Universidade Luterana do Brasil: Periódicos ULBRA
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    Enfermagem Perioperatória e Cirurgia Segura

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    A segurança do paciente é temática de destaque na área da saúde, constituindo prioridade nas políticas públicas de saúde de vários países, inclusive no Brasil, por meio do Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP). O livro “Enfermagem Perioperatória e Cirurgia Segura” está dividido em dezesseis capítulos com temas que retratam a segurança em cirurgia com foco na assistência de enfermagem, com intuito de proporcionar fundamentos e ações para as medidas de prevenção de eventos adversos evitáveis.No capítulo um as autoras Maria Helena Barbosa, Érica Vieira de Andrade, Raíssa Bianca Luiz e Tassiana Márcia Moreira, descrevem as fases do período perioperatório e fases e importância da SAEP para proporcionar segurança ao paciente cirúrgico, já que o centro cirúrgico (CC) é um setor crítico e complexo dentro da unidade hospitalar e o bom funcionamento deste, é fundamental para alcançar uma assistência de qualidade. Este capítulo ainda traz os pontos chaves para a organização do espaço cirúrgico e ressaltando a importância da cultura de segurança neste espaço de atuação.O capítulo dois de autoria de Elena Bohomol e Eliana Ferreira de Melo traz as principais legislações que norteiam a estruturação dos recursos físicos e humanos de um centro cirúrgico, evidenciando os principais aspectos que impactam o planejamento eficaz deste ambiente, além de apresentar as principais atribuições de cada profissional e a necessidade da utilização de protocolos clínicos para a realização dos serviços neste espaço, como o uso adequado de antibioticoterapia, para prevenção de úlceras por pressão no ato operatório, queda de maca e mesa, entre outros, objetivando a redução de erros evitáveis.O capítulo três de autoria de Maria de Jesus Castro Sousa Harada e Mavilde de Luz Gonçalves Pedreira traz as intervenções organizacionais e operacionais para que a cirurgia ocorra de forma segura, com a execução de procedimentos corretos, nos locais corretos, nos pacientes corretos e no tempo correto. É importante que haja neste espaço cirúrgico protocolos e listas de checagem no planejamento da assistência e recuperação anestésica, para que caso ocorra eventos adversos, a intervenção seja rápida e eficiente.O quarto capítulo de autoria de Jeane Aparecida Gonzalez Bronzatti, refere-se ao preparo do ambiente, dos materiais e dos equipamentos para a promoção de práticas seguras em cirurgia. Este capítulo deixa claro que o gerenciamento eficaz de tecnologias e produtos de assistência, reduz significativamente o número de erros, descrevendo preparar uma sala operatória, realizar o controle de infecção, o que fazer em caso de pacientes com alergia ao látex .De autoria de Ruth Ester Assayag Batista e Denise Miyuki Kusahara, o capítulo cinco deste livro aborda medidas gerais preventivas de Infecção do Sítio Cirúrgico, além de métodos para busca ativa e classificação de infecções recorrentes, profilaxia antimicrobiana e classificação das feridas cirúrgicas conforme o grau de contaminação, que tem por finalidade evitar ou prevenir o desenvolvimento da ISC.No sexto capítulo de autoria Kazuko Uchikawa Graziano, retrata-se os aspectos essenciais que devem ser considerados para que ocorra a segurança na utilização de instrumentos cirúrgicos esterilizados, dentre estes inclui-se a classificação correta de materiais críticos, semicríticos e não críticos e a desinfecção e esterilização adequada desses materiais.O capítulo sete de autoria de Verônica Cecilia Calbo de Medeiros traz aspectos gerais sobre anestesia e recuperação, apresentando os mais frequentes eventos adversos recorrentes no período de RPA juntamente com os cuidados que a enfermagem deve oferecer caso algum ocorra. Um ponto importante nesse capítulo é que ele pode servir como embasamento teórico no planejamento de ações para prevenir complicações decorrentes.O oitavo capítulo de autoria de Eliane Ferreira de Lasaponari e Giovana Abrahão de Araújo Moriya, aborda métodos que devem ser utilizados para a prevenção de lesões perioperatórias, entre estes, saber identificar fatores de risco para lesão de pele e utilizar a SAEP como meio de por em práticas intervenções viáveis e resolutivas.O capítulo nove de autoria de Cristina Maria Galvão e Vanessa de Brito Poveda traz a ideia de hipotermia no período perioperatório, método de prevenção, implicações e intervenções efetivas para o cuidado do paciente cirúrgico, como identificar e analisar os fatores de risco para planejar ações efetivas no cuidado e ainda discorre os meios para aquecer e/ou manter a temperatura do paciente.Os pacientes das faixas etária neonatal e pediátrica apresentam fatores de risco diferentes dos demais, o que requer o conhecimento das especificidades no cuidado em situação cirúrgica. Sendo assim, o décimo capítulo de autoria de Carolina Jacomini do Carmo, Maria Paula de Oliveira Pires e Ariane Ferreira Machado Avelar aborda estas especificidades, os fatores de risco e estratégias para a promoção do cuidado seguro para essa faixa etária.O capítulo onze de autoria de Rita Catalina Aquino Caregnato e Isabel Cristina Daudt, fala sobre o processo evolutivo cultural na área da saúde sobre segurança e boa práticas na assistência de enfermagem no período perioperatório, e em todo o capítulo demonstra como reconhecer e implementar práticas seguras para o cuidado de enfermagem do paciente adulto, minimizando os riscos de IRAS.De autoria de Isabel Yovana Quispe Mendonza e Eliane da Silva Grazziano, o capítulo doze é específico para retratar a ideia de promoção de práticas seguras no cuidado perioperatório do idoso, população esta que segundo estatísticas em 2050 serão 30% da população total brasileira. Descreve também os principais eventos adversos que acontecem em centro cirúrgico, os fatores que devem ser considerados antes durante e após a cirurgia.O capítulo treze de autoria de Eliane da Silva Grazziano traz aspectos gerais sobre saúde ocupacional em centro cirúrgico, saúde do profissional trabalhador que reflete na segurança do paciente, abordando as doenças relacionadas ao trabalho e os fatores de risco no ambiente cirúrgico e ainda apresenta sugestões para solucionar os problemas encontrados. Já o capítulo quatorze de autoria de Cristiane Rapparini discorre sobre risco ocupacional biológico em CC, como adotar medidas de conduta e prevenção em situações de risco de exposição a materiais biológicos e em caso de acidentes com perfuro cortantes e identificar as normas e leis que regem o trabalho seguro.O capítulo quinze de autoria de Julia Yaeko Kawagoe aborda a ideia de lavagem adequada das mãos como método mais eficaz para prevenção de incidência de ISC relacionadas a assistência de saúde, trazendo recomendações para a higienização e antissepsia cirúrgica das mãos pelos profissionais.O autor Dirceu Carrara do capítulo dezesseis traz aspectos gerais para higiene adequada e segura do ambiente cirúrgico antes e após procedimentos invasivos para o controle de IRAS, descrevendo os tipos de limpeza e técnicas para desinfecção e descontaminação

