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    Estudo de viabilidade de implantação de um Centro Dia para idosos no município de Arroio Trinta - SC

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    A população está envelhecendo e, cada vez mais os idosos estão em posição de tomada de decisões. Com o objetivo de melhorar e aumentar a qualidade e expectativa de vida e diminuir a sobrecarga familiar, é de importância a criação e aplicação de políticas públicas para acolhimento diurno da pessoa idosa. O estudo visou analisar a viabilidade de implantação de um Centro Dia para idosos no município de Arroio Trinta, verificando a aceitação, bem como as particularidades da faixa etária em estudo. Foram entrevistadas amostras da população local, além do Poder Público. Por meio deste trabalho, concluiu-se a necessidade de implantação do Centro Dia, visto que a cidade não dispõe de um local adequado para a realização de atividades que possam manter e interferir diretamente na qualidade de vida da pessoa idosa

    Levantamento das manifestações patológicas em um antigo frigorífico da BRF localizado no município de Capinzal, em Santa Catarina

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    Nos dias de hoje, manifestações patológicas como trincas, fissuras, recalque, corrosão e exposição das armaduras, rachaduras, eflorescência, infiltrações, desplacamento, falha na impermeabilização, são facilmente encontradas em inúmeras edificações. Objetiva-se, identificar, mapear, estudar e analisar as patologias encontradas em um antigo frigorífico da BRF em Capinzal/SC, a partir de pesquisas realizadas em diversas bibliografias que abordem o assunto. E assim, demonstrar de modo real, por meio de resultados das vistorias da edificação que hoje se encontra em desuso, quais as consequências do não cumprimento de práticas recomendadas pelas normas técnicas, que poderiam ter sido evitadas se for associado execução versus manifestações patológicas. A pesquisa conta com o mapeamento das principais patologias encontradas na edificação afim de determinar a origem, localização e tipo de estrutura. Como objetivo inicial do estudo, adotou-se o antigo frigorífico da BRF, no município de Capinzal/SC, em desuso desde 2004. Após a realização do diagnóstico geral da edificação, o qual foi separado em salas de acordo com a releitura do projeto, determinou-se o quantitativo das manifestações patológicas. Com os resultados, obteve-se o gráfico com o índice de presença das patologias. Os resultados apontam que em grande parte da edificação, a patologia mais presente é a exposição e corrosão da armadura, causada principalmente pela utilização das salas, as quais possuíam grande presença de sal e compostos fixadores de cor, afetando de forma significativa a estrutura

