ACDI - Anuario Colombiano de Derecho Internacional
Not a member yet
    175 research outputs found

    Comentários sobre a identificação e a prova de uma prática posterior que estabelece um acordo entre Estados ou entre Organizações Internacionais, relativa à interpretação de um tratado

    No full text
    This contribution focuses on the analysis of Articles 31 and 32 of the 23 May 1969 Vienna Convention on the Law of Treaties (VCLT) in relation to means of interpretation. According to the author, article 31 § 3 provides for two types of agreements, respectively under subparagraphs a)and b). This reflection concerns itself with the agreement resulting from subsequent practice within the meaning of Article 31§3, b). The distinction between what comes under Article 31 § 3, b) and that under Article 32 does not appear to have been well received by the International Law Commission (ILC) in its work on the subject titled “Agreements and Subsequent Practice in the Context of Treaty Interpretation”, set out in Conclusion 6 Paragraph 1. The criteria for identifying the existence of a subsequent practice so as to establish an agreement on the interpretation of a treaty emerge from the case law. Evidence of acceptance of a subsequent practice also establishes an agreement on the interpretation of a treaty. If there is strictness regarding State practice, there is more flexibility in the establishment of an agreement on the interpretation of a treaty resulting from the subsequent practice of international organizations. According to his analysis, the author concludes that the loose interpretation of the concept of agreement adopted by the Special Rapporteur - and followed so far by the Commission - which considers that “agreement” in international law does not necessarily lead to a binding commitment, is not convincing.Esta contribución hace un análisis sobre el derecho a los tratados relativo a los medios de interpretación de los artículos 31 y 32 de la Comisión de Viena del 23 de mayo de 1969. Para el autor, el artículo 31, numeral 3, prevé dos tipos de acuerdos relacionados con los literales a) y b). En lo específico, el de mayor interés para esta reflexión es el acuerdo que resulta de una práctica posterior del artículo 31, numeral 3, literal b). La distinción entre el título del artículo 31, numeral 3, literal b) y el artículo 32 no parece haber sido bien analizada por la Comisión de Derecho Internacional (CDI) en sus trabajos sobre el tema Los acuerdos y la práctica posterior o ulterior en el contexto de la interpretación de tratados, como se muestra en la conclusión 6 del párrafo 1. Los criterios de identificación de la existencia de una práctica posterior establecen que un acuerdo sobre la interpretación de un tratado se aparta de la jurisprudencia. La prueba de la aceptación de una práctica ulterior establece, igualmente, un acuerdo sobre la interpretación de un tratado. Si esta es estricta en lo que concierne a la práctica de los Estados, se nota más bien cierta flexibilidad en el establecimiento de un acuerdo relativo a la interpretación de un tratado, que resulta de la práctica posterior de las organizaciones internacionales. En los términos de su análisis, el autor concluye que la concepción muy amplia del acuerdo retenida por el relator especial que ha sido seguida por la CDI y que considera que ‘un acuerdo’ en derecho internacional no conduce necesariamente a una obligación vinculante no le parece convincente.Cette contribution porte sur l’analyse des articles 31 et 32 de la Convention de Vienne du 23 mai 1969 sur le droit des traités (CVT) relativement aux moyens d’interprétation. Selon l’auteur, l’article 31 §3 prévoit deux types d’accords, respectivement à ses alinéas a) et b). Celui qui intéresse la présente réflexion est l’accord résultant d’une pratique ultérieure, au sens de l’article 31§3, b). La distinction entre au titre de l’article 31 §3, b) et celui au titre de l’article 32 ne semble pas avoir été bien perçue par la Commission du droit international (cdi) dans ses travaux sur le sujet, « Les accords et la pratique ultérieurs dans le contexte de l’interprétation des traités », comme le montre le projet de Conclusion 6 dont le paragraphe1. Les critères d’identification de l’existence d’une pratique ultérieure établissant un accord sur l’interprétation d’un traité se dégagent de la jurisprudence, la preuve de l’acceptation d’une pratique ultérieure comme établissant un  accord sur l’interprétation d’un traité aussi. Si celle-ci est stricte en ce qui concerne la pratique des Etats, on note plutôt une certaine souplesse dans l’établissement d’un accord sur l’interprétation d’un traité résultant de la pratique ultérieure des organisations internationales. Aux termes de son analyse, l’auteur conclut que la conception trop lâche de la notion d’accord, retenue par le Rapporteur spécial - et suivie pour l’instant par la CDI - qui considère qu’un « accord » en droit international ne conduit pas nécessairement à un engagement contraignant, ne lui paraît pas convaincante.Esta contribuição faz uma análise sobre o direito aos tratados relativo aos meios de interpretação dos artigos 31 e 32 da Comissão de Viena do 23 de maio de 1969. Para o autor, o artigo 31, numeral 3 prevê dois tipos de acordos relacionados com os literais a e b. No específico, o de maior interesse para esta reflexão é o acordo que resulta de uma prática posterior do artigo 31, numeral 3 literal b. A distinção entre o título do artigo 31, numeral 3 literal b e o artigo 32 não parece ter sido bem analisada pela Comissão de Direito Internacional (CDI) nos seus trabalhos sobre o tema Os acordos e a prática posterior ou ulterior no contexto da interpretação de tratados, como se mostra na conclusão 6 do parágrafo 1. Os critérios de identificação da existência de uma prática posterior estabelecem que um acordo sobre a interpretação de um tratado aparta-se da jurisprudência. A prova da aceitação de uma prática ulterior estabelece, igualmente, um acordo sobre a interpretação de um tratado. Se esta é estrita no que concerne à prática dos Estados, nota-se sobretudo certa flexibilidade no estabelecimento de um acordo relativo à interpretação de um tratado, que resulta da prática posterior das organizações internacionais. Nos termos da sua análise, o autor conclui que a concepção muito ampla do acordo retida pelo relator especial que tem sido seguida pela cdi e que considera que “um acordo” em direito internacional não conduz necessariamente a uma obrigação vinculante, não lhe parece convincente

