Periódicos IBEPES (Instituto Brasileiro de Estudos e Pesquisas Sociais)
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    Técnicas Base para Aquisição de Informação Tridimensional sem Contacto

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    Resumo - As técnicas de aquisição de informação tridimensional (3D) sem contacto são hoje uma ferramenta muito usada para a obtenção da forma 3D de objectos ou cenas. Este artigo descreve, resumidamente, algumas dessas técnicas que têm sido utilizadas na aquisição de informação 3D no domínio de Visão Tridimensional, bem como as vantagens e dificuldades que lhes são apontadas

    A ÉTICA FAZ A DIFERENÇA: FORMAÇÃO X FORMATAÇÃO DE PROFESSORES

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    A GESTÃO DE UNIVERSIDADES SOB A ÓTICA DA TEORIA DOS RECURSOS E CAPACIDADES

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    The literature on administration mostly contains approaches that consider the key to an organization’s success resides in its adaptation to the conditions of the external environment. Thus, according to this focus, strategies must be devised that begin with external factors like the degree of attraction and positioning of the organization within the sector. While this understanding is largely widespread and accepted by the majority of executives and scholars in the area of strategic administration, it has been confronted by the theory of resources and capacities. This theory proposes an alternative vision in which strategies must be devised starting with the ‘stocks’ of internal resources and capacities within the organization, and not starting from an analysis of the external environment. Therefore, this article approaches the foundations of this theory and discusses its application in the University environment, proposing a model for devising strategies starting with the organizational resources and capacities of university institutions.Na literatura administrativa predominam as abordagens que consideram que a chave do êxito das organizações reside na sua adaptação às condições do ambiente externo. Assim, de acordo com este enfoque, as estratégias devem ser formuladas a partir de fatores externos tais como o grau de atratividade e o posicionamento da organização no setor. Embora este entendimento seja largamente difundido e aceito pela maioria dos executivos e estudiosos da área da administração estratégica, ele vem sendo confrontado pela teoria dos recursos e capacidades. Esta teoria propõe uma visão alternativa segundo a qual as estratégias devem ser formuladas a partir do “estoque” de recursos e capacidades internos da organização, e não a partir da análise do meio externo. Assim, este artigo aborda os fundamentos desta teoria e discute sua aplicação no meio universitário, propondo um modelo de formulação de estratégias a partir dos recursos e das capacidades organizacionais das instituições universitárias

    Alianças estratégicas de organizações: o aprendizado institucional na formação de redes

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    The frequent relates of failure in the enterprise association induction are threating the traditional concepts adopted in associative strategies because they usually come from the concept that there’s a technological imperative, even if they don’t clearly report this perception and choice orientation. This study aims to organize a theoretical framework for network model discussion based on the institutional redefinition need. It’s understood institution as relationship structures established as social accordance, with relative permanency and perceptible value and efficacy of its conduct codes, generally expressed formally in legal documents. These institutional orientations foresee autonomy of main actors and free will accordance between them. Working, fundamentally, with trust and institutional economy concepts, it’s stimulated a revision of studies that show successful cases of organization network formation, as suggests the use of failure cases as study object of phenomena understanding in the network formation intensification.Os freqüentes relatos de insucesso na indução de associação de empresas vêm colocando em cheque as premissas tradicionalmente adotadas em estratégias associativas, pois em geral partem da premissa de que o imperativo é tecnológico, mesmo que não denunciem explicitamente esta percepção e orientação da escolha. O presente trabalho busca organizar, desta forma, um quadro teórico de referência para a discussão do modelo de redes baseado na necessidade da redefinição institucional. Entende-se instituição como estruturas de relacionamento estabelecidas por acordo social, com caráter de relativa permanência e identificável pelo valor e eficácia de seus códigos de conduta, em grande medida expressas formalmente em diplomas legais. Prevêem estas orientações institucionais a autonomia dos atores participantes e o acordo livre de vontades. Trabalhando, fundamentalmente, com o conceito de confiança e economia institucional, estimula a revisão dos trabalhos que apresentam casos de sucesso em formação de redes de organizações, bem como sugere o uso dos casos de insucesso como objeto de entendimento do fenômeno de intensificação da formação de redes

    EDUCAÇÃO AMBIENTAL COMO CONTRIBUIÇÃO PARA CONSTRUÇÃO DE VALORES: PRÁTICAS E SABERES DO EDUCADOR EM UMA COMUNIDADE INDÍGENA TERENA.

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    Este artigo originou-se da Dissertação de Mestrado “As Representações sobre Meio Ambiente de alunos da Comunidade Indígena Terena da 3ª Série do Ensino Fundamental do Estado de Mato Grosso do Sul”. Trata-se de um estudo sobre o tema ambiental e de valores culturais como elementos das Representações Sociais, que permeiam a prática da Educação Ambiental na comunidade indígena Terena, sendo o educador o principal mediador neste processo de conhecimento. A expectativa é que este estudo possa representar uma contribuição para os profissionais interessados em desenvolver ações educativas ambientalmente comprometidas com a formação de indivíduos responsáveis, fundamentada nas trocas de experiências culturais, sociais e afetivas. Palavras-chave: Educação Ambiental, Educação Indígena

    APRENDER E DESAPRENDER: UMA APROXIMAÇÃO NECESSÁRIA.