    MÃOS QUE APRENDEM E CUIDAM: RELATO DE EXPERIÊNCIA DE UMA AÇÃO EDUCATIVA SOBRE A HIGIENE DAS MÃOS COM ALUNOS DA APAE

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    Introdução: em uma pesquisa divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) em 2022, a população brasileira com deficiência havia sido estimada em 18,6 milhões de pessoas com dois anos de idade ou mais (Agência IBGE, 2024). Sabe-se, atualmente, que o número de indivíduos com algum tipo de deficiência vem crescendo com o passar dos anos, o que tem reforçado a necessidade da formação de redes que se dedicam à luta contínua à educação, aos direitos e a saúde das pessoas com deficiência (PCD). Para isso, destaca-se a atuação da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE), uma instituição amplamente conhecida e indispensável para o cuidado da comunidade excepcional que abrange o atendimento de deficiências intelectual e múltipla, visando a inserção dos indivíduos na comunidade (APAE Brasil, [s.d]). A inclusão da PCD deve ser planejada de forma que respeite as particularidades cognitivas, motoras e sensoriais de cada um, estimulando o desenvolvimento da autonomia e participação social. Por isso, deve-se promover ações educativas para os alunos excepcionais regularmente, uma vez que a educação em saúde é uma ferramenta fundamental para a promoção do bem-estar, prevenção de doenças e incentivo ao autocuidado, além de torná-los protagonistas no processo de aprendizagem. A higienização das mãos, apesar de uma prática simples, é altamente eficaz na manutenção da saúde. As nossas mãos estão diretamente envolvidas em todas as atividades realizadas ao longo do dia, como se alimentar, abrir e fechar portas, ir ao banheiro, pegar objetos pessoais e tomar água, expondo as pessoas a superfícies, objetos ou alimentos contaminados. Desta forma, as mãos se tornam grandes veículos na propagação de microrganismos virais e bacterianos quando não são higienizadas da maneira correta. Nesse contexto, entende-se a importância de promover atividades direcionadas a medidas profiláticas para impedir a ocorrência, disseminação ou evolução de doenças preveníveis a partir de bons hábitos de higiene. Objetivo: relatar uma atividade de educação em saúde desenvolvida na Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais sobre higienização das mãos. Método: trata-se de um relato de experiência da Atividade Prática de Extensão (APEx), realizada no dia 28 de fevereiro de 2025 APAE do município de São Miguel do Oeste, Santa Catarina. A atividade foi desenvolvida por acadêmicas da 5ª fase do Curso de Graduação em Enfermagem da Universidade do Oeste de Santa Catarina (UNOESC), campus São Miguel do Oeste. A escolha do tema se deu através de uma conversa com a direção da escola, a qual manifestou a necessidade de abordar a higienização das mãos com os alunos após uma série de acontecimentos nos quais os alunos não estavam lavando suas mãos no ambiente escolar. Em virtude disso, a atividade foi desenvolvida prioritariamente a partir de uma apresentação em slides, a qual abordou conceitos, hábitos e recomendações de higiene, doenças transmitidas através do contato e o passo a passo correto da higienização das mãos. Para auxiliar no processo de aprendizagem, foram utilizados recursos visuais de imagem e vídeo, além de ser realizado, junto aos alunos, todas as etapas da lavagem das mãos para que eles pudessem repetir os movimentos e memorizar a prática com maior facilidade. Além disso, foram apresentadas duas imagens referentes a lâminas de cultura de microrganismos, uma correspondente a mãos limpas e outra de mãos sujas, para que os alunos conseguissem compreender que existem microrganismos nas nossas mãos mesmo que não os enxergamos a olho nu. Na sequência, foi aberta uma roda de conversa com os alunos para que pudessem relatar experiências e sanar suas dúvidas. Resultados e discussão: os recursos visuais utilizados favoreceram a assimilação dos alunos com a parte teórica da apresentação e despertaram o interesse e a curiosidade dos mesmos. O momento de maior participação e engajamento foi a demonstração do passo a passo sobre a higienização das mãos, quando os alunos repetiram o processo e foram auxiliados conforme as suas dificuldades, sendo ofertado a eles uma educação personalizada e centrada nas suas particularidades. A atividade foi ministrada no refeitório da escola, local estruturado com uma pia próximo a porta de entrada e saída onde os alunos deveriam lavar suas mãos antes e após as refeições, o que, segundo as professoras, não estava acontecendo. Após o término da roda de conversa, enquanto os alunos saíam da sala e passavam perto da pia, muitos pararam para lavar suas mãos e pediram para as acadêmicas verificarem se estavam fazendo a higienização da maneira correta, o que tornou a atividade mais dinâmica e compreensível para eles. O resultado do projeto foi extremamente satisfatório, os alunos participaram ativamente dos assuntos abordados, demonstraram interesse, entusiasmo e um ótimo envolvimento, adicionando suas experiências pessoais e familiares às falas das acadêmicas. De acordo com Teixeira et al. (2022), os cuidados preventivos gerais e, especialmente, a lavagem das mãos, devem ser de responsabilidade de todos. Dessa forma, é recomendável que esforços sejam cada vez maiores para aumentar a conscientização sobre a lavagem das mãos. Considerações finais: a utilização de materiais visuais e a prática foram fundamentais para a participação e assimilação dos conteúdos abordados. Com as metodologias adequadas, é possível promover saúde de forma inclusiva, contribuindo para o desenvolvimento da autonomia, autoestima e responsabilidade dos alunos, aspectos importantes para a inclusão social dos mesmos. Faz-se importante a realização de atividades de educação em saúde de forma periódica, utilizando de diferentes abordagens e maior aprofundamento nos assuntos. Também, as famílias dos alunos excepcionais podem ser envolvidas nas ações educativas como forma de ampliar esses conhecimentos para outros ambientes e não os restringindo somente à escola. A higienização das mãos, embora simples, é um procedimento indispensável para a promoção de saúde, prevenção de doenças e para a construção de uma vida mais saudável.   REFERÊNCIAS   APAE Brasil – Federação Nacional das Apaes. Quem somos. Brasília: DF, [s.d.]. Disponível em: https://apaebrasil.org.br/conteudo/quem-somos. Acesso em: 6 maio.2025. Agência IBGE. Pessoas com deficiência têm menor acesso à educação, ao trabalho e à renda. Rio de Janeiro - RJ, 2024. Disponível em: https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/noticias/37317-pessoas-com-deficiencia-tem-menor-acesso-a-educacao-ao-trabalho-e-a-renda. Acesso em: 6 maio.2025. SPDM. Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina. Por que é tão importante lavar as mãos? São Paulo - SP, 2016. Disponível em: https://spdm.org.br/noticias/saude-e-bem-estar/por-que-e-tao-importante-lavar-as-maos/. Acesso em: 6 maio.2025. TEIXEIRA, J. A. L. et al. Educação em saúde sobre higienização das mãos: relato de experiência. Rev. Saúde.Com, v. 18, n. 2, p. 2682-2686, 2022