    Proteção do Meio Ambiente e arbitragem de investimento: ¿Yin e yang?

    No full text
    This article explores the interactions between international environmental law and international investment law. It discusses existing tools and procedural devices available before international courts and tribunals to promote compliance with emerging principles, standards, the way in which international courts and tribunals have had recourse to environmental protection through treaty interpretation. It then appraises the various ways that environmental protection is referred to in bilateral investment treaties. Finally, the article explores the procedural devices that could be used to take into account/address environmental considerations within the investment framework.Este documento analiza las relaciones entre el derecho internacional del medio ambiente y el derecho internacional de inversión. Así mismo, discute las herramientas existentes y los mecanismos procesales disponibles ante las cortes y los tribunales internacionales para promover el cumplimiento de los principios emergentes, las normas y los compromisos relacionados con la sostenibilidad. Este artículo considera la forma en que las cortes y los tribunales internacionales han recurrido a la protección del medio ambiente mediante la interpretación de tratados. También, evalúa las diferentes formas a que hace referencia la protección del medio ambiente en tratados de inversión bilateral. Finalmente, el texto examina los dispositivos procesales que podrían ser usados para tener en cuenta y tratar las consideraciones medioambientales dentro del marco de referencia de la inversión.Este documento analisa as relações entre o Direito Internacional do Meio Ambiente e o Direito Internacional de Investimento. Igualmente, discute as ferramentas existentes e os mecanismos processais disponíveis ante as cortes e os tribunais internacionais para promover o cumprimento dos princípios emergentes, as normas e os compromissos relacionados com a sustentabilidade. Este artigo considera a forma em que as cortes e os tribunais internacionais têm recorrido à proteção do meio ambiente por meio da interpretação de tratados. Também, avalia as diferentes formas a que faz referência a proteção do meio ambiente em Tratados de Investimento Bilateral. Finalmente, o documento examina os dispositivos processais que poderiam ser usados para ter em conta e tratar as considerações meio ambientais dentro do marco de referência do investimento

