Publicações do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Catarinense (IFC)
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    ESQUIZOFRENIA : Desvendando a doença por trás do transtorno mental grave

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    A esquizofrenia é um transtorno mental grave que, mesmo com todos os avanços científicos e médicos, ainda é cercado por estigmas, mitos e desinformações. Essa falta de entendimento alimenta o preconceito contra pessoas diagnosticadas, afetando diretamente suas oportunidades de trabalho, o acesso ao tratamento e a convivência social. O preconceito muitas vezes se manifesta na crença equivocada de que pessoas com esquizofrenia são "violentas", "loucas", "perigosas" ou "incapazes de viver em sociedade". Essas ideias são reforçadas pela forma como a mídia retrata o transtorno — geralmente associando-o a comportamentos extremos ou a casos de violência. Na realidade, a maioria das pessoas com esquizofrenia não é violenta e pode viver com autonomia, desde que tenha acesso a tratamento adequado e apoio psicossocial. Diante disso, este trabalho teve como objetivo principal investigar os aspectos mais importantes da esquizofrenia e propor formas de divulgar esse conhecimento de maneira acessível. Para isso, buscamos compreender melhor os sintomas, as causas e os tratamentos, com base em fontes científicas confiáveis, e refletir sobre como o preconceito afeta quem convive com esse transtorno Diante disso, este trabalho teve como objetivo principal investigar os aspectos mais importantes da esquizofrenia e propor formas de divulgar esse conhecimento de maneira acessível. Para isso,buscamos compreender melhor os sintomas, as causas e os tratamentos, com base em fontes científicas confiáveis, e refletir sobre como o preconceito afeta quem convive com esse transtorno

    ESSÊNCIAS NATURAIS VC ARANHAS

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    Nosso trabalho tem o objetivo de buscar métodos eficientes e seguros para repelir aranhas, de forma que possamos mantê-las afastadas de nossas casas e evitando acidentes com suas picadas. Foram investigadas, em levantamento bibliográfico, o processo de captação de cheiro pelas aranhas, e possíveis essenciais e compostos que teriam algum efeito repelente. Após definidas as essências, foi construída uma arena com 4 compartimentos, um sem nenhuma essência e as demais cada uma contendo uma diferente essência. Analisamos então o comportamento da aranha na arena, quanto à direção de deslocamento e o tempo gasto em cada compartimento acessado. Observamos que o compartimento com a essência de citronela foi menos visitada que o compartimento sem essência, enquanto o compartimento com essência de limoneno e aquele com essência de hortelã+pimenta foram mais visitados que o compartimento sem essência. Embora a aranha tenha ficado bastante tempo no compartimento com essência de hortelã-pimenta, a aranha demonstrou certa irritação e agitação ao estar na área de hortelã-pimenta. Esses dados sugerem a essência de citronela com aquela com melhor efeito repelente, dentre as pesquisadas, tendo potencial comercial para a elaboração de produtos com o intuito de evitar acidentes com aranhas

    FLUTUAÇÃO POPULACIONAL DE Pseudomonas marginalis pv. marginalis E SEVERIDADE DA QUEIMA BACTERIANA EM CULTIVAR RESISTENTE E SUSCETÍVEL DE ALHO

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    Este trabalho teve por objetivo avaliar a flutuação Pseudomonas marginalis pv. marginalis em área de cultivo de alho e sua relação com severidade da queima bacteriana em cultivar resistente e suscetível. O experimento foi conduzido entre junho e outubro de 2024 no Instituto Federal Catarinense, Campus Rio do Sul, com o objetivo de avaliar a dinâmica populacional de Pseudomonas marginalis pv. marginalis e sua relação com a severidade da queima bacteriana em alho. Foram utilizados bulbilhos dos cultivares Caxiense (resistente) e Chonan (suscetível), previamente vernalizados e microbiolizados com uma suspensão bacteriana padronizada. O plantio foi realizado em canteiros, com cinco repetições por tratamento. A avaliação da severidade foi feita semanalmente em plantas marcadas, utilizando escala visual específica, e a população epifítica da bactéria foi quantificada por plaqueamento em meio seletivo. Observou-se que a severidade da doença aumentou progressivamente ao longo do ciclo, independentemente da quantidade de bactérias na superfície foliar. Esse comportamento sugere que, uma vez estabelecida, a doença avança mesmo com variações populacionais reduzidas. O cultivar resistente apresentou maior flutuação na população epifítica, com pico na 8ª semana, seguido por declínio gradual. Já o cultivar suscetível manteve níveis populacionais mais estáveis (10⁵ UFC/g), mas apresentou incremento abrupto na severidade entre a 6ª e a 7ª semana, possivelmente influenciado pela presença de ferrugem (Puccinia porri), que comprometeu a integridade da cutícula foliar, favorecendo novas infecções. A senescência foliar também contribuiu para o aumento bacteriano, provavelmente devido à liberação de exsudatos e compostos orgânicos que favorecem a multiplicação de microrganismos. Os resultados reforçam a importância de evitar o uso de bulbilhos contaminados, considerando o potencial epidemiológico da bactéria. A presença prolongada da população epifítica durante o ciclo evidencia seu papel como fonte primária de inóculo e fator crítico para o manejo da queima bacteriana na cultura do alho

