Publicações Online Editora UNIASSELVI (Associação Educacional Leonardo da Vinci)
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O ENSINO DE HISTÓRIA NO SÉCULO XXI: DESAFIOS E POSSIBILIDADES DO DOCENTE BRASILEIRO NA SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO
Nesse presente paper, serão abordadas alternativas que possam colaborar com a prática do docente de História brasileiro no século XXI, conhecido por ser o século da sociedade da informação, no qual há um excesso de conteúdos disponíveis, transformações sociais extremamente velozes, além de um progresso tecnológico nunca antes visto, consequente de 3 séculos de revoluções industriais. Para tal realização, foi feito um levantamento bibliográfico, utilizando-se de livros e artigos de periódicos que abordam conceitos que trabalham a postura mais adequada para um professor do século XXI, além de também analisar quais políticas educacionais têm sido criadas voltadas para os anseios sociais e econômicos da contemporaneidade brasileira, e, uma pesquisa envolvendo a utilização da tecnologia e a IA na prática docente dentro e fora da sala de aula foi realizada, avaliando seus prós e contras. Por fim, uma síntese dos conteúdos trabalhados foi realizada, propondo uma análise a respeito das produções acadêmicas voltadas para tal tema e suas intencionalidades para o ensino de História
Psicomotricidade Aplicada à Inclusão de Crianças com Transtorno do Espectro Autista no Ambiente Escolar
A psicomotricidade aplicada à inclusão de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) no ambiente escolar constitui eixo fundamental para compreender como o corpo em movimento contribui para o desenvolvimento global e para a participação efetiva desses estudantes. Este estudo analisa a relevância dessa abordagem no contexto educacional, destacando a relação entre os aspectos motores, cognitivos, afetivos e sociais que compõem o processo de aprendizagem. A pesquisa, de caráter qualitativo, descritivo e bibliográfico, investiga referenciais teóricos que abordam a psicomotricidade, o neurodesenvolvimento e as necessidades específicas de crianças com TEA, buscando identificar como intervenções psicomotoras podem favorecer a autonomia, a comunicação e a interação social. A partir da análise dos autores revisados, observa-se que crianças com TEA apresentam desafios relacionados à coordenação motora fina e global, equilíbrio, percepção espacial e controle postural, fatores que influenciam diretamente o desempenho escolar. As práticas psicomotoras surgem como recurso capaz de estimular essas funções e fortalecer competências essenciais para o processo educativo. Os resultados evidenciam que a psicomotricidade promove avanços no desenvolvimento motor e cognitivo, melhora as relações interpessoais, amplia a capacidade de expressão e contribui para a construção de vínculos afetivos significativos no contexto escolar. Conclui-se que essa abordagem representa ferramenta indispensável para a inclusão, pois favorece a participação plena da criança com TEA ao proporcionar experiências corporais que potencializam a aprendizagem e o envolvimento social. A atuação do professor de Educação Física revela-se essencial para integrar a psicomotricidade ao planejamento pedagógico, ampliando oportunidades de desenvolvimento integral e consolidando práticas educativas mais sensíveis, humanas e verdadeiramente inclusivas
Atividade Física para Pessoas com Surdocegueira:: Mediações Comunicativas Táteis e Hápticas no Contexto da Educação Física Adaptada
A surdocegueira configura uma condição específica que demanda sistemas comunicativos próprios, sobretudo táteis e hápticos, para participação efetiva no contexto da Educação Física Adaptada. Esta revisão de literatura, com recorte cronológico de 2010 a 2024 e inclusão excepcional de Vygotsky apenas como base teórica, analisou produções técnico-pedagógicas que reconhecem o tato como linguagem e o corpo como mediador da orientação espacial, ritmo e execução motora. Os resultados demonstram que a mediação tátil não deve ser compreendida como adaptação isolada, mas como método estruturante de aprendizagem e de vivência do movimento. Neste trabalho na seção de Resultados e Discussão, aprestamos três quadros onde o Quadro 1 – Síntese Interpretativa apresenta a articulação