Sistema de Revistas Eletrônicas - URI Santo Ângelo
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SCHWIERIGKEITEN BEI EINER AN KANT ORIENTIERTEN AUSLEGUNG DER WÜRDE DES MENSCHEN: ZUGLEICH EINE KRITISCHE BETRACHTUNG DER ENTSCHEIDUNG DES BUNDESVERFASSUNGSGERICHTS ÜBER DIE VERFASSUNGSWIDRIGKEIT DES § 14 Abs. 3 LuftSiG
In diesem Aufsatz wird anhand einiger Überlegungen Kants über die Würde des Menschen argumentiert, dass, eine Person als bloßes Mittel zu betrachten, immer bedeuten wird, eine Person als Objekt, als Nicht-Inhaber ihrer eigenen Freiheit zu betrachten, obwohl dieses Argument nicht genügt, um das Gegenteil der Verbindung zwischen der Betrachtung als bloßes Mittel und der Betrachtung als Nicht-Inhaber der eigenen Freiheit zu beweisen, denn die Handlung, die eine Person objektifiziert, ist von der Handlung zu unterscheiden, bei der eine Person als bloßes Mittel betrachtet wird. Zuerst wird erläutert, wie das Bundesverfassungsgericht den Schutz der Menschenwürde bei der Entscheidung über das Luftsicherheitsgesetz verstanden und angewendet hat. Dabei wird analysiert, welche allgemeinen Überlegungen über den Schutz der Würde des Menschen durch Instrumentalisierungsverbote und Objektformel (hier als Objektifizierungsverbot bezeichnet) in dieser Entscheidung verwendet wurden. Im zweiten Teil wird Kants Behandlung der Thematik der Würde des Menschen und der Instrumentalisierungs- und Objektifizierungsverboten dargestellt. Der Zusammenhang zwischen Angriffen auf die Menschenwürde und möglichen Notstandssituationen wird untersucht, sowie die Gründe, warum bei Kant diese Verbote nicht als absolute Verbote zu betrachten sind. Danach wird durch die Darstellung von vier Varianten des sogenannten Trolley-Problems argumentiert, dass die Entscheidung über die Verfassungswidrigkeit des § 14 Abs. 3 LuftSiG in dem Instrumentalisierungsverbot keine Begründung findet kann. Im letzten Teil wird diskutiert, welche Konsequenzen die Anwendung einer Kant inspirierte Auffassung der Würde des Menschen für die Auslegung des verfassungsrechtlichen Schutz der Menschenwürde mit sich bringt und wieweit diese Auslegungsalternative von Kants Auffassung der Instrumentalisierungs- und Objektifizierungsverbots abweicht
A INOVAÇÃO NA PESQUISA EM CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS COMO MODO DE CONCRETIZAR EPISTEMOLOGIAS DO SUL
As constantes mudanças socioculturais e o dinamismo evidenciado na modernidade líquida trazem à baila uma discussão sobre a necessidade de inovação e de um pensamento crítico-reflexivo relacionado às epistemologias e às metodologias da pesquisa, bem como aos resultados obtidos nas investigações desenvolvidas nas áreas das ciências sociais e das ciências humanas. Este artigo busca relacionar esta situação à definição de epistemologias do sul e ecologia dos saberes, desenvolvidas por Boaventura de Sousa Santos e Maria Paula Meneses, partindo da hipótese, confirmada nas considerações finais, de que, para valorizar as pesquisas que aqui se produzem e questionar a impossibilidade de se obter um conhecimento próprio e local, faz-se necessário construir as condições para que estas perspectivas sejam chamadas ao debate acadêmico. Utilizou-se para a exposição deste estudo a revisão bibliográfica e o método dedutivo de abordagem
Reconhecimento, crise e diálogo na formação da identidade pessoal em Charles Taylor
O presente artigo quer trazer a pesquisa entorno do pensamento ético/político de Charles Taylor na compreensão das fontes da identidade pessoal. Para isso, a relação entre reconhecimento e identidade é fundamental na construção do self e no reconhecimento de sua originalidade. Reconhecer a identidade pessoal é um movimento contínuo que se desenvolve na troca dialógica, no espaço moral, numa formação positiva ou pela via negativa do reconhecimento da identidade. Por isso, o agente humano deve estar inserido no contexto social e reconhecer-se na cultura da comunidade como pertencente à mesma. O reconhecimento não se dá de forma monológica, isolado, mas pela troca, no diálogo do agente social com seus significantes humanos. Todavia, a identidade pessoal requer uma narrativa da pergunta “quem sou eu”, que é desvelada na medida em que o agente vai se relacionando no espaço social e se projetando. Por isso, reconhecer “quem sou” é narrar o “quem fui” e o “quem quero ser”. Reconhecer a identidade pessoal é reconhecer o seu lugar no mundo e, assim, ser o protagonista da própria história a partir daquilo que desenvolve em relação aos demais agentes sociais.
