Portal de Publicações Epagri (Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina)
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    Mancha branca no milho: etiologia e controle

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    The White spot (WS), which has the bacterium Pantoea ananatis as the main pathogen, associated with fungal species, like Phaeosphaeria maydis, is a disease that has been causing reductions in the maize yield. Losses can reach up to 60%when susceptible hybrids are used and conditions for the disease are favorable. This study aims to present some information about WS and main control methods. Among the control methods recommended, genetic, cultural and chemical control standout, but fungicides are the most used tool, highlighting the strobilurin group because it presents the best results.A mancha branca, que tem a bactéria Pantoea ananatis como principal agente etiológico, além de espécies fúngicas associadas, como Phaeosphaeria maydis, é uma doença que vem causando reduções na produtividade do milho, podendo chegar até 60% quando são utilizados híbridos sujeitos a condições favoráveis para a doença. Este trabalho tem como objetivo apresentar informações sobre a mancha branca e suas principais técnicas de manejo. Entre tais técnicas, destacam-se os controles genético, cultural e químico, sendo este último o mais utilizado, com ênfase na aplicação do grupo das estrobilurinas, por apresentar os melhores resultados.The White spot (WS), which has the bacterium Pantoea ananatis as the main pathogen, associated with fungal species, like Phaeosphaeria maydis, is a disease that has been causing reductions in the maize yield. Losses can reach up to 60% when susceptible hybrids are used and conditions for the disease are favorable. This study aims to present some information about WS and main control methods. Among the control methods recommended, genetic, cultural and chemical control stand out, but fungicides are the most used tool, highlighting the strobilurin group because it presents the best results.

    Refrigeração e ácido ascórbico na conservação de cebolinha-verde minimamente processada

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    Abstract –The objective of this work was to evaluate the postharvest conservation of green onion minimally processed after treatment with ascorbic acid and refrigerated. The plants were submitted to treatments with immersion in water followed by storage at room temperature; immersion in water followed by storage 10±1o C and 90±5% relative humidity (RH); immersion in ascorbic acid solution at concentrations of 2.5% and 5% followed by refrigerated storage 10±1o C and 90±5% RH. At harvest and after storage of eight days, the fresh weight loss and the attribute of soluble solids (SS), total titratable acidity (AT), SS/AT ratio, pH and apparent wilting and darkening were evaluated. The treatment with immersion in water followed by storage at room temperature showed the greatest loss of fresh mater and apparent wilting and browning, lower levels of SS and SS/AT. The application of ascorbic acid, independent of the dose, followed by refrigerate storage promoted less apparent wilting and browning of the tissue, keeping the minimally processed green onions suitable for consumption until the eighth day of storage.Resumo – O objetivo do trabalho foi avaliar a conservação pós-colheita da cebolinha-verde minimamente processada, tratada com ácido ascórbico e refrigerada. As plantas foram picadas e submetdas aos tratamentos com imersão em água destlada seguida de armazenamento em temperatura ambiente; imersão em água destilada seguida de armazenamento refrigerado 10±1oC e umidade relativa (UR) de 90±5%; e imersão em solução de ácido ascórbico nas concentrações de 2,5% e 5% seguida de armazenamento refrigerado 10±1oC e UR de 90±5%. Na colheita e após armazenamento de oito dias, foram avaliados a perda de massa fresca (MF), os atributos de sólidos solúveis (SS), a acidez total titulável (AT), a relação SS/AT, pH, murcha e escurecimento aparente. As maiores perdas de MF, maior murcha e escurecimento aparente, menores teores de SS e relação SS/AT ocorreram no tratamento com imersão em água destlada seguido de armazenamento em temperatura ambiente. A aplicação de ácido ascórbico, independente da dose, seguido do armazenamento com refrigeração promoveu menor murcha e escurecimento aparente do tecido, mantendo a cebolinha-verde apta para o consumo até o oitavo dia do armazenamento.

    Tilapicultura em tanques-rede: Uma realidade no oeste de Santa Catarina

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    Abstract – The west region of Santa Catarina is well recognized for its potential agriculture, livestock and aquaculture production mainly practiced by family-farming small producers. In this region, fish farming has grown increasingly mainly due to its favorable conditions for tilapiculture often grown in ponds and recently in a cage. In this sense, a pioneer project of tilapia cultivation in cages (volume 6m3 and 18m3 each tank) has been settled in the lake of Itá hydroelectric located surrounding Concórdia, SC. Currently, the fish farming consists of 168 cages with a total production of around 170t (average of each tilapia 600g) in the year of 2017.Resumo – A região Oeste Catarinense se destaca na agricultura, pecuária e pesca principalmente voltada ao pequeno produtor que muitas vezes está inserido na agricultura familiar. A região conta com pequenas propriedades agrícolas que desenvolvem criações diversificadas e a piscicultura é uma delas. A tlápia já se consolidou como o principal produto pesqueiro/aquícola no Brasil, sendo muitas vezes cultivada em tanques-rede (TR) e viveiros escavados. Nesse sentdo, um projeto pioneiro do cultvo de tilápias em TR foi iniciado em 2011 com a implantação de 48 unidades de TR no lago da usina hidroelétrica de Itá, município de Concórdia, SC. Esses TR possuem um volume de 6m3 e 18m3 cada unidade e hoje o projeto possui um total de 168 TR com uma produção total de tlápia (média de 600g) estimada em 170t por safra para o ano de 2017.