    FISIOTERAPIA NO OSTEOSSARCOMA: UMA REVISÃO NARRATIVA

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    Introdução: O osteossarcoma é um tumor agressivo e de crescimento rápido, que normalmente acomete uma população de crianças, adolescentes e adultos jovens, com tratamento multidisciplinar que inclui quimioterapia, cirurgia e fisioterapia. Frente as dificuldades em enfrentar um diagnóstico de câncer, a fisioterapia vem contribuir para que os indivíduos portadores de osteossarcoma tenham melhora na qualidade de vida e em sua funcionalidade retornando assim a seus níveis de produtividade anteriores ao tratamento. Objetivo: Rever informações sobre o osteossarcoma, conhecer melhor as técnicas fisioterapêuticas aplicadas a oncologia e salientar a importância do profissional na área. Metodologia: Revisão de literatura narrativa realizada no período de março de 2018 a julho de 2019. Foi realizada busca literária nas bases de dados: PubMed, Scielo, Science Direct. Durante a busca, as palavras-chaves utilizadas foram: fisioterapia, osteossarcoma e reabilitação. Conclusão: Logo, pode-se concluir com este trabalho que a reabilitação fisioterapêutica, em conjunto com suas técnicas de tratamento é de grande valor, promovendo melhor condição de vida a esses pacientes

    A meta 19 do Plano Nacional de Educação (2014-2024) como síntese de concepções díspares de gestão escolar

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    O trabalho em tela discute as determinações contidas no Plano Nacional de Educação (2014-2024), em especial, àquelas voltadas para a gestão democrática. Valendo-se de pesquisa bibliográfica e documental, questiona em que medida decretar a gestão democrática da educação induzirá novas práticas? A análise empreendida do PNE (2014-2024) indica a permanência de problemas presentes na LDB/1996, tais como: não estender a gestão democrática para as escolas privadas e para o Ensino Superior. Ao vincular a gestão democrática à concepção de meritocracia reforça uma perspectiva de participação sob o viés do controle e da responsabilização das escolas em torno dos resultados, em detrimento de uma participação popular na formulação das políticas