    As obras de arte do Estado e a sua imunidade

    No full text
    In recent times, technology has had the effect of making the world smaller in many respects. Nowadays not only it is possible to travel distances in shorter time, but we also have the possibility of accessing ‘satellite’ museums of the Hermitage Museum of Saint Petersburg in, for example, Malaga or Amsterdam, or enjoying collections lent by museums to others that are located in the other side of the world than where they are usually exhibited. This lending and the application of new technologies for the diffusion of art works have led to reclamations of pieces by those who consider themselves legitimate owners. When the assignor or the owner is a State museum we are faced with the insurmountable wall of state immunity of the lending State in the territory of the forum state in two aspects: jurisdiction and execution. The immunity of the lent art works is merely a practical application of these known immunities whose scope depends on the internal legislation of the State in which the judicial proceedings take place or in which a claim for execution of a judgement is made. The states, to avoid it, usually conclude bilateral agreements that allow them to guarantee the return of lent collections. This practice demonstrates the difficult equilibrium between State immunity, the individual right to property and the right to effective judicial remedies, or between the collective interest —cultural cooperation— and the individual —the recuperation of the good—.En los últimos tiempos, la tecnología ha tenido por efecto empequeñecer el mundo en todos los sentidos. Así, ahora no solo las distancias se recorren en menos tiempo, sino además tenemos ocasión de contemplar museos ‘satélites’ del Museo Hermitage de San Petersburgo en Málaga o Ámsterdam, por ejemplo, o colecciones prestadas por museos a otros para que disfrutemos con ellas en el otro lado del mundo de donde habitualmente se exponen. Con ocasión de estos préstamos y la aplicación de nuevas tecnologías a la difusión de sus obras de arte, se han producido reclamaciones de piezas de quienes se consideran sus legítimos propietarios. Cuando el cedente o propietario de la obra es un museo estatal, nos encontramos con el muro infranqueable de las inmunidades del Estado prestador en el territorio del foro, en su doble vertiente: de jurisdicción y de ejecución. La inmunidad de los préstamos de obras de arte es tan solo una aplicación práctica de estas inmunidades conocidas, cuyo alcance depende de la legislación interna del Estado en el que tiene lugar el procedimiento  judicial o aquel en el que solicita la ejecución. Los Estados, para evitarlo, suelen celebrar acuerdos bilaterales que les permiten garantizar el retorno de las colecciones que prestan. Ello evidencia el difícil equilibrio entre las inmunidades del Estado y el derecho a la propiedad individual y el derecho a la tutela judicial efectiva; o entre el interés colectivo —la cooperación cultural— y el individual —la recuperación del bien—.Nos últimos tempos, a tecnologias tem tido por efeito diminuir o mundo em todos os sentidos. Assim, agora não só as distâncias recorremse em menos tempo, mas para além temos ocasião de contemplar museus “satélites” do Museu Hermitage de São Petersburgo em Málaga ou Amsterdã, por exemplo, ou coleções emprestadas por museus a outros para que disfrutemos com elas no outro lado do mundo de onde habitualmente expõem-se. Com ocasião destes empréstimos e a aplicação de novas tecnologias à difusão das suas obras de arte, se têm produzido reclamações de peças de quem consideram-se os seus legítimos proprietários. Quando o cedente ou proprietário da obra é um museu estatal, encontramo-nos com o muro infranqueável das imunidades do Estado emprestador no território do fórum, na sua dupla vertente: de jurisdição e de execução. A imunidade dos empréstimos de obras de arte é tão só uma aplicação prática destas imunidades conhecidas, cujo alcance depende da legalização interna do Estado no que tem lugar o procedimento judicial ou aquele no que solicita a execução. Os Estados, para evitá-lo, costumam celebrar acordos bilaterais que lhes permitem garantir o retorno das coleções que emprestam. Isso evidencia o difícil equilíbrio entre as imunidades do Estado e o direito à propriedade individual e o direito à tutela judicial efetiva; ou entre o interesse coletivo —a cooperação cultural— e o individual —a recuperação do bem—

