Publicações do Centro de Humanidades - UFCG (Universidade Federal de Campina Grande)
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    Los escritores de literatura tenemos que llegar a las aulas - Maria Rosa Lojo

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    María Rosa Lojo nació en Buenos Aires en 1954, hija de españoles. Actualmente es una de las escritoras más reconocidas en el campo de la ficción histórica. También es profesora de la Universidad de Salvador e investigadora del Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas (CONICET). Lojo escribió novelas, cuentos, poemas, microficciones y ensayos, mostrando su versatilidad. Algunos de sus libros fueron traducidos para otros idiomas (inglés, italiano, francés, tailandés y gallego) y parte de su obra fue incluida en numerosas antologías. Durante su trayectoria, la escritora recibió más de veinte galardones y homenajes. Entre sus premiaciones, sobresalen la Medalla de la Hispanidad (2009), la Medalla del Bicentenario de la ciudad de Buenos Aires (2010) y el Gran Premio de Honor SADE (2018). Además, es importante señalar que este año su última novela, Solo queda saltar (2018), ganó el Premio Destacados de la Asociación de Literatura Infantil y Juvenil de Argentina (ALIJA). Al través de esta breve presentación, invitamos a los lectores a conocer algunas de sus ideas en esta entrevista y, principalmente, a leer sus libros. Además, agradecemos a María Rosa Lojo por su amable colaboración con la Revista Leia Escola.

    O QUE DIZEM GRADUANDOS EM PEDAGOGIA SOBRE SUAS PRÁTICAS DE LEITURA: O OLHAR DOS LETRAMENTOS ACADÊMICOS

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    Neste artigo, apresenta-se um estudo de caso sobre práticas de leitura acadêmica. Objetiva-se examinar como estudantes do curso de Pedagogia, de uma universidade federal brasileira, descrevem e analisam suas experiências com a leitura de textos acadêmicos, resgatadas, retrospectivamente, em entrevistas semi-estruturadas. Fundamentada na perspectiva dos Letramentos Acadêmicos (LEA; STREET, 1998), a partir de uma abordagem qualitativa (BOGDAN; BIKLEN, 1994), a análise mostra estranhamentos e dúvidas dos estudantes quanto aos modos pelos quais a leitura acontece na universidade. As dificuldades em significar as práticas de leitura acadêmica podem estar vinculadas a uma prática institucional do mistério (LILLIS, 1999) e ao modelo de letramento autônomo (STREET, 1984)

    INSTAGRAMÁTICA: CARTOGRAFIA DO TEXTO VIRTUAL & POÉTICA DA LEITURA EM TEMPO REAL

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    Neste ensaio, duas advertências: primeira, a irreverência da forma da escrita, roubada de Deleuze; segunda, devo referir que, em minhas observações, excluo os Infotextos, esses textos infindáveis e infindos, graças aos links que remetem a textos e mais textos, numa leitura potencialmente infinita e que compõem o conteúdo da Wikipedia, essa “concretização virtual” da Grande Biblioteca de Alexandria

    A (SUPOSTA) FALTA DE LEITURA DOS CAMPINENSES: UM DISCURSO NADA NOVO

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    No presente artigo, pretendemos desenvolver uma reflexão sobre a existência ou não de leitores na cidade de Campina Grande-PB. Para discutir razoavelmente este tema, é essencial pensarmos sobre questões como: quem lê? O que lê? Como lê? E onde lê? O caminho escolhido para contribuirmos com as discussões em torno do tema foi o de relacionar essas perguntas a um espaço público de leitura, que existe na cidade de Campina Grande-PB desde 1938: a sua Biblioteca Púbica Municipal.Mas, dentro desse terreno movediço que são as práticas de leitura, especialmente aquelas realizadas em bibliotecas, pretendemos fazer um recorte que nos levará à Campina Grande dos anos 1950 e ao que se dizia nos jornais sobre o assunto. Mais especificamente, retomaremos textos que circularam nos jornais O Momento (setembro/1950), Jornal Formação (outubro/1951 e outubro/1953), O Globo (julho/1952 e agosto/1952), Jornal do Estudante (agosto/1953), e que se dedicaram a discutir se e o que se lia na cidade, sobretudo em sua Biblioteca Pública Municipal. Serão analisados ao todo 06 (seis) textos, com o objetivo de verificar que concepções de leitura e leitores estavam subjacentes a eles, ao mencionarem as práticas desenvolvidas naquele espaço

