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    POLÍTICAS PARA CURRÍCULO E A ABORDAGEM DA SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO E AS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO

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    A Legislação brasileira sobre Currículo, Tecnologias de Informação e Comunicação e Sociedade da Informação. Objetiva analisar os discursos dos pesquisadores em Educação sobre os desenhos do Currículo na Sociedade da Informação, divulgados nas legislações, planos, programas e projetos educativos. Detalha as abordagens da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB/1996), o Plano de Desenvolvimento da Educação, os Planos Nacionais de Educação 2001 a 2010 e 2011 a 2020 e a específica sobre Currículo compreendendo as Diretrizes Curriculares Nacionais e os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) para o Ensino Fundamental e Médio. Caracteriza a pesquisa como bibliográfica, documental e campo, com abordagem qualitativa do estudo de caso e análise de conteúdo. Os resultados apontam que há programas e documentos que representam o planejamento da Educação brasileira, efetivado por meio de parcerias entre o Ministério da Ciência e Tecnologia e Ministério da Educação dentre outros, e apenas os Parâmetros Curriculares para o Ensino Médio (2000) e as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Básica (2013) defenderam o Currículo na Sociedade da Informação ao comentarem, respectivamente, que a escola precisa priorizar a curiosidade e a pesquisa devido à Sociedade da Informação com ênfase no processo do aprender a aprender visando o conhecimento das teorias e práticas embasadas no afeto e criatividade. Conclui que há ações assentadas em planejamentos com vistas a atingir os fins do processo educativo, mas precisam objetivar a forma de avaliar os sucessos e insucessos para poder trabalhar no aprimoramento visando mudanças para valorar os investimentos nas atividades efetivadas

    Projeto memória: a preservação do acervo fotográfico do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul

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    O presente trabalho procura mostrar a fotografia como um instrumento capaz de funcionar como um dispositivo de memórias, auxiliando na reconstrução de histórias que trouxeram marcas individuais e sociais. Tem como objetivo relatar as etapas realizadas para preservação do acervo fotográfico do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul, mostrando que a organização e disponibilização das fotos auxiliam na construção da identidade e na preservação da memória institucional, também se transformando em uma fonte de informação para pesquisadores, colaboradores ou qualquer cidadão interessado no desenvolvimento econômico da Região Sul

    Curso: Manutenção e Limpeza em Bibliotecas

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    Esta apostila é composta por quatro aulas, sendo duas teóricas e duas práticas, cujo objetivo é promover a discussão e conhecimento sobre o que é uma biblioteca, seus conceitos, características, tipos, usuários que a frequentam e serviços oferecidos, com foco nas práticas de conservação e limpeza dos materiais que compõem seus acervos, especificamente, os acervos das bibliotecas constituintes do Sistema de Bibliotecas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG

    Manifesto em defesa das Bibliotecas Públicas no Brasil – 2019

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    No ano 2019 os estudos internacionais liderados pela Seção de Bibliotecas Públicas da Federação Internacional de Associações e Instituições Bibliotecárias (IFLA) completaram 46 anos, e o “Manifesto da IFLA/UNESCO sobre bibliotecas públicas” completou 25 anos de sua publicação. Esses documentos internacionais, bem como outros em defesa da biblioteca pública e da prestação de serviços bibliotecários de qualidade à população, são reconhecidos, difundidos e avançam na atualização e adequação às mudanças tecnológicas e de comportamento da sociedade em geral. No entanto, o estado brasileiro não conseguiu seguir as diretrizes propostas pela IFLA/UNESCO. O país não possui bibliotecas em número suficiente, com serviços de qualidade, para atender as demandas de informação e leitura da população. O Brasil não avançou nem na ampliação e nem no fortalecimento das bibliotecas, ao contrário, muitas daquelas que tiveram investimentos ou foram priorizadas pelo poder público sofreram descontinuidade, como o caso das bibliotecas parque do estado do Rio de Janeiro. Parte da fragilidade das bibliotecas públicas brasileiras pode ser atribuída pelo fato do país não ter avançado na formalização de marcos legais para a constituição e manutenção desses equipamentos. O país tem uma lei para o livro, tem uma lei para o fomento da leitura e escrita, entretanto não tem uma lei específica que garanta a existência e o bom funcionamento de bibliotecas públicas em seu território, coerente com a sua realidade, realidade esta marcada pela grandeza territorial e pela diversidade cultural, econômica e social. Uma lei que estabeleça parâmetros para a sua criação e funcionamento, e que garanta investimentos financeiros contínuos para a sua manutenção. Essa situação marca e expõe o atraso do país em relação à democratização do acesso à leitura, à informação e ao conhecimento, direitos dos cidadãos, garantidos na Constituição de 1988. Não é concebível que, em pleno século XXI, a população brasileira não tenha à sua disposição bibliotecas públicas municipais, estaduais e federal com infraestrutura, espaço, acervo, serviços e pessoal qualificado para atendê-la. Falamos da biblioteca pública entendida como um espaço público de cultura e educação, que possibilita meios para a inserção e desenvolvimento da população, em todas as áreas que afetam direta ou indiretamente a vida das pessoas. A ausência ou mesmo a descontinuidade dos investimentos em políticas públicas para o setor foram ainda mais impactados com a recente extinção do Ministério da Cultura (MinC) e a realocação do Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas (SNBP) para a Secretaria da Economia Criativa, dentro do Ministério da Cidadania, dificultando o diálogo e as articulações com esse órgão. Até a presente data não sabemos qual o plano de ação do SNBP para os próximos anos e, muito menos, quais os recursos destinados pelo governo federal para essa área. O mapeamento das bibliotecas públicas no país está parado e os dados disponíveis desatualizados, além disso no período de 2015 até a presente data foi lançado apenas um edital de apoio à bibliotecas públicas para atender 20 bibliotecas dentre as mais de 6.000 bibliotecas públicas espalhadas pelo país. Para agravar a situação, em setembro de 2019, com menos de uma semana para a realização do VI Fórum Brasileiro de Bibliotecas Públicas, que estava programado para acontecer durante o XXVIII Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação, nos dias 03 e 04 de outubro, o SNBP comunicou o cancelamento justificando “restrições orçamentárias impostas para o presente exercício aos Ministérios”. Destaca-se a importância do evento, já em sua VI edição, cujo objetivo é a aproximação e articulação do órgão com interlocutores da área de Biblioteconomia e Ciência da Informação que atuam, pesquisam, valorizam e defendem as bibliotecas públicas no país. Com isso, o SNBP não aproveitou a oportunidade de estabelecer o diálogo com seus interlocutores e dar transparência a suas ações. Diante do exposto, a FEBAB, suas associações filiadas localizadas em todo território brasileiro, e participantes do XXVIII CBBD, vêm a público manifestar-se contra o desmonte das políticas públicas para o setor, e registrar seu repúdio à falta de investimentos no âmbito federal, estadual e municipal em bibliotecas públicas brasileiras, espaço democrático fundamental para uma efetiva transformação social para a população brasileira. Pelo direito à leitura! Pelo direito ao acesso à informação e à cultura! Pelo direito à bibliotecas públicas municipais e estaduais de qualidade em todo território nacional! #DigaSimaBibliotecaPublica #NosApoiamosasBibliotecasPublicas #MaisBibliotecasPublica

    Estratégia da IFLA 2019/2024

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    A Federação Internacional de Associações de Bibliotecas é singular. Graças aos seus membros, à amplitude de sua missão e à sua capacidade de inspirar, engajar, possibilitar e conectar, tem um papel especial no universo das bibliotecas. A IFLA trabalha tanto para representar as bibliotecas no cenário internacional quanto para fortalecer nossas associações, instituições e indivíduos membros para advogar e fornecer serviços de bibliotecas e informações que melhorem vidas. Nós fazemos isso reunindo uma grande equipe composta por mais de 1200 voluntários que participam das Unidades Profissionais da IFLA, além de uma equipe dedicada em nossa sede e uma rede de escritórios regionais e centros de idiomas que nos permite operar em sete idiomas

    Controle de autoridades no campo das artes: relato de experiência na Pinacoteca de São Paulo

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    Para as bibliotecas e os arquivos, o catálogo se constitui como um meio importante para prover acesso à informação. Nesse contexto, torna-se necessária a elaboração de catálogos com dados consistentes sobre os registros do conhecimento; caso contrário, o acesso pode ficar restrito e as informações dispersas. O presente relato descreve a reestruturação do catálogo de autoridades de nomes da Biblioteca Walter Wey e do Centro de Documentação e Memória da Pinacoteca de São Paulo por meio da inclusão de campos MARC21, criados com base nas propostas da Resource Description Access (RDA) e nos princípios dos Functional Requirements for Authority Data (FRAD).Tal medida possibilitou a organização dos registros de autoridade de forma a contextualizar as instituições especializadas (galerias de arte, museus, escolas, dentre outros) e os artistas atuantes no Brasil, no que diz respeito às alterações de nomes e localização.Considerando que muitos artistas e instituições existiram em uma época anterior à expansão digital, as dificuldades para localizar informação nos vocabulários especializados se acentuam. Com a atualização realizada, pudemos construir um vocabulário com informações essenciais para desambiguizar entidades e pessoas, bem como contextualizar seu o campo de atuação

