y a exponer los argumentos que justifican o rechazan la propia existencia de programas y proyectos de ayuda internacional