    Editorial: especial 10 años

    No full text

    Aplicação de tratados sucessivos concernentes à mesma matéria. Análise do artigo 30 da Convenção de Viena sobre direitos dos tratados

    No full text
    One of the most complex problems in the Law of Treaties is that relating to the determination of what treaty applies in the event that there are successive treaty provisions regulating the same subject matter which become incompatible. Problem is solved when the treaties themselves have foreseen this eventuality in the same treaty. But that is complicated by the absence of a relationship clause, especially if there is no identity of parties between the successive treaties relating the same subject­matter. Article 30 of the Vienna Convention on the Law of Treaties of 1969 aims to systematically establish the rules to be taken into account in determining what treaty applies. However, under its apparent simplicity, this provision hides a complex casuistry, full of references, with undeniable technical and congenital defects and notable absences such —as the lex specialis rule—. The purpose of this work is to analyze in detail the five paragraphs of the article 30 in order to shed light on this subject.Uno de los problemas más complejos que existen en el derecho de los tratados es el relativo a la determinación acerca de qué tratado es de aplicación ante la eventualidad de que existan disposiciones convencionales sucesivas que regulen la misma materia y que resulten ser incompatibles. Problema que se solventa cuando los propios tratados tienen prevista esta contingencia en el mismo tratado, pero que se complica ante la ausencia de una cláusula de relación, máxime si no existe identidad de partes entre los distintos tratados sucesivos que regulan la misma materia. El artículo 30 de la Convención de Viena sobre Derecho de los Tratados de 1969 tiene por objeto establecer de forma sistemática las reglas que deben tenerse en cuenta para determinar qué tratado es de aplicación. No obstante, bajo su aparente sencillez, esta disposición esconde una casuística compleja, ausencias destacables —como la regla lex specialis—. El objeto del presente trabajo es analizar con detalle los cinco párrafos en que se desarrolla este artículo, a los efectos de arrojar más luz sobre la materia.Um dos problemas mais complexos que existem no direito dos tratados é o relativo à determinação acerca de que tratado é de aplicação ante a eventualidade de que existam disposições convencionais sucessivas que regulem a mesma matéria e que resultem ser incompatíveis. Problema que se resolve quando os próprios tratados têm prevista esta contingência no mesmo tratado, mas que se complica ante a ausência de uma cláusula de relação, máxime se não existe identidade de partes entre os distintos tratados sucessivos que regulam a mesma matéria. O artigo 30 da Convenção de Viena sobre o Direito dos Tratados de 1969 tem por objetivo estabelecer de forma sistemática as regras que devem ter-se em conta para determinar que tratado é de aplicação. No entanto, sob a sua aparente simplicidade, esta disposição esconde uma casuística complexa, infestada de remissões, com inegáveis deficiências técnicas congénitas e ausências destacáveis —como a regra lex specialis—. O objetivo do presente trabalho é analisar com detalhe os cinco parágrafos em que se desenvolve este artigo, aos efeitos de projetar mais luz sobre a matéria

    A obrigação de não prestar ajuda ou assistência à manutenção de uma situação criada pela violação de uma norma imperativa de direito internacional geral

