Escola Superior de Teologia, São Leopoldo: Periódicos da Faculdades EST
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    IDENTIDADE, NEGRITUDE E HERMENÊUTICA: PETER T. NASH E A TEOLOGIA NEGRA NO BRASIL

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    IDENTIDADE, NEGRITUDE E HERMENÊUTICA:  PETER T. NASH E A TEOLOGIA NEGRA NO BRASI

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    O MARTÍRIO NA CONCEPÇÃO DE EUSÉBIO DE CESARÉIA

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    O presente texto trata de alguns conflitos característicos da interface ciência-religião motivados pelo desenvolvimento científico em campos como as ciências do universo, da Terra e da vida, bem como pela insistência por parte de certos cristãos no sentido de ver o livro de Gênesis como uma fonte da qual possam ser extraídos conhecimentos acerca da verdadeira natureza física do mundo, conhecimentos estes alternativos àqueles característicos da ciência contemporânea e que podem estar expressos no referido texto de forma simples e clara (como defendem os adeptos do chamado criacionismo científico) ou de forma figurada em maior ou menor grau (como na teoria do dia-era e na teoria gap). Tal insistência parece ser devida a uma falha no sentido de ver o Gênesis como um escrito antigo, destinado a, ao contrário da ciência moderna que é uma perspectiva naturalista em sua essência, se contrapor a noções de outros povos acerca do divino e de seu relacionamento com o mundo, mesmo que com o uso de ideias quase que completamente obsoletas sobre a natureza física do universo

    Editorial

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    VINTE E CINCO ANOS DE identidade!: A TEOLOGIA NEGRA EM SEU DEVIR NEGRO

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    Apresentação para o Dossie Teologia Negra: Encarnação e Diáspor

    Composição musical para a liturgia luterana no Brasil: relato de experiência

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    Este relato de experiência reúne ideias sobre composição musical, que poderão servir como base para estudos nas áreas de Música e Teologia Prática, em especial, para o culto e suas moldagens litúrgicas, no contexto da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB)

    “PORQUE, NA ESPERANÇA FOMOS SALVOS”: CAMINHOS PARA UMA TEOLOGIA NEGRA DIASPÓRICA E ENCARNACIONAL.

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    Para muitos seria redundante falar de uma teologia negra (TN) diaspórica, pois ela, em si mesma, é originária de um movimento diaspórico. Entretanto, essa concepção se configura numa premissa simplista. Pois, apenas enxerga tal terminologia pelo viés situacional, portanto, geográfico, em que a TN se origina. É tendo em mente a noção de que o lugar teológico regional não confere necessariamente a TN um caráter diaspórico e encarnacional, que neste texto procuramos ir além desta compreensão, tentando articular os elementos que conferem o status diaspórico e encarnacional, a TN. Para muitos, essa afirmação poderá criar confusão, já que é práxis das teologias contextuais, a TN dentre elas, afirmarem que se diferenciam das demais pelo “locus teologal”. Este entendimento não está totalmente errado, todavia, é preciso aprofundá-lo de maneira a nos demarcarmos das armadilhas postas pela colonialidade. Deste modo, tal como é imprescindível entendermos a questão do caráter diaspórico da TN, torna-se imperativo compreendermos também “o lugar teologal” da TN. Este texto tem assim por objetivo analisar a questão diaspórica e encarnacional no labor teológico da TN. Contudo, não o faremos sem dialogar com os trabalhos que nos precederam. Sendo assim, e tendo em conta as produções já existentes, procuramos nos inserir nas formulações reflexivas que giram em torno das teologias negras da libertação e da esperança. Isto é, uma reflexão teológica que busca se encarnar na negritude dos seus interlocutores proporcionando libertação e esperança

    BANZO: DA SAUDADE QUE MATA AO MOVIMENTO DE RESISTÊNCIA

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    Neste trabalho examinamos o banzo enquanto categoria empírica, teórica e política, correlacionando-o com as expressões artísticas-culturais presentes no RAP. Para tanto, analisamos o banzo contrapondo a tese de que ele seria mera disposição psicofísica, fruto de uma manifestação mórbida de saudade de África, suscitando o seu caráter de representação de um fenômeno político de resistência ao processo de escravização imposto aos povos negros traficados de África e aos seus descendentes. Em seguida, por meio da análise de letras de RAP procuramos verificar como banzo se mantém na experiência social do brasileiro quer seja como elemento de lamentação ou denúncia da condição de vida das pessoas negras ou como anúncio de caminhos para superação do racismo e do processo escravizador

    O SÍTIO ENEGRECIDO: GILBERTO GIL E A MÚSICA-TEMA PARA O SÍTIO DO PICAPAU AMARELO

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    O presente artigo se dispõe a discutir acerca das possíveis simbolizações a partir do evento de Gilberto Gil compor a música-tema da obra Sítio do Picapau Amarelo, de Monteiro Lobato. A discussão se baseia a partir da complexidade que envolve o ato de um músico negro, reconhecido inclusive pela sua luta pela valorização da negritude, compôr uma música para uma obra que possui diversos elementos racistas, resultando em diversas possíveis subversões no ato. A reflexão se apresenta após uma breve apresentação da biografia de Gilberto Gil e de Monteiro Lobato, além do disco Refavela de Gil, que em seu relançamento a música foi inserida como uma faixa extra, e da obra Sítio do Picapau Amarelo. Espera-se fomentar um debate acerca da subversão de obras e símbolos profundamente inseridos no cotidiano brasileiros, permitindo outros olhares e significações

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