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    O BIBLIOTECÁRIO COMO CURADOR DE TRILHA DE APRENDIZAGEM: RELATO DE EXPERIÊNCIA DA CURADORIA DE UMA TRILHA DE GESTÃO DO CONHECIMENTO

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    Este trabalho apresenta a experiência de uma bibliotecária na construção de Trilha de Aprendizagem na área de Gestão do Conhecimento. A construção de trilhas perpassa a atividade da Bibliografia, pois há o levantamento do material informacional que o navegante poderá consultar para aprender sobre o tema em questão. A metodologia utilizada para a construção de trilhas consiste na delimitação do tema/escopo, público-alvo, período temporal, tipos de materiais, fontes para pesquisa, levantamento dos materiais, organização e montagem da trilha e inclusão em sistema informatizado. No levantamento dos materiais informacionais, além de livros, periódicos, trabalhos de conclusão de curso, há também recursos informacionais em vários formatos como vídeos, slides, filmes, séries entre outros, visando disponibilizar uma pluralidade de objetos de aprendizagem e alcançar um público diversificado. Esses objetos são descritos e agrupados em trilhos que orientam o usuário em sua navegação para o aprendizado dos conceitos básicos, e/ou aprofundamento do conhecimento. Esse material é colocado em ambiente web para que possa ser acessado remotamente pelos usuários, constituindo-se em uma ferramenta de ensino continuado, aprendizagem individual e coletiva. A experiência na construção da trilha trouxe a percepção de que o (a) bibliotecário (a) atua efetivamente nesse cenário, visto que tem a expertise necessária para pesquisa, seleção, descrição, organização e estruturação de bibliografias temáticas. Desse modo, a construção de trilhas de aprendizagem é uma oportunidade para esse profissional atuar de forma transversal na instituição saindo do âmbito da biblioteca, trabalhando em conjunto com outros setores, levando a sua contribuição como profissional dedicado a informação

    A FORMAÇÃO BIBLIOTECÁRIA PARA A INSERÇÃO DAS CULTURAS NEGRAS E AFRICANAS: ANÁLISE DOS CURSOS DE BIBLIOTECONOMIA BRASILEIROS

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    Esta pesquisa visa identificar a inserção das culturas africanas e afro-brasileiras nos cursos presenciais de Biblioteconomia brasileiros de instituições federais e estaduais, a partir dos instrumentos normativos (disciplinas, projeto político pedagógico, programa e bibliografia) dos cursos. Trata-se de uma pesquisa aplicada de cunho exploratório onde foram 2.272 disciplinas de avaliadas 29 cursos de Biblioteconomia brasileiros. Os resultados referentes ao corpus documental demonstraram a presença de 16 disciplinas com abordagens relacionadas às culturas africanas e afro-brasileiras, sendo apenas oito específicas das temáticas e, destas, 12 são disciplinas optativas e quatro são disciplinas obrigatórias. Como considerações, apesar da consciência de que os instrumentos normativos não refletem fielmente a atuação docente em aula, considera-se o currículo como um discurso e, portanto, é político. A partir dele, o que é ou não ensinado na grade curricular desses cursos pode influenciar na manutenção de desigualdades sociais, informacionais, econômicas e educacionais da população afro-brasileira

    A Monitoria Científica do curso de biblioteconomia da FaBCI/FESPSP

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    Descreve o projeto de Monitoria Científica do curso de Biblioteconomia da Faculdade de Biblioteconomia e Ciência da Informação da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FaBCI/FESPSP), implantado a partir de março de 2010. Como resultados comprovou-se: a ampliação de visibilidade da comunidade discente e docente do curso, incentivo à produção científica, ampliação dos canais de comunicação, oferece aos estudantes envolvidos noções de trabalho colaborativo, edição de conteúdo em blog, utilização de redes sociais como instrumento de divulgação institucional, dentre outros. Em 2019 a Monitoria Científica conta com sua décima monitora e a consolidação do projeto e sua divulgação certamente servirá de exemplo e inspiração para outras iniciativas da mesma natureza, em prol da profissão e sua notabilidade