    ESTÁGIO BÁSICO I: OBSERVAÇÃO DO FUNCIONAMENTO INTERDISCIPLINAR DA EQUIPE DO CRAS DE TREZE TÍLIAS E DA INTERAÇÃO ENTRE UM GRUPO DE CRIANÇAS DO LOCAL

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    RESUMO O estágio de observação foi realizado no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) de Treze Tílias, principal porta de entrada do Sistema Único de Assistência Social (SUAS). A experiência teve como objetivo compreender o funcionamento interdisciplinar da equipe técnica e o papel da Psicologia na proteção social básica. Durante o estágio, foram acompanhadas atividades da equipe composta por psicóloga, assistente social e outros profissionais, observando atendimentos individuais, visitas domiciliares e ações com o grupo de convivência de crianças de 6 a 12 anos. A campanha do 18 de Maio, com atividades lúdicas e educativas sobre o combate à exploração sexual infantil, também fez parte da vivência. Além disso, destacou-se a articulação intersetorial por meio do projeto “Rede em Ação”, que reúne CRAS, Saúde, Educação e Conselho Tutelar. A experiência proporcionou reflexões sobre a importância da escuta qualificada, da interdisciplinaridade e da atuação ética no fortalecimento dos vínculos comunitários e enfrentamento das vulnerabilidades sociais. Palavras-chave: Assistência Social; Psicologia Social; Observação. 1 INTRODUÇÃO O Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) constitui a principal porta de entrada do Sistema Único de Assistência Social (SUAS), sendo responsável pela oferta de serviços, programas e benefícios voltados à proteção social básica de indivíduos e famílias em situação de vulnerabilidade. Nesse contexto, o estágio de observação realizado no CRAS do município de Treze Tílias teve como propósito aproximar a formação acadêmica da prática profissional interdisciplinar, permitindo compreender, na prática, o funcionamento das políticas públicas e a atuação técnica da psicologia enquanto componente essencial da rede de proteção social. Durante o período de observação, foi possível conhecer a dinâmica interna da instituição, bem como o papel exercido por diferentes profissionais que compõem a equipe técnica, como a assistente social e a psicóloga, percebendo a importância da articulação entre essas funções para o atendimento integral às demandas da população. Além disso, a observação de atendimentos individuais, visitas domiciliares e atividades em grupo permitiu um olhar mais amplo sobre os desafios enfrentados no cotidiano da assistência social em um município que não dispõe de equipamentos como CAPS ou CREAS e depende de articulações intermunicipais para garantir o atendimento psicossocial. De forma mais específica, a observação acompanhou as ações desenvolvidas no grupo de convivência de crianças de 6 a 12 anos, permitindo analisar as interações estabelecidas entre os participantes, bem como os efeitos das ações psicossociais no fortalecimento de vínculos, no estímulo à cidadania e no desenvolvimento social. Essa vivência também proporcionou o contato direto com estratégias como o “Rede em Ação”, encontros intersetoriais que envolvem CRAS, Saúde, Educação e Conselho Tutelar na construção de respostas integradas às vulnerabilidades locais. A partir dessa experiência, o presente relatório busca apresentar reflexões fundamentadas sobre a prática do CRAS enquanto equipamento de promoção de direitos, com ênfase na atuação psicológica e na importância da interdisciplinaridade no enfrentamento das desigualdades sociais. 2 DESENVOLVIMENTO O espaço total do CRAS de Treze Tílias (Anexo 1) é composto por uma pequena recepção, onde ficam duas cadeiras, uma parede que dá acesso à sala, onde fica a auxiliar administrativa (Anexo 2). A parede possui dois terços dela aberta, para comunicação. No lado direito está a sala onde fica a assistente social e a psicóloga para atendimento da população (Anexo 3). À frente, um corredor, o qual dá a porta de acesso à sala da auxiliar administrativa, ao lado esquerdo. Para o lado direito, duas portas que dão acesso à sala de convivência (Anexo 4), onde foi feita a observação das crianças. Mais à frente, para o lado esquerdo, possui um banheiro para o público geral e um banheiro para os funcionários. E do lado direito, a sala onde são feitas as refeições (Anexo 5) e a cozinha onde são feitas as merendas para os alunos. Durante o período de estágio de observação no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) de Treze Tílias, foi possível acompanhar de forma direta e atenta as atividades desenvolvidas pela equipe técnica, composta por psicóloga, assistente social, orientador social, auxiliar