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    Biblioteca prisional: um relato de reconstrução e retomada do funcionamento

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    A existência de uma biblioteca no ambiente prisional é fator essencial para fomentar as ações de mediação e apropriação da leitura no processo de transformação de pessoas em situação de privação de liberdade. A legislação brasileira, por meio da Lei de Execuções Penais (LEP) e dos órgãos internacionais como Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), Federação Internacional de Associações e Instituições Bibliotecárias (IFLA), e da Associação Americana de Bibliotecas (ALA) asseguram a obrigatoriedade da existência de uma biblioteca prisional em todos os estabelecimentos prisionais do país e do mundo. Diante de um cenário nacional de ausências e descasos para com a biblioteca prisional, o texto trata do processo de reconstrução e retomada do funcionamento de uma unidade que foi reconstruída após ter sido totalmente queimada em uma rebelião. Tal relato de renascimento e retomada de funcionamento tem por pretensão servir de base para impulsionar a construção ou reconstrução de bibliotecas prisionais por todo o país

    Clube de leitura entre os muros do cárcere

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    A prisão é o lugar em que os limites dos seres humanos são testados, momento de autorreflexão em que é possível repensar todos os caminhos percorridos e escolhas feitas até aquele instante. Nesses momentos muitas situações podem acontecer com a pessoa em situação de privação de liberdade, ou seja, aprofundar ainda mais suas capacidades de contatos e pensamentos vinculados ao crime, ou ter a possibilidade de seguir outro caminho que lhe é ofertado por meio da educação. Uma dessas ações é o clube de leitura, encontro mensal em que o educando pode partilhar suas reflexões, produzir conhecimento e se apropriar do processo de aprendizagem. Nesse contexto, relato a experiência de mediar um clube de leitura prisional em um Centro de Progressão Penitenciária do interior paulista, tentando mostrar como funciona esses encontros no interior da prisão. O texto narra as tentativas de aproximação do clube com a universidade, os livros lidos e algumas discussões e reflexões oriundas do debate. Tal relato de funcionamento tem por pretensão dar visibilidade ao projeto, buscar aproximação e apoio das universidades e incentivar as unidades prisionais de todo país a realizarem essas reuniões que acabam por potencializar as atividades educacionais que visam a reintegração do educando na sociedade

    Mentes Despertas: um estudo de caso no Instituto Psiquiátrico Forense

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    O projeto Mentes Despertas foi pensado como uma forma de incluir socialmente, a partir de atividades educativas, os internos do Instituto Psiquiátrico Forense (IPF), um manicômio judiciário situado em Porto Alegre - RS. Com isso, foi analisada a possibilidade da criação de um clube de leitura, a organização de uma biblioteca e também, uma atividade de reprodução audiovisual ministrado pelas pesquisadoras com a supervisão de dois bibliotecários, sendo um professor da graduação de Biblioteconomia na Universidade Federal do Rio Grande do Sul e o outro, o bibliotecário-chefe do Instituto de Psicologia da UFRGS. A partir de um primeiro contato com uma das psicólogas do IPF, foi apresentado o espaço e os internos foram convidados para participar das atividades. A intenção foi observar os efeitos da leitura e da informação sob os fenômenos emocionais e mentais, a fim de trazer melhorias no cotidiano dessas pessoas que vivem confinadas e duplamente sentenciadas

    Projeto Preta Poeta: encontros na Biblioteca Pública Estadual de Minas Gerais

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    O Projeto Preta Poeta é um grupo para mulheres negras, aberto também às indígenas, para compartilhar vivências, indicações de leituras de autoras negras, recitar poesias e incentivar a escrita, acreditando nela enquanto um mecanismo de resistência e pertencimento. Não era necessário que as participantes já tivessem hábito de escrever ou de recitar. Os encontros foram quinzenais na Biblioteca Pública Estadual de Minas Gerais e mediados por Júlia Rodrigues, graduanda em Ciências Sociais pela UFMG e idealizadora do Preta Poeta, aprovado em 2017 Edital PRAE\UFMG. Foram um total de 17 encontros no período de 14/03/2018 a 31/10/2018 totalizando 176 pessoas e o Sarau em 31/10/2019 no Teatro da Biblioteca totalizando 90 pessoas com o lançamento do Fanzine Preta Poeta: Escrevivência, resistência e liberdade com identificação e poesias produzidas pelas participantes

    UMA PROFISSÃO FEMININA, MAS NÃO FEMINISTA? Representatividade de gênero na gestão dos Conselhos Regionais de Biblioteconomia no Brasil

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    A presente pesquisa, de método qualitativo e que utilizou análise bibliográfica e documental, analisa a representatividade de gênero na Biblioteconomia. Os dados analisados são oriundos dos Conselhos Regionais de Biblioteconomia (CRB). Observa que, dentre profissionais registrados no Brasil no mês de março (período de levantamento de dados), 82% são mulheres e 18%, homens. Verifica, ainda, que dentre os membros de CRB o percentual de mulheres cai para 75%, nas Diretorias para 70% e na Presidência do órgão para 50%, diferença discrepante diante da totalidade. Discute, à luz do referencial teórico e correlacionando com pesquisas anteriores sobre o mesmo tema as relações existentes na predominância de homens na atuação política, bem como a linguagem sexista que generaliza no masculino, independente da grande representatividade feminina. Conclui que o debate necessita de um maior espaço de discussão e que a pesquisa deve ser ampliada, inclusive com a aplicação de entrevistas com profissionais

    As tecnologias e o processo de ensino-aprendizagem: um caminho para a cidadania.

