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    O ESTADO DA ARTE DE BIBLIOTECA COMUNITÁRIA NO BRASIL: COMO A LITERATURA DEFINE ESTE CONCEITO

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    Apresenta o panorama da produção científica sobre biblioteca comunitária no Brasil nas áreas de Biblioteconomia e Ciência da Informação. Tem como objetivo analisar o campo de estudos de biblioteca comunitária, a fim de estabelecer seu estado da arte, no âmbito brasileiro, sendo posteriormente expandido para os demais países da América Latina e Caribe. Para tanto, utilizou as bases de dados: Google Acadêmico, BRAPCI e Portal de Periódicos da CAPES. Foram recuperados 60 artigos brasileiros, sendo o primeiro datado de 1979. Os resultados revelam que grande parte da produção brasileira é fruto de pesquisas empíricas (51 artigos), o que sugere um comprometimento com a construção do conhecimento científico a partir da realidade das bibliotecas comunitárias. Na década de 2010, concentra-se a maior parte da produção, revelando um campo de estudos novo e com seus preceitos ainda em construção; percebe-se também um aumento significativo das experiências práticas de bibliotecas comunitárias nas duas últimas décadas. Considera-se que esse campo de estudos, apesar de estar ganhando força recentemente, está amadurecendo na última década

    Realidade do usuário autista nas unidades de informação: estudo de caso

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    Apresenta as inferências e resultados preliminares de uma pesquisa em andamento, objetivada na busca pelo aprimoramento dos serviços de referência nas unidades de informação, visando atender com maior inclusão e potencial adaptativo do local e dos serviços prestados, para sujeitos que são autistas de alto e moderado funcionamento. O Transtorno do Espectro Autista é exposto com suas principais peculiaridades e dificuldades, frente à uma sociedade despreparada para recepcioná-los. Similarmente é indicada a metodologia de investigação que ocorre por intermédio de questionário e entrevistas com autistas dentro das categorias informadas anteriormente, para a partir de seus respectivos relatos serem tracejadas medidas de adequação dos trabalhos desenvolvidos nas bibliotecas. Além disso, alguns resultados preliminares são mostrados servindo de apontamento para as questões que carecem de ser melhoradas nas unidades de informação. Os resultantes foram questionamentos dos autistas acerca da mobília, iluminação, estruturação dos locais de estudo e medidas de inclusão. O que se conclui é que os bibliotecários carecem de assumir seu papel de gestor, para proporcionarem um ambiente mais integralizador e desenvolvimentista para as capacidades dos autistas

    Percepções sobre privilegiados e excluídos em bibliotecas européias

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    Objetiva-se descrever e refletir acerca dos privilegiados e excluídos em nossa sociedade, a partir da relação com as características das bibliotecas visitadas na Europa entre os meses de setembro de 2018 e abril de 2019, do mundo do acesso aberto à informação e aos conhecimentos. Espera-se que a reflexão possa somar às discussões sobre a atuação das bibliotecas para a promoção da equidade na cultura do privilégio em nossa sociedade. Dessa forma, este relato pode ser caracterizado como descritivo e qualitativo por meio de observações diretas e indiretas, informações disponíveis nos websites das bibliotecas, e diálogo com os e/ou as profissionais destas instituições.Visitar as bibliotecas foi mais que números, pois suas peculiaridades repercutem e ressoarão muito nas reflexões sobre o papel dos(as) profissionais da Biblioteconomia e informação como um todo, bem como sobre o papel das bibliotecas, dos arquivos, das unidades de informação, documentação e memória em geral

    Movimentações dos Bibliotecários Goianos em prol da criação do cargo de Bibliotecário no Estado de Goiás

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    O presente relato de experiência traz um breve resumo do cenário e das lutas dos profissionais Bibliotecários no estado de Goiás, desde a formação da primeira turma do curso se Biblioteconomia na Universidade Federal de Goiás, até as mais recentes movimentações engajadas principalmente pela parceria entre o Centro Acadêmico de Biblioteconomia da UFG - CABU e a Associação de Bibliotecários de Goiás - ABG