    GERMINAÇÃO E DORMÊNCIA DE SEMENTES DE ARROZ MULTIPLICADAS NO ALTO VALE DO ITAJAÍ - SC

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    O arroz é um dos principais cereais produzidos no mundo e Santa Catarina é o segundo maior produtor de sementes do Brasil, multiplicadas no sistema pré-germinado de cultivo. O trabalho foi desenvolvido no laboratório de análise de sementes do Instituto Federal Catarinense Campus Rio do Sul. Utilizou-se sementes de arroz das cultivares SCS121CL, SCS122Miura, SCS125 e SCSBRS126 Dueto, multiplicadas pelos associados da cooperativa Cravil, 111 lotes da safra 2024 e 118 lotes da safra 2025. O objetivo foi realizar testes de germinação e avaliar a ocorrência de dormência nas sementes. Na safra 2024 o cultivar SCS121CL foi a mais cultivado, com 54 lotes, seguido por 24 lotes do cultivar SCS125, 22 lotes do cultivar SCS122 Miura e 11 lotes do cultivar SCSBRS126 Dueto, último lançamento da Epagri e Embrapa. Na safra 2025 observou-se o aumento do cultivar SCSBRS126 Dueto, com recebimento de 50 lotes, seguida por 37 lotes do cultivar SCS121 CL, 22 lotes do cultivar SCS122 Miura e 9 lotes do cultivar SCS125. O cultivar de arroz SCSBRS126 Dueto, desenvolvido pela Epagri e Embrapa, é uma nova variedade de arroz irrigado indicada para regiões com altitude superior a 400 metros e sujeitas a quedas de temperatura na fase reprodutiva. Observou-se que as sementes da cultivar SCS122 Miura apresentaram lotes de sementes sem dormência na safra 2025, e com 41% de lotes com dormência na safra 2024. Com o cultivar SCS125 a ocorrência de sementes com dormência foi maior, com 71% e 100%, nas safras 2024 e 2025, respectivamente. O cultivar SCS121CL apresentou 81% dos lotes com dormência em 2024 e 22% em 2025. O cultivar SCSBRS126 Dueto apresentou 64% dos lotes com dormência em 2024 e 54% em 2025. A dormência em sementes de arroz é muito variável dependendo das práticas de manejo, clima e do cultivar

    PRODUÇÃO DE MUDAS DE MUDAS DE ALFACE NO SISTEMA FLOATING EM DIFERENTES SOLUÇÕES NUTRITIVAS

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    Mudas de alface americana foram produzidas em um sistema floating com quatro soluções nutritivas diferentes, tendo como objetivo avaliar como essas soluções atuam no desenvolvimento da muda. Desse modo, o produtor pode produzir suas mudas pensando no que usar e qual será o resultado da solução sob o desenvolvimento das mudas de alface. O trabalho foi realizado no Instituto Federal Catarinense - campus Rio do Sul, onde foram colocadas em cada divisória do sistema duas bandejas de 128 células para cada solução nutritiva. O primeiro tratamento (T1) era composto por esterco de peru fermentado diluído em água, sendo que a capacidade máxima de cada divisória era de 30L. O segundo tratamento (T2 - Testemunha) continha somente água. Ao terceiro tratamento (T3) foi adicionado solução hidropônica seguindo uma quantidade específica dos componentes para 15L de água. O quarto tratamento (T4) era constituído por adubo 10-10-10, que foi formulado no campus com potássio, nitrogênio e fósforo. As mudas ficaram no sistema por 33 dias, um período em que procedimentos como medição da condutividade elétrica e adição de água foram realizados. Após o final desse período foram avaliadas 10 plantas de cada sistema. A solução hidropônica apresentou os melhores resultados para as variáveis biométricas comprimento de raiz, número de folhas e comprimento de planta. As soluções testemunha e adubo NPK apresentaram resultados desagradáveis