entre linguagem tátil, propriocepção e ação motora. O Quadro 2 – Protocolos Táteis e Hápticos de Comunicação para a Prática Corporal reúne códigos táteis que substituem instruções visuais e auditivas na organização do deslocamento, do ritmo e do ajuste postural. O Quadro 3 – Atividades Físicas Adaptadas com Mediações Táteis e Hápticas dispõe de exemplos aplicáveis à prática docente, contemplando condução guiada, texturas, sinalização rítmica e materiais táteis de referência. Conclui-se que a comunicação tátil, quando adotada de forma estruturada e contínua na Educação Física Adaptada, favorece a participação motora, a compreensão do espaço e a permanência ativa da pessoa com surdocegueira nas experiências corporais propostas
Inclusão E Extensão Universitária:: Interfaces Formativas E Compromisso Social Da Educação Superior
A extensão universitária, regulamentada pela Resolução CNE/CES nº 7/2018 e reforçada pela Meta 12.7 do Plano Nacional de Educação (Lei nº 13.005/2014), consolidou-se como dimensão formativa essencial da Educação Superior, articulando-se de maneira indissociável ao ensino e à pesquisa. No contexto contemporâneo, a extensão assume papel estratégico no fortalecimento da inclusão, sustentada pelos princípios da Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015), que assegura condições equânimes de participação, acessibilidade e permanência no ambiente acadêmico. O presente estudo analisou documentos legais e referenciais teóricos sobre inclusão e extensão, evidenciando que a universidade, ao compreender a diversidade como eixo estruturante, amplia sua função social e rompe com práticas assistencialistas, reconhecendo sujeitos historicamente marginalizados como cocriadores do conhecimento. Os resultados demonstram que, embora a normatização tenha avançado na direção de uma universidade mais democrática, desafios persistem, especialmente no que se refere à formação docente, financiamento, acessibilidade comunicacional e acompanhamento sistemático dos projetos extensionistas. Conclui-se, portanto, que a extensão inclusiva representa não apenas exigência legal, mas compromisso ético e político da instituição formadora, reafirmando sua responsabilidade social e seu papel transformador na democratização do conhecimento
O Juízo de Garantias como Defesa ao Sistema Acusatório e a Imparcialidade do Magistrado nos Processos Criminais
O juízo de garantias emerge como uma ferramenta crucial na proteção e fortalecimento do sistema acusatório e na garantia da imparcialidade dos magistrados nos processos criminais. Esse mecanismo implica na divisão de funções entre diferentesautoridades judiciárias, onde um juiz é responsável pela fase de investigação e outro pela fase de julgamento. Essa separação tem como objetivo principal evitar a contaminação do julgamento por influências externas e garantir um processo justo e equilibrado. Ao implementar o juízo de garantias, o sistema judicial estabelece uma clara demarcação entre as etapas de investigaçãoe julgamento, mitigando assim o risco de parcialidade por parte do magistrado, que muitas vezes é responsável por tomar decisões em ambas as fases do processo. Essa separação promove a imparcialidade do julgamento, pois o juiz responsável pela instrução do caso não é o mesmo que irá decidir sobre a condenação ou absolvição do acusado. Além disso, o juízode garantias reforça os princípios fundamentais do devido processo legal e da presunção de inocência, ao garantir que o acusado tenha um julgamento justo e equitativo. O presente artigo foi elaborado através do método dedutivo, com base na literatura e em casos jurídicos, tendo como objetivo analisar os impactos da introdução do juízo de garantias no sistema de justiçacriminal e sua eficácia na proteção dos direitos fundamentais do acusado, na distribuição equitativa do ônus probatório e na preservação da imparcialidade do magistrado, com foco na promoção da justiça e na redução da arbitrariedade
NOVOS PARADIGMAS PEDAGÓGICOS: : UMA ANÁLISE DO LIVRO DIDÁTICO “APRENDER JUNTOS – LÍNGUA PORTUGUESA – 1º ANO” E SUA RELAÇÃO COM A EDUCAÇÃO MAKER