    Regionalidade e identidade em Um romancista apresenta sua terra, de Erico Verissimo

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    Este artigo analisa a produção não-literária “Um romancista apresenta sua terra” – ensaio publicado originalmente em Rio Grande do Sul: terra e povo, pela Editora Globo, em 1964 – de autoria de Erico Verissimo. Tendo por base a definição de autores como Pozenato (2003), Cuche (2002), Woodward (2000), Oliven (2006) e outros, o objetivo consiste em verificar em que medida se encontram presentes, na fala de Verissimo, elementos que dizem respeito à região, à regionalidade e à identidade regional, discutindo o modo como o autor os dimensiona em seu texto

    Juventude e participação: PEE/RJ como efeito da prática da política democrática

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    Este artigo analisa o efeito da participação da juventude no Plano Estadual de Educação do Rio de Janeiro (RJ), em fase de construção. Consideramos que o movimento de ocupação no estado, ocorrido em 2016, atuou como cenário do exercício da democracia, na construção de demandas da juventude para a escola, reestruturando a pauta e a agenda política educacional do RJ, naquele período. Com autores que trazem para a cena democrática a prática da política e os jovens, indagamos sobre a tradução destas demandas no texto da política através do ciclo de políticas, como opção metodológica. Consideramos que o protagonismo juvenil que assumiu relevo no movimento ficou à margem no texto da minuta do plano

    Apresentação

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    Uma reflexão acerca da atuação do docente da escola pública na inserção digital

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    Compartilhamos um estudo realizado numa escola municipal que foi contemplada com laptops advindos do projeto UCA. O quadro teórico foi baseado em conceitos da biologia do conhecer, o corpus de estudo foi constituído por meio de um grupo focal com professores e analisado num processo inspirado na análise textual discursiva. Os resultados indicam que os professores estão se apropriando da nova materialidade possibilitada pela tecnologia digital e reorganizando sua atuação. Essa reorganização surge como resultado de acoplamento com os recursos digitais, com seus colegas e alunos, num processo de experimentação e discussão, onde o papel centralizador do professor está cedendo lugar a uma atuação em parceria com seus alunos

    Diferenças da qualidade de vida entre mulheres com alto e habitual risco gestacional

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    O estudo verificou a diferença entre a qualidade de vida (QV) entre gestantes de alto risco (GAR) e gestantes de risco habitual (GRH). Participaram 46 gestantes, a idade média foi 28,2±5,7 anos, 45,7% tinham gravidez de alto risco. Nos grupos GRH vs. GRA (88,8% vs. 57,1%) eram casadas, (52,0% vs. 33,3%). Maior parte das gestantes (84,8%) alegaram terem feito uso de métodos contraceptivos antes da gestação atual, sendo a pílula a mais utilizada (69,6%). A maioria do escores dos domínios de qualidade de vida não apresentaram diferença entre os grupos, tendo as GRH maiores escores absolutos em todos os domínios. Porém, no domínio físico observou-se diferença estatisticamente significante entre os escores médios de ambos os grupos. Contudo, houve diferença da qualidade de vida entre o grupo das gestantes de alto risco e risco habitual, sendo necessária a realização de mais investigações a fim de prevenir riscos adicionais a população

    Mathboard: An Intelligent Object for use in Educational Activities

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     This article presents the development of an educational game, which uses the concepts of board games and internet of things with the purpose of helping children in the learning process. The tool will allow integration between Students and Teachers, which the parties will use for the process of continuous learning, providing information to the teacher about student progress, thus enabling the same to help the student through the administration panel. Problems involving numerical expressions developed by Mathematics teachers were used to validate the proposed game

    Learning Situation for the Trigonometric Fourier Series from a Socio-epistemological Stand Point

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    This article aims at showing a didactic proposal that favours the signification of the Trigonometric Fourier Series through a learning situation, based on the Socio-epistemological Theory of Mathematics Education, on research where this knowledge has been problematized. The Fourier Trigonometric Series is a complex topic for learning at a higher level, where the process is usually mechanised without fully understanding its operation and characteristics. We want to verify that with activities that support the relationship between algebra and geometry, making use of GeoGebra —dynamic geometry software— as a control variable, the series and its convergence can be signified using a physical-geometric context

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