Universidade Catolica de Pernambuco: Portal de Periódicos da UNICAP
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EXPEDIENTE / MASTHEAD
Editor-GerenteProf. Dr. Newton Darwin de Andrade Cabral, PPG-CR UNICAPE-mails: [email protected] / [email protected] ADMINISTRAÇÃO SUPERIOR DA UNICAPPresidente/ChancelerPe. João Renato Eidt, S.J.Provincial dos Jesuítas do Brasil ReitorProf. Dr. Pe. Pedro Rubens Ferreira Oliveira, S.J.Telefone: 2119-4110E-mail: [email protected] Pró-reitorias Pró-reitora de Pesquisa e Pós-graduaçãoProfª Drª Valdenice José RaimundoTelefone: 2119-4088E-mail: [email protected]ó-reitor de Graduação e ExtensãoProf. Dr. Degislando Nóbrega de LimaTelefone: 2119-4055E-mail: [email protected]ó-reitor ComunitárioProf. Dr. Pe. Lúcio Flávio Ribeiro CirneTelefone: 2119-4146E-mail: [email protected]ó-reitor AdministrativoProf. Msc. Márcio Waked de Moraes RêgoTelefone: 2119-4142E-mail: [email protected] de GabineteProf. Rodrigo PellegrinoTelefone: 2119-4037Email: [email protected] do Programa de Pós-graduação em Ciências da Religião da UNICAPProfª Drª Zuleica Dantas Pereira CamposTelefone: 2119-4022Email: [email protected] Editor coordenador do Portal de Periódicos da Universidade Católica de PernambucoMsc. Mariano Vicente da Silva FilhoTelefone: 2119-4026E-mail: [email protected]
A árvore da vida no Apocalipse: manutenção de uma nova vida
A imagem da árvore da vida desperta curiosidade pelo poder atrelado a ela na tradição bíblica. No Apocalipse canônico, a imagem é mobilizada propositadamente em um texto repleto de simbolismos e referências mais ou menos discretas a textos do Primeiro Testamento. Primeiramente, o presente estudo considera o imaginário da árvore da vida (disponível no século I d.C.) em ambiente judaico, o qual é inaugurado pela presença do espécime no Gênesis e, posteriormente, reforçado e tornado mais complexo por suas aparições em diferentes textos do arquivo judaico. Em seguida, tendo em mente o discutido anteriormente, são abordados organizadamente os quatro trechos do Apocalipse em que figura a árvore da vida. Conclui-se, por meio dessa pesquisa bibliográfica em fontes antigas primárias e em fontes secundárias, que a árvore da vida aparece no Apocalipse com o objetivo de assegurar ao ouvinte a doação e manutenção da vida mediante Cristo. Isso se destaca pela concepção comum da interdição do acesso a essa mesma árvore a partir do relato de Gênesis, a qual é evocada em outros textos considerados ao longo do estudo.A imagem da árvore da vida desperta curiosidade pelo poder atrelado a ela na tradição bíblica. No Apocalipse canônico, a imagem é mobilizada propositadamente em um texto repleto de simbolismos e referências mais ou menos discretas a textos do Primeiro Testamento. Primeiramente, o presente estudo considera o imaginário da árvore da vida (disponível no século I d.C.) em ambiente judaico, o qual é inaugurado pela presença do espécime no Gênesis e, posteriormente, reforçado e tornado mais complexo por suas aparições em diferentes textos do arquivo judaico. Em seguida, tendo em mente o discutido anteriormente, são abordados organizadamente os quatro trechos do Apocalipse em que figura a árvore da vida. Conclui-se, por meio dessa pesquisa bibliográfica em fontes antigas primárias e em fontes secundárias, que a árvore da vida aparece no Apocalipse com o objetivo de assegurar ao ouvinte a doação e manutenção da vida mediante Cristo. Isso se destaca pela concepção comum da interdição do acesso a essa mesma árvore a partir do relato de Gênesis, a qual é evocada em outros textos considerados ao longo do estudo
Uma Ideia de Universidade para a UNICAP
A Universidade Católica de Pernambuco tem, no seu próprio título, a definição de seus objetivos, que são a razão de ser de sua existência. Entender ser uma Universidade verdadeira; onde a inspiração Cristã esteja presente como sua alma; e pretender realizar os valores de cultura universal através da inserção e vivência na realidade regional nordestina. Dessa forma, a qualificação Católica, que nossa universidade ostenta bem no centro de sua apelação, é significativa: não alude apenas a um laço institucional ou histórico, mas atesta a inspiração que orienta sua própria concepção de Universidade enquanto Universidade, e que a impele, por uma motivação específica, à encarnação ou enculturação no contexto social do Nordeste
UN SINODO SU DUE RUOTE: TESTIMONIANZA SU DON VINCENZO SAVIO, SEGRETARIO DEL 34° SINODO FIORENTINO, IL PRIMO DOPO IL CONCILIO VATICANO II
L’autore, cha ha potuto utilizzare documentazione inedita per la redazione di questo articolo, presenta l’opera di don Vincenzo Savio (1944-2004) in qualità di segretario del Sinodo (1987-1992) dell’Arcidiocesi di Firenze, mostrando come le sue decisioni seppero definire e indirizzare i lavori del Sinodo, ben oltre la prima fase della quale don Savio fu uno degli assoluti protagonisti