administrativa, serviços gerais e o motorista do local (Anexo 6), junto à comunidade atendida. As ações observadas integraram tanto a rotina institucional quanto iniciativas voltadas à mobilização social, com destaque para as atividades relacionadas à campanha do 18 de Maio, Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. No contexto da campanha, foi possível acompanhar momentos de interação com crianças em situação de vulnerabilidade, nos quais foram promovidas atividades lúdicas e educativas com o intuito de sensibilizar sobre o direito à proteção e ao cuidado. As crianças participaram de conversas conduzidas de forma leve e acessível, com dinâmicas que abordavam o significado do 18 de Maio, utilizando recursos simbólicos como desenhos, cores e a flor representativa da campanha. Além disso, foram distribuídas lembrancinhas com mensagens de conscientização, reforçando a importância do diálogo e da escuta ativa no enfrentamento das violências contra a infância. Ao longo do estágio, foi possível acompanhar a atuação da psicóloga e da assistente social no atendimento às demandas cotidianas da unidade, observando desde a forma de acolhimento aos usuários até a escuta técnica realizada com famílias e indivíduos em situação de vulnerabilidade social. Foi possível perceber como o trabalho em equipe se articula a partir dos princípios do SUAS (Sistema Único de Assistência Social), considerando os contextos individuais e coletivos de cada caso. Além das atividades internas, foi realizada uma visita externa à comunidade, conduzida pela psicóloga e assistente social, com o objetivo de dar continuidade ao acompanhamento de uma família atendida pelo serviço. A estagiária acompanhou essa saída, observando de forma ética e respeitosa a abordagem profissional realizada em campo, bem como o diálogo com os sujeitos atendidos. Essa vivência proporcionou um olhar ampliado sobre a realidade social das famílias e sobre os desafios enfrentados pelos profissionais no cotidiano da política pública. A observação permitiu compreender o papel do CRAS como um espaço de proteção social básica, onde se constroem vínculos, redes de apoio e estratégias de enfrentamento das vulnerabilidades. A experiência também revelou a importância da escuta qualificada, do respeito à singularidade de cada sujeito e da articulação entre os saberes profissionais no trabalho em equipe. 3 CONCLUSÃO A vivência no CRAS como estagiária observadora foi uma experiência significativa, tanto em termos acadêmicos quanto pessoais. A partir do contato direto com as ações desenvolvidas no território, foi possível compreender profundamente o papel da Psicologia no contexto das políticas públicas de Assistência Social. Observando a atuação da equipe técnica e a relação com a comunidade, percebe-se como o CRAS opera como um importante instrumento de fortalecimento dos vínculos familiares e comunitários, sendo um espaço de acolhimento, escuta e cuidado. A proposta de ações preventivas, como a campanha do 18 de Maio, evidencia o compromisso com a proteção social e a promoção da dignidade humana. Por fim, o estágio se revelou uma oportunidade valiosa para integrar teoria e prática, promovendo reflexões sobre a atuação profissional comprometida com a transformação social, o cuidado ético e a valorização da escuta como ferramenta central do trabalho em contextos de vulnerabilidade. Essa vivência inicial contribui de forma significativa para a formação acadêmica, despertando interesse, responsabilidade e senso crítico diante dos desafios da realidade social. REFERÊNCIAS CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Resolução CFP nº 06/2019 - Orientações sobre elaboração de documentos psicológicos. Brasília, 2019. DANNA, Marilda Fernandes, MATOS, Maria Amélia. Aprendendo a Observar. Ed. Edicon, São Paulo, SP, 2006. FERIANI, G. P.; MELO, C. V.; OLIVEIRA, W. A.; DELLAZZANA-ZANON, L. L. A prática da observação sistemática para a formação do(a) psicólogo(a): relato de experiência. Revista Psicologia em Pesquisa , 2021. SANAR SAÚDE. Como elaborar documentos psicológicos segundo o Conselho Federal de Psicologia. São Paulo, 2023. Disponível em: https://blog.sanarsaude.com/portal/carreiras/artigos-noticias/colunista-psicol ogia-saiba-como-elaborar-documentos-segundo-o-conselho. Acesso em: 07 jun. 2025. Sobre o(s) autor(es): 1) Acadêmica da 3ª fase do Curso de Psicologia, da UNOESC Campus de Videira. E-mail: [email protected]; (2) Pós-Doutorado em Psicologia Socioambiental pelo Departamento de Psicologia Social e do Trabalho do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (IP.USP). Docente na UNOESC Campus de Videira. E-mail: [email protected]

