Escola Superior de Teologia, São Leopoldo: Periódicos da Faculdades EST
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    Editorial

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    Apresentação

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    Apresentaçã

    Podem ser considerados protestantes os batistas?

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    As the 500th anniversary of the Protestant Reformation is celebrated, this article will argue that it is impossible to prove historically the origins of Baptists in a way that is dissociated from the thinking and assumptions of the Reformation. The main theories about the origins of Baptists will be presented, namely: the strict organic successionism theory; the Anabaptist kinship theory; the theory of spiritual sucessionism and the British separatist theory. Based on historical arguments, which may be verifiable, the article proposes that Baptists, as designated by this distinctive name, are bound up with the Reformation movement in light of important doctrines of the Reformation, such as justification by faith, authority of Scripture, and Universal priesthood of believers clearly stated in Baptist theology.Neste momento em que são comemorados os 500 anos da Reforma Protestante, o presente artigo argumentará sobre a impossibilidade de se comprovar historicamente as origens dos batistas de forma dissociada do pensamento e dos pressupostos da Reforma. Para tanto serão apresentadas as principais teorias sobre as origens dos batistas, a saber: a teoria sucessionista orgânica estrita; a teoria do parentesco anabatista; a teoria do sucessionismo espiritual e a teoria separatista britânica. Apoiado nos argumentos históricos que podem ser verificáveis, o artigo propõe que os batistas, enquanto designados por esse nome distintivo, estão vinculados ao movimento da Reforma em função de importantes doutrinas da Reforma, como a justificação pela fé, a autoridade da Escritura e o sacerdócio universal dos crentes, afirmadas claramente na teologia batista

    EDITORIAL

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    BENDICIÓN

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    EDITORIAL

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    PRÁTICAS COMUNICATIVAS NOS TEMPOS DO ANTIGO TESTAMENTO: ILUMINANDO NOVAS (PROPOSTAS) HOMILÉTICAS

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    Os textos bíblicos descrevem múltiplas práticas comunicativas desempenhadas para impactar a audiência original. Neste artigo, exploramos tais práticas observando a relação entre a comunicação e o “local de culto”, os “oficiais de culto” e os “cultuantes”. Num primeiro momento, analisamos o pessoal encarregado pela fala pública no Antigo Israel, a saber, profetas, sacerdotes e escribas, percebendo nuances das três vertentes de proclamação israelitas. Na sequência, tentamos extrapolar a tipologia de locais de culto do Ferro I/II de Rüdiger Schmitt, associando-a com possíveis textos bíblicos e práticas rituais e retóricas (i.e., de pregação) que possam ter sido utilizadas nesses diversos ambientes. Acreditamos que a percepção da vasta gama de formas de expressão dos tempos do Antigo Testamento possa inspirar práticas na esteira do movimento da Nova Homilética

    O RITO SOBRE A SAÍDA DO FILHO DA CASA DOS PAIS, PARA SUA PRÓPRIA CASA

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    Encontros Nacionais de Ministras da IECLB como Espaços Vitais de Sororidade

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    Ministras da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB) são ordenadas há trinta e cinco anos e, ao longo dessa caminhada, têm se encontrado. Os encontros de ministras acontecem em âmbito nacional e sinodal, com o apoio da estrutura da IECLB. São encontros com temas específicos que proporcionam às ministras (pastoras, diáconas, catequistas, missionárias, diaconisas) uma aproximação com vivência de experiências próprias e partilhas de temas afins. Neste sentido, é importante olhar para esses encontros como espaços formadores de sororidade. A partir daí, mulheres ordenadas são fortalecidas e empoderadas para a vida e o exercício do ministério. Apresentar e valorizar a experiência dos encontros nacionais de ministras e a sororidade neles vivenciados é o objetivo deste artigo

    Auta Rosa de Amarante: Desafios e contribuições para a teologia feminista e para a teologia feminista negra

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    O presente artigo busca dar visibilidade à história de vida de Auta Rosa, personagem da religiosidade popular da cidade de Amarante e apresentá-la como figura de devoção para compreender como tornou-se parte das manifestações de religiosidade popular. As informações foram coletadas através do registro de relatos da história oral em visitas realizadas na cidade de Amarante. Além disso, são apresentadas informações de fontes bibliográficas, as quais são escassas e contraditórias. O relato sobre Auta Rosa vai sendo costurado com a experiência de vida da autora de sua mãe e, por fim, estabelece relações com a discussão em torno da teologia feminista e da teologia feminista negra

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