A Educação Maker é uma área que tem ganhado destaque como uma abordagem pedagógica inovadora, promovendo a aprendizagem ativa e desenvolvendo habilidades essenciais. O presente trabalho, apresenta a análise da obra didática “Aprender Juntos – Língua Portuguesa – 1º ano”, da Editora SM, utilizada nos anos iniciais do Ensino Fundamental. O objetivo do estudo foi verificar se a obra está alinhada às diretrizes a BNCC (Base Nacional Comum Curricular) e se contempla práticas da Educação Maker, com base no roteiro proposto pela disciplina Prática Pedagógica: Educação Maker. A análise foi realizada a partir de observações diretas da obra, fundamentação teórica e estudo da proposta pedagógica. A obra mostrou-se adequada à faixa etária e aos objetivos da etapa de alfabetização, apresentando conteúdos relevantes, linguagem acessível, atividades diversificadas e recursos gráficos atrativos. Ainda que nem todas as práticas estejam ligadas explicitamente à cultura maker, o livro possibilita ações pedagógicas inovadoras a partir da mediação docente
Divergências Tecnológicas no Ensino Público e no Ensino Privado
O presente artigo visa refletir sobre as divergências tecnológicas no ensino público e privado; durante a pandemia e após a mesma, o uso das tecnologias na educação tornou-se mais presente na prática de ensino e aprendizagem das instituições, no entanto, a forma como é desenvolvida nessas duas categorias, não ocorre de maneira homogênea. Nota-se um grande potencial nas duas categorias de ensino, ainda que a estrutura e forma de acesso aos recursos tecnológicos se diferenciem, é possível melhorar as práticas pedagógicas das instituições que possuem mais necessidades e ajustar aquelas que já dispõemde ferramentas tecnológicas, porém ainda não sabem adequá-las à medida para que os alunos tornem-se protagonistas de seu processo de ensino e aprendizagem.
Palavras-Chave: 1.Divergências tecnológicas, 2.Ensino público, 3.Ensino privado, 4.Tecnologia naeducação, 5.Ensino e Aprendizagem
O Ensino de Matemática e o Uso de Vídeos na Educação Básica
A presente pesquisa, desenvolvida no âmbito do Programa de bolsas de Iniciação Científica UNIEDU, durante o semestre 2023/2, teve como objetivo caracterizar os tipos de vídeos utilizados no ensino de Matemática nos Anos Finais do Ensino Fundamental. A metodologia utilizada foi a pesquisa bibliográfica, realizada por meio do Portal de Periódicos da Capes, com recorte temporal para os últimos 10 anos (2013-2023), no qual foram selecionados quatro artigos. Após a leitura integral, foi apresentada a síntese dos principais apontamentos realizados pelos autores acerca do tema. Em relação aos tipos de vídeos utilizados pelos professores de Matemática, os autores mencionaram: videoaulas elaboradas pelos professores acerca do conteúdo; videoaulas elaboradas por outros professores e disponíveis virtualmente; vídeos criados pelos estudantes a partir do estudo dos conteúdos; e videoaulas geradas a partir do software GeoGebra. De modo geral, os artigos indicam que o uso de vídeos educativos para o ensino de Matemática nos Anos Finais do Ensino Fundamental pode ser um diferencial que contribui positivamente no processo de Ensino e Aprendizagem, destacando a necessária preparação e organização por parte dos docentes e dos estudantes
O Uso das TIC no Ensino e Aprendizagem da Matemática
Vivenciamos momentos tomados por transformações profundas e aceleradas. Essas modificações ocorrem devido às Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC), as quais ganham destaque, especialmente na educação, em todos os níveis de ensino. Diante dessa realidade, o objetivo dessa investigação é analisar a importância do uso das Tecnologias da Informação e Comunicação no ensino e aprendizagem da Matemática, destacando a relevância do uso pedagógico e didático das tecnologias no cotidiano escolar, incentivando o planejamento, a formação e a preparação contínua dos docentes para que a utilização dessas ferramentas em sala se torne favorável e facilite o processo de aprendizagem. A metodologia utilizada para a realização deste estudo foi a pesquisa bibliográfica, baseada em autores clássicos e da atualidade, de modo a entender o conceito e a importância que essas tecnologias proporcionam. As TIC são ferramentas importantes para a resolução de problemas e, consequentemente, para garantir um ensino mais motivador. Esta pesquisa contribui efetivamente para a prática em sala de aula, assegurando uma formação matemática sólida e abrangente