    Pratos que valorizam os produtos da agricultura familiar: experiência de elaboração de receitas para alimentação escolar do município de Araquari

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    Desde 2009, é obrigatório que 30% dos itens da merenda escolar sejam adquiridos de agricultores familiares. No município de Araquari foi dada prioridade absoluta para os agricultores locais, não apenas para a circulação  financeira ficar no município, gerando oportunidades para toda a sociedade local, mas, principalmente, porque esses produtos fazem parte da alimentação das famílias de Araquari (respeito aos hábitos alimentares locais). Além disso, devido à proximidade do produtor com o consumidor final, podemos atingir uma qualidade incomparável. Esses são alguns dos benefícios que a Lei nº 11.947/09 trouxe. Junto aos agricultores elaboramos um cardápio conforme o calendário sazonal de nossa região.Assim, o cardápio é dividido em três ciclos: verão, outono-inverno e primavera. O processo de chamada pública é realizado no ano anterior, para  que os agricultores possam fazer o planejamento de sua lavoura, garantindo assim produtos de qualidade e agricultores satisfeitos com a parceria. Porém,  a organização dos agricultores é apenas uma parte do trabalho a ser  realizado. De outro lado, temos o desafio do consumo destes alimentos, pois vemos que os hábitos alimentares da(s) pessoa(s) responsável(is) pelo preparo desses alimentos interferem de forma significativa na aceitação das  crianças. Então, desde 2010, iniciamos um trabalho de capacitação das merendeiras do município, trabalhando o preparo e a apresentação dos alimentos adquiridos da agricultura familiar. Os profissionais foram sensibilizados quanto ao valor nutricional desses alimentos e os benefícios de  uma dieta balanceada. Como essas merendeiras são responsáveis pela alimentação dos alunos dos Centros de Educação Infantil (crianças de 4 meses a 5 anos) e das Escolas de Ensino Fundamental (crianças de 6 a 10 anos), temos de nos preocupar em preparar os alimentos respeitando as  limitações de cada faixa etária, buscando oferecer pratos que sejam atrativos  às crianças.Este livro faz parte de todo esse trabalho, sendo o resultado de uma parceira  com merendeiras da Rede Municipal de Ensino do município de Araquari, que se dispuseram a abrir suas receitas de família ou até mesmo a criar novas receitas de acordo com a regulamentação da alimentação escolar. Faz, também, parte de uma estratégia de sensibilização dos profissionais quanto ao consumo consciente e eficiente dos produtos da agricultura familiar. As receitas que fazem parte deste livro foram todas testadas nas Oficinas de Merendeiras realizadas no Cetreville, no mês de agosto de 2014. Atualmente fazem parte do cardápio das creches e escolas de Araquari.

    Relatório de projeto: Fruticultura Catarinense – Valor da produção comercial na safra 2014/15

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    O boletim didático "Relatório de projeto: Fruticultura Catarinense – Valor da produção comercial na safra 2014/15", reúne dados e informações referentes às  principais culturas frutícolas comerciais de Santa Catarina na safra 2014/15 de estudo e levantamento de dados coordenado pelo Epagri/Cepa. O objetivo desta publicação é apresentar dados regionalizados sobre as frutas com maior participação na produção e no valor da produção na safra 2014/15. Neste trabalho, as culturas frutícolas com destaque nas Unidades de Gestão Técnica (UGTs) da Epagri são: ameixa, bananas (banana-caturra e banana-prata), laranja, maracujá, maçãs (maçã Fuji, maçã Gala e maçã ‘Outras’), pêra, pêssego/nectarina, tangerina e uvas (uva comum, uva de mesa e uva vinífera). Este boletim didático contém informações municipais, reunidas por UGTs, sobre o número de produtores, área plantada, área em produção, quantidade produzida, preço médio de venda recebido pelo produtor e distribuição mensal da colheita, com estimação da produtividade média (kg/ha), dos preços médios regional e estadual (R$/kg) e do valor bruto da produção (VBP) resultantes da safra 2014/15.

    Meliponicultura.

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    A criação racional de abelhas sem ferrão diminuiu de forma significativa a atividade extrativista. Técnicas e manejos adequados para o desenvolvimento e a multiplicação de colônias têm contribuído para o restabelecimento das populações naturais, além de promover a meliponicultura como uma importante atividade formadora de renda por meio da produção de mel e da multiplicação e venda de colônias. As abelhas nativas são conhecidas no meio científico como Meliponíneos. Pertencem à ordem Hymenóptera, à subfamília Meliponinae, agrupadas em três tribos: Meliponini, Trogonini e Lestrimelitini. As abelhas sem ferrão são  os principais polinizadores das matas brasileiras. Conforme a floresta, entre  30% e 80% das plantas são polinizadas por uma ou mais espécies de abelhas da subfamília Meliponinae. Esta publicação reúne informações a respeito da vida e da criação de abelhas  sem ferrão. Aborda de forma simples o manejo correto para a produção de mel e a formação de novas colônias. O objetivo, em resumo, é  levar aos produtores conhecimento prático para a  criação desses incríveis insetos que, além de essenciais para a manutenção dos ecossistemas, proporcionam produtos de alto valor alimentício e Terapêutico.