    Modelos emergentes de dados bibliográficos: BIBFRAME e as desegualidades regional e social

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    É possível que modelos emergentes de dados bibliográficos sejam "democráticos"? Este artigo descreve o desenvolvimento e a implementação inicial do BIBFRAME, uma estrutura de metadados vista como sucessora do esquema de codificação MARC, à luz de alguns princípios democráticos, definidos nos Estados Unidos, e da biblioteconomia crítica (critical librarianship). Após um breve histórico do desenvolvimento do BIBFRAME, relato minha experiência como participante do projeto de subsídio de dados vinculados à produção, Linked Data for Production (LD4P), a primeira implementação em grande escala do BIBFRAME nos Estados Unidos. Baseado na minha experiência como participante, pergunto se o BIBFRAME, como um esquema de metadados, seria “democrático”, concluindo que essa estrutura reforça conexões desiguais de poder, não apenas as relacionadas ao domínio do Norte Global, mas também à desigualdade de raça, região e gênero no contexto dos dados bibliográficos. Ao resultado a reflexão desta experiência, LD4P e o desenvolvimento não promovem nem sustentam ODS 10: Redução das Desigualdades da Agenda 2030

    BIBLIOCINE: uma proposta de valorização do cinema nacional e incentivo à leitura no Instituto Federal de Sergipe

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    A utilização pedagógica, junto às Bibliotecas, de audiovisuais baseados em livros favorece a compreensão da temática e a fixação de conteúdos curriculares. Nessa perspectiva, o cinema e a literatura são inquestionáveis ferramentas para o enriquecimento cultural, desenvolvimento do senso crítico, entretenimento e instrução em geral. A experiência aqui apresentada diz respeito a um Estudo de Caso realizado com alunos do ensino fundamental da Escola Municipal Vice-governador Benedito Figueiredo e do nível médio técnico do Instituto Federal de Sergipe – Campus Itabaiana, por meio da exibição de filmes que se baseiem em livros disponíveis na biblioteca do campus Itabaiana, entre os meses de agosto de 2017 e maio de 2018. Ao final das sessões de cinema, os participantes responderam um questionário voltado para mapear os hábitos de assistir a filmes e de leitura dos estudantes das duas instituições de ensino. As análises demonstraram que os estudantes preferem os filmes, principalmente os estrangeiros, como forma de aprendizado e entretenimento, relegando a literatura à segunda opção

    A responsabilidade social dos bibliotecários na busca de evidências técnico-científicas para informar decisões em Saúde: implicações prático-teóricas

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    A expressão pesquisa bibliográfica na área da Saúde contempla tanto a busca na literatura propriamente dita quanto os procedimentos adotados para seleção, avaliação e síntese dos estudos localizados. Considerando a importância do levantamento bibliográfico para subsidiar decisões, políticas e pesquisas em Saúde, os bibliotecários possuem um papel estratégico nesse processo. Assim, a mediação da informação realizada pelo bibliotecário, enquanto elemento que precede o acesso e o uso da informação se torna o elo dessa dicotomia. Pautado nessa perspectiva, esse trabalho tem como objetivo apresentar a experiência dos bibliotecários que atuam no setor de Referência e Bases de Dados da Biblioteca J. Baeta Vianna, setorial do campus Saúde da Universidade Federal de Minas Gerais, notadamente no que diz respeito à busca por estudos na literatura para atender as diferentes necessidades informação dos profissionais e pesquisadores da área da Saúde

    A trajetória do acesso à informação no Brasil: da Era Vargas aos dias atuais

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    Este trabalho discorre sobre a trajetória do acesso à informação no Governo Federal, a começar pelo Estado Novo (1937-1945), adentrando no contexto do regime militar (1964 a 1985), até chegar aos dias atuais, com a implantação da Lei de Acesso à Informação, em 2011. As reflexões foram orientadas pelo método de pesquisa descritiva e exploratória, com foco na descrição dos acontecimentos políticos e culturais, que emergiram para o amadurecimento da democracia brasileira. Sob a égide do princípio da publicidade, ao cidadão do século XXI está assegurado o acesso à informação produzida nos órgãos e entidades da Administração Pública, desde que dados sigilosos ou pessoais não sejam violados. São apresentados os Centros de Comunicação das Forças Armadas brasileiras por tratarem, organizarem, preservarem e disseminarem informações institucionais, de acordo com os conhecimentos técnicos e dispositivos legais vigentes. Concluiu-se que, apesar do cerceamento informacional ocorrido nos regimes de exceção do Brasil, as instituições militares asseguram o direito fundamental de acesso à informação, garantindo a participação social na vida pública, por meio do Serviço de Informação ao Cidadão (SIC)

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