Portal de Periódicos UEPA (Universidade do Estado do Pará)
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    A UTILIZAÇÃO DO ARDUINO COMO ESTRATÉGIA DE ENSINO PARA ACADÊMICOS DE LICENCIATURA EM FÍSICA DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ

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    A tecnologia está disponível aos educadores para tornar suas aulas mais dinâmicas e interativas, promovendo um aprendizado mais significativo para seu alunado. Entretanto, diversos fatores contribuem para que suas práticas se tornem pouco atraentes e efetivas. Isso, em muitos casos, é resultado da falta ou do pouco uso de estratégias metodológicas e/ou recursos pedagógicos que integrem as teorias curriculares de sala de aula e a prática laboratorial com as tecnologias de informação e comunicação. Nesse sentido, esta proposta discute as contribuições para o processo de ensino-aprendizagem de um curso de formação em manuseio e aplicação de Arduino UNO a acadêmicos do curso de Licenciatura em Física da Universidade do Estado do Pará. A pesquisa tem cunho qualiquantitativo, baseada em uma pesquisa exploratória com levantamento de dados adquiridos em pesquisa de campo, fundamentado em materiais bibliográficos e documentais. Para tanto, a coleta de dados utiliza questionários semiestruturados com perguntas abertas e fechadas em momentos inicial e final da pesquisa, e o instrumento de análise conta com análise de conteúdo de Bardin. A metodologia possibilita correlacionar conceitos teóricos de Arduino em práticas laboratoriais com viés tecnológico, verdadeiramente estimulantes aos estudantes de Física. Então, as discussões proveram aprofundamentos em áreas afins, como tecnologia de informação e comunicação, num panorama propício a compreender sua relevância social e econômica. Em vista disto, o uso do Arduino atua como um recurso pedagógico facilitador no processo de ensino-aprendizagem, entrelaçando diversos conhecimentos científicos ao ensino de Física

    VALORACIÓN, COMO INDICADORES ÁCIDO-BASE, DE EXTRACTOS NATURALES DE FLORES DE BOUGAINVILLEA GLABRA, COSMOS BIPINNATUS, PSITTACANTHUS CALYCULATUS Y CASCARA Y FRUTO DE OPUNTIA FICUS, DE SAN MIGUEL EL ALTO, JALISCO