    A ESCUTA SENSÍVEL SOB O OLHAR DO BIBLIOTECÁRIO: UM DIÁLOGO CENTRADO NA SENSIBILIDADE E NA ATENÇÃO AO USUÁRIO

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    Mostra a preocupação em inserir as práticas da escuta sensível nas bibliotecas, visando a valorização destas práticas. Ressalta que o referencial teórico está centrado no pensamento de Barbier (1993; 1998) e de Freire (1985). Aborda como problematica de pesquisa as questões: Qual a dimensão da escuta sensível nas práxis bibliotecária que podem fortalecer a mediação das necessidades e desejos informacionais dos usuários? A escuta sensível pode contribuir para otimizar a qualidade no atendimento aos usuários de Bibliotecas?. Tem como objetivo geral: analisar a arte de ouvir dos bibliotecários-gestores no cotidiano das seguintes bibliotecas: Biblioteca Central da Universidade Federal da Paraíba; Biblioteca da Faculdade Internacional da Paraíba; Biblioteca Pública Juarez Gama Batista e; Biblioteca do Instituto Federal de Educação, Ciência/Tecnologia da Paraíba. È uma pesquisa de caráter exploratória, descritiva de abordagem qualitativa, construida por meio de entrevistas. Conclui, que no contexto de diálogos da Biblioteconomia e da Ciência da Informação, é necessário um debate sobre a arte de ouvir com respeito, frente os desafios de uma relação significativa entre bibliotecário e usuário no processo ouvir/dialogar. E, ainda, que a escuta sensível é considerada uma ferramenta de suma importância para os bibliotecários captarem as necessidades dos usuários da biblioteca, pois saber escutar é uma tarefa imprescindível para o sucesso das relações interpessoais

    BIBLIOTECA CRUZ E SOUSA: DISSEMINANDO A LEITURA E O HÁBITO DE LER

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    As bibliotecas, historicamente, são conhecidas por suprir as necessidades informacionais e principalmente facilitar o acesso à informação, mas, para além dessas atribuições, devem contribuir no processo de formação de seus usuários, tanto no ambiente acadêmico/escolar quanto no meio social. Essa condição educativa é reafirmada em práticas diárias e projetos desenvolvidos pela biblioteca. Neste sentido, o objetivo deste trabalho é o de relatar as ações realizadas no projeto de extensão “Biblioteca social: vamos contar histórias?”, implementado pela Biblioteca Cruz e Sousa, na cidade de Florianópolis, que surge como uma forma de englobar o usuário nas atividades de responsabilidade social prestadas com a comunidade externa e disseminar a literatura e o hábito de ler para além do espaço físico da Biblioteca

    CRIATIVIDADE, INOVAÇÃO E A GESTÃO PARTICIPATIVA DA BIBLIOTECA PÚBLICA MUNICIPAL MADEIRA DE FREITAS (CARIACICA/ES): RELATO DE EXPERIÊNCIA DO PROJETO