DIABETES MELLITUS TIPO 2: PLANTAS MEDICINAIS E FITOTERÁPICOS COMO ALTERNATIVAS TERAPÊUTICAS PARA O CONTROLE DA DOENÇA
Resumo: O Diabetes mellitus tipo 2 (DM2) é um problema de saúde pública mundial. As complicações são graves, com comprometimeno do sistema cardiovascular, cerebral e falência de órgãos. O uso de fitoterápicos e plantas medicinais vem sendo estudados para tratamento da DM2. Essa prática possúi como vantagem ser acessível e de baixo custo, além de auxiliar na qualidade de vida dos pacientes. O objetivo deste estudo é revisar as plantas medicinais e fitoterápicos utilizados por pessoas diagnosticadas com DM2 em estudos clínicos, como terapia complementar no tratamento. Trata-se de revisão narrativa da literatura, composta por estudos publicadas no período de 1998 a 2018, incluindo artigos científicos nos idiomas Português, Inglês e Espanhol, os descritores utilizados foram: diabete mellitus; Diabetes mellitus tipo 2; extratos vegetais; plantas medicinais; fitoterápicos; complicações do Diabetes tipo 2, estudos clínicos. Desta busca foram encontrados 97 artigos que abordavam sobre diabetes, causas e consequências, destes, 45 atendiam o enfoque deste trabalho e 14 foram utilizados para discussão, sendo 9 sobre plantas medicinais e 5 sobre fitoterápicos. Os dados demonstraram que os fitoterápicos e plantas medicinais apresentaram efeitos benéficos para redução dos níveis de glicose sanguínea em pacientes com DM2, porém mais estudos devem ser realizados para comprovação da eficácia e segurança.
MEDIAÇÃO DE CONFLITOS COLETIVOS: ADEQUANDO O ACESSO À JUSTIÇA AOS CONFLITOS PÓS-MODERNOS
A globalização trouxe profundas mudanças na sociedade, inaugurando a era pós-moderna e fazendo surgir conflitos massificados e difusos. Surge, diante disso, a preocupação com a maneira adequada de tutelar juridicamente tais situações coletivas no âmbito interno. A noção de acesso à justiça é, assim, revisitada e reconstruída para esse intento. Com a concepção de um modelo de acesso à justiça multiportas, aponta-se a mediação como modelo adequado para tutela de situações coletivas. A mediação cria um espaço democrático e inclusivo em que os envolvidos podem resolver suas disputas construtivamente, fortalecendo suas relações sociais. Nesse ponto, alerta-se que a questão coletiva deve ser tratada com uma perspectiva intercultural, reconhecendo, cruzando e validando as diferentes concepções de dignidade humana dos grupos envolvidos no problema. O trabalho emprega o método dedutivo, com fim exploratório e descritivo e meio de pesquisa bibliográfico
O PLANEJAMENTO PEDAGÓGICO PARA O ENSINO DA MATEMÁTICA NO PROCESSO FORMATIVO DO ACADÊMICO E BOLSISTA DO PIBID.