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    En esta investigación se valoró la capacidad, para actuar como indicador ácido-base, de extractos naturales de flores de bugambilia (Bougainvillea glabra), mirasol (Cosmos bipinnatus), muérdago (Psittacanthus calyculatus), así como cáscara y fruto de tuna (Opuntia ficus) del municipio de San Miguel el Alto, Jalisco. Para ello se obtuvieron extractos hidroalcohólicos de cada especie mencionada y, posteriormente, se agregaron de 4 a 5 gotas en soluciones que van desde pH 0 hasta pH 13. Las coloraciones presentadas por los extractos son, en el caso del mirasol, rosado (pH de 0 a 3), incoloro (pH de 4 a 6), amarillo paja (pH de 7 a 8) y amarillo olivo (pH de 9 a 13). El muérdago blanco lechoso (pH de 0 a 1), incoloro (pH de 2 a 11), amarillo paja (pH= 12) y amarillo lechoso (pH=13). Para el caso de la cáscara y fruto de tuna, los resultados fueron incoloro en pH 0, rosados en pH de 1 a 9 y amarillo de 10 a 13. Por último, la flor de bugambilia, presentó tonalidad incolora desde pH 0 a 8 y amarillo de pH 9 a 13. Los resultados ofrecen alternativas amigables con la salud del estudiantado y profesorado de los laboratorios de enseñanza-aprendizaje, así como con el medio ambiente. Además, al presentar distintas coloraciones, es posible lograr mayor especificidad en el rango de pH, de las soluciones analizadas, que con algunos indicadores ácido-base comerciales sintéticos o que en el caso de los papeles tornasol empleados en dichos laboratorios, que solo manifiestan dos cambios de color. Asimismo, la metodología utilizada durante la investigación puede ser incorporada como una práctica de laboratorio dentro del programa educativo de las unidades de aprendizaje de química, para fortalecer los saberes teóricos con los prácticos y procedimentales en los contenidos temáticos de acidez y basicidad, para construir aprendizaje significativo.En esta investigación se valoró la capacidad, para actuar como indicador ácido-base, de extractos naturales de flores de bugambilia (Bougainvillea glabra), mirasol (Cosmos bipinnatus), muérdago (Psittacanthus calyculatus), así como cáscara y fruto de tuna (Opuntia ficus) del municipio de San Miguel el Alto, Jalisco. Para ello se obtuvieron extractos hidroalcohólicos de cada especie mencionada y, posteriormente, se agregaron de 4 a 5 gotas en soluciones que van desde pH 0 hasta pH 13. Las coloraciones presentadas por los extractos son, en el caso del mirasol, rosado (pH de 0 a 3), incoloro (pH de 4 a 6), amarillo paja (pH de 7 a 8) y amarillo olivo (pH de 9 a 13). El muérdago blanco lechoso (pH de 0 a 1), incoloro (pH de 2 a 11), amarillo paja (pH= 12) y amarillo lechoso (pH=13). Para el caso de la cáscara y fruto de tuna, los resultados fueron incoloro en pH 0, rosados en pH de 1 a 9 y amarillo de 10 a 13. Por último, la flor de bugambilia, presentó tonalidad incolora desde pH 0 a 8 y amarillo de pH 9 a 13. Los resultados ofrecen alternativas amigables con la salud del estudiantado y profesorado de los laboratorios de enseñanza-aprendizaje, así como con el medio ambiente. Además, al presentar distintas coloraciones, es posible lograr mayor especificidad en el rango de pH, de las soluciones analizadas, que con algunos indicadores ácido-base comerciales sintéticos o que en el caso de los papeles tornasol empleados en dichos laboratorios, que solo manifiestan dos cambios de color. Asimismo, la metodología utilizada durante la investigación puede ser incorporada como una práctica de laboratorio dentro del programa educativo de las unidades de aprendizaje de química, para fortalecer los saberes teóricos con los prácticos y procedimentales en los contenidos temáticos de acidez y basicidad, para construir aprendizaje significativo

    Batalhas Pelas Memórias: Migrantes nordestinos na cidade de São Paulo no inicio do século XXI

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    O objetivo deste trabalho é apresentar um conjunto de aproximações e considerações sobre a vida de nordestinos que chegaram a São Paulo nas duas primeiras décadas do século XXI. A questão central do artigo, resultado de uma pesquisa de pós-doutorado realizado junto à PUC-SP (2018), é se estes nordestinos foram para o sul do país mais qualificados, a partir das políticas estatais construídas a partir de 2002 e como se enquadram nas novas configurações de cidade grande, marcada pelo estranhamento, preconceito e xenofobismo. A metodologia utilizada foi a recolha de um questionário aplicado somente com migrantes chegados entre 2002 e 2018, atentando para as visões construídas por eles sobre a cidade grande, tentando detectar os elementos de inclusão e exclusão

    Era a Matinta? Aproximações entre uma personagem do teatro de rua e a mitopoética amazônica

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    Este trabalho propõe um paralelo entre a personagem Era, do espetáculo Rosa dos Ventos, encenado pelo grupo de teatro de rua Perifeéricos e a figura mitopoética da Matinta, comum nas narrativas da Região Amazônica. Buscam-se aproximações entre as formas estéticas e poéticas de ambas as personagens, considerando tanto o imaginário mítico amazônico quanto as propostas de indução e intervenção cênica durante as apresentações realizadas na cidade de Belém/PA

    Afrocentrismo Amazônida? comentários teóricos a partir do cruzo

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    O presente debate ensaia reflexões sobre uma visada afrocentrada desde as experiências amazônidas do que seja ser negro/a. Crítica a visões essencialistas, biologicistas e eurocêntricas, a proposta é provocar desconfortos reflexivos sobre os cruzos que produzem as possibilidades de agência de pessoas negras amazônidas. Pensar essas negritudes faz parte do projeto político antirracista que, orientado por uma visada contracolonial (SANTOS, 2015) e exusíaca (RUFINO, 2019), tensiona uma agenda de estudos sobre raça que paute o protagonismo de sujeitos afrodescendentes em territórios duramente violentados pelo processo colonial

