Portal de Periódicos UEPA (Universidade do Estado do Pará)
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    EDUCAÇÃO E DEPENDÊNCIA QUÍMICA: O FORTALECIMENTO DAS RELAÇÕES DE AFETIVIDADE NA ESCOLA COMO PROPOSTA DE PREVENÇÃO AO USO DE DROGAS

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    Vários indicadores mostram que o consumo de drogas tem atingido formas e proporções preocupantes no decorrer deste século, sobretudo nas últimas décadas. As consequências do uso abusivo de substâncias psicoativas são percebidas nas várias interfaces da vida social, ou seja, na família, na escola, no trabalho, na saúde, no trânsito, no aumento da criminalidade. Este artigo pretende abordar o papel do desenvolvimento da afetividade na escola como forma de construção de medidas preventivas a adesão de crianças e adolescentes ao uso das drogas, através da ação dos professores dentro das salas de aula. Não é atividade fácil afastar uma pessoa do uso de drogas psicoativas, logo a prevenção é a melhor forma de evitar a dependência química. Por entender que a fragilidade dos vínculos familiares é uma das condições que levam o jovem ao uso abusivo das drogas, e pela escola ser uma das instituições que acompanham o indivíduo ao longo de seu crescimento e desenvolvimento, pode-se apontar este ambiente como tendo um papel importante no estabelecimento de medidas capazes de resgatar muitos jovens, antes que estes iniciem no mundo das drogas. Fez-se um percurso necessário para a compreensão do espaço que as drogas ocupam na vida do ser humano ao longo dos tempos, assim como a compreensão do que é a dependência química e seu complexo reflexo na vida dos seres humanos. A vulnerabilidade aditiva foi abordada por ser uma patologia comum atualmente, que também pode levar a dependência química.  Esta pesquisa foi bibliográfica, baseada em artigos, livros e revistas com publicações que variaram de 1969 a 2015. Acredita-se, efetivamente, que se pode alterar o curso da história de muitos jovens, através da formação de vínculos entre os jovens, entre jovens e professores e entre os jovens e seus familiares. Há que não se concentrar apenas em conteúdos programáticos, todavia, atentar para a formação de laços humanos, capazes de alterar o rumo da vida de muitas crianças e adolescentes, que estão em situação de risco e, frequentam o ambiente escolar. Sendo a educação e a atuação do professor, verdadeiros instrumentos de transformação dos seres humanos.   Palavras-chaves:  afetividade na escola. dependência química. Educação. patologia aditiva. uso e abuso de drogas. &nbsp

    O ENSINO DOS FUTUROS PROFISSIONAIS DA GEOGRAFIA NO PROGRAMA FORMA PARÁ E OS DESAFIOS, PERSPECTIVAS E IMPASSES NA IMPLEMENTAÇÃO DO PROGRAMA

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    This research is justified through our observations as students of the full licentiate degree course in Geography, member of the Forma Pará program of the State University of Pará - UEPA, in pole in the municipality of Salinópolis-PA. Some problems in relation to the implementation and functioning of the course has been very worrying us a lot in terms of formation of future professionals in the area of Geography trough the Forma Pará program. What are the impasses in the implementation and execution of the program? Will the structural support available for the realization of the program be enough for the teachers to present a desirable performance? And finally, what are the students’ expectations regarding graduation?Essa pesquisa se justifica através de nossas observações como alunos do curso de licenciatura plena em Geografia, integrante do programa Forma Pará da Universidade do Estado do Pará – UEPA, em polo no município de Salinópolis-PA. Algumas problemáticas em relação a implementação e funcionamento do curso vem nos preocupando bastante no sentido da formação dos futuros profissionais da área da Geografia pelo programa Forma Pará. Quais os impasses na implementação e execução do programa? Será o suporte estrutural disponível para a efetivação do programa o suficiente para que os docentes apresentem um desempenho desejável? E por fim, quais as expectativas dos discentes quanto a graduação