    AS BIBLIOTECÁRIAS DA REDE NACIONAL DE BIBLIOTECAS COMUNITÁRIAS: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA

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    Este artigo tem o objetivo de relatar a experiência das bibliotecárias que atuam na Rede Nacional de Bibliotecas Comunitárias. Apresenta breve histórico do Programa Prazer em Ler, o qual apoiou, durante 10 anos, bibliotecas comunitárias em todo o Brasil. Propõe discussão sobre a formação acadêmica do profissional bibliotecário. Expõe o trabalho das bibliotecárias individualmente em suas redes locais e enquanto coletivo, descrevendo ações e planejamentos do ano de 2018. Dispõe sobre as funções da profissional e promove o debate acerca da identidade da bibliotecária atuando em bibliotecas comunitárias

    AIDS, homossexualidade e estigma social nos anos 1980: as vozes da mídia nos jornais brasileiros da Coleção ABIA

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    Apresenta a relevância e a importância histórico-patrimonial da Coleção ABIA. Expõe o acervo de clippings da coleção como uma significativa fonte de informação histórico-científica em AIDS no Brasil. Analisa as notícias de jornais brasileiros publicadas no início da década 1980. Identifica discursos discriminatórios por parte da mídia impressa nacional em relação à população homossexual. Através das notícias, expõe como a falta de conhecimento sobre a doença contribuiu para a disseminação do preconceito contra a população homossexual

    Acesso à informação acadêmica através da implementação de tecnologias assistivas: inclusão de deficientes visuais em bibliotecas universitárias.

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    Objetiva proporcionar o acesso à informação para usuários com deficiência visual nas bibliotecas do Instituto de Matemática (IM) e do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFCH) da Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ. Para alcançar esse objetivo, buscou-se tecnologias assistivas gratuitas bem como parcerias para disponibilizar livros em Braille e áudio livros da bibliografia básica dos cursos de graduação e pós-graduação atendidos pelas referidas bibliotecas. Uma das tecnologias assistivas gratuitas que será instalada nos computadores das bibliotecas é o DosVox, desenvolvido pela (UFRJ/NCE), que possui programas específicos e adaptáveis que irá criar uma cultura de autonomia, promover a inclusão social, aumentar o índice de independência e a motivação pessoal. Outro recurso pesquisado é o DDReader desenvolvido pela fundação Dorina Nowill, que possibilita a leitura de livros digitais. Serão feitas tentativas para estabelecer parcerias para aquisição de áudio livros e livros em Braille com as instituições Audioteca Sal e Luz e o Instituto Benjamin Constant. Por ser um projeto piloto, o resultado esperado é possibilitar aos alunos uma autonomia e uma acessibilidade efetiva aos produtos e serviços das bilbiotecas do IM e do CFCH. Espera-se que posteriormente o projeto seja ampliado para que se implemente em todas as bibliotecas da UFRJ e, dessa maneira, a UFRJ se torne uma instituição efetivamente acessível para esse público

    ANÁLISE DAS ONTOLOGIAS NO PROCESSO DE CRIAÇÃO DE GAMES EDUCATIVOS: ARTICULAÇÕES COM A CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO

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    O presente trabalho contextualiza a fragilidade existente no processo de comunicação formal dentro das equipes multidisciplinares que produzem jogos eletrônicos educativos. Sob olhar da Ciência da Informação (CI), procurou-se investigar como o uso das ontologias tem auxiliado a resolução desta dificuldade. Identificou-se a aproximação entre a CI e o design de jogos eletrônicos, dando apontamentos iniciais de como o game educativo pode ser compreendido e desenvolvido por meio das ontologias. Através de pesquisa bibliográfica, realizou-se um estudo descritivo/exploratório que analisou 4 modelos de ontologias utilizadas em games educativos, na tentativa de compreendê-las segundo seus elementos, objetivos, características e funções. O resultado da pesquisa revelou a importância do uso das ontologias para a resolução de problemas ligados a representação da informação dentro do ciclo de games educativos. Concluiu-se que ausência de padronização encontrada tanto na construção de ontologias, quanto na produção de games educativos podem abrir novos campos de estudos a serem explorados pela CI no tange principalmente a gestão do conhecimento