O governo das armas: a administração dos terços auxiliares e ordenanças na Capitania de Pernambuco e a organização militar da Comarca de Alagoas (c. 1729-c. 1759)
O presente artigo visa a analisar a estrutura do sistema defensivo vivenciada na Comarca de Alagoas na Capitania de Pernambuco, a partir de Instruções Régias destinadas aos corpos de ordenanças e auxiliares no período entre os governos dos monarcas D. João V e D. José I (1729-1759). Além disso, objetiva-se compreender as formas de promoção social, e as possibilidades de mobilidade entre essas duas organizações distintas. Ademais, buscaremosentender nesta investigação como as alterações recomendadas pelas autoridades régias foramexecutadas pelos governadores e capitães-generais da capitania de Pernambuco. Para tanto, foram analisados manuscritos provenientes do Arquivo Público Estadual Jordão Emerenciano e do Arquivo Histórico Ultramarino
O norte colonial: fontes e abordagens recentes para a história das capitanias do norte
O norte colonial: fontes e abordagens recentes para a história das capitanias do nort
Uma circunscrição judicial no Norte do Estado do Brasil. Juristas e juízes desenhando jurisdições (1654-1755)
A multiplicidade de atos de magistrados registrados nos mundos americanos vem atraindo o olhar da historiografia brasileira já há algum tempo, porém sob um prisma diferente da discussão contida neste artigo. Enquanto a historiografia brasileira se pauta pelas ações de juízes, entendendo o exercício jurisdicional como um limite para as múltiplas tarefas que a eles foram oferecidas ou por eles alargadas. Neste artigo, colocamos em cena os juristas etrazemos para a reflexão a ideia de que o desenho de circunscrições judiciais, de caráter administrativo, não separava magistrados de suas funções judiciais, porém materializava um pensar alargado sobre o exercício efetivo da justiça. Sobretudo porque tais funções resultaram também da interpretação do exercício jurisdicional descritopelos juristas para o mundo ibérico nos séculos XVII e XVIII. Entendemos que, naquele contexto de questionamentos sobre a extensão da soberania régia para além dos limites territoriais do reino, as contestações externas à monarquia portuguesa requisitaram a presença de letrados para “definir” alguns instrumentais nos domínios coloniais. Em especial, a criação de novas unidades administrativas e judiciais. Para caracterizar umfenômeno deste tipo, partimos de uma compreensão sobre o exercício jurisdicional que indicia a formação de uma nova composição formada pelas ouvidorias das Capitaniasdo Norte como um núcleo no qual as ações dos magistrados produziram o desenho de uma circunscrição judicial nos moldes daquelas que havia no reino à época
A Vida Lógica: Entre a Fenomenologia e a Lógica de G. W. F. Hegel
O objetivo do presente texto é analisar o tratamento que a ideia de vida recebe em duas grandes obras de G. W. F. Hegel, a Fenomenologia do Espírito (1807) e a Ciência da Lógica (1816), bem como discutir suas respectivas acepções, fenomenológico e lógico-ontológico. Desta forma, pretende-se demonstrar a coerência no sistema hegeliano referente a tal noção, como a ideia de vida se articula em diferentes contextos de aparecimento e em que sentido existe uma primazia da ideia lógica de vida em relação às demais acepções do termo, encaminhando uma compreensão da vida lógica como um dos conceitos cruciais para que o sistema de Hegel seja apreendido como um todo orgânico
O Futuro de Hegel e o Método Dialético: Homenagem aos 250 anos de Nascimento de Hegel
Ao comemorar-se 250 anos de nascimento de Hegel (1770 – 2020) emergem muitas perguntas sobre o seu legado filosófico. Uma questão incontornável é sobre o futuro de Hegel na filosofia e nas ciências. Uma primeira constatação é que o real já contém em si a ideia do bem realizada, o que não significa que o conceito do bem já esteja efetivado plenamente. Em outras palavras, isso significa que as figurações e as determinações lógicas estruturam a realidade em sua totalidade, o conceito e o tempo são coextensivos e sempre abertos para novas figurações e novas determinações históricas. Por isso, o futuro de Hegel é seu método dialético que está posto no coração da lógica e do real como o pulsar da contradição que move tudo e todos. Enfim, explicitamos de modo sistemático os momentos e o movimento do método tal como ele é explicado por Hegel na Ideia Absoluta. O futuro de Hegel já está presente na história da filosofia e no diálogo interdisciplinar como contradição a transformar todo o real para a verdade de seu conceito