    O ENSINO-APRENDIZAGEM DE CARTOGRAFIA NOS ANOS FINAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

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    A representação da superfície terrestre, bem como dos processos, fenômenos e objetos que ocorrem na superfície da terra está intrínseco à Cartografia, por ser uma ferramenta para análise e compreensão dos processos sociais e naturais. É imprescindível que o ensino e aprendizagem de Geografia nas escolas utilize a Cartografia para que alunos possam ler e representar o espaço em que vivem, em diferentes escalas. Nessa premissa, objetivou-se saber a qualidade do ensino de Cartografia por alunos do ensino fundamental maior. O presente estudo lançou mão de questionários e aula expositiva-participativa, bem como metodologias ativas de intervenção escolar no âmbito da disciplina Geografia, tendo como método de análise dos dados qualitativos uma escala de mensuração de tipo Likert para avaliação de desempenho dos alunos do 9º ano da educação básica municipal do município de Igarapé-Açu, da Escola Municipal de Ensino Fundamental Professora Odete Barbosa Marvão. No que se refere às análises dos questionários pré-intervenção notou-se que 65% das respostas foram Não Satisfatórias, e após a intervenção mais de 50% de respostas foram avaliadas como Muito Satisfatórias e 20% de respostas Satisfatórias. Portanto, a aplicação de metodologias ativas que envolvem a intervenção escolar por meio da aplicação de métodos alternativos e intensivos que utilizam recursos didáticos e paradidáticos são efetivos e significativos no processo de ensino-aprendizagem dos conteúdos geográficos, especialmente nas séries finais do ensino fundamental

    OPÇÕES DE ACESSIBILIDADE DO EAD DESENVOLVIDO PELA SEDUC-PA PARA SURDOS DURANTE A PANDEMIA DA COVID-19

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    Objetivou-se com este artigo verificar as opções de acessibilidade que foram usadas no Ensino a Distância (EaD) desenvolvido pela Secretaria da Educação do Pará (Seduc-PA) para surdos na pandemia da covid-19. A Metodologia utilizada foi a pesquisa bibliográfica e documental, com abordagem qualitativas, e análise de vídeoaulas produzidas pela Seduc-PA e de notícias publicadas por esta de março a outubro de 2020. As análises foram realizadas utilizando-se as seguintes referências: Terceiro e Fontana (2015), Swanwick et al. (2020), Kritzer e Smith (2020),Zwan et al. (2016), Werneck e Carvalho (2020), Shimazaki, Menegassi e Fellini (2021) e Baroni e Lazzari (2020). Verificou-se que a Seduc-PA forneceu intérpretes de Língua Brasileira de Sinais (Libras) durante as videoaulas, entretanto, estas não tinham legendagem própria, além dessas aulas não serem disponibilizadas em um Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), prejudicando assim a capacidade interacional entre os próprios discentes surdos e os ouvintes, e estes com seus docentes. Além disso, a Seduc-PA forneceu chips de internet para a mitigação dos efeitos da pandemia na aprendizagem dos surdos, porém, essa medida apenas contemplou os estudantes (ouvintes e surdos) matriculados no 3º ano do ensino médio, deixando muitos surdos de outros níveis educativos de fora. Concluiu-se que a Seduc-PA forneceu algumas opções de acessibilidade, porém, poderiam existir mais, e essas ações poderiam ser melhores segundo as referências utilizadas, tornando o processo educativo mais inclusivo

    DISCUSSÕES SOBRE A ADOLESCÊNCIA ENTRE OS PRIMEIROS ESTUDIOSOS DA TEMÁTICA

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    Esse artigo tece breves discussões históricas acerca da adolescência a partir dos primeiros estudiosos que se debruçaram na temática, dando ênfase ao processo de construção desse fenômeno nas sociedades ocidentais enquanto uma fase transitória entre a infância e a idade adulta, ao mesmo tempo em que se expõem visões de outras culturas, como o Nepal e índios Apaches da América do Norte. Trata-se de uma revisão bibliográfica de caráter descritivo-exploratório sobre o tema, tendo como base de análise, categorias que expressam elementos biopsicossociais e os estudiosos que se debruçaram a respeito da temática em questão. Conclui-se, portanto, que as discussões sobre os fenômenos adolescentes são fontes importantes para entender os desdobramentos conceituais dessa fase do desenvolvimento humano ao decorrer dos tempos e refletir acerca das implicações biopsicossociais de tais

    O potencial visual dos sinais na comunicação: a poesia visual e a escrita logográfica marajoara: Kusiwa – ta’anga – do abstrato ao icônico

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    O livro “Lendas, Crenças e Talismãs dos Índios do Amazonas”, do artista pernambucano Vicente do Rego Monteiro (1899-1970)[1], que traz estudo comparativo composto por grafismos marajoaras, mexicanos, chineses e egípcios, inspirou esta pesquisa. Analisando as relações verbo-visuais nas escritas logográficas, apontou-se elementos de proximidade entre a escrita indígena marajoara, hieroglífica egípcia e pictogramas da sinalização urbana. No presente artigo, elabora-se análise semiótica da interação verbo-visual na construção de sinais gráficos e na poesia visual, estudados enquanto ícones, índices ou símbolos, em busca de relações que deem conta de três tipos de escritas: pictográficas (visuais, que representam objetos); ideográficas (com elementos verbo-visuais, representando por associação de ideias) e fonéticas (verbais, por abstração)