    No full text
    In order to prevent the consolidation of de facto authorities established in a territory following an unlawful use of force and/or contempt of the rights of the involved peoples to self-determination, international law imposes obligations on third States. Treaties entered into with the de facto authorities established on such territories on matters concerning them must ensure the interests of the people under their jurisdiction. Otherwise, these States must expect that these treaty relations will be criticized and eventually be denounced by national and international courts. Of the same concern is the origin of the distinction that international law establishes between the different acts of the de facto authorities administering these territories. Administrative acts issued to safeguard the civil rights of the people within their jurisdiction will not be null and void unlike those that seek to allow the population to enjoy the benefits of international cooperation. This is a difficult distinction to establish and implement.En aras de impedir el fortalecimiento de las autoridades de hecho establecidas sobre un territorio como consecuencia de un uso ilícito de la fuerza y/o en contra del derecho de los pueblos a la autodeterminación, el derecho internacional impone unas obligaciones a los terceros Estados. Los tratados que se concluyen con las autoridades de hecho establecidas sobre los territorios portan sobre temas que los intervinientes deben garantizar el interés de las poblaciones sometidas a su jurisdicción. A falta de esto, esos Estados deben esperar a que las relaciones convencionales establecidas sean objeto de críticas y sean eventualmente denunciadas por los tribunales, tanto nacionales como internacionales. La misma preocupación está en el origen de la distinción que el derecho internacional establece entre los diferentes actos emanados de autoridades de hecho que administran dichos territorios. No conllevarán la nulidad de los actos administrativos que ellas profieran para preservar los derechos civiles de personas que xx su jurisdicción, ni aquellos que permiten a la población concernida deben beneficiar de las ventajas de la cooperación internacional. Distinción difícil de establecer y de poner en práctica.En vue d’empêcher l’affermissement des autorités de fait établies sur un territoire suite à un recours illicite à la force et/ou au mépris du droit des peuples concernés à disposer d’eux-mêmes, le droit international impose des obligations aux Etats tiers. Les traités qu’ils concluent avec les autorités de fait établies sur ces territoires portant sur des questions les concernant doivent garantir l’intérêt des populations soumises à leur juridiction. A défaut, ces Etats doivent s’attendre à ce que les relations conventionnelles établies fassent l’objet de critiques et soient éventuellement dénoncées par les tribunaux tant nationaux qu’internationaux. La même préoccupation est à l’origine de la distinction que le droit international établit entre les différents actes émanant des autorités de fait administrant ces territoires. Ne seront pas entachés de nullité les actes administratifs qu’elles émettent pour préserver les droits civils des personnes qui relèvent de leur juridiction ni ceux qui permettront à la population concernée de bénéficier des avantages de la coopération internationale. Distinction difficile à établir et à mettre en œuvre.Com o objetivo de impedir o fortalecimento das autoridades de facto estabelecidas sobre um território como consequência de um uso ilícito da força e/ou contra o direito dos povos à autodeterminação. O direito internacional impõe umas obrigações aos terceiros Estados. Os tratados que se concluem com as autoridades de facto estabelecidas sobre os territórios portam sobre temas que os intervenientes devem garantir o interesse das populações submetidas à sua jurisdição. A falta disto, esses Estados devem esperar a que as relações convencionais estabelecidas sejam objeto de críticas e sejam eventualmente denunciados pelos tribunais, tanto nacionais quanto internacionais. A mesma preocupação está na origem da distinção que o direito internacional estabelece entre os diferentes atos emanados de autoridades de facto que administram ditos territórios. Não implicarão a nulidade dos atos administrativos que elas profiram para preservar os direitos civis de pessoas que xx sua jurisdição, nem aqueles que permitem à população concernida devem beneficiar das vantagens da cooperação internacional. Distinção difícil de estabelecer e de pôr em prática

    Construindo prevenção para proteger: o Sistema Interamericano de Direitos Humanos