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    O presente trabalho é fruto da disciplina: Educação, Tecnologias e Cultura Digital do Programa de Doutorado em Ciência, Tecnologia e Sociedade da Universidade Federal de São Carlos. Esse artigo, parte do seguinte princípio: Como o processo de letramento digital pode influenciar nos processos de inclusão social e inclusão digital? O texto aborda reflexões sobre as categorias de classificação de sociedade: ágrafa, grafocêntricas tradicionais e grafocêntricas digitais. Enfatizando assim, o processo de letramento e sua relação com o papel de democratização, e o emprego das tecnologias na educação. O presente artigo é um ensaio teórico. Sendo realizado um breve levantamento bibliográfico sobre os seguintes temas: educação, tecnologia, letramento tradicional, letramento digital, letramento digital crítico. Conclui-se que, as novas tecnologias digitais na educação promove uma maior integração de lugar e tempo, e interliga o mundo físico e o mundo digital

    Contribuição das redes sociais para o advocacy da Biblioteconomia: relato de experiência da página Who's Who da Biblioteconomia Brasileira

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    As Tecnologias de Informação e Comunicação- TICs tem contribuído consideravelmente para a produção, inovação e compartilhamento de informações em rede, impactando na forma de divulgação e alcance dessas informações. Nesse sentido, indivíduos de várias partes do mundo compartilham informação e conhecimento, colaboram e interagem entre si, produzem informações com autoria compartilhada, exercendo a comunicação de todos para todos. Utilizando-se desse meio de comunicação, cresce o número de bibliotecários que estão produzindo conteúdo na Internet, são muitos que atuam como youtubers fazendo canais sobre a atuação de bibliotecários, mediação de leitura, críticas sociais, entre outras atividades. Com a popularização dos equipamentos de vídeo e empoderamento da classe a tendência é que mais profissionais se tornem produtores de conteúdo na internet e possam mudar novamente a cara da Biblioteconomia brasileira. Diante disso, este trabalho relata a experiência da página no Facebook denominada Who’s Who da Biblioteconomia Brasileira que surgiu da inquietação gerada de frases generalistas sobre bibliotecárias e bibliotecários, e do desejo de conhecer os colegas da Biblioteconomia e suas atividades tanto profissionais, quanto pessoais, sendo um recurso para publicizar as bibliotecárias e bibliotecários brasileiros, tornando-se um instrumento de advocacy para a profissão trazendo destaque, popularidade e publicidade para os profissionais, transformando o imaginário coletivo do bibliotecário

    A gestão de processos no serviço de referência e circulação da Biblioteca do Centro de Filosofia e Ciências Humanas/UFRJ: o modelo em nuvem para input de dados

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    O relato descreve a forma utilizada para padronização da coleta de dados estatísticos das atividades desenvolvidas no Setor de Referência e Circulação da Biblioteca do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFCH) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Da rotulação das atividades através dos registros elaboradas por cada funcionário do setor, passando pela padronização das tarefas até a criação da planilha eletrônica que, além de atender e facilitar o preenchimento do relatório apresentado ao Sistema de Bibliotecas da UFRJ (SiBI/UFRJ) possibilita o gestor fazer uma leitura em tempo real das atividades que mais são executadas e entregar relatórios personalizados aos funcionários. O modelo implantado no ano de 2017 permitiu, por meio de planilhas eletrônicas, elaborar estatística de todas as atividades desenvolvidas com um grau de detalhamento que antes não conseguia ser informado

    APRESENTAÇÃO DAS AÇÕES REALIZADAS PELA COMISSÃO DE COMUNICAÇÃO E MARKETING DA BIBLIOTECA UNIVERSITÁRIA DA UFSC DURANTE O ANO DE 2018

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    Realiza uma breve apresentação do conceito de marketing e sua importância para as bibliotecas universitárias. Apresenta as principais ações realizadas pela Comissão de Comunicação e Marketing da Biblioteca Universitária da UFSC (CCM/BU/UFSC) durante o ano de 2018. Conclui que planejamento e estruturação são importantes para o bom andamento da comissão, bem como a necessidade de captura e tabulação de dados e ampliação do alcance das redes sociais da instituição

    E quem disse que Biblioteca Universitária não tem ação cultural...

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    A Biblioteca Universitária é um setor de apoio fundamental e indispensável no desenvolvimento das funções educativas da Faculdade. Além disso, disponibiliza e dissemina a informação por meios de materiais pedagógicos e ações socioeducacionais promovidas pela Instituição, proporcionando aos integrantes da comunidade acadêmica, em especial aos professores e alunos, possibilidades de integração nas diferentes áreas do conhecimento humano. Contudo, este relato de experiência traz novas perspectivas de atividades culturais para a Biblioteca Universitária, com a intenção de promover a interdisciplinaridade entre os cursos de graduação da Instituição. E também, utilizar a biblioteca como ferramenta para arte, cultura e lazer.Palavras-chave: Biblioteca Universitária. Ação Cultural. Bibliotecári

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