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    Na vida escolar, todo o empenho parece voltar-se a estratégias de acumular conhecimentos. E disso que trata a clássica metáfora bancária de Paulo Freire, a mente humana concebida como algo similar a um computador: dependente de programação e aberta para o armazenamento de múltiplas informações, separadas zelosamente em muitas caixinhas. Contrariando essa velha rota e empenhando-se em superar amarras, a escola poderia assumir a missão de se constituir em ambiente favorável para seus alunos refazerem conceitos, superarem pré-concepções, abrirem-se à experimentação, a comportamentos autônomos e à convivência com níveis crescentes de incerteza. No mundo do conhecimento armazenado, muitas vezes respondemos algumas perguntas de forma imediata, lembrando-nos de lições recebidas, recomendações técnicas ou modelos já vistos. Porem, o desafio e alcançar um patamar de criatividade que se distancia bastante de tudo jvisto, que só e possível quando o nosso pensamento ganha asas e se orienta por uma disciplina interior. Isso e possível quando a arte de conhecer e mais importante que o conhecimento conseguido

    A CONSTRUÇÃO SOCIAL DO CONCEITO DE PLANEJAMENTO: REPRESENTAÇÃO SOCIAL DE UM GRUPO DE ALUNAS DO CURSO DE MAGISTÉRIO

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    Este artigo trata sobre a influência do senso comum na construção do conceito de planejamento. O objetivo deste artigo é discutir esta influência e compreender como um grupo de alunas do curso de magistério apreende saberes vinculados ao planejamento educacional que circula no senso comum. A base metodológica está vinculada ao paradigma qualitativo de investigação nos moldes de pesquisa participante. Os registros analisados foram obtidos através de apontamentos feitos por estas alunas, futuras professoras, a partir de uma discussão, em sala de aula, sobre o que é planejar. A base teórica se relaciona à Teoria das Representações Sociais e aos Estudos sobre Planejamento educacional. Objetiva-se, com isso, compreender a construção das representações sociais de planejamento, através dos processos de objetivação e ancoragem e identificar os diferentes conceitos de planejamento compartilhados na sociedade e no espaço escolar. Há dois aspectos relacionados ao planejamento que são apontados neste artigo. O primeiro é a influência do processo de racionalização das sociedades capitalistas gerando núcleos figurativos em que os saberes sobre planejamento educacional estão atrelados. O segundo enfoque aponta para o planejamento no espaço escolar e a maneira com que as idéias a ele relacionadas são ancoradas pelos sujeitos. Os registros apontam para uma elaboração conceitual de planejamento, ancorada em saberes e práticas de organização e racionalização do trabalho escolar. No espaço escolar estes saberes se objetivam no planejamento das rotinas na escola. É possível notar, através deste estudo, que as alunas formam um campo representacional compartilhado racionalizando os saberes ligados ao planejamento, criando um sentimento de pertencimento em relação ao grupo.  Palavras-chave: Aprendizagem, Representações sociais, Planejamento

    ELABORAÇ Ã O DE UM SISTEMA DE ENSINO PARA SURDOS QUE SISTEMATIZA O ENSINO DA LÍNGUA PORTUGUESA PARTINDO DE UMA PERSPECTIVA COM LIBRAS

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    O presente trabalho tem como propósito desenvolver uma aplicação utilizando o ambiente de programação Delphi 7, juntamente com os critérios ergonô micos de Scapin e Bastien, a fim de auxiliar o ensino da língua portuguesa para pessoas surdas, partindo de uma perspectiva com a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS)

    REESTRUTURAÇÃO PRODUTIVA, ESCOLARIZAÇÃO FABRIL E O PROCESSO HISTÓRICO DE INSERÇÃO DO PEDAGOGO NA FÁBRICA. ESTUDOS DE CASO NA REGIÃO DE CURITIBA.

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    O texto analisa o processo histórico de inserção do pedagogo na empresa no bojo da reestruturação produtiva. Baseia-se em quatro estudos de caso desenvolvidos em empresas industriais da região de Curitiba, nas quais o processo de reestruturação produtiva demandou uma força de trabalho mais escolarizada e com uma qualificação mais ampla. Nesse contexto, numa primeira fase, a atuação do pedagogo na fábrica foi implantar programas supletivos de Ensino Fundamental. Numa segunda fase, criam-se escolas na fábrica, incluindo o Ensino Médio, nas quais o pedagogo atua como articulador do processo pedagógico. A escolarização fabril, no entanto, se revela em nosso estudo como um processo contraditório, confluindo avanços e limites. Finalmente, na terceira fase, o pedagogo consolida-se como profissional da área de RH, direcionado ao trabalho pedagógico do treinamento permanente da empresa, mas novas atividades agregam-se a sua função, que se transforma e amplia a outros campos.  Palavras-chave: Pedagogo na empresa, Escolarização fabril, Reestruturação Produtiva

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