    No full text
    The article explores the way that the Inter-American human rights system assumes the “responsibility to protect” in the context of serious violations of human rights that can be characterized as war crimes, crimes against humanity, genocide, and ethnic cleansing. The essay describes  how the Inter-American Commission on Human Rights and the Inter-American Court of Human Rights have responded to such situations by using the ample powers granted to them by the OAS member states. The authors consider that these organs have been some of the most effective tools with which this region has confronted such situations by seeking system has contributed to building democratic regimes in the majority of the countries of the hemisphere. This has been crucial to avoiding serious violations of human rights such as those mentioned above, which would have required urgent international intervention to overcome.El presente artículo explora la forma como el Sistema Interamericano de Derechos Humanos responde a la responsabilidad de proteger a personas en el contexto de violaciones graves a los derechos humanos que pueden caracterizarse como crímenes de guerra, crímenes de lesa humanidad, genocidio y limpieza étnica. El texto desarrolla algunos ejemplos sobre la forma como la Comisión Interamericana de Derechos Humanos y la Corte Interamericana de Derechos Humanos han respondido frente a dichas situaciones recurriendo a la diversidad de potestades que les han sido reconocidas a estos mecanismos de supervisión regional. Los autores sugieren que esta ha sido una de las formas más eficaces a través de las cuales los Estados del hemisferio americano han confrontado este tipo de situaciones y, más importante aún, han prevenido dichas violaciones. El Sistema Interamericano ha contribuido a sentar unas bases institucionales democráticas en la mayoría de los países del hemisferio, lo cual ha sido definitivo para evitar situaciones de graves violaciones de derechos humanos como las antes enunciadas, que habrían requerido la intervención internacional urgente para superar tales crisis.O presente artigo explora a forma como o Sistema Interamericano de Direitos Humanos responde à responsabilidade de proteger a pessoas no contexto de violações graves aos direitos humanos que podem caracterizar-se como crimes de guerra, crimes de lesa-humanidade, genocídio e limpeza étnica. O texto desenvolve alguns exemplos sobre a forma como a Comissão Interamericana de Direitos Humanos e a Corte Interamericana de Direitos Humanos têm respondido frente a ditas situações recorrendo à diversidade de potestades que lhes têm sido reconhecidas a estes mecanismos de supervisão regional. Os autores sugerem que esta tem sido uma das formas mais eficazes através das quais os Estados do hemisfério americano têm confrontado este tipo de situações e, mais importante ainda, têm prevenido ditas violações. O Sistema Interamericano tem contribuído a estabelecer umas bases institucionais democráticas na maioria dos países do hemisfério, o qual tem sido definitivo para evitar situações de graves violações de direitos humanos como as antes enunciadas, que haveriam requerido a intervenção internacional urgente para superar tais crises

    O Pacto de Bogotá: Casos e Prática

    Full text link
    The jurisdiction of the International Court of Justice (ICJ) under the Pact of Bogota (1948) is part of a system of norms attributing competenceto the referenced tribunal along with other means of settlement. The system sets out principles and general exceptions applicable to all the means of peaceful settlement embodied in the Pact. This study will topic relates to the theory of dispute settlement and treaty interpretation hemispheric politics and diplomacy.La jurisdicción de la Corte Internacional de Justicia conforme al Pacto de Bogotá forma parte de un sistema de normas que atribuyen competencia a dicho tribunal, así como a otros medios de solución. El sistema establece principios y excepciones generales que se aplican a todos los medios de solución previstos en tal instrumento. Este trabajo pasa revista a casos específicos que muestran cómo ha operado el Pacto, así como también a los principales debates relativos a su eficacia y reforma. Mientras que el primer tema se relaciona con materias de derecho internacional general sobre la solución de controversias y la interpretación de los tratados, el segundo ámbito se vincula a las dinámicas del Sistema Interamericano, sus componentes institucionales y las perspectivas de una reforma. Finalmente, el Pacto no ha sido ajeno a la política y diplomacia hemisféricas.A jurisdição da Corte Internacional de Justiça conforme ao Pacto de Bogotá forma parte de um sistema de normas que atribuem competência a dito tribunal, assim como a outros meios de solução. O sistema estabelece princípios e exceções gerais que se aplicam a todos os meios de solução previstos em dito instrumento. Este trabalho passa revista a casos específicos que mostram como tem operado o Pacto, assim como também, aos principais debates relativos à sua eficácia e reforma. Enquanto que o primeiro tema se relaciona com matérias de direito internacional general sobre a solução de controvérsias e a interpretação dos tratados, o segundoâmbito se vincula às dinâmicas do Sistema Interamericano, os seus componentesinstitucionais e as perspectivas de uma reforma. Finalmente, o Pacto não tem sido alheio à política e diplomacia hemisféricas

    Observatorio de Derecho Internacional: actividad internacional 2015

    No full text

    23

    full texts

    175

    metadata records
    Updated in last 30 days.
    ACDI - Anuario Colombiano de Derecho Internacional
    Access Repository Dashboard
    Do you manage Open Research Online? Become a CORE Member to access insider analytics, issue reports and manage access to outputs from your repository in the CORE Repository Dashboard! 👇