    DINÂMICA DE GRUPO NO CRAS DE SALTO VELOSO

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    O presente artigo aborda a realização da APEx na terceira fase do curso de Psicologia, a qual consistiu na aplicação de uma dinâmica de grupo no CRAS de Salto Veloso. Além disso, descreve a relevância dessa experiência nos âmbitos acadêmico e social, explica o funcionamento da Dinâmica do Barbante e detalha sua execução com um grupo de adolescentes atendidos pelo CRAS. Por fim, conclui com os diversos aprendizados proporcionados pela vivência, acompanhados de registros fotográficos da atuação

    DESAFIOS E APLICABILIDADE DO BALANCED SCORECARD (BSC) EM PEQUENAS EMPRESAS

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    O resumo expandido investiga os desafios e a aplicabilidade do Balanced Scorecard (BSC) em pequenas empresas, considerando suas limitações estruturais, operacionais e de recursos. Por meio de revisão bibliográfica recente (2020–2025) de abordagem qualitativa e exploratória, busca-se analisar como o BSC pode ser adaptado à realidade dessas organizações, contribuindo para aprimorar sua gestão estratégica. A pesquisa justifica-se pela necessidade crescente de ferramentas que auxiliem na superação de barreiras gerenciais e no fortalecimento da competitividade e sustentabilidade dos pequenos negócios. Identificaram-se entraves como resistência à mudança, falta de conhecimento técnico e dificuldades na mensuração de indicadores. Ainda assim, estudos de caso demonstram que, quando ajustado, o BSC favorece o alinhamento estratégico, o controle gerencial e a tomada de decisões, destacando-se a importância do planejamento, do envolvimento dos gestores e do apoio contábil. A relevância acadêmica reside na ampliação do debate sobre a adaptação de ferramentas consagradas, enquanto a contribuição prática destaca o potencial do BSC para promover inovação, aprendizado e sustentabilidade em pequenas empresas

