Portal de Periódicos Uniso (Universidade de Sorocaba)
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A região de Sorocaba e a política de desenvolvimento urbano e regional
O objetivo deste texto é traçar um perfil da Região Administrativade Sorocaba, face às diretrizes da política urbana contidas, no II Plano de desenvolviemto Urbano - II PND e na política de desenvolviemtno urbano e regional do Estado de São Paulo - PDU
Fernando Pessoa e a crítica
In this article, the author refutes the false solutions that the problem rouses about the several heteronymous pseudonyms of the great Portuguese poet. A autora rebate, neste artigo, as falsas soluções que o problema dos heterônimos do grande poeta português suscita.
Estruturalismo e fenomenologia
Para pensar o sistema, eu já era compelido por um sistema por trás do sistema, que eu não conheço, e que recuará à medida que eu o descobrir, à medida que ele se descobrir..
O papel da dialética em Aristóteles, Kant e Hegel
Não espere o leitor uma investigação exaustiva do problema. O tema que nos propomos elucidar é composto, evidentemente, de uma série de sub-temas que ferem, no seu conjunto, o próprio cerne dos sistemas filosóficos em tela. Não nos preocupa, entretanto, uma abordagem quantitativa da temática, em todas as suas ramificações, nem um entendimento cabal da própria dialética em cada um dos autores, mas apenas a sua função nos respectivos sistemas filosóficos. Partimos do pressuposto de que é inerente à toda filosofia uma ambição arquitetônica, elaborando-se ela como um discurso rigoroso, onde se vinculam método e conteúdo, posto que a verdade da filosofia se instaura no seu próprio método. É nestes termos que se coloca o problema da função da dialética, dentro da arquitetônica, restringindo-nos, em nossa análise, ao nível da história da filosofia. 
25 anos da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Sorocaba
Decorridos 25 anos, eis-nos aqui, atuais diretores, professores, funcionários e alunos, autoridades, amigos, ex-alunos, reunidos para comemorar o Jubileu de Prata da querida instituição. Tenho a impressão de que este momento é momento de evocação, de gratidão e de compromissos. Evocação do passado, gratidão aos homens e a Deus, compromissos com, a cidade e com a juventude. Momento de evocação! Sim, de recordação de quantos tornaram esplendida realidade o sonho entusiasmante do ano de 1950, as cansativas marchas e contramarchas de 1951, as conquistas de 1952 e, finalmente, o coroamento de tudo no dia 7 de março de 1954. 
Permanência estudantil e autonomia universitária: a questão do SiSU no contexto de uma universidade estadual do interior da Bahia
Dentre as vinte e uma estratégias expressas no Plano Nacional de Educação (PNE) para a consecução da meta 12, a estratégia 12.5 associa a ampliação da política de permanência estudantil na educação superior com as políticas de acesso, inclusão, ações afirmativas e assistência estudantil, como forma de garantir o sucesso acadêmico aos estudantes desse nível de ensino. À luz dessa estratégia, o presente estudo tem como objetivo analisar a política de permanência estudantil adotada por uma universidade estadual do interior da Bahia diante do contexto de adesão ao Sistema de Seleção Unificada (SiSU), uma política de acesso externa à universidade e de abrangência nacional. Para tanto, o percurso metodológico constituiu-se de revisão bibliográfica, pesquisa documental e pesquisa de campo, cujos dados e informações levantados foram sistematizados e analisados por meio da técnica denominada análise de conteúdo. Dentre os resultados obtidos, constatou-se que, o acesso às políticas de permanência estudantil ainda é restrito, burocrático e tem pouca visibilidade na instituição, tendo em vista a existência de um perfil socioeconômico discente extremamente demandante. Contudo, a adesão a políticas atreladas à bandeira da democratização do acesso ao ensino superior, como forma de angariar recursos financeiros para a execução das ações de permanência estudantil na universidade, traz consigo a seguinte inquietação: o que é democratizar numa lógica em que ainda se faz necessário um processo de seleção para segregar? Esta é uma questão que, sem dúvida, não se esgotará neste estudo
Comissão Própria de Avaliação – CPA: sua atuação na construção do diálogo entre comunidade acadêmica e direção da IES
O presente artigo, baseado em pesquisa exploratória de natureza quali-quanti realizada em centros universitários privados do DF, busca investigar a efetividade da Comissão Própria de Avaliação na construção do processo dialógico entre a comunidade acadêmica e a direção das IES. Propõe-se a aproximação entre o conceito do diálogo ao papel da autoavaliação institucional conduzida pela CPA. Os resultados apontam que, dentro da concepção emancipatória e sistêmica de avaliação proposta pelo SINAES, a atuação da CPA pode construir vinculação entre os instrumentos de informação e o planejamento estratégico das IES