    RELAÇÕES ENTRE TECNOLOGIAS DIGITAIS E LIVRO DIDÁTICO NO ENSINO DE ESPANHOL: PROMOVENDO O LETRAMENTO DIGITAL

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    Considerando o contexto de ensino de Espanhol como Língua Estrangeira (ELE) nas escolas públicas, realizamos uma investigação exploratória para flagrar as relações entre as tecnologias digitais e o livro didático utilizado no Ensino Médio. Elucidamos as tecnologias digitais pressupostas ou ancoradas nas atividades propostas em um livro didático do guia de livros didáticos do Ensino Médio do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) do ano de 2018. Além disso, salientamos as potencialidades para a promoção do letramento digital dos alunos. A análise dos dados revelou que 13,4% das atividades são ancoradas no computador ou no celular conectado à internet e promovem, em tese, 8 tipos de letramento digital, a saber: letramento em pesquisa, letramento em informação, letramento em filtragem, letramento intercultural, letramento em hipertexto, letramento impresso online, letramento em rede, letramento pessoal

    ENTRE A IMAGINAÇÃO E A MEMÓRIA

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    Em seu texto, Lau Siqueira recupera um importante momento histórico na cena da produção literária pessoense, marcado pela realização do Clube do Conto da Paraíba. Segundo ele, o livro de Maria Valéria nasce das discussões e trocas empreendidas no âmbito das reuniões desse Clube, que contava com a participação de importantes nomes da literatura local. Embora o título escolhido tenha sido Histórias nada sérias, Lau Siqueira demonstra, com precisão e também com o lirismo que lhe é tão característico, a seriedade com a qual a autora empreende a sua escrita, neste caso específico permeada também pela seriedade que sustentava as apreciações e trocas possibilitadas pelas reuniões entre os autores do referido Clube do Conto

    ME LLAMO RIGOBERTA MENCHÚ Y ASÍ ME NACIÓ LA CONCIENCIA E EXCLUSÃO SOCIAL: A LÍNGUA ESPANHOLA COMO DISPOSITIVO DE PODER

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    Neste artigo, investigamos, por meio da obra Me llamo Rigoberta Menchú y así me nació la conciencia, de Elizabeth Burgos, publicada em 1985, a atuação da língua espanhola como dispositivo de poder que conduz à exclusão social das comunidades indígenas na Guatemala. O referencial teórico baliza-se no contexto sócio-histórico guatemalteco, no que se refere à herança linguístico-colonial do país, apoiado em Böckler (2001), Böckler e Herbert (2002), Castillo, Paz e Quemé (2005), e Prenafeta (2014), em diálogo com os conceitos de dispositivo e relações de poder (FOUCAULT, 2012; MACHADO, 2012). Os resultados apontam para a língua espanhola como um dispositivo de poder que define quem está incluído/excluído socialmente, contribuindo, assim, para que muitas comunidades indígenas se situem à margem da sociedade guatemalteca

    ADAPTAÇÃO DE CONTO DE FADAS PARA O CINEMA E A FORMAÇÃO DO LEITOR: UMA ESTRATÉGIA DE LEITURA DE A BELA ADORMECIDA E MALEFICENT