    BREVE ENSAIO SOBRE IDENTIDADE E DIFERENÇA NA PÓS-MODERNIDADE

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    O manuscrito traz reflexões sobre identidade e diferença, recorte de um tema de pesquisa ainda em desenvolvimento, o qual se propõe investigar sobre “identidade, representação e educação para as relações étnico-raciais: perspectivas de professores de Educação Física do município de Altamira, sudoeste do Pará”. objetiva discuti acerca de identidade e diferença no contexto da pós-modernidade, subsidiado a partir das leituras de principais aportes teóricos: Identidade em questão (HALL, 2001) e Identidade e diferença: uma introdução teórica e conceitual (WOODWARD, 2014), a condição pós-moderna (LOYTARD, 2009);  visto que tais análises podem contribuir para provocar aspectos inerentes a (re)construção da identidade marcada pela diferença em contextos interculturais, a partir de práticas pedagógicas desenvolvidas por professores de Educação Física na escola. Conclui que a identidade vem sendo ressignificada a partir das relações sociais, das interações entre as pessoas, das mudanças econômicas provenientes do capitalismo, das formas de representar, dar significado ao outro e dos novos contornos culturais provocadas pelas modificações nos modos de ser do sujeito. Por isso, destacou com base nos autores analisados, que a identidade nã           o é fixa e sim marcada pela diferença

    BREVE HISTÓRICO DO MUNICÍPIO DE PAJEÚ DAS FLORES - PE: A MÃE DOS SERTÕES

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    Para além de mãe do Pajeú, Flores é a mãe dos sertões. Esse território foi nomeado como Pajeú de Flores por Domingos Afonso Sertão, fidalgo português, ainda no século XVII. Os registros históricos acerca deste contexto ainda apontam a importância que Flores exerceu nos sertões de Pernambuco, Bahia, Paraíba, Ceará, Piauí e Maranhão como terra de passagens de boiadas com destino às cidades de Olinda e Salvador, assim como a origem de tribos indígenas. Tendo em vista esses fatos, este artigo objetiva fazer um relato de forma abreviada da história do município de Flores, no sertão de Pernambuco, trazendo informações desde a colonização no final do século XVI até os dias atuais; e considerando fatores históricos, geográficos, geopolíticos, econômicos, sociais e culturais deste primeiro território pajeusense a formar a bacia hidrográfica do rio Pajeú, afluente do São Francisco. O texto é amparado criticamente no método histórico e em dados bibliográficos, como artigos, dissertações e teses capturadas nas plataformas da SciELO e Google Acadêmico, além de outras produções documentais do IBGE e registros históricos de cunho físico que abordam o tem

    Dalcídio Jurandir Poeta, Crítico de Arte

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    O artigo destacou determinados momentos na vida de Dalcídio Jurandir, que revelam o poeta e o crítico de Arte que foi na primeira metade do século XX. Para isso, percorreu-se documentos pessoais, interpretações de escritores/pesquisadores, produções do próprio escritor que revelam essa fração em sua trajetória. Com resultado desse movimento, compreendeu-se que o Poeta e o Crítico de Arte foram exercícios necessários os quais, além de atenderem as exigências de sua época, colaboraram para a formação do romancista notável que a Literatura Brasileira de Expressão Amazônica ganhou

    Educação e outras Linguagens: tessituras da vida

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    A alma jamais pensa sem imaginação. Enquanto dança, canta, recita um poema ou conta uma velha história, o homem encontra uma maneira eficaz de aprender e ensinar. Dramatiza a existência em jogos singulares de troca de afetos e tráfego de conhecimentos. O educar nutre-se da vida, “não é uma questão de escola ou de currículo, mas de épocas e culturas” (CASTRO; FAGUNDES; FERRAZ, 2014). Assim, celebrando os 21 anos do Grupo Griot (UEPA) e em conexão com outras Linguagens, em especial as artes, a revista Sentidos da Cultura quer neste número, tão logo, reconhecida a educação em si como gerenciadora de pluralidades, abrir espaço para autores que, de modo sensível, tragam em seus textos a diversidade de diálogos entre o fazer artístico e o ato educativo. Desse modo, neste volume os textos apresentam a educação em distintas experiências: com a literatura, o cinema, a performance do narrar histórias, a poesia visual e o letramento vivido em corpos nas encantarias amazônidas

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