    Comissão de Confiabilidade Informacional e Combate à Desinformação no Ambiente Digital: relato de experiência

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    Apresenta o relato de experiência da Comissão de Confiabilidade Informacional e Combate à Desinformação no Ambiente Digital (CIDAD), instaurada na Biblioteca Universitária da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). A comissão, criada em 2018, é resultado de duas pesquisas de mestrado e tem atuado elaborando cursos, oficinas e publicações sobre a temática da desinformação e confiabilidade informacional. Compõem os assuntos trabalhados pela comissão: fake news, pós-verdade, leitura crítica, pensamento crítico, media and information literacy, fact check, clickbait, deepfake, entre outros. Conclui que a comissão desempenha um papel atualizado e importante perante o atual cenário da sociedade da informação

    O uso do aparelho celular no inventário de acervo: a experiência da Biblioteca Setorial do Escritório de Aplicação de Assuntos Jurídicos da UEL

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    A atividade foi desenvolvida na Biblioteca Setorial do Escritório de Aplicação de Assuntos Jurídicos (BSEAAJ) da Universidade Estadual de Londrina (UEL), descreve de maneira breve o processo para inventariar o acervo bibliográfico com o uso do smatphpone. Foi necessária a parceria do Sistema de Bibliotecas (SB/UEL) com um funcionário da Divisão de Fiscalização de Patrimônio para desenvolver o aplicativo e posteriormente liberar para o sistema. A bibliotecária da BSEAAJ recebeu as instruções das bibliotecárias da Biblioteca Central e, utilizando o seu smartphone particular fez download do aplicativo e instruiu a técnica da biblioteca. Foi necessário conferir o acervo corrente e o acervo do depósito onde ficam os materiais de desbaste. Na sequência foram lidos os códigos de barras pelos celulares dos mais de 3.900 exemplares, os dados coletados foram armazenados no aparelho em arquivos e enviados por e-mail para a Biblioteca Central onde foi gerado um relatório. Com o relatório pronto, os livros que apresentaram algum problema foram verificados e corrigidos. O inventário da BSEAAJ foi feito por 1 bibliotecário e 1 técnica, ambas autorizaram que fosse realizado o inventário com seus aparelhos celulares particulares. Para a atividade foram gastos 12 horas, ou seja, um dia e meio, algo que nos inventários anteriores o período foi maior, inclusive no inventário manual durou 7 dias. O uso da tecnologia e ferramentas como o telefone celular podem propiciar praticidade no desenvolvimento das atividades o que é um ganho para a área e uma grande aliada para o bibliotecário na questão da inovação

    A CONVERGÊNCIA DE UM GRUPO DE BIBLIOTECAS DA UNESP PARA A SOLUÇÃO DE ACESSIBILIDADE VISUAL: RELATO DE EXPERIÊNCIA

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    O presente trabalho relata a experiência da Biblioteca Universitária de Tupã (BUT) na busca por parceiros que auxiliassem no acolhimento a um aluno com baixa visão, em uma experiência positiva, obtendo a sinergia de vários elementos da Rede de Bibliotecas da Unesp em prol da recepção apropriada ao aluno. Em meio a crise que assola as universidades públicas paulistas, com contingenciamentos de orçamento, a presença de um aluno especial com necessidades visuais foi um desafio significativo não somente para a BUT, mas para a instituição como um todo. A metodologia adotada foi sensibilizar as bibliotecas atendidas pelo Grupo de Acessibilidades e pelo SIAI, que, por meio da ação da CGB possibilitou a adesão de bibliotecas da Rede de Bibliotecas da Unesp resultando no atendimento das demandas de acessibilidade visual do usuário da BUT, como também estabeleceu uma metodologia para possíveis soluções em situações similares

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