    O TURISMO DE BASE COMUNITÁRIA E DESENVOLVIMENTO LOCAL EM UNIDADES DE CONSERVAÇÃO BRASILEIRAS

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    O desenvolvimento local é o processo de mudança social, que busca a compatibilização entre o crescimento econômico e a conservação ambiental, a qualidade de vida e a equidade social. A prática do turismo sustentável se utiliza dos patrimônios natural e cultural, com o intuito de incentivar suas conservações, estimulando o surgimento de experiências, que promovam o desenvolvimento local. As Unidades de Conservação, desde as suas primeiras concepções, têm, por objetivo, o uso público focado nas práticas do turismo, do lazer e da recreação, utilizando-as como ferramentas de monitoramento e de proteção da biodiversidade de tais áreas. Nesse sentido, o Turismo de Base Comunitária (TBC) é uma modalidade de gestão do turismo, que visa ao protagonismo comunitário, em todos os processos de organização, de elaboração e de execução da atividade turística, além de conservar ao máximo os recursos ambientais, a cultura e o bem-estar das populações locais. A experiência vivida implanta uma consciência ambiental em seus praticantes, além de trocas de saberes entre comunitários e turistas. Assim, este estudo objetiva realizar uma análise do desenvolvimento local e da aplicabilidade das práticas do TBC no turismo sustentável, considerando seu emprego em Unidades de Conservação

    O Canto do Lavrador e a conquista da terra na Amazônia Tocantina (1970-1980)

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     Os planos que os governos militares traçaram para a Amazônia, não incluíam as populações tradicionais, os povos originários e muito menos a floresta em pé. Os conflitos agrários foram intensificados no período em que as forças armadas estiveram no poder (1964-1985). No vale do Tocantins, denominação usada pelos governos militares para designar o Médio e o Baixo Tocantins, as disputas foram intensas. Os trabalhadores rurais do baixo Tocantins (mulheres, homens e crianças), se opuseram ao governo e aos latifundiários que queriam expulsa-los das terras, e por isso lutaram por seu lar, matas, rios, igarapés e enfim por seu sagrado. Construíram as suas leis, para demonstrar que a lei do Estado não os representava. No entanto, dentro desse cenário de enfrentamento produziram, suas poesias, cânticos e encenações vivenciaram sua cultura de homens e mulheres das matas, cantaram suas dores e forjaram-se enquanto classe

    Cultura e intelectualidade na Belém nos meados do século XX: uma breve leitura a partir do Suplemento Literário d' O Estado do Pará

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    O presente texto tem como objetivo compreender parte da produção cultural e intelectual que constituiu o cenário da cidade de Belém do Pará, na primeira metade da década de 1950. Para tal empreitada, utilizaremos os Suplementos Literários do jornal O Estado do Pará que circulou por esta cidade na referida década, atuando como ponto de encontro de intelectuais da terra, poetas, jornalistas, escritores, dentre outros (permanentes, colaboradores ou correspondentes), sendo alguns deles ligados à Academia Paraense de Letras. Buscamos observar a dinâmica cultural de Belém a partir de um cenário que envolveu uma proposta de modernização e desenvolvimento para a Amazônia, dentro de suas particularidades.

    Gení: trajetória como mestre de boi-bumbá no município de Moju

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    Fruto de pesquisa interdisciplinar, apresentada ao curso de licenciatura em Língua Portuguesa, o artigo objetiva descrever a trajetória do senhor Germano Santos- Mestre Gení, especialista em cultura popular mojuense que coordena o grupo folclórico Boi-Bumbá Caprichoso, na cidade de Moju/Pa, marco da tradição local. Para tanto, tomamos por base as perspectivas teóricas de Loureiro (2015), Cavalcanti (2000, 2006), Câmara Cascudo (2006) entre outros. Os aportes metodológicos utilizados foram da pesquisa bibliográfica, atrelada a de campo, de cunho analítico descritiva. Viabilizada por meio de entrevista semiestruturada e observação participativa. Os resultados apontam para o fato de que o Bumba-meu-boi, criado a partir de uma brincadeira de rua, difundida a partir de uma lenda, tornou-se um grande espetáculo na região, reavivando laços da memória e da histórica local. Porém, essa tradição vem perdendo forças por conta da grande dificuldade financeira pela qual o grupo vem passando. &nbsp

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