    REAÇÃO DE CULTIVARES DE CEBOLINHA-VERDE À FERRUGEM

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    A cebolinha verde (Allium fistulosum L.) é uma hortaliça amplamente cultivada e valorizada por sua versatilidade na culinária e importância econômica. Reconhecida por sua rusticidade e adaptação a diversos sistemas de cultivo, a cultura também enfrenta desafios fitossanitários, como a ferrugem causada por Puccinia porri. Essa doença afeta diretamente as folhas, parte comercial da planta, comprometendo sua produtividade e qualidade. Neste contexto, avaliar a resistência de cultivares e as características produtivas torna-se essencial para o manejo eficiente da cebolinha-verde. O trabalho foi realizado no Instituto Federal Catarinense, Campus Rio do Sul, entre maio e setembro de 2024, utilizando um delineamento inteiramente casualizado com quatro repetições. Foram avaliadas quatro cultivares de cebolinha-verde (Allium fistulosum L.) Konatsu, Kujo, Kyosen e Nebuka quanto à resistência à ferrugem causada por Puccinia porri. A progressão da doença foi acompanhada semanalmente, com análise da área abaixo da curva de progresso da doença (AACPD), onde Konatsu obteve o maior valor de AACPD (847,31), enquanto Kujo apresentou o menor (655,64) e severidade final, sob condições de alta umidade relativa e temperaturas amenas, favoráveis ao patógeno. Os dados foram analisados estatisticamente para identificar possíveis diferenças entre as cultivares. Os resultados não apresentaram diferenças estatisticamente significativas em relação à resistência entre as cultivares avaliadas. Esses resultados reforçam a importância de selecionar cultivares adaptadas e implementar estratégias que favoreçam a sustentabilidade da produção de cebolinha-verde, maximizando a produtividade e minimizando os impactos da doença

    RESISTÊNCIA DE CULTIVARES DE CEBOLINHA-VERDE À QUEIMA DAS PONTAS DAS FOLHAS

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    A cebolinha-verde (Allium fistulosum L.) é uma hortaliça originária da Sibéria, pertencente à família das Amaryllidaceae. Muito utilizada como erva condimentar, muito aromática e rica em vitaminas A e C. Além disso, a cebolinha-verde é conhecida pela sua rusticidade e pelo seu fácil cultivo, sendo cultivada em grande escala, e para subsistência. Nesse sentido, a cultura apresenta desafios fitossanitários, como a doença queima das pontas, ocasionada pelo fungo Botrytis squamosa. Com isso, este estudo avaliou a resistência de quatro cultivares de cebolinha-verde – Konatsu, Kujo, Kyosen e Nebuka à queima das pontas das folhas, uma doença que compromete severamente o processo fotossintético e a produtividade da cultura. O experimento, conduzido entre maio e setembro de 2024 no Instituto Federal Catarinense, Campus Rio do Sul, utilizou delineamento inteiramente casualizado com quatro repetições, analisando parâmetros como a área abaixo da curva de progresso da doença (AACPD), severidade final e biomassa fresca das plantas. A cultivar Konatsu obteve o maior valor de AACPD (847,31), enquanto Kujo apresentou o menor (655,64). Os cultivares de cebolinha-verde Konatsu, Kujo, Kyosen e Nebuka não apresentaram diferenças de resistência à queima das pontas das folhas

    RESPOSTA PRODUTIVA DE DIFERENTES HÍBRIDOS DE MILHO E O EFEITO DE UMIDIFICADOR APLICADO NO SOLO

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    Este trabalho teve como objetivo avaliar os efeitos de um produto formulado com fontes vegetais biodegradáveis que pode aumentar a retenção de água no solo, e avaliar o efeito no rendimento de grãos de diferentes híbridos de milho, sob condições edafoclimáticas de Rio do Sul – SC. O experimento foi conduzido na área experimental do curso de Agronomia do Instituto Federal Catarinense, com implantação em 25.09.2024. Foram avaliados os híbridos T1503, T1508, S20A12 e S20A38, cultivados em faixas de oito linhas com 40 m de comprimento (160 m² por híbrido), espaçamento de 0,50 m entre linhas e população estimada de 65.000 plantas ha⁻¹. O solo apresentou 24% de argila, pH em água 4,4, teores de P e K de 4,5 e 72,7 mg dm⁻³, respectivamente, matéria orgânica de 2,8% e alumínio trocável de 0,9 cmolc dm⁻³. Foi realizada a aplicação de 5 t ha⁻¹ de calcário dolomítico, incorporado ao solo três meses antes da semeadura. A adubação consistiu na aplicação de 540 kg ha⁻¹ da fórmula 07-28-14 no plantio e 400 kg ha⁻¹ de ureia (45% N), parcelada em três estádios fenológicos. O manejo fitossanitário foi realizado conforme recomendações técnicas para a cultura. A avaliação foi conduzida em delineamento em blocos casualizados com cinco repetições. A colheita foi realizada em parcelas de 5 m², com e sem aplicação do produto. As médias dos tratamentos foram comparadas pelo teste de Scott-Knott a 10% de probabilidade para os parâmetros das espigas. Os resultados demonstraram incremento médio de 36 sacas ha⁻¹ com o uso do produto, considerando todos os híbridos. O híbrido T1503 apresentou o maior rendimento (11.117 kg ha⁻¹), enquanto o S20A12 apresentou o menor (5.379 kg ha⁻¹). Conclui-se que o produto avaliado potencializa o desempenho produtivo do milho e que há variações significativas entre híbridos quanto ao rendimento de grãos