    O CRESCIMENTO DAS FAVELAS E DESIGUALDADE HABITACIONAL – ACESSO À MORADIA DIGNA E POLÍTICAS PÚBLICAS

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    Com características urbanas irregulares, carências de serviços essenciais e normalmente localizadas em áreas de risco, as favelas representam a desigualdade socioespacial e a fragilidade das políticas públicas frente ao direito à moradia. Segundo o censo do IBGE (2022), estima-se que há mais de 16 milhões de pessoas vivendo nessas áreas, as quais tiveram um crescimento de 95% nos últimos 12 meses, destacando-se, São Paulo, Rio de Janeiro e Pernambuco (Dias, 2024; Caniato, 2024; MapBiomas, 2021). Frente a essa questão, a pesquisa tem como problema: Quais fatores influenciam no crescimento das favelas e qual o impacto das políticas públicas nessa situação? Sendo assim, a pesquisa teve por objetivo analisar o crescimento recente das favelas no Brasil e avaliar a efetividade das políticas públicas voltadas ao enfrentamento desse fenômeno. A pesquisa se justifica pela relevância social do tema, considerando que milhões de brasileiros vivem em condições precárias sem um dos direitos fundamentais previstos pela Constituição

    MODELAGEM CINÉTICA DA REAÇÃO DE DEGRADAÇÃO DE ÁCIDO BENZOÍCO EM REATOR FOTOCATALÍTICO HOMOGÊNEO

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    Os processos oxidativos avançados (POAs) tem ganhado um crescente espaço nos estudos de degradação de compostos orgânicos pela sua excelente taxa de degradação e facilidade na execução, em especial a utilização de fotocatálise homogênea usando sistema H2O2/UV para o tratamento de efluentes. Este estudo teve como objetivo modelar a cinética da degradação do ácido benzóico em sistema de fotocatálise homogênea utilizando peróxido de hidrogênio como reagente limitante e radiação ultravioleta do tipo C (UVC) como fonte de ativação. A concentração do ácido benzóico foi monitorada por espectrofotometria UV-Vis, com base em curva de calibração previamente construída. Determinando-se a cinética de pseudo-primeira ordem, calculou-se a constante cinética de degradação k = 0,0044 min⁻¹, com coeficiente de correlação linear r2 = 0,8987. Ao tempo máximo de reação, obteve-se a conversão de 42,36%, sendo a limitação cinética foi atribuída à baixa concentração de H₂O₂. Os resultados demonstram o potencial do sistema como ferramenta para estudos cinéticos de fotocatálise homogênea e reforçam a viabilidade do uso de POAs na degradação de compostos orgânicos. Palavras-chave: fotocatálise homogênea, ácido benzóico, modelagem cinética

    LETRAMENTO ACADÊMICO-CIENTÍFICO: PRODUÇÃO DE RESENHA CRÍTICA NO CURSO DE PEDAGOGIA

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    Esta atividade de produção e socialização de resenha crítica, efetuada por acadêmicas de pedagogia da Unoesc Xanxerê, objetiva dar visibilidade ao conhecimento construído a partir da esfera da sala de aula, transpondo as paredes da universidade, para o alcance da comunidade acadêmico- científica. No componente curricular Teoria e Práticas da Língua Portuguesa solicitou-se a leitura de livros e artigos científicos da área, buscando ampliar o repertório de leitura e estabelecer diálogo intra e intertextual com a ementa proposta. Esta publicação contribui para disseminar o conhecimento produzido na Unoesc, qualifica tanto o curso de pedagogia quanto as discentes, que foram desafiadas à escrita científica e ao letramento literário

    LETRAMENTO ACADÊMICO-CIENTÍFICO: PRODUÇÃO DE RESENHA CRÍTICA

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    O capítulo “A continuidade do processo de alfabetização”, de Adriana Aparecida Barnabé Possatti, discute a importância de superar métodos tradicionais centrados apenas na decodificação, defendendo práticas que insiram leitura e escrita em contextos reais e significativos. Por meio de projetos interdisciplinares, como entrevistas com profissionais, a autora mostra como aproximar o aprendizado das vivências dos alunos, estimulando colaboração, revisão de textos e reconhecimento social. Destaca o papel do professor como mediador atento, valorizando a diversidade, o diálogo e a construção coletiva do conhecimento, reafirmando a pedagogia por projetos como estratégia para formar leitores e escritores críticos e criativos

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