    Banana: Recomendações técnicas para o cultivo no litoral norte de Santa Catarina

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    O Projeto Fruticultura Tropical do Litoral Norte de Santa Catarina elaborou este material de consulta com o objetivo de nortear os bananicultores, os técnicos, as instituições de fomento e crédito e o público em geral, descrevendo e caracterizando as etapas e as principais tecnologias envolvidas na produção comercial de bananas nesta importante região produtora do Brasil. Este documento não deve ser considerado como única  fonte de consulta por produtores ou técnicos já iniciados na atividade, mas,  sim, como um guia prático e rápido. Recomendam-se, além deste material, consultas aos agentes de extensão rural de cada município, participação nos cursos profissionalizantes oferecidos pela Epagri, nos dias de campo e outros eventos organizados pelas equipes municipais e associações de produtores, bem como outras publicações oriundas da equipe de pesquisa da Estação Experimental de Itajaí. São todas elas formas de manter-se tecnologicamente atualizado, produzindo bananas de forma sustentável e competitiva.

    Sistema de Planto Direto de Hortaliças (SPDH): O cultivo da Cebola

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    O Sistema de Plantio Direto de Hortaliças (SPDH) se apresenta como uma das formas de transição mais ecológica de produção de hortaliças saudáveis, para a sociedade e o ambiente natural, capaz de gradualmente tornar mais equilibradas as relações presentes neste cenário. Há mais de vinte anos a Epagri iniciou o Sistema de Planto Direto de Hortaliças (SPDH), agregando a pesquisa e a extensão e aprofundado relações técnico-cientfcas com ONG’s, a UFSC/CCA e a UDESC/CAV. Uma parcela dessas insttuições vem desenvolvendo o SPDH mediante Lavouras de Estudo, pesquisa com partcipação da comunidade, cursos, viagens de estudos, encontros de socialização de resultados entreLavoureiros e comunidade, palestras e publicações

    Macieiras protegidas, produção garantida

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    A queda de granizo é um problema que preocupa produtores de maçã do Planalto Sul catarinense, região responsável por 71,1% do total colhido na safra 2014/2015. Atenta a essa situação, a Epagri passou a apoiar os agricultores da região para acessarem políticas públicas que financiam a instalação de telas antigranizo nos pomares. A ação ajuda a evitar prejuízos que poderiam chegar a R$6,3 milhões. A região é caracterizada pela produção de maçãs em pequenos e médios pomares, com participação da agricultura familiar em sua maioria. A atividade representa a base econômica dos municípios de São Joaquim, Bom Jardim da Serra e Urupema e é bastante significativa em Urubici, Bom Retiro e Rio Rufino. O granizo pode trazer sérios prejuízos aos produtores no período de crescimento e maturação dos frutos. A características de clima e relevo do Planalto Sul Catarinense favorecem a ocorrência de temporais com precipitações acompanhadas de granizo nos períodos de transição entre a primavera e o verão. Nos últimos dez anos, com o aumento dos custos de produção e a redução da margem líquida da atividade, os produtores começaram a se preocupar mais com o granizo e a investir em sistemas de cobertura com a finalidade de evitar frustrações de safra e descapitalização dos empreendimentos

    Uso de feromônio sexual no manejo da mariposa-oriental na cultura da macieira em São Joaquim/SC

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    Abstract- The perception of São Joaquim fruit growers to the use of the synthetic sex pheromone for the management of the oriental fruit moth was evaluated through interviews. In the municipality, 85.7% of the interviewees know the technique of mating disruption (MD), however only 68% use the technology. The use of SPLAT® formulations predominates, but only from December, considered late period due to the high population of the pest. About 30% of fruit growers do not use TIA due to the scarcity of skilled labor for distribution of the release and the difficulty of monitoring the effectiveness of the technique. In order to increase MD employment in the municipality, it is essential to publicize the appropriate time to release the liberators, to define a method that reduces investments in labor and to establish a pest monitoring system in the treated areas.Resumo- A percepção dos malicultores de São Joaquim para o emprego do feromônio sexual sintético no manejo da mariposa-oriental foi avaliada por meio de entrevistas. No município, 85,7% dos entrevistados conhecem a técnica da interrupção do acasalamento (TIA), entretanto, somente 68% a utilizam. Predomina o uso das formulações SPLAT®, ocorrendo sua instalação em dezembro, época considerada tardia devido à elevada população da praga. Cerca de 30% dos fruticultores não utilizam a TIA devido à escassez de mão de obra qualificada para distribuição dos liberadores e a dificuldade de monitorar a eficácia da técnica. Para ampliar o emprego da TIA no município é fundamental divulgar a época adequada de instalação dos liberadores, definir um método que reduza o investimento em mão de obra e estabelecer um sistema de monitoramento da praga nas áreas tratadas.

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