    SOMA TÉRMICA EM DIFERENTES GENÓTIPOS DE GOIABEIRA-SERRANA PARA AS CONDIÇÕES DO ALTO VALE DO ITAJAÍ, SC

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    A goiabeira-serrana é uma frutífera nativa do Sul do Brasil com grande potencial de exploração econômica, porém são necessários mais estudos para compreender melhor o seu desenvolvimento para as diversas condições climáticas. Neste sentido, o estudo teve como objetivo determinar a soma térmica do ciclo completo de diferentes genótipos goiabeira-serrana produzidos no município de Rio do Sul, na região do Alto Vale do Itajaí (SC), nas safras de 2023/2024 e 2024/2025. O trabalho foi conduzido no pomar experimental do Instituto Federal Catarinense (IFC) – Campus Rio do Sul, utilizando 14 genótipos de goiabeira-serrana. Nos genótipos foram avaliados a duração do ciclo completo (desde o início da brotação até o fim da colheita) e a soma térmica expressa em Graus-Dia (GD) como base na temperatura média mensal do período e temperatura base de 10,6ºC. Os dados foram submetidos à análise de variância e as médias comparadas pelo teste de Tukey a 5% de significância. O número de dias para completar o ciclo e a soma térmica variam entre as safras e entre os genótipos. Na safra de 2023/2024 foram necessários maior número de dias (226,3) e GD (2281,6) do que em 2024/2025, com 212,3 dias e 2108,0 GD, respectivamente. Os genótipos como 1006 x Helena e 1051 x 1035 apresentaram os maiores valores de GD e duração de ciclo, enquanto Helena x Mattos e Nonante x Nonante foram os mais precoces. Na média das duas safras foram necessários 2224,7 GD e 219,0 dias para as plantas completarem o ciclo

    A CULTURA DA PITAYA

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    A Pitaya é uma frutífera da família Cactaceae, conhecida mundialmente como dragon fruit(fruta-do-dragão), na qual possui aproximadamente 100 gêneros e 1,5 mil espécies nativas dasAméricas, tendo como centro de origem o México. No Brasil, as Pitayas são consideradas frutasexóticas pelo fato de serem pouco conhecidas, vendidas por altos valores por conta de sua baixaprodução e comumente comprada como fruta de mesa, pois desperta a curiosidade do consumidor.Possui casca escamosa semelhante a pele de um dragão, presença de muitas sementes, grande doçurae com casca e polpa de diferentes cores (vermelha, branca e amarela). Predominantemente é umafrutífera cultivada em clima tropical, sem ocorrência de geadas. Em 2017, a produção brasileira eraaproximadamente 1,5 mil toneladas, numa área de 500 hectares. Apesar do aumento, essa produçãoé muito pequena comparada a produção do Vietnã e China. No Brasil, as Pitayas são cultivadas porpequenos e médios fruticultores, área média de 1 hectare, tendo concentração principalmente nasregiões sudeste e sul, 80% da produção brasileira, com uma produtividade de aproximadamente 3toneladas por hectare. Entretanto, estudos recentes da Embrapa Cerrados alcançaram produtividadesacima de 40 toneladas por ano, em experimentos com novas cultivares desenvolvidas: BRS Granadado Cerrado, BRS Lua do Cerrado, BRS Minipitaya do Cerrado, BRS Luz do Cerrado e BRS Âmbardo Cerrado. Devido aos baixos conhecimentos da espécie, muitos produtores de Pitaya ainda nãotêm realizado um adequado manejo das plantas com relação à irrigação, adubação, podas deformação, produção e polinização. A Pitaya possui muitas propriedades nutricionais para o dia a dia,favorecimento a perda de peso por possuir uma baixa quantia de calorias e de carboidratos, possuibetacianina e tiramina, que ativa o glucagon, estimulando o corpo a usar a reserva de açúcar egordura para gerar energia para o corpo, auxiliando no fortalecimento dos ossos por fornecer cálcio,magnésio e fósforo, melhora na digestão, pois suas sementes com uma grande capacidade rica emfibras e ácidos graxos essenciais. Portanto, concluísse com o presente estudo que a Pitaya é umafrutífera com grande potencial dentro do cenário da fruticultura nacional, sendo possível seu cultivoem microclimas sem ocorrência de geadas

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