Resumo: Este artigo tem como objetivo identificar conhecimentos relativos à aprendizagem sobre a docência emergentes de um processo de elaboração e (re)elaboração de um planejamento de ações didáticas, vivenciado por uma acadêmica integrante do Programa Interinstitucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID), subprojeto Matemática, da Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões URI, campus de Santo Ângelo/RS. Os dados aqui apresentados referem-se a um recorte do processo formativo que é parte integrante de uma investigação, em nível de doutorado, realizada em uma perspectiva qualitativa. O trabalho realizado ocorreu de forma individualizada com a acadêmica e, de forma colaborativa, com o grupo de bolsista na Universidade. Resultados apontam que a experiência vivenciada pela acadêmica, de elaboração e (re)elaboração de um planejamento para o ensino da Matemática, mostram que o espaço e as ações desenvolvidas no âmbito do PIBID proporcionam ao futuro professor um tipo de aprendizagem que permite ao mesmo ser um gerador de conhecimentos que, embora advindos de situações particulares, podem ser generalizados. O processo propiciou, também, o desenvolvimento de aprendizagens compartilhadas e o desenvolvimento da postura reflexiva, advindas das interlocuções do trabalho coletivo realizado com o grupo, frente ao planejamento realizado.
EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA ESCOLA E A INFLUÊNCIA DA MÍDIA
Pensar na mídia e como ela pode ajudar no processo de ensino exige a problematização da mesma no contexto educacional, aqui em especial atenção na articulação com a Educação Ambiental (EA) primando por uma educação de qualidade. Para tanto, nosso objetivo foi investigar como a mídia, que por vezes, molda as ações sem projeção consciente a respeito da EA, visto interesses de uma minoria. Para tanto, fizemos uma revisão bibliográfica no periódico (2010-2012) da Revista Eletrônica do Mestrado em Educação Ambiental (REMEA) com foco na mídia relacionada a EA. O caminho trilhado apontou indícios de que a mídia é influenciadora das ações nos indivíduos, o que requer o enfrentamento dos padrões expostos pela mídia, em que urge a necessidade de um pensamento centrado na criticidade, estudo e responsabilidade individual e coletiva na contemporaneidade
LA IMPLEMENTACIÓN DEL DERECHO HUMANO AL AGUA EN EL DERECHO ARGENTINO. UN ESTUDIO DE CASO.
Se analiza la implementación del derecho humano al agua en la Argentina, a través de un caso de estudio que comprende un área significativa tanto en su aspecto territorial, poblacional, como jurisdiccional. Se comienza recogiendo algunos criterios que aporta la doctrina internacional respecto de la implementación normativa del derecho internacional en el orden interno. Se analiza en torno a ello ciertos ejes centrales en el derecho argentino. Luego se realiza un análisis de la fuente jurídica internacional y la identificación del contenido del derecho a implementar. Se continua con el análisis del reconocimiento del derecho humano en el orden interno, tanto con fundamento normativo como jurisprudencial. Seguidamente se detalla la normativa nacional y la normativa local aplicable al caso de estudio. Se identifican las provisiones específicas de la normativa detallada y de qué manera estas cumplen con la implementación de alguno de los elementos constitutivos del derecho humano al agua en el plano internacional. Se concluye identificando algunas asimetrías o deficiencias en la implementación
RESSIGNIFICAÇÃO DO CORPO: ENFRENTAMENTOS NO ÂMBITO DO DIREITO
O objetivo deste estudo é analisar a relação entre direito e sexualidade e de que forma o Estado através do direito exerce uma espécie de poder regulador do corpo e consequentemente da sexualidade. Dentro desse quadro conceitual, buscou-se diferenciar sexo, gênero e sexualidade, que assim como as demais esferas da identidade, possuem construções sociais, históricas e culturais. Posteriormente, foram estudadas as transformações sócio-históricas da sexualidade, que é um fenômeno anterior ao aparecimento do homem, estando longe de ser apenas um ato físico, de natureza imutável, que passou a ter um significado simbólico bastante complexo e que atualmente funciona como estrutura social e cultural em si mesma, situada dentro de um sistema de poder e reconhecida como uma dimensão humana, um elemento básico da individualidade que determina no indivíduo, um modo particular e individual de ser e por isso não pode ser passível de controle ou limitação