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    Os contos de fadas marcaram fortemente a infância de muitas crianças. Nos dias atuais, algumas adaptações dessas histórias apresentam uma nova roupagem para tais narrativas. Este artigo tem por objetivo discutir o conto de fadas A bela adormecida e o filme Maleficent e apresentar uma estratégia de leitura de ambas as narrativas para a formação de leitores na Educação Básica. Para tal, buscamos auxílio teórico em Diana e Mário Corso (2005, 2014), Wolfgang Iser (1999), Bruno Bettelheim (1980), Peter Hunt (2010) e Jorge Larossa (2003). Este estudo evidenciou que o desenvolvimento de ações metodológicas de leitura que possibilitam o trabalho com histórias clássicas e suas adaptações contemporâneas como o conto A Bela Adormecida e Maleficent se faz relevante para auxiliar os sujeitos na compreensão de si e do mundo e, principalmente, a partir disso, tornarem-se cidadãos críticos

    A ATIVIDADE TEATRAL COMO INSTRUMENTO PARA A APRENDIZAGEM DO PLE NO DEPARTAMENTO DE INTERPRETAÇÃO E TRADUÇÃO DA UNIVERSIDADE DE BOLONHA, SEDE DE FORLÌ: O RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA

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    O teatro ensina a conhecer ansiedades e a geri-las num ambiente protegido, onde subir para um palco ajuda a proteger-se de receios, e a construir uma personalidade mais ampla. A atividade teatral é formativa e é um instrumento de crescimento para todas as idades, e durante todas as fases da vida. O laboratório teatral universitário em Forlì, que teve início há vinte e seis anos, é uma experiência extraordinária assim como é um ótimo intrumento didático. Mas pode-se ensinar uma língua estrangeira através duma atividade teatral? E o teatro musical pode servir para ensinar e aprender uma "outra" língua? Está reconhecido que o laboratório teatral é útil para ensinar não só a literatura ou a dramaturgia, como também a didática das línguas estrangeiras onde estudantes podem experimentar a eficiência de várias técnicas de simulação e dramatização. Há anos que o teatro é o fulcro de uma atividade e um instrumento didático mais do que uma forma de arte por si só. Ensinar através do teatro faz parte de um contexto didático, e deixou de ser só uma escolha de um professor cheio de iniciativa e criatividade

    A ELABORAÇÃO DE MATERIAIS DIDÁTICOS PARA O ENSINO DE ESPANHOL COMO LÍNGUA ESTRANGEIRA NA PERSPECTIVA DOS MULTILETRAMENTOS

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    O objetivo do presente artigo é discutir e compartilhar alguns resultados na elaboração de propostas didáticas para o ensino de espanhol/LE, com base na abordagem dos multiletramentos (ROJO e MOURA, 2012). Os dados utilizados para análise e discussão aqui propostos são provenientes de uma experiência em um curso de língua espanhola do Centro de Línguas e Desenvolvimento de Professores (CLDP), um projeto de extensão colaborativo entre os departamentos de Educação e Letras Modernas da FCL UNESP de Assis. Para o desenvolvimento deste estudo, utilizaremos a metodologia qualitativa, de caráter interpretativista, nos moldes explicitados por Lüdke e André (1986), quando afirmam que neste tipo de pesquisa há ênfase no processo, preocupação em se retratar a perspectiva dos participantes, além de o ambiente natural constituir a fonte direta dos dados. Entre os objetivos previstos para, está o de instaurar contextos (com as propostas didáticas) que promovam a reflexão crítica e a ampliação de uma consciência social por meio da língua e literatura, conforme pontuam as OCEM (2006), para o ensino de línguas estrangeiras. Para o planejamento, a organização, a apresentação e o compartilhamento das propostas produzidas, é utilizado como referência o modelo de aprendizagem das “sequências didáticas” (DOLZ, NOVERRAZ e SCHNEUWLY, 2004, p.96), que se organiza em torno dos seguintes procedimentos: a) definição da situação de comunicação; b) produção escrita inicial; c) módulos de ensino; d) produção final

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