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    A Biblioteca Pública Municipal Madeira de Freitas, localizada em Cariacica (ES), vivencia um conceito de gestão cultural voltada para que a comunidade seja parte integrante, participativa e interativa de suas atividades diárias e na realização de projetos. Esse modelo de gestão busca de maneira criativa, inovar na prestação de seus serviços e produtos, baseando-se no que os munícipes desejam e necessitam e de que maneira eles podem contribuir. Os projetos são realizados através de ‘captação e empoderamento de pessoas’ interessadas em colaborar. Através da experiência de duas edições do projeto “Estrelas Negras” (que tem por propósito a valorização e empoderamento da cultura/história/memória afrodescendente, realizadas com atividades diversas, desde cursos de automaquiagem, cursos de trançadeiras a mesas redondas, apresentações culturais entre outras ações) foi possível a realização de outros projetos/eventos/ações nos mesmos moldes. Percebeu-se que a partir dessas programações mais próximas do público, a biblioteca ficou mais procurada, visível, útil, cumprindo sua missão de serviço público de qualidade, proporcionando uma vivência diferenciada aos seus usuários e prestadores de serviços. Assim, foi constatado na prática e através de depoimentos de frequentadores e pessoas da equipe, que essa forma de gestão e de projeto participativo proporciona muitas oportunidades de fala, de projeção de opiniões e a validação da comunidade, criando um senso de propriedade para os participantes que passaram a vislumbrar a biblioteca como um ponto de encontro, vivência, socialização e pertencimento, indo além das atividades técnicas e admininstrativas e oferecendo humanização em seus processos e nos serviços e produtos prestados

    Coleção Academia Brasileira de Ciências: pesquisa e processamento técnico de seu acervo bibliográfico

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    Esse relato visa à apresentação do processamento técnico da Coleção Especial Academia Brasileira deCiências (ABC), da Biblioteca Henrique Morize, do Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST). Apresenta o processo de catalogação do acervo e inclusão na planilha de inventário intelectual, e as dificuldades para sua disponibilização ao público. Devido a importância do acervo que remonta parte da história da ciência no Brasil foi conquistada, pela Biblioteca do MAST, uma bolsa no Programa de Capacitação Institucional, do Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações – PCI/MCTIC, para realização de uma pesquisa visando o estudo detalhado da Coleção, deste modo, tal relato é composto pelas atividades desenvolvidas durante a pesquisa

    Competência em informação e o novo universitário: participação da biblioteca universitária no acolhimento dos calouros

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    Trata da iniciativa da Biblioteca da Faculdade de Direito da Universidade Federal Fluminense (UFF) em elaborar uma ação voltada para os graduandos que ingressam à universidade. O objetivo deste trabalho é apresentar as atividades realizadas no “Conhecendo a Biblioteca”. Como embasamento teórico, foram utilizados três conceitos: competência em informação, marketing e bibliotecário como educador. Este projeto possui como ideia principal enfatizar a importância da biblioteca universitária dentro da instituição, como local de compartilhamento de conhecimentos. Auxiliar o novo universitário a reconhecer suas necessidades informacionais, a avaliar e verificar a confiabilidade, estimulando assim o pensamento crítico, o aprender a aprender desde os primeiros dias da sua inserção no mundo acadêmico. A ação de acolhimento estudantil “Conhecendo a Biblioteca” é de grande valia para a Faculdade de Direito da UFF, por possuir um diferencial, consegue alcançar usuários, capacitá-los desde a primeira semana na universidade e torna-los em usuários reais. A proposta é que ocorra a cada semestre a ação de acolhimento estudantil por parte da Biblioteca da Faculdade de Direito da UFF, visando sempre o aprimoramento da atividade. Almejando o desenvolvimento das habilidades e competências dos novos discentes que acessam a universidade

    Implementação de uma biblioteca na Diretoria de Inovação e Metodologias de Ensino - GIZ/UFMG

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    A implementação de uma biblioteca é uma atividade que exige planejamento e organização, devendo ser gerenciada por um bibliotecário com a colaboração de uma equipe competente. Esse relato de experiência descreve a estruturação da biblioteca da Diretoria de Inovação e Metodologias de Ensino – GIZ, vinculada à Pró-Reitoria de Graduação (PROGRAD) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). A estruturação de uma biblioteca no GIZ, atividade desenvolvida pela própria equipe, partiu da necessidade de organizar a coleção de livros existente na Diretoria. Essa coleção, proveniente de doações, encontrava-se completamente dispersa, armazenada em diferentes locais. O objetivo da biblioteca do GIZ foi organizar a coleção, tornando possível reunir e conhecer os livros existentes na Diretoria, além de disponibilizá-los para empréstimo

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